Minha deliciosa empregada Suzy

Minha deliciosa empregada Suzy

Olá. Vou contar, através deste conto, como perdi minha virgindade. Este é meu segundo desabafo aqui na casa e, como é real, usarei nomes fictícios. Espero que gostem e deem sua opinião.

Na época dos fatos eu tinha 18 anos. Praticamente vivia no colégio: chegava em casa apenas à noite, porque as aulas eram pela manhã e sempre fazia alguma atividade à tarde. Eu era do time de vôlei e fazia judô, então já tinha um corpo relativamente forte. Tinha cerca de 1,72 m de altura; o peso não me recordo, afinal já se passou muito tempo.

Nós éramos o que se pode chamar de uma família feliz. Meu pai, com 52 anos, era engenheiro concursado e minha mãe, com 50, advogada também concursada, ambos em empresas governamentais que depois foram privatizadas. Tínhamos ótimas condições financeiras: casa grande, com piscina, e morávamos bem perto da praia. Como os dois viajavam muito, sempre precisavam contratar alguém de confiança para ficar comigo. Foi assim que conheci Suzy, a nova empregada doméstica da casa.

Ela era um pouco mais velha — tinha seus 40 e tantos anos na época. Desde que chegou eu fiquei louco por ela. Era do tipo gordelícia: bunda grande, corpo gordinho, peitos gigantes (tamanho extra G mesmo), um pouco caídos, mas ainda no lugar. Negra, pele no tom de chocolate ao leite, cabelos longos e encaracolados. Baixinha: nem de salto chegava à minha altura. Acho que tinha uns 1,56 m. Andava sempre de calças de malha elástica justas, metidas no rego do cu.

Como disse, eu estava na flor da idade: virgem, meio tapado em relação às garotas da minha idade, mas já batia minhas punhetas. No máximo tinha ficado com umas três meninas do colégio, e só beijos com mãos bobas. A partir daí comecei a reparar mais nas mulheres.

Como meus pais viajavam muito, quem mais conversava e me dava conselhos era a Suzy. Sempre foi muito aberta comigo e, por isso, nossa intimidade era grande. Isso a transformou na musa inspiradora das minhas punhetas.

Tudo começou nas minhas férias escolares. Meus pais viajaram por cerca de uma semana. Num sábado, acordei relativamente tarde, com aquela ereção matinal pesada. Fui direto para o computador do quarto “tocar uma”. Suzy apareceu com uns lençóis para guardar no armário e literalmente me pegou no ato: sentado na cadeira, fotos de mulheres peladas na tela e o pau duro na mão. Fiquei estático, pensando no que aconteceria se ela contasse para meus pais e na bronca que eu levaria. Ela passou por mim, deu uma olhada, guardou as coisas no guarda-roupa, saiu do quarto e fechou a porta.

Passei o dia pensando em como sair do quarto. Só saí quando ela me chamou para almoçar. Comemos em silêncio, sem nos olharmos diretamente. Depois do almoço, aproveitei o momento:

— Suzy, queria pedir desculpas pelo que você viu. Por favor, não conta nada para meus pais. (estava quase chorando)
— Relaxa, Paulo. Isso é normal na sua idade. Mas da próxima vez tenha mais cuidado e feche a porta do quarto, tá?

Ela se levantou, recolheu os pratos, me deu um beijo na testa e saiu em direção à cozinha para limpar e arrumar as coisas.

Eu passava muito tempo no computador baixando pornô. Meus primos mais velhos tinham me ensinado a baixar putaria por torrent, então nas férias eu praticamente ficava no quarto assistindo filme ou vendo putaria. Às vezes achava que ia quebrar o pau de tanto que batia punheta. Na época via nos filmes as atrizes falando sobre o pau grande dos atores e, por curiosidade, medi o meu: para a minha idade eu era relativamente grande — uns 16 cm e de calibre grosso.

Na mesma semana em que meus pais viajaram, o fato se tornou rotineiro. Suzy, que também arrumava meu quarto, sempre entrava na hora em que eu estava batendo punheta. Agora, porém, não tinha mais aquele clima tenso da primeira vez. Ela ria e falava:

— De novo, Paulo? Para de bater punheta, rapaz. Desse jeito vai afinar o pau — e saía do quarto fechando a porta.
Quando acabava, eu ia para a sala como se nada tivesse acontecido, até que ela veio com a conversa:
— Paulo, você precisa arranjar uma namorada urgentemente! Toda hora batendo punheta pode fazer mal.
— Ah, Suzy, não consigo chegar nas meninas da minha idade e meu pau parece que pede para aliviar.
— Desse jeito terei que arranjar uma menina para você e seu amiguinho.
— Arranja mesmo. Preciso perder esse cabaço.
— Olha só como ele está safado. Pode deixar que eu resolvo isso!

Não entendi direito o que ela quis dizer. Suzy começou a agir diferente: afagava meu cabelo com mais frequência, me puxava para um abraço apertado, quando passava por mim soltava um beijinho discreto. Comecei a estranhar.

Na mesma semana teve um dia mais quente que o normal, bem nublado (aqui no Nordeste isso é previsão de chuva forte e até de esfriar). Como estava muito quente, ela usou um traje que eu nunca tinha visto: shortinho bem curto de malha elástica branca e uma camisa azul-clara amarrada com um nó na barriga, mostrando o umbigo. Dava para perceber que estava sem sutiã (via-se o formato dos peitos e os mamilos). Isso fez meu pau ficar explodindo de tesão dentro do short o dia inteiro.

À tarde fiquei assistindo TV, como sempre fazia nas férias. Suzy entrou para arrumar o quarto, olhou para mim, piscou o olho e se abaixou para limpar o chão. Foi então que entendi por que estava tão sexy naquele dia: estava sem calcinha. Meu pau subiu na hora. Observar aquela bunda empinada me deixou petrificado. Ela praticamente fazia um show para mim. Em um momento parou, olhou para trás ainda de quatro, deu uma risada safada e uma piscadela.
Eu era muito idiota nesse sentido. Em desespero, saí do quarto às pressas e fui para o banheiro tentar “tocar uma”, mas comecei a pensar se realmente poderia acontecer algo e preferi não finalizar. O fato é que não me aguentava de tesão com a visão daquela buceta deliciosa marcada no short. Quando voltei ao quarto ela já não estava mais lá. Tentei voltar a assistir TV, mas só pensava no que ela estava fazendo comigo.

Por volta das 18h30 eu já ia tomar banho quando a chuva que eu tinha certeza que cairia desabou em forma de tempestade pesada. O calor latente do dia deu espaço a um frio arrebatador: de 30 °C para cerca de 20 °C (para gente do Nordeste, motivo para sair de casaco). Ouvi com espanto Suzy me chamando para ajudar a pegar as roupas no varal. Saí correndo sem pensar (estava só de cueca boxer roxa, prestes a entrar no banho) e me deparei com ela parada na porta que dava para o quintal, com medo de se molhar.

Fiquei estático olhando para ela. Com olhar provocante ela perguntou:

— Tá olhando o quê, menino?
— Você aí, parada, enrolando para ir pegar as roupas no varal com essa chuva!
— Verdade, estava esperando você se oferecer e ir pegar sozinho. Mas bora logo antes que piore!

Ela rindo me puxou para debaixo da chuva. Quando a água bateu no corpo dela e molhou a roupa completamente, quase tive um infarto. Os peitos enormes ficaram praticamente à mostra na camisa azul-clara, com auréolas grandes e farol aceso. Via com mais clareza o desenho da buceta no short. Não conseguia tirar os olhos dela. Enquanto ela tentava tirar algumas roupas do varal, não me contive: abracei-a por trás, levantei-a e enfiei o pau duro bem no meio daquela bunda, tentando disfarçar com uma brincadeira de atrapalhá-la.

— O que é isso, Paulo?
— Não vou deixar você tirar essas roupas tão cedo.
— Deixa de presepada, menino. É melhor a gente tirar logo as roupas para não ficar gripados.
— Mas já estão molhadas — eu disse, preferindo tomar banho de chuva com ela.
— Não vou tomar banho com você e seu amiguinho me cutucando. Mas sério: vamos tirar logo essas roupas!

Tiramos as roupas do varal e, depois de guardar tudo, ela passou a mão no meu pau por cima do short, sorriu manhosamente e correu para dentro. Quando chegou à porta do quarto dela, tirou a blusa olhando para mim e fechou a porta. Eu estava maluco de tesão. Tomei coragem e corri atrás, mas a porta estava trancada. Tentei chamar, mas ela fingia que não estava escutando. A safada me provocava a níveis inimagináveis. Meu pau doía dentro da roupa. Fui para o meu quarto tomar banho e aguardar o que poderia acontecer naquela noite.

A chuva não parava. Por volta das 19h30 saí do quarto e segui para o corredor. Ela estava sentada no sofá assistindo novela (não perdia um episódio). Deitada no sofá, com a luz acesa iluminando bem o ambiente, pude ver com detalhes que usava uma camisola vermelha um pouco transparente. Não era tão sexy assim, mas no corpo dela, depois do que eu já tinha visto, qualquer roupa me deixava louco. Ansioso, segui em direção a ela quando, de repente, a sala se apagou. A escuridão tomou conta de tudo em um piscar de olhos.

— PAULO! — gritou ela.

Suzy correu até a janela para ver se a falta de luz era geral. Todo o bairro estava tomado pela escuridão e a chuva comia solta. Eu, que estava parado e um pouco desnorteado, também me dirigi à janela. Parei bem atrás dela, pressionando meu corpo ao dela. Meu pau, que estava meia-bomba, ao sentir o contato com a bunda dela ficou duro na hora. Ficamos em silêncio por pouco tempo — que naquele momento parecia uma eternidade.

Suzy ficou com a respiração pesada e falou:

— Vai pegar a lanterna para a gente procurar umas velas e deixar nos banheiros, no meu e no seu quarto!
— Tá bem!

Fui tateando no escuro até o meu quarto, onde tinha noção do posicionamento dos móveis. Na primeira gaveta do criado-mudo peguei a lanterna, acendi e voltei. Passei a luz de cima a baixo destacando todo aquele corpo, mas ao subir acabei apontando para o rosto dela.

— Não aponte essa lanterna para a minha cara.
— Me desculpe, fiz sem perceber.
— Vamos à cozinha! Sei onde tem umas velas.

Suzy saiu andando enquanto eu iluminava o caminho. Chegamos à cozinha, ela pegou as velas e saiu acendendo nos cômodos, comigo acompanhando. Colocamos as velas nos banheiros primeiro, depois no quarto dela e, quando chegamos ao meu, ela falou:

— Porra, tinha que acabar na hora da minha novela?
— Se quiser, posso tentar baixar o episódio para você depois.
— Poxa, Paulo, adoraria que você pudesse me fazer esse favor.

Nesse instante um relâmpago clareou o quarto e logo em seguida veio um trovão alto. Ela, no reflexo, me abraçou apavorada e pediu para ficar comigo no meu quarto até os trovões pararem. Na mesma hora abri um sorriso pensando nas possibilidades e disse que poderia até dormir lá se ela quisesse.

Suzy posicionou a vela no meu criado-mudo, foi ao quarto dela pegar o travesseiro e apagar a vela que tinha acendido lá. Em seguida se aconchegou no meu colchão (daqueles de solteirão, que cabiam duas pessoas confortavelmente).

Ela se deitou primeiro. Eu me ajeitei ao lado dela. Nos cobrimos com meu edredom grosso e tentamos dormir.

A temperatura naquela noite chegou a 17 °C. O frio estava osso. Já tinha se passado cerca de 40 minutos e nem eu nem ela conseguíamos dormir. Meu pau pulsava de tão duro só de saber que estava na mesma cama que ela, e o frio (ao qual não estávamos acostumados) também não nos deixava em paz. Nós dois nos mexíamos. Em algumas dessas mexidas eu acabava roçando o pau bem no meio da bunda dela. Do nada ela falou:

— Achei que tinha conseguido dormir, Paulo?
— Nesse frio não estou conseguindo. (tentava tirar o foco do meu pau roçando nela)
— Estou com frio também, mas também percebo que você está precisando ir ao banheiro. Estou sentindo seu amiguinho me cutucando.

Fiquei paralisado, sem saber o que fazer. Ela quebrou o silêncio desviando do assunto:

— Mas relaxa. Pelo menos conseguimos matar o frio. Pode me abraçar. Fica de conchinha comigo para tentar esquentar.

A bunda dela acabou encaixada no meu pau. Dava para sentir a calcinha encostando no pau por cima do samba-canção que eu usava. Encaixou tão perfeitamente que pareceu calculado. Fiquei estático, com medo até de respirar e acabar com aquele momento. Ficamos imóveis por algum tempo, até que ela fez um movimento com a bunda para trás, fazendo pressão ainda maior no meu pau, parou e, tentando disfarçar, falou:

— Estou com muito frio… — e forçou ainda mais a bunda grande no meu pau, puxando meu braço para abraçá-la e pousando minha mão na barriga dela.
— Também estou com muito frio… — e forcei o pau contra a bunda, puxando-a pela barriga.

Ficamos por mais alguns minutos nos esfregando e falando frases relacionadas ao frio. Até que vi Suzy, de maneira silenciosa, tirar a calcinha por debaixo da camisola e jogá-la no chão do quarto. Ela então me perguntou:

— Paulo, você consegue guardar segredo?
— Consigo sim. Por quê?

Pela claridade da vela, de canto, observei o rosto dela: estava dando umas mordidas na boca. Adoraria saber o que se passava na cabeça dela naquele momento. Ela passou a mão direita pela minha coxa, por debaixo do edredom, e eu fiz o mesmo na coxa dela. Ficamos nos alisando. De repente ela subiu a mão de forma premeditada e acabou esbarrando no meu pau bem duro. Hesitou, tirou a mão rapidamente, mas logo em seguida colocou de novo, agora sentindo-o por cima do samba-canção.

— Humm! Está mais excitado do que eu imaginava.

Minha respiração foi ficando ofegante. Fiquei literalmente paralisado.

Ela foi enfiando a mão por dentro do samba-canção para senti-lo melhor e começou a massageá-lo, iniciando uma leve punheta bem devagarinho. Às vezes passava a unha na glande e na pele que a cobria. Tesão de punheta. Até que do nada ficou de joelhos na cama, tirou o edredom de cima da gente e mandou eu tirar o samba-canção. Obedeci na hora: deitado mesmo, tirei e joguei no chão.

— Olha como esse pau é lindo, Paulo. Está bem inchado isso aí, hein? Está saindo até o melzinho (pré-gozo).

Eu não conseguia falar nada, só a observava e a escutava.

— Que pau lindo você tem, Paulo! Eu acho que quero brincar com você, mas tem que ser em segredo absoluto, está bom? Falo muito sério. Você não pode falar com ninguém sobre isso.

Sem nem esperar eu responder, ela se deitou novamente ao meu lado, com uma perna em cima de mim e a coxa roçando no meu pau duro. Olhou nos meus olhos e simplesmente veio com a boca de encontro à minha. Nos beijamos intensamente por alguns bons minutos. Por algum milagre tomei coragem e tive iniciativa: comecei a passar a mão na buceta inchada dela, o que a fez fechar os olhos e gemer baixinho. Ela pegou minha mão e a colocou no lugar certo que queria (o clitóris — eu nem sabia direito o que era na época).

Ela me olhou mais uma vez, de forma penetrante, e me deu um beijão. Suspiramos profundamente. Abaixei a cabeça e fui de encontro aos peitões dela, que ainda estavam cobertos pela camisola vermelha. Nesse momento ela me olhou, deu um sorriso, retirou o obstáculo e ficou completamente nua. Segurando minha cabeça, me ofereceu as tetas gigantes para eu mamar.

Que peitos maravilhosos. Nunca tinha chupado seios tão grandes. Ficaram ainda mais gostosos quando ela começou a me punhetar novamente. Isso me fez chupar os seios com ainda mais vigor. Depois de um bom tempo com ela gemendo enquanto eu mamava os peitões e nós nos masturbávamos, ela saiu da posição, se posicionou em cima de mim de quatro, com a boca perto do meu pau, olhando diretamente nos meus olhos, e falou:

— Ninguém pode saber disso, está bem?
— Claro! (suspirei ansioso para receber o primeiro boquete da minha vida)

Ela colocou a ponta da língua no bico do meu pau e uma liga de pré-gozo ligou minha pica à boca dela. Logo em seguida abriu a boca e engoliu meu pau bem gostoso. Eu gemia alto e, cada vez que gemia, ela sugava com mais maestria. Era aquela chupada molhada que deslizava na boca dela. Cuspia nele e voltava a engolir ele todo, fazendo garganta profunda, depois ficava lambendo apenas a cabeça. Até que tirou o pau da boca, batia com ele na cara e sempre me olhava com cara de safada.

Eu segurava nos cabelos dela e colocava metade do pau na boca. Com talento incomparável ela mamava na minha rola. Parava, ia para as bolas, vinha pelo talo até a cabeça, lambia ela toda, abocanhava e voltava a me chupar com vontade. Recebendo o primeiro boquete, eu gemia e estava chegando no limite. Meu pau parecia que ia explodir. Percebendo isso, ela falou:

— Vai, goza na minha boquinha, vai. Goza na boca da sua Suzy, goza!

Quando ela terminou de falar, gozei feito um cavalo na boca dela, que chegou a se engasgar com tanta porra. Mesmo assim engoliu tudo e ainda lambeu os lábios como se tivesse o sabor da minha porra.

— Aí que delícia de porra, Paulo. Agora vem, quero te ensinar tudo para poder brincar com você sempre que eu quiser!
— Sério mesmo? Me ensina, vai.
— Humm, que delícia! Vem cá!

Me ajoelhei na cama enquanto ela se deitava com as pernas abertas. Pude ver, pela luz das velas, a buceta bem de pertinho. Fiquei parado admirando a beleza daquela buceta negra, linda. Ela segurou minha cabeça e direcionou. Eu abri a boca e comecei a chupar:

— AHHHHH! QUE GOSTOSO! NEM PARECE QUE É SUA PRIMEIRA VEZ! CHUPA GOSTOSO, PAULINHO! CHUPA SUA EMPREGADINHA! CHUPA!

Eu chupava como se estivesse beijando uma boca, metia a língua dentro da buceta e brincava com o clitóris, porque percebi que toda vez que passava a língua nele ela segurava meus cabelos com mais força. Fiquei lá por cerca de 10 minutos, sempre recebendo elogios. Ela começou:

— Não para, vai, vai, chupa gostoso, chupa!
— Caralho, vou gozar! Ahhhhhh!

E pela primeira vez uma mulher teve orgasmo comigo fazendo oral. Minha cara estava encharcada. Ela, vendo minha cara de espanto e tentando recuperar o fôlego, me puxou e deu um beijo caloroso na boca, chupando minha língua como se fosse um pau. Isso fez meu pau ficar duro novamente na hora. Sentindo isso, na mesma posição, segurou meu pau e começou a pincelar na entrada da buceta.

Meu pau deslizou para dentro. Que delícia de entrada! Ela, com a mão segurando minha bunda, começou a me puxar com força. Comecei a bombear com muita vontade. Suzy aprovou com seus gemidos:

— Isso, Paulo, isso! Fode essa puta com vontade, vai!

Suzy então me jogou de cima dela na cama e subiu em cima de mim. Posicionou meu pau na buceta e, numa sentada com força, meu pau entrou todo. Começou a cavalgar com vontade, sempre olhando para o meu rosto ou me beijando. Acelerou os movimentos e, com força, gemia que nem louca e gozou novamente em cima de mim. Sucessivamente a tirei de cima.

Fiquei atrás dela com o pau duro encostado nas costas. Segurando o pescoço, fui levando-a para a beirada da cama. Fiquei em pé no chão e pedi para ela ficar de quatro, de modo que a boca ficasse na altura do meu pau. Alisando os cabelos, busquei a boca dela, mordendo os lábios e procurando a língua da minha linda empregada gostosa. Pegava no meu pau, apertando-o com muita força. Pedi que abrisse a boca e fui colocando novamente a ponta nos lábios que foram se abrindo. Com a boca totalmente aberta, metia e tirava vagarosamente, fazendo-a sentir todo o tesão daquele momento.

— HUMMMMMM, VEM GOSTOSO… COFF… COFF… FODE MINHA BOCA COM VONTADE, VAI. — Ela se engasgava enquanto levava meu pau para dentro da garganta.

Eu já estava perto de gozar novamente e não podia finalizar sem experimentar naqueles peitões o que via nos filmes pornôs e tanto imaginava fazer com ela: a tão famosa espanhola. Pedi:

— Faz uma espanhola para mim, faz? — com voz manhosa.
Ela prontamente respondeu:

— Vem, gostoso. Depois de me fazer gozar duas vezes, faço tudo o que você me pedir.

Sentou-se na cama, me colocou na frente, com a mão direcionou meu pau para entre os peitos e começou a apertá-los bem, iniciando uma masturbação com eles. Eu estava meio zonzo. De vez em quando ela dava uma lambida na cabeça do meu pau. Meu gemido era cada vez maior. Só se via a cabeça bem vermelha do meu pau no meio daqueles peitões escuros, sumindo e aparecendo enquanto ela sugava bem gostoso. Ela me pedia para avisar quando eu fosse gozar, pois queria tudo dentro da boca de novo. Percebendo o pau inchando, habilidosa, começou a acelerar a mamada e disse:

— Vai, Paulinho, goza na minha boca de novo, vai. Vou querer tua porra toda dentro da minha boquinha, goza.

De repente senti as pernas doerem, as bolas apertarem. Consegui sentir cada mililitro de porra que estava prestes a sair da cabeça do meu pau e, gritando feito um louco, falei:

— Vouuuu gozarr!

Ela rapidamente soltou os peitões, engoliu a cabeça do meu pau e colocou a língua na fissura da cabeça. Comecei a jorrar um monte de porra grossa dentro da boca dela. Nunca demorei tanto tempo gozando como naquele dia. Após o gostoso orgasmo, comecei a olhar para ela para ver o que acontecia: não deixava escapar uma gota sequer, bebendo tudinho bem gostoso e sugando meu pau até não ter nenhum resquício do leite derramado.

Assim que parou, se levantou, beijou minha boca e disse que iria para o chuveiro, mandando-me segui-la. Tomamos banho juntos e fomos dormir à luz de velas, agarradinhos.

Dali em diante nos tornamos amantes. Todos os dias fazíamos sexo de alguma forma, embora escondidos dos meus pais. Foi a empregada que mais durou lá em casa: ficou até os meus 20 anos. Infelizmente a mãe dela faleceu e ela teve que voltar para o interior cuidar do pequeno sítio da falecida mãe e dos irmãos pequenos. Acabei perdendo o contato com ela e só voltei a vê-la cerca de cinco anos depois. Por falar nisso, foi um ótimo reencontro. rsrsrs.

Foto 1 do Conto erotico: Minha deliciosa empregada Suzy

Foto 2 do Conto erotico: Minha deliciosa empregada Suzy

Foto 3 do Conto erotico: Minha deliciosa empregada Suzy

Foto 4 do Conto erotico: Minha deliciosa empregada Suzy


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Ficha do conto

Foto Perfil pablo20
pablo20aju

Nome do conto:
Minha deliciosa empregada Suzy

Codigo do conto:
276411

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
05/11/2026

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1

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