O dono do salão também entrou na água e se aproximou de nós. Ele puxou o novinho para um beijo enquanto eu estava em pé no degrau. Coloquei minha pica na boca dos dois ao mesmo tempo. Eles começaram a me chupar juntos, um de cada lado, enquanto eu segurava a cabeça deles com as mãos para controlar o ritmo que sensação massa em ter duas bocas no meu pau. Senti a garganta deles . A excitação subiu rápido e, após alguns minutos de uma mamada intensa, senti a vontade de gozar chegando. Gozei forte dentro da boca do novinho que tomou toda a gala que podia. Terminamos ofegantes, com eles ainda na água, limpando o resto com as línguas antes de me soltarem.
O dono do salão se levantou da água,com os olhos brilhando com uma intensidade que misturava desejo e possessividade. Ele segurou o novinho pela nuca, puxando-o para cima, e me encarou com um sorriso desafiador.
— A brincadeira está só começando — disse ele, a voz grave ecoando no espaço fechado.
Sem esperar resposta, ele empurrou o garoto de volta contra o batente da piscina, abrindo suas pernas com firmeza. O novinho ofegava, os lábios ainda brilhando com vestígios da minha ejaculação, implorando com o olhar enquanto recebia estocadas rápidas e profundas. Minha energia voltou a mil, e me posicionei logo atrás do dono do lugar, que agora revezava a atenção entre o garoto e eu.
O ritmo no salão de festas acelerou de vez. Eu o agarrei pela cintura, sentindo a tensão do cu apertado dele a cada investida, enquanto o novinho, de joelhos na beirada, gemia alto. A água da piscina respingava no chão, misturando-se ao suor dos nossos corpos em um frenesi sem controle.
— Mais forte — o dono do salão sussurrou, arqueando as costas contra mim.
Não pensei duas vezes. Acelerei o ritmo, transformando o ambiente em um caos de gemidos, tapas abafados na pele e o som da água sendo agitada violentamente, ele esqueceu até que tava comendo o novinho e só queria ser fudido. O novinho, vendo a cena, saiu se masturbando furiosamente enquanto assistia à cena acontecer diante de seus olhos.
A vontade de gozar subiu de novo, implacável, direto da base da espinha até a ponta. Com um último empurrão coordenado, soltei um gemido abafado enquanto o orgasmo vinha pela segunda vez, espalhando tuda a gala quente sobre as costas do parceiro, enquanto o novinho, no mesmo instante, gozava espesso sobre o próprio abdômen, completando a atmosfera de total rendição
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