A Casa da Colina — 10°Capítulo.



— 26 de julho de 2025.

São agora, exatamente. 03:07, madrugada de sábado. Cheguei há pouco de uma festa de aniversário da Pri, amiga de longa data, e não estou com um pingo de sono.

Já que estou acordada e trancada no meu quarto, escolhi dedicar este capítulo por inteiro à minha querida mãezona, que tanto amo.

Ela está dormindo agora no quarto ao lado. E o meu irmão, com certeza, está por aí com a namoradinha dele.

Escrevo esse capítulo para ela, não faço por devoção, tampouco por obrigação amorosa ou familiar. Escrevo porque, depois de tudo que vivi e ainda vivemos, compreendi que há presenças que não se explicam. Só se sente. Só se deixa morar.

Após a morte do papai. Desde que chegamos a essa casa, há quinze anos, e passei a conviver sob o mesmo teto que ela e o Juliano. No fundo, percebia que a nossa vida não seria a mesma.

E acho que eu estava certa. Não vem há doze anos. Tem algo nesta casa, algo misterioso, algo entre o pecado e o fascínio.

Ah, mamãe, teu olhar me encanta. Quando suas mãos tocam em mim, eu não sei se você está me examinando ou desejando. Talvez sejam ambas as coisas. Te amar, não como filha, mas como mulher, como amante, é um desafio e um risco. Tu não me tomas pela mão, você me toma pelo juízo.

Aos poucos, fomos desfiando o perigo da relação frente à sociedade.
Lembro da tua mão me tocando entre as minhas pernas, naquele dia, em que fomos jantar juntas no restaurante. Mão sua, que sabe acariciar, que sabe me fazer gozar. Tu nunca pedes permissão, apenas é inevitável. Você é o meu abismo. É aquela espécie de amor que se aflora quando ninguém está nos olhando. Desejo teu corpo, não para dominar, mas para me render. Deitar contigo, sabendo que é pecado, sendo incesto, é a minha maior libertação. E tenho certeza de que é o mesmo sentimento com você.

Quando transamos juntas, não há delicadeza nas ações, mas há cuidado. Amo sentir a sua respiração quente contra minhas costas. Amo sentir teu vibrador me fazendo gozar em noites frias.

Tantas vezes me pergunto, se isso é pecado? Quais consequências carregamos? E quanto mais resistimos, mais queremos transar.

Mãe, hoje escrevo este capítulo para ti, porque não há outro modo de continuar escrevendo sem antes te deixar gravada entre estas páginas com a verdade.

Mamãe é a minha mulher, é a minha febre, é o meu tudo. Que o mundo te veja como quiser. Eu te vejo nua. E o que vi me transformou para sempre.

Como é transar com a mamãe? É como atravessar um campo minado. Tudo em mim estremece, não por medo, mas por tesão.

Ver a mamãe nua, não é apenas olhar um corpo. É entrar em um buraco negro no universo, cuja nudez não expõe, mas revela.

Quando ela se oferece a mim, ela se impõe. Os seios cheios, os mamilos duros, buscando aprovação. A sua boceta polpuda e macia é deliciosa e bela. Minha pele se arrepia apenas de lembrar dela.

Quando a mamãe me masturba, eu fico fora de mim. Seus dedos são quentes, atrevidos, mais que os de qualquer outra pessoa.

Quando nossas vaginas se tocam, não seguimos um ritmo previsível. Mamãe me lê apenas com o olhar. Como se soubesse o que estou pensando, obeijo dela é morno, e não há brincadeira. Os lábios de mamãe têm gosto de vinho. Ela beija como se estivesse me alimentando, como se precisasse me passar algo essencial, um aviso que não se diz, só se sente na língua. Quando ela me beija o pescoço, sinto um arrepio febril que desce pela espinha e ensopa minha calcinha. Quando ela me beija a boca, esqueço o mundo.

Aos cinquenta anos, o corpo de mamãe é lindo, curvilíneo. Quando.
a minha boca descai por ela, é como atravessar uma semeada abertaentre suas pernas. Mamãe tem gosto de melaço. Um gosto que vicia, que me faz gemer, que faz tremer o corpo.

A cada vez que ela goza, mamãe solta um gemido, como se o prazer ainda a surpreendesse. Como se ela se negasse o direito de sentir tanto. Mas sente. O corpo dela se contorce, o quadril tremelica sob minhas mãos, seus dedos cravam em mim. Depois, vem o silêncio e nele deitamos. Quando ela me abraça, sinto-me protegida, e se alguém me perguntasse o que é amar uma mulher… Eu diria: é amar a mamãe.

Afirmoque mudei o jeito de viver da mamãe. Deixe-me explicar melhor para vocês entenderem melhor:

Não sei como nomear essa coisa. Porém, havia algo no Juliano que faltava para nós. Em noites de sexo, de nós três, eu sentia no olhar dela. No começo, meu irmão não conseguia dar conta da gente, mamãe mal subia nele, e o Juliano gozava. Era assim comigo, eu e ela, tínhamos que chupar uma à outra para aliviar o tesão.

Como o tempo passa rápido. Já se passaram seis anos desde aquela noite, mas lembro de tudo como se tivesse acontecido na última sexta-feira.

Uma vez, na sala, sem o meu irmão por perto, mamãe relevou pra mim que tinha tesão por homens pretos. Rememoro que rimos bastante nessa conversa de mãe e filha. Porém, fiquei com essa lembrança em mente durante meses.

Foi no aniversário de quarenta e três anos da mamãe. Eu não planejava nada ousado até então mudar de ideia, uma semana antes do seu aniversário. Sentia que a mamãe necessitava de um homem de verdade. Não que o meu irmão não fosse homem, porém, naquela época, ele era só um franguinho, que não dava conta do seu galinheiro. Vamos dizer assim. E como toda mulher, com vida sexual ativa, faltava um tempero a mais pra mamãe.

Foi numa quarta-feira à noite que entrei num site de “garotos de programas”. Rolei perfis. A maioria era de jovens bombados e bonitos. Até que vi um, que chamou a atenção. Não lembro o nome, mas pra fins de lembrança, vou chamá-lo de “Mateus”.

Era um rapaz preto, 1,80 m de altura. Tinha o corpo lindo, não exageradamente musculoso, do tipo que dá trabalho na cama.

Tive o descaramento de ligar pra ele. Liguei, ele atendeu e fui clara:
— “É um presente. Um aniversário pra minha mãe. Você vai tratar essa ela como uma rainha. Ou nada feito.”

Ele super entendeu. Negociamos o cachê. Eu pedi que chegasse às 23:30, do sábado, porque, primeiro, eu iria jantar com ela. O filho da puta me cobrou um adicional, acredita? Disse pelo horário, era pernoite. Quase desisti, que sacanagem.

Vocês devem estar perguntando. E o Juliano? Calma, eu explico:
Meu irmão não estava em casa. Viajou um dia antes com os amigos da faculdade, em algum lugar do sul de Minas, não lembro o nome da cidade. Ele ficou o final de semana lá. Por isso, deu certo a contratação do garoto de programa.

Antes dessa porra toda, levei a mamãe num restaurante, pertinho da Praia do Canto. Lugar legal, comida excelente e bom vinho.

Mamãe vestia uma calça branca colada e uma camisa de seda preta, um salto preto. Eu estava num vestido branco justo, de costas nuas.

Comemos devagar, conversamos, bebemos, rimos. Ela até me achou um pouco ansiosa. Eu desconversava, porque não sabia se o rapaz ia me dar “bolo”, de não comparecer.

Assim que jantamos, voltamos para casa. Mamãe tirou os sapatos, foi até a lavanderia, sem suspeitar de nada. Eu, inquieta na sala, cheguei até passar uma mensagem para o “Mateus”, perguntando se ele estava chegando. Respondeu três minutos depois, dizendo que estava no táxi a caminho de casa.

Não deu cinco minutos, ouvi a campainha tocar. Mamãe colocava roupas na máquina de lavar, quando eu abri o portão de casa.

Ele era mais bonito, pessoal. Tinha entre 25 e 30 anos. Um preto lindo, de olhos caramelizados. Não lembro da sua roupa, apenas da fisionomia dele.

Fui louca? Sim! Mas deu tudo certo, é o que importa. Fechei o portão e levei-o até a sala, e chamei a mamãe da porta da cozinha.
— “Mãeeeeee, vem aqui.”

Rememoro essa cena até hoje. Mamãe veio enxugando as mãos num pano de prato. Quando entrou na sala e viu aquele homão, congelou, e logo perguntou, preocupada: “Cá, quem é esse homem?”

— “Calma, mãe. Vem comigo no quarto.”

Ela veio, mas olhando para trás. Fechei a porta e comecei a falar, segurando suas mãos, e expliquei a situação, falando que era um presente de aniversário, lembrei a ela do dia que me disse, que tinha tesão por homem preto, e blá, blá, blá. Engraçado foi o olhar dela de assustada, sua respiração acelerada, as mãos geladas. Mãe, né?

Mamãe não disse sim, e também não disse não. Ela até riu, ao final da minha explicação, e me chamou de maluca, que eu não tinha juízo, pôr um homem daquele em casa e naquele horário.

Daí, eu deixei a decisão nas mãos dela. Ela pensou e quis passar pela experiência. Voltamos para a sala. O rapaz se levantou do sofá, eu fiz as apresentações. Ofereci uma cerveja a ele. Ele aceitou, fui buscar a garrafa e três copos na cozinha. Mamãe sentou-se ao lado dele, com as pernas cruzadas, uma mão no joelho, a outra segurando o copo. Ela olhava para o “Mateus” toda empolgadinha. Ele falava pouco. Sua voz era bem grave, voz de macho.

Fiquei ali mais uns minutinhos, “fazendo sala”, mas por dentro, tudo ardia em desejo, orgulho e medo.

Levantei-me, porque o tempo do rapaz tava correndo, e avisei que estava saindo. Mamãe ficou com a grana dele, do atendimento. Havia antes lhe entregado no quarto, dizendo, combinando com ela, que, em algum momento, eu iria sair e deixá-la a sós com o rapagão.

Mamãe me olhou, um olhar de gratidão, que nunca esqueci até hoje.

Saí da sala e fechei a porta. Fiquei o tempo todo no quintal, esperando, bisbilhotando, ouvindo conversas deles atrás da porta da cozinha, sendo menos grossa, comparado à porta da sala.

Pouco tempo depois, ouvi estalos de beijos. Falas que deu pra ouvir, outras não. Ouvi risos. Por último, ruídos de gemidos, de sexo e conversas paralelas.

Aí vocês vão me perguntar. Por que você não participou, Carol?
Respondo: — Porque foi um momento só dela. Até então, desde a morte do papai, mamãe só havia transado com Juliano, e aquela foi a ‘primeira vez’ dela sem o meu irmão.

Mas deu um tesão desgraçado, ouvir a mamãe transar com aquele homão. Bati uma siririca do lado de fora, ouvindo-os transar na sala. Aí que loucura. Aí que orgulho.

Só apareci depois, quando o “Mateus” foi embora. Entrei pela cozinha, sem fazer barulho, fui para a sala e encontrei a roupa da mamãe jogada no sofá. Ela tomando banho.

Fui para o meu quarto. Depois, ela apareceu me agradecendo pelo presente de aniversário. Nunca perguntei como foi, digo, dos detalhes. Ela também nunca contou, mas deve ter sido bom, porque repetimos em outras oportunidades.

A segunda vez, foi em abril de 2013, num fim de semana que combinamos. Eu e a mamãe, sozinhas, numa pousada de madeira em Pedra Azul–ES. Chegamos na noite de sexta-feira, jantamos no restaurante da pousada, que tinha paredes de pedra. Era outono, mas o clima era ameno na região.

No outro dia, quando tomávamos café da manhã. Tinha um hóspede, em outra mesa, (lembro seu nome), mesma idade que o da mamãe. Ele era alto, ombros largos. Fazia o estilo (tiozão).

Enquanto comíamos à mesa. Mamãe comentou comigo, em voz baixa, sobre ter se interessado por ele.

— “Filha, olhe aquele homem sentado na mesa ao lado?”

Eu, curiosa, olhei imediatamente e ficamos cochichando, o observando comer. Guardei aquilo.

Algumas horas mais tarde, no fim da tarde, mamãe ficou descansando na pousada. Fui até a adega comprar uma garrafa de vinho. Cruzei com o tiozão, olhando as prateleiras, com uma taça de vinho na mão. Aproximei-me dele e tive a maior cara-de-pau de lhe perguntar, se ele era casado. Claro, expliquei, que não era eu a interessada, que a interessada era a mamãe. Fui bem canalha.

O tiozinho foi super educado comigo. Revelou ser solteiro. Foi a resposta de que eu precisava. Fui bem, filha da puta. Falei da mamãe, dizendo a ele, mais cedo, no horário do café da manhã. Ela tinha o achado bonito. Ele riu, achando engraçado como contava a história. Até mostrei a foto dela no meu celular e tudo.

Antes de sair da adega, contei que eu e a mamãe estaríamos e jantaríamos no restaurante em uma hora, que se ele fosse, teria grandes chances de nos encontrar ali. “Ele perguntou, se a mamãe se incomodaria?” Respondi: não.

Fui embora da adega, deixando-o decidir sozinho. Quando cheguei no quarto, acordei a mamãe e contei que; havia falado com o homem na adega. Ela me chamou de maluca, de doida, de idiota, mas a bichinha ficou animada. Mandei-a tomar banho e vestir uma roupa bem bonita. Ela foi!

Quando entramos no restaurante, esse homem já estava sentado à mesa, tomando gole de vinho, todo bonitão, nem perdeu tempo, quando sentamos na nossa mesa, do outro lado do salão.

Ele se aproximou devagar, nos deu boa noite e se apresentou para nós, falando seu nome. Pediu permissão, se podia se sentar, permitimos, se sentou ao lado dela. Ela me olhoue eu fiz um gesto rápido com a cabeça, como quem diz: “Vai, agora é com você.”

Ainda fiquei alguns minutos ali jantando “segurando vela”. Ouvindo o tiozão elogiando o vestido dela. Ouvindo-os conversar sobre vinhos e viagens. Quando finalizei meu prato e percebi que “pintava” um climinha entre os dois, pedi licença, levantei-me discretamente, saí da mesa. Passei pela mesa, tocando minha mão no ombro dela, como se eu falasse: “aproveite a noite”.

Mamãe me contou tudo, na manhã de domingo, sobre a sua noite:

Eu tava secando o cabelo com a toalha, quando mamãe entrou no chalé, com um sorriso. Os cabelos, um pouco bagunçados, arrumado recentemente.

— E então? — perguntei direto, já querendo saber. — Vai me contar ou vai me deixar morrer de curiosidade?

Mamãe só ria, de besta, parece que tinha visto um passadinho banhado a ouro, e puxou uma cadeira para sentar.

— “Você quer mesmo saber?” — provocou, cruzando as pernas — “Porque não foi nenhuma noite qualquer, viu…”

Fiquei aflita com a demora. Ela avisou-me mandando uma mensagem: “filha, vou passar a noite com ele, tô aqui no chalé 18”.

E pela primeira vez, a mamãe contou sobre a sua noite, com o tiozão. O que eu me lembro, ela foi ao chalé. Assim que entraram, ele ofereceu vinho. Ela mal deu o segundo gole, o tiozão a encostou na parede, a beijou com tanta sede, as mãos dele a tocavam pelo corpo todo. E eu ali, ouvindo tudo, morrendo de tesão. Mamãe disse que o tiozão a levou para o quarto, mas que eles mal chegaram na cama, eles deitaram no tapete, com a lareira acesso do lado. Daí, as roupas começaram a sair do corpo de ambos, que ele a chupou toda. Mamãe revelou que fez sexo oral nele, que ele tinha um pauzão gostoso.

A transa foi na cama, de camisinha, que transaram em duas posições: “papai e mamãe” e, com ela por cima dele.

Ela diz que o tiozão tinha pegada, que a fez gemer até ela ficar rouca. E no fim, gozou nos seios dela, e eles terminaram jogados na cama, suados, exaustos.

Fiquei com muito tesão, dela contando, aqui foi um resumo.

Agora são 05:09, tô morrendo de sono. Não se preocupem, porque terá a segunda parte.

Foto 1 do Conto erotico: A Casa da Colina — 10°Capítulo.

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Comentários


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ritamerchior Comentou em 16/08/2025

Tão poético o que diz sobre a sua mãe

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educontos Comentou em 06/08/2025

qro conhecer a coroa? como faz?

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isabelgoulart Comentou em 06/08/2025

sua ma~e pega mais homi do que eu

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isadoralemos Comentou em 06/08/2025

Tenho a percepção que a sua mãe, é uma mulher de muitos homens. Ela era assim antes, ou depoiss de vcs transar com ela?




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Casa da Colina — 10°Capítulo.

Codigo do conto:
239599

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/08/2025

Quant.de Votos:
18

Quant.de Fotos:
5