CONTO 01 - O Filho do Crush



Me chamo Aly, mas alguns ainda me chamam de Ale, sou um femboy de 19 anos, moreno, bronzeado, de cabelos escuros compridos, olhos castanhos e lábios carnudos. Sou bem baixinho e magro.

Desde sempre tive traços do rosto um tanto femininos, que com os cabelos compridos, causavam muita confusão em quem não me conhecia. E o pequeno Alexandre era facilmente confundido com a pequena Alexandra. Minha mãe não se importava com essas coisas. Achava bonito o filho com cabelos longos. Meu pai era outra história. Ele detestava e tinha vergonha do filho mais novo, enquanto os dois mais velhos eram o orgulho do papai, já casados e com seus próprios filhos.

As brigas constantes em casa só pioraram quando assumi, ainda muito novo, a minha sexualidade. Brigas que me levaram a buscar emancipação e abrigo na casa de um grande amigo. Mas eu vou, aos poucos, contar em detalhes todas essas histórias, até porque elas são cheias de partes bem quentes e é isso que todos querem ler aqui, certo?

Vamos começar lá no princípio, ainda antes da Pandemia chegar, eu ainda estudava e sonhava com uma carreira de modelo, pois já havia tido uma pequena experiência na área. Posei para fotos de um salão de beleza. As pessoas cultuavam meus cabelos, sério! Mas todo mundo dizia que eu era pequeno demais para seguir essa profissão, o que me deixava bem triste.

O único que parecia incentivar meus sonhos era o dono do salão, um tal de Jonas, que vivia paparicando minha mãe, pedindo a ela que me deixasse passar mais tempo lá com ele. Mas a coroa não era cega. Ela detectava um pervertido à distâncias. E eu também nunca fui tolo. Eu percebia o que o quarentão realmente queria.

Porém eu gostava dele. Jonas foi a minha primeira paixão secreta. Ele tinha um porte físico bem atlético, curtia um bronze na praia e festas com muita bebida, sempre muito bem acompanhado de gente rica e bonita. Eu tarava suas fotos nas redes sociais e fantasiava ter aquele corpão de sunga só pra mim. Mas o máximo que eu fazia era deixar um Like, para ele saber que eu estive ali.

Sozinho no quarto, na internet até tarde da noite eu procurava fotos eróticas e vídeos pornográficos que alimentassem minhas fantasias. Sempre encontrava algum tipinho parecido com o Jonas. E assim eu me acabava na punheta, sonhando com o que não podia ter.

Certa vez, ao voltar no Salão, conheci um rapaz da minha idade, só dois anos mais velho, chamado Luciano, que era assustadoramente parecido com o Jonas. E logo soube que era o único filho do meu crush. “Quem diria” eu pensei “ele tem um filho!”

Luciano era um gatinho. Mas o que tinha de beleza, lhe faltava em bom senso. O rapaz era um chato metido a besta.

- Porra! Quem é essa gatinha? - Disse ele, sem nem olhar pra mim direito.
- EssE é O Alexandre! - Respondeu o pai dele.

O rapaz não sabia onde enfiar a cara. Pediu desculpas e eu disse que tava tudo bem, que já estava acostumado com essas confusões. E começamos a conversar, a nos conhecer melhor. Saímos juntos do salão e demos uma volta pela orla da praia. No papo Luciano parecia querer se vender de macho pegador e não escondia a vergonha que tinha do pai ter se separado de sua mãe para viver com outro homem. Eu tentava fazer ele ver o outro lado, “ele tá feliz agora, não está? Isso é o que conta.”

Mas Luciano, ainda sem filtros, começou a falar da intimidade do pai dele, ou melhor, de como ele imaginava que seria. Resolvi entrar no jogo de convencimento dele e falei que não havia nada demais nessas coisas e que eu já havia feito algumas também. Tudo mentira, é claro!

- Já chupou um pau? - Ele perguntou sem maturidade alguma.
- Já sim! - Respondi fingindo naturalidade.
- De quem? - Luciano perguntou, depois de um tempo, formulando as imagens em sua cabeça.
- De um vizinho. Chupo quase todo dia! - Falei como se não houvesse nada demais nisso.

Ele ficou novamente em silêncio. E eu só fiquei imaginando o que ele poderia estar pensando. Estávamos quase na frente de minha casa, quando falei que morava ali e ele me perguntou novamente se era verdade o que eu havia lhe confessado de forma tão natural.

- É sim! - Eu falei - Acho bem gostoso! Quer que eu te chupe também? - Me ofereci, testando-o.

Um riso abafado e envergonhado antecedeu um tremido “sim”. Eu não sei se esperava por aquela resposta. Mas eu estava diante da minha primeira oportunidade de realizar uma das minhas fantasias. Não podia deixar escapar.

Chamei o Luciano para entrar em casa. Eu sabia que naquele horário eu estaria sozinho. O levei até o meu quarto e o fiz sentar em minha cama. Eu estava nervoso, tremendo um pouco, mas acho que o rapaz não percebeu. Ele deveria estar tão ansioso quanto eu.

Me ajoelhei diante dele e fiz sinal de que iria puxar sua bermuda. Luciano me ajudou e tirou sua cueca ao mesmo tempo. Abriu as pernas e suspirou nervosamente, olhando para o teto. Eu estava com o olhar vidrado naquela rola molinha. Minhas mãos subiram por suas coxas até uma delas agarrar o pau. Punhetei ele de leve, por um tempo, pensando “é isso, a primeira rola que pego na mão!”

Me aproximei fechando os olhos e a trouxe para minha boca. Luciano gemeu baixinho, enquanto meus lábios envolviam sua cabecinha melada. A rola que já estava ficando dura, enrijeceu rapidamente na minha boca. Abri os olhos e vi Luciano olhando para mim. Suas mãos tocaram meus cabelos, segurando minha cabeça, me mantendo grudado ao seu pau.

E eu mamei gostoso, me sentindo um dos atores dos filmes que eu tanto assistia, ignorando completamente o tempo passar e ignorando que a qualquer momento o rapaz poderia gozar. Coisa que só percebi quando o primeiro jato de porra encheu minha boca ao mesmo tempo em que Luciano gemia alto.

Larguei minha boca de seu pau, ainda cheia de saliva e sêmem, quando um segundo jato acertou meu rosto entre minhas sobrancelhas e um terceiro no canto de minha boca. Há essa altura eu já havia engolido aquilo tudo, provando pela primeira vez o tipo de leitinho que acabaria me viciando no futuro. Não que o gosto fosse bom, mas a sensação de todo o momento era maravilhosa demais. Gozei também, logo em seguida, sem nem ao menos ter tirado a minha bermuda.

Me limpei com uma toalha e Luciano vestiu sua roupa novamente, ainda nervoso, me pedindo para manter segredo.

- Guardo segredo sim! - Eu disse - Mas só se você voltar e me der de mamar mais vezes!

Ele concordou e antes de ir embora, com um sorriso bobo no rosto, me perguntou:

- E o cuzinho, você dá também?

- Claro! - Respondi mentindo novamente.

Mas essa transa ficou para outro dia, assim como o conto sobre ela.

Espero que tenham gostado! Beijos e até a próxima!

Foto 1 do Conto erotico: CONTO 01 - O Filho do Crush


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Comentários


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joca-50 Comentou em 27/08/2025

quero tb

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engmen Comentou em 26/08/2025

As oportunidades surgem de formas inesperadas muitas vezes. Conto gostoso e bem escrito.

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casalbigo Comentou em 24/08/2025

Delícia de conto. Queria muito receber essa mamada




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Ficha do conto

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alyaraujo

Nome do conto:
CONTO 01 - O Filho do Crush

Codigo do conto:
240786

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
23/08/2025

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
1