Oi, leitores? Faz tempo, né? Eu sei que muitos de vocês nem lembram mais de mim. Mas acho que alguns estavam me esperando voltar. Eu parei. Parei de escrever, parei de postar, parei de abrir o devido aos números baixos de comentários.
No começo eu achava que era só uma fase. Que logo viria aquele pico de views, algum comentário, alguém que dissesse “caralho, Bruna, continua escrevendo”. Mas não veio. Vieram só os bots de sempre, uns três ou quatro tarados que mandavam mensagem privada pedindo nudes (como se eu fosse dar de graça depois de tudo que já entreguei), e o silêncio do resto.
Sabe, o silêncio é pior que hate, sabia? Pelo menos o hate mostra que alguém leu. Então eu desisti. Não entrei mais. E, olha, eu senti saudade da escrita… senti saudade de ser vista. De saber que alguém estava ali, acompanhando cada linha suja que eu jogava no mundo.
Eu, meu irmão, e a mamãe continuamos nos pegando quando o clima esquenta. Às vezes é só um olhar mais demorado na cozinha, às vezes a mamãe me puxando pro banheiro de manhã antes do Juliano acordar. E o Juliano… bom, ele está melhor, falando sexualmente. Continua sendo o mesmo cachorro safado de sempre.
Ainda rola sexo entre nós três juntos, ainda rola eu e ele sozinhos quando a mãe vai para o trabalho e viaja, ainda rola ele me comer de quatro no sofá enquanto assiste futebol e finge que está prestando atenção na partida de futebol. Nada mudou nisso. Só mudou que eu parei de contar pra vocês.
E agora eu voltei. Não sei se vou voltar de vez, não sei se alguém ainda lê isso aqui. Mas eu preciso escrever sobre as nossas férias recentes, nem que seja só para alguns leem.
Passamos dez dias numa praia no Nordeste — não irei relevar o nome. Foi num lugar que parece que Deus caprichou só pra gente aprontar, foder e esquecer o resto de tudo. Areia clarinha, mar daquele azul bonito, coqueiros balançando, e uma casa de pé direito alto que alugamos só nós três. Sem vizinho perto. Sem celular com sinal o tempo todo. Só nós três: suor, mar, bebidas e muito, muito incesto. Eu trouxe até fotos. Algumas eu nunca vou postar (ou talvez poste, quem sabe, depende de vocês), mas tem outras… tem outras que eu sei que vão fazer quem ainda estiver lendo isso aqui babar no teclado.
Tem eu de quatro com a mãe ao meu lado numa passarela a caminho do mar, enquanto o Juliano nos filmava. Tem muitas coisinhas. Eu vou escrever um pouquinho dessa viagem, com detalhes, os gemidos, as palavras que a gente falou na hora. Se alguém ler… melhor ainda. Então é isso.
Então vamos lá: o primeiro dia. 30 de dezembro de 2025. Dia que a gente chegou no lugar que passamos a virada de ano.
A viagem de carro foi longa. Saímos de Vitória, EP. Quase seis horas de estrada, o ar-condicionado não dando do calor. Eu fui no banco de trás, pernas abertas, short curtinho, sem calcinha por baixo porque a mamãe me incentivou a não vestir uma no caminho inteiro. “Pra ir já aquecendo”, ela disse.
Juliano foi dirigindo o carro, mamãe foi ao lado do meu irmão, e de vez em quando, ela esticava a mão pra trás e me apertava a coxa, ou passava os dedos de leve na minha buceta só pra me atiçar.
Confesso: eu gozei uma vez assim, mordendo o lábio gemendo alto, tirando a concentração do meu irmão ao volante. O carro até balançava na estrada esburacada.
Enfim, chegamos no fim da tarde. A casa alugada era exatamente como nas fotos do anúncio no site: térrea, mas com pé direito alto, varanda enorme com rede, quintal com chuveirão ao ar livre e uma trilha de madeira que descia direto pra praia.
A areia era branquinha, mar calmo, aquele verde-esmeralda que parece Photoshop de tão perfeito. Não tinha quase ninguém por perto — só umas casinhas distantes, o som das ondas, e das folhas dos coqueiros. Entramos, largamos as malas no chão da sala e já fomos ver tudo.
A mãe abriu as janelas, o vento quente entrando. Juliano foi direto pro quarto principal, jogou a mochila na cama king size e falou bem alto: “Porra, olha esse colchão! Dá pra trepar aqui sem medo de quebrar a cama”. Eu ri e já tirei a blusa. Fazia calor demais, e eu doida para tomar um banho. Olhei pra mamãe, ela me olhou de cima a baixo, sorriu e disse: “Bora tomar um banho?” —Tô suada pra caralho.” — O banheiro da casa era grande, com box de vidro e um chuveiro de teto.
Bem, meu irmão foi o primeiro a ficar peladão. Depois eu, por último a mamãe. Entramos os três juntos. A água morninha caindo na gente. Não demorou, e logo virou uma bagunça, uma putaria de mãos bobas e corpos escorregadios de sabonete.
Começou com beijos. Mamãe me beijou primeiro, me encostou na parede e me beijou devagar, língua entrando fundo, mordendo meu lábio inferior. Meu irmão veio por trás dela, abraçou a cintura da mamãe e começou a esfregar o pau já bem duro bunda dela enquanto beijava meu pescoço. Foi tão gostoso! Eu sentia os dois me apertando, me envolvendo. Mamãe desceu beijando meus peitos, chupou meus mamilos um de cada vez, dando mordidinhas de leve, e eu já tava gemendo baixinho.
Já o meu irmão, virou a nossa mãe de frente pra mim, ficamos as duas frente uma pra outra, e começou a se masturbar devagar enquanto assistia, e ele falando: “Chupa ela, Bruna. Mostra pra mim como você gosta da buceta da nossa mãe”. Fui, né? Ajoelhei na hora. As gotas caíam no meu rosto, mas eu nem ligava. Abri as pernas da mamãe com as duas mãos, lambi devagar a parte interna das coxas subindo até chegar na buceta dela. Dona Lúcia já tava molhada além da água do chuveiro. Passei a língua devagar no clitóris, lambidas lentas, depois enfiei a língua inteira dentro dela.
Gente, leitores, a mamãe gemeu bem alto, segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a rebolar na minha boca, dizendo: “Isso, Bru… chupa gostoso a mamãe… assim…” Enquanto isso Juliano se aproximou, agarrou no meu cabelo com uma mão e guiou minha cabeça pra ir mais fundo. Com a outra mão ele se masturbava, o pau pulsando perto do meu rosto. Depois ele trocou: puxou a mãe pra baixo também. Ficamos nós duas de joelhos, eu e ela chupando-o juntas. Mamãe lambia a cabeça, eu chupava as bolas, depois trocávamos. Juliano gemia alto, chamando a gente de “minhas esposas”, “minhas vadiazinhas”. A água escorria pelos nossos rostos, misturando com a baba que pingava do pau dele.
Mamãe se levantou primeiro, virou de costas, empinou a bunda pro Juliano e disse: “Ju, me come enquanto eu chupo a Bruna”.
Eu vi de pertinho tudinho. Ele meteu nela de uma vez, forte, nem aí, sabendo que a sua mãe. Meu irmão a fazendo gemer na minha buceta. Eu tava sentada no chão do box, pernas abertas, e mamãe se abaixou pra me chupar enquanto era fodida por trás.
Meu irmão melhorou muito nesses anos. O ritmo dele fazia o corpo dela balançar, e a língua dela entrava e saía da minha buceta no mesmo esquema de tempo. Gozei muito rápido, tremendo, agarrando o cabelo dela. Juliano acelerou mais, batendo forte na bunda da mãe, falando sacanagem para nós duas.
Aí foi minha vez de experimentar a rola do meu irmão. Ele me pegou de costas e de pé, com a mamãe nos paparicando, ora me beijava, ora beijava meu irmão. Meteu rápido e foi no mesmo ritmo que foi na nossa mãe. Ela chupou meus peitos enquanto alisava meu corpo, falando muita putaria, incentivando meu irmão a ir rápido.
Juliano me comia e falava: “Tô quase, porra… vou gozar nas caras de vocês”. Ele nos mandou ajoelhar. Tivemos que ser rápidas.
Mamãe se ajoelhou do meu lado. Nos duas de boca aberta, língua pra fora olhando pra cima pra o Juliano. Ele se masturbou mais duas vezes e jogou tudo na gente. O primeiro jato caiu na testa da mamãe. O segundo pegou na minha bochecha e no canto da boca. — Os outros nem lembro, se espalhou entre nós duas, pingando no queixo, nos lábios. A gente se beijou com a porra dele ainda na boca, lambendo uma da outra, misturando tudo.
Depois ficamos ali um tempo, debaixo da água, abraçados os três e tomamos banho. O sol já tava se pondo lá fora, pintando as paredes do banheiro de laranja.
Disse bem assim: “Primeiro dia e já começou assim… imagina o resto da viagem”. Todos riram!
Saímos do banho, nos secamos, coloquei um roupão de banho, e fui até a varanda da casa. Nossa, que paisagem linda. A praia vazia, o mar calmo.
Outro dia, eu conto o segundo dia. Tem areia, tem mar, tem muita coisa que aconteceu nas nossas férias.
- Meu irmão foi quem filmou, e eu transformei em fotos.





+ fotos, NO Álbum de Família
PErfil polêmico, incesto é foda, nunca passou pela minha cabeça transar com meus irmãos, pai, mãe. Vcss são corajosos, votado,..
Belas fotos, parece que vcs aproveitaram muito as férias, mandei uma mensagem na sua DM.
amei que voltou a escrever, deve ter muita coisa pra contar, né?
QUERIA TANTO QUE MEU FILHO ME COMECESSE, QUE ME FILMASSE IGUAL
Quero entrar pra essa família. Filho filmando, a irmã e a mãe de quadro feito vadias O RABO DESSAS ORDINARIAS EH UMA DELIIICIA
Lindas e safadas
Conto maravilhoso, delicioso, gostoso demais de ler e muito bem escrito, Uma verdadeira aula como deve ser vivido o incesto. Filhão sortudo e privilegiado, ter a sua disposição a buceta madura da mae, sempre quente, pronta pra receber a rola dura dele e a irmãzinha deliciosa e safada, pra fazer ele gozar sem parar, que família maravilhosa. votado e aprovado