Cap 10: Meus dois tios revezando meu rabo (Gay/Incesto)
Capítulo 10: Meus dois tios revezando meu rabo (Gay/Incesto) Apesar do almoço farto, ainda faltava diversão pros adultos. A compra do whisky. – Quem vai comprar o Whisky? – Meu pai perguntou. – É tu mesmo Zé. – Respondeu meu tio Edson. Olhando bem para a cena na minha frente, eu percebi que estava rodeado dos homens que eram os meus maiores desejos eróticos. Meu pai e meus tios. Eles brincaram um pouco sobre quem ia e no fim meu pai ia sozinho. Mas eu queria ficar sozinho com meus tios. – Andrézin tu já foi no mercadinho do Sítio? – Perguntou meu tio Marcos. – Ainda não! – Pois vai com o Zé! Meu pai e André aceitaram a proposta do meu tio Marcos que estava com muita maldade na mente. Sem meu pai e meu primo aqui ninguém ia atrapalhar quando ele estivesse me emprenhando. Minha ansiedade aumentava à medida que eles se aprontavam para sair. Eu ficaria sozinho com meus dois tios que me comem sempre que podem. Meu pai e meu primo entraram na mata rumo a casinha para pegarem a moto do tio Edson e irem para o mercadinho. Continuei na cadeira esperando a iniciativa de alguém. Eu já me entorpecia só de olhar para meus dois tios sem camisa e com os calções sem cueca por baixo. Tio Marcos estava ajeitando a louça. Tio Edson estava deitado na rede armada entre as duas árvores. Marcos percebia meus olhares e quando terminou de organizar os objetos olhou ao redor, só viu meu tio Edson na rede e veio em minha direção. Finalmente meu tio Marcos sentou-se na cadeira que meu pai estava antes. Ele aproximou seu rosto das costas da minha orelha e cafungou com muita força. Foi o suficiente pra fazer subir em mim um calor enorme. Fechei meus olhos. Tio Marcos continuou me cheirando até chegar na minha nuca enquanto arrastava o rosto na minha pele, me arranhando com sua barba rala. Me arrepiei inteiro. Apesar de estar muito gostoso, eu me inclinei para longe por sentir leves cócegas. Ele colocou sua mão grossa na lateral da minha cabeça para me manter perto dele. Meu pau já estava duro. Meu corpo continuava a se arrepiar. Resolvi botar minha mão no seu colo que foi em cheio na rola de meu tio dura no calção. O homem babava enquanto me cheirava forte. Apertei seu pau com minha mão. Meu cuzinho estava muito quente, as roladas que levei mais cedo não foram suficientes, eu queria mais dos homens da minha família. Os nossos corpos estavam colados, separados só pelo apoio do braço das cadeiras. Meu tio parou de sugar meu cheiro com o nariz e levou a boca pra minha nuca, beijando-a com os lábios molhados. Soltei um leve gemido. O calor de meu corpo foi para meu rabo, gemi mais para que meu tio soubesse que eu queria dar para ele agora. Enquanto isso meu tio começou a soltar o ar quente da sua boca na minha nuca me deixando maluco de tesão. Ele gemia com sua voz grave no meu pescoço, como se dissesse para eu continuar apertando seu membro duro no calção que começou a pulsar fazendo o tecido levantar. Tio Edson estava há alguns metros da gente e até agora só assistia toda a sacanagem que ocorria entre nós. – Chupa, Gabrielzin! – Ordenou meu tio Marcos bem baixinho perto do meu ouvido. Imediatamente desci da cadeira e fiquei de joelhos agachado na terra. Deixei minha bunda bem empinada. Tio Marcos se levantou pra descer o seu calção para o chão. A rola dura saltou na minha cara. Esperei ele se sentar novamente na cadeira com as pernas bem abertas para colocar o pau em minha boca. Eu já tinha me acostumado com o gosto da rola grossa de meu tio. Ele colocou as duas mãos na minha cabeça, assim guiando o boquete bem devagar. Logo em seguida ele aumentou o ritmo e me fazia engasgar com toda sua rola na minha boca. Meu tio Edson levantou-se da rede até chegar pertinho da gente. Só consegui olhar de canto para conseguir ver o pau duro debaixo do calção. -- Esperou nem eles chegarem na casa Marquin. – Tio Edson disse apertando o pau duro com a própria mão. -- Ele tava doido pra tomar rola. Tá nos olhos dele. – Respondeu tio Marcos. Aquele calção do tio Edson não escondia nada e se eu tivesse duas bocas eu com certeza estaria chupando ele também. Tio Edson foi para meu traseiro. Ele se ajoelhou no chão encaixando o próprio corpo embaixo de mim. Senti o pau duro encostar na minha virilha enquanto ele agarrava meu corpo com os braços fortes. Enquanto um tio fazia minha boca de brinquedo sexual o outro colocou as grandes mãos no elástico do meu calção para puxá-lo devagar. Minha bunda exposta levou duas palmadas do meu tio, uma em cada banda. Foi leve pois eu não podia ter marcas fortes e ele sabia disso. -- Bielzin tá gemendo igual uma cachorra, agiliza ai que eu quero dar rola pra puta. – Tio Marcos falou para tio Edson. Tio Edson enfiou o rosto no meu cuzinho, cheirou forte. Apertou os meus mamilos com as pontas dos dedos me fazendo gemer ainda mais. Tio Marcos tirou o pau de minha boca e levantou-se. Para que eu continuasse de quatro fiquei agarrado na cadeira. Tio Edson agora pelado recebeu o potinho de seu irmão. Lubrificou o dedo do meio para deixar me deixar bem melado. O dedo entrou ardendo pelo meu buraquinho apertado. -- Vou arrombar ele primeiro viu, chapa? – Disse ele enquanto colocava mais um dedo no meu rabo. O jeito que meu tio disse isso me deixou ainda mais quente de tesão, então empinei ainda mais minha bunda que apertava com força os seus dois dedos grandes e grossos atolados em mim. -- Tá no ponto. – Edson falou baixinho. Ele tirou os dedos para descer seu calção. Fiquei com o cuzinho piscando. Meu tio lubrificou bem o pênis e posicionou bem no meu ânus. O homem abriu mais minhas pernas para que meu buraco ficasse mais baixo para ele entrar. Meu pau já babava com quão próximos estávamos. A rola de meu tio foi entrando com facilidade. A cabeça grossa abriu caminho como da primeira vez que ele havia me comido no quintal de casa. A medida que cada centímetro entrava dentro de mim, minha boca também abria como se isso ajudasse a receber a rola lá atrás. Quando a rola entrou inteira meu tio gemeu de prazer. -- Pisca o rabo pra mim Gabriel. -- Não dá tio, tá muito dentro. – Respondi manhosamente. -- Pisca Gabriel, sente tudo dentro. – Disse ele usando as mãos para abrir mais meu rabo fazendo o saco encostar na entrada do meu orifício. Consegui piscar o cu com a rola dentro uma vez. -- Isso Gabriel pisca de novo. – Disse meu tio de maneira pervertida, queria me fazer sofrer. Pisquei mais uma vez. Não era meu tio que me comia, na verdade era como se meu rabo estivesse comendo a rola de meu tio. Senti ele puxar o corpo pra fazer a rola sair. -- Pisca de novo senão eu tiro. – Disse ele ainda escancarando meu ânus com as duas mãos. Na hora em que pisquei com os músculos de meu cu meu tio empurrou pra dentro de novo me fazendo chorar de tesão. -- Não tira tio por favor. – Supliquei. Tio Edson começou a me comer de verdade. A rola deslizava fácil dentro de mim. Por um momento esqueci que tio Marcos estava com a gente. Fechei meus olhos e todos os outros sentidos. Agora eu só conseguia sentir a rola de meu tio me bombando. Meu pênis soltava baba no ritmo das macetadas que eu recebia de meu tio. -- Devagar tio Edson. – Falei baixinho. -- Não bebê devagar não dá. Você sabe como o tio gosta de comer esse cu. O homem me comia como uma vadia. E eu era mesmo, para meus tios eu era o que eles quisessem. O som que ecoava naquela margem eram os dos pássaros cantando, do vento forte batendo nas folhas e principalmente da virilha do meu tio encontrando minha bunda molhada de pré gozo e lubrificante. O pau dele ia e vinha deixando meu cu no formato dele, afinal ali meu cu era completamente dele. -- Que cu gostoso da porra. Sabia que você tinha comido primeiro que eu Marquin. – Meu tio disse olhando para tio Marcos e sem parar o ritmo das botadas. Consegui abrir meus olhos e notei que meu tio estava em pé bem perto de mim. Sua rola babava meu braço. Queria botar na boca mas estava completamente tomado pelas roladas no meu cu. Pelo menos Tio Edson não me pediu pra piscar de novo, eu não ia conseguir. Meu buraco estava quase dormente por ser preenchido desse jeito pelo seu pau. Mais alguns minutos se passaram com meu tio me comendo. Eu sentia sua rola ainda muito dura, na verdade parecia até mais dura que no momento da penetração. Ele estava perto de gozar. Ele gemia grosso por trás de mim. Toda a tensão sexual que eu senti durante o dia tinha muito motivo, o gostoso do tio Edson fez valer a pena cada pensamento intrusivo que eu tive hoje. Meu tio afastou ainda mais as beiradas da minha bunda fazendo entrar ainda mais fundo. Ele segurava com força. A rola muito dura e quente. Meu cu assado de tomar pau. -- Caralho! – Tio Edson falou aumentando o ritmo das estocadas. O primeiro jato de leite saiu inudando meu cu que não tinha espaço pra guardar nada dentro. As estocadas foram diminuindo enquanto ele me leitava gemendo alto. O pau dele ficou banhado de porra batida. Meu cu estava todo lambuzado. Finalmente ele parou de me comer e foi tirando bem devagar seu pênis ereto. Fez um barulho molhado quando a cabeça saiu, senti um vento frio entrar no meu cu arrombado. -- Todo seu Marquin. – Disse tio Edson dando um tapinha na polpa da minha bunda. Ele se levantou entrando pelado no açude para lavar bem a rola, vi sua bunda descoberta ao ar livre. Senti ainda mais tesão. Meu pau já tinha parado de babar, não tinha mais baba pra soltar. Agora era a vez de meu tio Marcos, ele me levantou e me puxou pelo braço até o bote de pesca que estava na terra. Meu tio passou a mão e viu que a boia estava quente por ter levado um pouco de sol, me agachei para juntar água com as mãos e esfriar a temperatura dela. Enquanto eu fazia isso tio Marcos voltou a encostar o rosto no meu cangote, fazendo-me arrepiar inteirinho. -- Deita na boia pra mim bebê, -- disse ele baixinho no meu ouvido, – o tio quer comer seu cuzinho. Nem respondi, só me deitei de bruços na boia. Meu pau duro ficou bem imprensado entre meu corpo e o bote de pesca que era só uma câmara de ar bem amarrada. Usei minha mão para cobrir a cabeça de meu pinto com a pele, ainda era muito sensível e incomodava a fricção. Ainda bem que fiz isso rápido, pois tio Marcos já colocava todo seu corpo sobre o meu. -- Muito bem Bielzin, -- o corpo dele cobria o meu inteiro, -- agora o tio vai te emprenhar pelo cuzinho. Esse homem gostava da diferença corporal entre nós dois, quanto mais ele falava que ia me emprenhar mais o pau dele babava entre minhas nádegas. Fechei meu olhos para me concentrar na penetração que tio Marcos faria em mim, seria fácil pois tio Edson tinha acabado de me arrombar todinho. Ele pressionou a cabeça rígida bem no início do meu anel que estava fechadinho só esperando a primeira colocada pra ficar aberto e receber as macetadas do tio Marcos. Ao mesmo tempo levou os braços fortes para os cabelos do topo de minha cabeça, o peso enterrou minha bochecha na boia. Tio Marcos começou a babar minha nuca com os lábios carnudos molhados. Suas mãos apertavam minha pele como se avisassem o que aconteceria. Meu tio fez mais força com a virilha fazendo os meus músculos anais cederem para seu pau de carne duro. Em uma fincada entrou tudo no meu ânus, fazendo meu tio grunhiu por ter seu pau envolvido pelo meu cuzinho quente e molhado. Eu gemi como se fosse a primeira penetração do dia, meu cu estava sensível como nunca. Não precisava me preocupar com nada, só deixei meu corpo inteiro ser estimulado pelo prazer anal que eu sentia. Tio Marcos colou o tórax nas minhas costas fazendo nossos corpos suarem. O homem apoiava-se com os joelhos e fazia o vai e vem dentro do meu rabo com a força de seu quadril que conhecia bem os movimentos para me comer. O ritmo era ele quem ditava, eu só era o buraco que ele macetava. Meu tio colou a boca pertinho do meu ouvido enquanto me comia com intensidade. Estava tão gostoso que eu senti que eu iria gozar logo. -- Vou contar pro teu primo que tu gosta de manjar rola Gabriel. – Tio Marcos disse isso enquanto a rola preenchia meu cuzinho todo. Eu não respondi, meus olhos ainda fechados, eu gemia de maneira abafada. -- Andrezinho tá crescido já, vai que ele quer perder o cabaço nesse cuzinho. Meu tio levou os lábios bem perto do meu rosto, beijando minha bochecha. Minhas costas criavam poças de suor. -- Vou falar pro teu primo que tu manja rola viu Biel? – Disse meu tio fazendo o pau entrar ainda mais no meu buraco. Não sei se eram suas palavras ou a penetração, ou se era uma junção das duas coisas juntas, mas senti as botadas encherem meu corpo de fogo. Abri minha boca para gemer alto. -- Não fala tio por favor. – Supliquei gemendo ofegante. -- Vou contar pro teu pai que tu gosta de dar o rabo pro tio. Quando tio Marcos falou isso eu não aguentei, senti os segundos desacelerarem enquanto meu cu recebia as macetadas que faziam minha próstata atingir o orgasmo. Meu pau pulsava preparando-se para soltar todo o leite que eu tinha produzido na tensão sexual do dia de hoje. Senti um prazer extremo, a rola dura de meu tio não deixava que meu ânus se fechasse de jeito nenhum. Sem nem encostar no meu pau gozei a boia inteira. -- Ahhh. -- Gemi ainda mais alto de forma prolongada. -- Foi só falar em contar tudo que o Bielzinho gozou pelo cu, – disse meu tio satisfeito, como se quisesse me ver gozar dando o rabo pra ele, -- gemeu igual uma cachorra. Meu tio tinha parado o vai e vem pra sentir meu cu morder o pau duro dele a medida que eu gozava. Quando terminei de gozar ele logo voltou a me comer aumentando o ritmo. Eu estava em êxtase. -- Relaxa que o tio não vai contar pra ninguém. – Disse ele levando o rosto pra minha nuca de novo. – Que eu quero paz pra te comer por muitos anos ainda. Ele não sabia que meu pai também me comia, mas só a possibilidade de eu ser dividido ao mesmo tempo pelos meus tio e meu pai me fez gozar rapidinho. Ser obcecado com estar nessa situação de vulnerabilidade com os homens que mais me davam tesão nesse mundo me faziam perceber que não havia futuro diferente pra mim, eu pra sempre iria querer ser arrombado por eles. Meu tio respirava de maneira bruta na minha nuca, as suas estocadas no meu cu macio de tomar pau me faziam sentir mais prazer. -- Vou leitar esse rabinho. – Disse meu tio prestes a gemer como um brutamontes. Quando o leite do pau dele começou a sair ele gemeu grave. O prazer que ele sentia era denso, os jatos encheram meu cuzinho de porra quente. Eu senti cada leitada. Só quando tio Marcos tirou o pau de dentro de mim e tirou o corpo grande e forte de cima de mim eu pude perceber que tio Edson estava conosco, eu nem lembrava dele mais. O pau dele estava meia bomba mas ele não parecia querer me comer de novo. Estávamos exaustos . Limpamos tudo. Aproveitei pra me lavar no açude, eu já era treinado em lavar o cuzinho, enfiava os dedos para ajudar o leite a sair, usei a água também pra lavar bem dentro. Não tinha sabonete, ainda estava com o seu Antônio e eu ainda precisava ir lá buscar. Meus tios se divertiam com conversas dentro do açude enquanto esperávamos a volta de meu pai e meu primo André com o whisky que os adultos iam usar para se divertir. A trepada pós almoço foi muito útil para passar o tempo, estávamos todos com semblantes totalmente relaxados. Após alguns minutos finalmente meu pai e meu primo chegaram ao nosso encontro. Meu primo brincou dizendo que tava todo mundo relaxado demais, meu tio Edson só disse que o motivo foi o almoço que era coisa de novela. Os homens adultos abriram a garrafa e começaram a tomar suas doses. É importante dizer que eu vi onde meu tio Marcos guardou o lubrificante na mochila, eu ia precisar dele quando fosse a casa de Antônio.
*Continua. No próximo capítulo Biel vai pegar seu sabonete de volta com o senhor Antônio.
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