Não demorou nem 2 horas pro primeiro me chamar. Rafael, 42 anos, empresário. Me mandou mensagem educada perguntando se eu atendia no meu apartamento e se fazia anal. Quase ri. Se eu fazia anal? Meu amor, anal é minha especialidade. Respondi que sim pra tudo e marcamos pra aquela mesma noite.
Tomei um banho caprichado, me depilei toda, coloquei um plug anal pra deixar o cuzinho preparado como Fabrício me ensinou, vesti uma lingerie preta e fiquei esperando. Tava nervosa. Não pelo sexo, isso eu sabia fazer dormindo. Mas pela situação. Era a primeira vez que eu ia cobrar de verdade, como profissional. Não era mais troca por presente ou dinheiro de padrasto. Era eu, dona do meu próprio negócio.
Ele chegou pontual. Bateu na porta, abri e vi um homem alto, cheiroso, de camisa social com as mangas dobradas. Bonito pro tipo dele. Me deu um beijo no rosto e entrou. Olhou pro apartamento e depois olhou pra mim de cima a baixo. "Caralho, tu é mais gostosa pessoalmente." Eu sorri e agradeci. Ofereci uma cerveja, ele aceitou. Sentamos no sofá, ele tomava a cerveja e conversava comigo como se fosse um encontro normal. Me perguntou se fazia aquilo há muito tempo. Menti dizendo que tinha começado há alguns meses. Ele disse que gostava de meninas novas no ramo porque eram mais dedicadas.
Quando ele terminou a cerveja, coloquei a mão na perna dele e fui subindo devagar. "Então, vai ficar só na conversa ou quer conhecer a Lari de verdade?" Ele abriu um sorriso. Subi no colo dele e comecei a beijar. Ele agarrou minha bunda com as duas mãos e apertou forte. Senti o pau dele endurecendo na calça embaixo de mim. Desci do colo, me ajoelhei entre as pernas dele e abri o cinto. Desabotoei a calça, abaixei junto com a cueca e vi um pau bonito, grosso, uns 17cm, já duro e com as veias saltadas.
"Hmmm, que delicia de pau." Falei dando um beijinho na cabeça. Segurei pela base, dei umas lambidas lentas passando a língua por todo pau até chegar nas bolas. Coloquei as duas bolas na boca, chupei devagar enquanto batia uma punheta pra ele. Ele já gemia. Voltei pro pau, abri bem a boca e enfiei tudo de uma vez até bater na garganta. Segurei o máximo que aguentei sem respirar e soltei deixando um fio de baba escorrer. "Puta que pariu, que boca." Ele disse de olho fechado.
Cuspi no pau dele, espalhei com a mão e comecei aquele boquete que Cléber me ensinou e que eu aperfeiçoei ao longo dos anos. Garganta profunda, vai e vem com a boca, punheta rápida quando retomava o fôlego, língua passeando nas bolas, pau inteiro até engasgar. Ele segurou meus cabelos e começou a conduzir minha cabeça no ritmo que queria. "Caralho menina, que boquete absurdo, tu chupa demais." Eu olhava pra ele com o pau na boca, aquele olhar de putinha que deixa qualquer macho maluco.
Ele me levantou, me jogou de bruços no sofá e arrancou minha calcinha. Lambeu minha bucetinha por trás, enfiou a língua e depois subiu pro cuzinho. Quando senti a língua dele no meu cu meu corpo inteiro arrepiou. Ele chupou meu cu com vontade, enfiava a língua, cuspia e voltava a lamber. "Que cuzinho lindo, puta que pariu." Tirou o plug que ainda estava lá, lambeu mais um pouco e se levantou.
Colocou a camisinha e encostou o pau na minha buceta. Meteu devagar até entrar tudo. Começou com estocadas lentas, profundas, eu sentia o pau dele todinho dentro de mim. "Ai que pau gostoso, mete vai." Ele aumentou o ritmo, metendo forte, puxando meu quadril contra ele. Metia com tanta força que o sofá se arrastava no chão.
"METE MAIS, CARALHO. ME FODE GOSTOSO." Eu gritava sem controle nenhum. Com certeza o vizinho do 704 estava ouvindo tudo de novo.
Depois de alguns minutos ele diminuiu o ritmo e disse no meu ouvido: "Quero esse cuzinho agora." Eu olhei pra trás e disse: "Ele é todo seu, mete." Ele tirou da buceta, lubrificou o pau com cuspe e foi colocando no meu cu devagar. Eu já estava preparada pelo plug, então entrou sem muita resistência. Quando colocou tudo eu soltei um gemido longo. "AAAAAI QUE DELICIA, ISSO, METE NO MEU CU."
Ele começou a comer meu cuzinho num ritmo gostoso, firme e constante. Cada estocada eu sentia o pau inteiro entrando e saindo. Me massageava o clitóris enquanto ele me enrabava. "Gosta de pau no cu sua puta? Que cuzinho gostoso do caralho." Ele falava dando tapas na minha bunda.
"EU AMO, FODE MEU CU, FODE MAIS FORTE. AAAI EU VOU GOZAR, EU VOU GOZAR NO TEU PAU." Gozei forte, tremendo inteira, apertando o pau dele com meu cu. Ele continuou metendo sem parar até urrar e gozar também.
Ele tirou a camisinha e eu chupei o pau dele pra limpar, como sempre faço. Dei umas últimas lambidas nas bolas e levantei. Ele se vestiu, tirou o dinheiro da carteira e colocou na mesa. 100 reais. Me deu um beijo na boca e disse: "Tu é a melhor que já peguei. Vou voltar semana que vem." Eu sorri e respondi: "Vou estar te esperando."
Fechei a porta, contei o dinheiro e sentei no sofá com um sorriso no rosto. 100 reais. Em 1 hora. 100 reais na época era muita grana pra mim. Eu ganhava menos que isso em 1 semana naquele telemarketing de merda atendendo gente chata o dia inteiro. E aqui eu ganhei em 1 hora fazendo o que eu mais amava na vida. Ri sozinha.
Peguei o celular e já tinha mais 3 mensagens no site. Homens perguntando meu horário, se atendia naquela semana, se fazia isso e aquilo. Respondi todos com um sorriso no rosto. Ali eu soube. Tinha achado minha profissão.
Votem e deixem comentários! Agora começa uma nova fase da Lari. Em breve a continuação. Beijos.


Como você mesmo disse puta você já é então porque não unir o util ao agradavel né !!!!