Luciano havia gostado da experiência, tanto quanto eu, e voltou para pedir mais. Nos encontrávamos na minha casa, sempre que eu estava sozinho, com meus pais longe. E repetíamos o nosso molhado ritual, mas aos poucos fomos ficando mais íntimos. Tirávamos toda a nossa roupa e já não ficávamos mais nervosos como na primeira vez.
Aquela rola era minha, eu a beijava com carinho, dava pequenas lambidas na cabecinha melada e a sentia ficando dura entre meus dedos. Luciano me chamava de putinha e eu achava graça. Ele gozava em minha boca e ficava curioso sobre o gosto de sua porra. "Eu posso te beijar, se você quiser provar!", mas beijos nunca rolaram entre a gente. Luciano era "hétero" demais pra isso. Mas algumas vezes ele bateu umas punhetas pra mim, até eu gozar.
Sempre que ele chegava em casa, me perguntava se hoje iria rolar um cuzinho pra ele. Eu o enrolava, pois apesar de ter mentido sobre a minha experiência, a verdade é que eu nunca havia dado. E tinha um pouco de medo. A rola do Luciano não era grande, mas era grossa, bem cabeçuda. Não fazia ideia de como aquilo iria entrar em mim. E ele ia ficando impaciente com a minha demora.
Em nosso quarto encontro, Luciano perdeu a paciência. Maior do que eu e bem mais forte, ele me pegou a força quando já estávamos completamente nus e me jogou contra a minha cama. Depois subiu em meu corpo, me deixando sentir a rola já dura roçando em minha bundinha. Ele apertava meus braços, me mantendo imóvel e eu pedia para ele ir com calma, que estava me machucando.
Logo ele soltou um dos meus braços, apenas para salivar na própria mão e passar a saliva em meu cuzinho. Estava tentando me lubrificar. Eu achava que aquilo não seria suficiente e estava certo. Luciano empurrou seu pau para dentro do meu cu, me fazendo gritar. Ele forçou muito para entrar e dizia para eu relaxar. "Relaxar como?" eu pensava. Mas ele sabia o que estava fazendo. Soube depois que Luciano já metia no cuzinho de suas primas há algum tempo.
Quando senti a rola dele entrar por inteiro, não houve o alívio que eu imaginei que tivesse. Pelo contrário. Meu corpo queria expulsar aquela coisa grossa de dentro dele. Eu forçava, sem querer para sair e Luciano forçava para entrar, gemendo em meu ouvido, dizendo coisas óbvias como "que cuzinho apertado". Mesmo assim apertado, ele mandou ver em bimbadas cada vez mais fortes, me deixando sem fôlego.
O alívio só veio quando num movimento bruto demais, seu pau deslizou para fora. Mas foi tudo muito rápido. Luciano estava logo depois metendo novamente, dizendo que minha bundinha era gostosa.
Apesar da dor inicial, meu pau latejava de tesão, prensado contra o lençol. Estava quase gozando quando o rapaz anunciou que iria gozar também. Ele parou de repente, com o pau dentro de mim e ejaculou diversas vezes, foi tirando aos poucos, deixando a porra escorrer para fora e eu finalmente fiquei aliviado, gozando também sobre o lençol.
Cansado, Luciano deitou ao meu lado, ofegante e suado. Pensei em lhe roubar um beijo nesse momento, mas sabia que ele não iria gostar. Ao invés disso, fiz uns carinhos em seu pau, que ainda estava duro e pulsando.
Pensei "foda-se onde ele estava, vou chupar assim mesmo!". E cai de boca naquela rola melada.
- Ah, Aly, tu é muito puta mesmo!
Eu só ria de boca cheia. Foi nessa hora que tive a maluca ideia de registrar o momento. Peguei meu celular e pedi para o Luciano me fotografar com a rola dele em meus lábios. Ele achou graça e fez várias fotos e vídeos curtos, evitando se mostrar em todos eles.
E foi assim que comecei o hábito de registrar todos esses momentos. Nos encontros seguintes, posicionava a câmera num ângulo em que o rosto de Luciano não aparecesse, enquanto eu ficava de quatro na cama, para ele me comer.
- Parece uma mulher! - Ele dizia, assistindo o vídeo depois da gozada. - Dá pra enganar direitinho!
E alguns desses vídeos ele enviou uma cópia para si.
O tempo passou e a intimidade foi ficando maior. Um dia, Luciano pediu para me chupar. Fizemos um 69 bem gostoso, mas ele não me deixou gozar na boca dele. Nesta época, ele já estava namorando sério, com uma vizinha dele. Nossos encontros foram ficando cada vez mais raros. Até ele dizer que não iria mais rolar.
Fiquei triste, mas não por muito tempo. Logo outro homem entrou na minha vida, ou melhor nas minhas fantasias. Mas essa outra história fica para a próxima.
gostosinha como é vc não ficaria sem um caralho
Vivendo e deliciosamente aprendendo. Gostoso conto.