Sempre tive muito fetiche em ser tratado como uma puta barata na cama. Até que um dia conheci o Marcus, ele era um cara bem conservador de família tradicional, casado, 40 anos e um estilo de daddy motoqueiro. Era alto, barbudo, peludo e com uma rola grossa e veiuda que fazia as passivas salivarem.
Nos conhecemos no Grindr, foi uma conversa bem estranha no começo. Ele viu meu perfil onde eu deixava claro que era homem trans, que tinha buceta e que amava ser passivo no sigilo. Após ver isso, ele mandou mensagem de uma forma bem agressiva falando “Isso dai é falta de muita pica nesse teu cu e nessa tua xereca, sua puta maluca!”
Quando li isso imediatamente fiquei excitado, era um tesão tão grande que nem consegui xingar ou bloquear. Cliquei no perfil e fiquei com a xota babando depois de ver as fotos dele sem camisa segurando aquela piroca grossa e pesada de macho alfa. Nossa, só de lembrar minha buceta fica toda molhadinha…
Na mesma hora, mandei mensagem respondendo “Prova que tu é macho de verdade e vem me fazer virar mulher? Essa pica me deu tanta agua na boca que se vc quiser eu uso até calcinha e vestido”. Ele ficou com ódio da minha provocação “Vagabunda! Piranha! Vou arregaçar essa tua xereca até tu virar mulher, porra!”.
Em seguida, mandei nudes de quatro pedindo pica. Ele ficou doido excitado, mandou vídeo se masturbando e dias depois marcamos de nos encontrar na garagem de um shopping, bem no centro da cidade. Ele queria me levar de carro em um motel barato ali por perto.
Quando entrei no carro, ele mal falou comigo. Só fez me encarar dos pés a cabeça, ligou o som e seguiu calado até chegarmos no quarto. Foi só trancar a porta que ele tirou da mochila um par de lingerie vermelho e jogou na minha direção “Vai tomar banho e veste isso”. Fiquei sem reação, apenas obedeci, com a xota latejando de tesão. Sai do banho só de calcinha, não queria usar o sutiã, eu ainda tinha mamas, por isso odiava a ideia de ter que colocar algo tão desconfortável. Ele estava pelado, segurando um cinto nas mãos. Se aproximou de mim e me mandou ir pra cama. Quando de repente sinto ele se aproximar por trás de mim e passar o cinto pelo meu pescoço, igual uma coleira. Ele puxa com força e aperta, me assusto com medo de ser sufocado mas ele não para e diz no meu ouvido “Falei pra por a lingerie, porra! Coloca!”. Com receio de algo ruim acontecer, coloco o sutiã deixando um decote bem marcado. Nesse momento, vejo meu reflexo no espelho atrás da cama e fico morrendo de excitação em ver aquele macho grande e forte me dominando. Ele puxa o cinto no meu pescoço com uma mão e com a outra apertava meus peitos por dentro do sutiã me encarando pelo espelho e xingando baixinho “Sua putinha… foi só ver um macho de verdade que rapidinho voltou a ser mulher, né? Agora fica de quatro!”.
Fiquei de quatro no meio da cama com o rabo todo empinado pra ele e a xota babando. Quando Marcus pincelou a piroca no meu buraquinho voltou a dizer várias coisas preconceituosas. Mas quanto mais ele me xingava e me forçava a ser mulher mais vontade de dar eu sentia. Ele começou a encher meu rabo de tapas fortes, até me deixar bem vermelhinha. A cada tapa eu gemia baixinho feito uma garotinha pedindo pica. Cheguei a implorar pra levar pirocada. Aquela humilhação toda precisava valer a pena e valeu cada segundo… Quando aquele macho enrolou o cinto me fazendo de cadela dele, a rolada veio com tudo no meu buraco assim que eu senti ele afastar minha calcinha pro lado. A bombada começou desde a primeira metida. A pica entrava rasgando de tão grossa e cheia de veias. Mas minha buceta logo se acostumava e pedia mais. Me ver no espelho sendo fodida por um homem de verdade me fazia delirar na piroca, meus gemidos de puta invadiam o quarto, cada estocada era um grito de prazer que eu dava pro meu macho, pra ele saber que eu tava amando virar mulher. Marcus enlouquecia e me xingava sem parar “Falei que isso era falta de pica sua vagabunda! É de piroca que tu gosta né, cadela! Tu é fêmea ta ouvindo? Hoje tu vai virar mulher por bem ou mal piranha! Rebola porra na pica do teu macho!”. Ele urrava feito um animal, me dominando igual um cavalo. Marcus não tinha dó de buceta, era um alfa que sabia foder. Depois que cansou da minha xota, ele me puxou me fazendo fica ficar de joelhos, ainda de costas. Tirou o cinto, lambuzou o pau de cuspe, baixou minha calcinha e começou a forçar a entrada do meu cu, alargando meu rabo centímetro por centímetro até alojar todo o pau dentro. Obviamente gemi quase gritando de dor e prazer. Ele agarrou meu pescoço com as duas mãos e apertou enquanto iniciava um vai e vem delicioso no meu cuzinho que a essa altura tava todo arrombado. As estocadas foram aumentando de velocidade, meus peitos balançava pra fora do sutiã. Ele me encarava pelo espelho e ria em me ver toda mulherzinha delirando com a pica atolada no rabo “Vou te arregaçar todinha! Só vai sair daqui depois que eu te deixar toda assada, cachorra!”.
Eu gemia alto com cada xingamento, ele batia no meu rabo e socava a pica sem pena. Apertando minha cintura e meus peitos, me deixando empinadinha. Até que abri meu cu com as duas mãos de tanto tesão “Soca caralho! Soca essa piroca no meu cuzinho, macho gostoso! Eu sou toda tua… me faz virar mulher na pica vai… aiiinnn… issso, jorra dentro. Me dá leitinho…”
Ele agarrou meus cabelos com força, empurrou minha cara contra o colchão e socou tanto no meu cu que eu quase desmaiei. Foram estocadas fortes que me arrombaram todinha. Eu não sentia mais a pica deslisar de tão alargado que meu cu ficou. Só senti o jato quente escorrendo pelas pernas quando ele gozou dentro.
Foi uma das melhores experiências sexuais que tive na vida. Mas depois disso nunca mais nos encontramos.
Uma delícia de relato!! Realmente homens trans são os que mais gostam de terem suas bucetas arrombadas!! Adoro!!
Nossa. Que delicioso!
Tesão de puta que vc é, adorei teu conto.