O ar ficou pesado, elétrico, como se a gente soubesse o que ia rolar. Ele me puxou pro quarto – a cama deles, lençóis brancos impecáveis, cheiro de perfume caro misturado com o dele, suor e colônia. Fui de joelhos ao lado da cama, ele em pé, a calça já arriada. Caí de boca com fome, como sempre faço, babado, intenso, com saliva escorrendo pelo queixo. Peguei o pau dele, duro, grosso, veias pulsando sob meus dedos. Explorei cada centímetro, lambendo devagar, tentando engolir tudo enquanto ele gemia, segurando minha nuca. Bati o pau na minha cara, o som ecoando no quarto, deixando minha bochecha quente, marcada. O pau enorme esticando minha boca, engasgando, mas eu não parava, queria ele todo na minha guela, como nas minhas inspirações mais safadas. Ele xingava baixo, “Caralho, sua vagabunda”, e eu sorria com o pau na boca, amando ser a vadia dele naquele momento.
Ele me levantou, tirei meu shortinho e o top, me jogou na cama. Pelada, abri as pernas, oferecendo tudo. Eu tava possuída, a cabeça nas nuvens, o corpo pedindo mais. Ele pegou uma camisinha na carteira, colocou rápido, e encostou a cabeça do pau na minha buceta. Entrou rasgando minha buceta de prazer. “Vai, devagar, me deixa sentir”, pedi, gemendo. Mas logo o tesão falou mais alto. “Mete forte, fode essa puta!”, xinguei. Ele socou com força, o pau batendo fundo. “Toma, sua vadia”, ele dizia, e eu respondia: “Fode mais, caralho, me rasga!”
Fiquei de quatro, empinando a bunda, já me abrindo toda. Ele lubrificou cuspindo no cu, foi forçando a cabeça do pau. Entrou bruto, sem dó, e eu gemia baixo, mordendo o lençol pra não gritar alto e acordar o bairro. A camisinha segurou no começo, mas no meio do anal, com ele socando fundo, senti algo mudar – a camisinha estourou, o pau quente e cru dentro de mim. Não paramos. “Continua, fode meu cu, me mata!”, pedi, berrando baixo, o prazer engolindo qualquer medo. Ele socava com raiva, o pau grosso me arrombando, cada estocada me levando às estrelas. Gozei de novo, o cu latejando, a buceta esguichando, melando tudo. Ele agarrou minha cintura, puxou meu cabelo, xingando: “Sua piranha, toma tudo.” E eu era a piranha dele, completamente entregue.
Ele gozou forte, o jato quente enchendo meu cu. O tempo era curto, o risco alto. Nos arrumamos às pressas. Eu tentava ajeitar a cama, puxando os lençóis tortos, enquanto ele corria pro banheiro, lavando o pau na pia, a água correndo rápido. Peguei minha maleta, coloquei meu shortinho e o top, o corpo ainda tremendo, gozo quente dentro de mim. Saí da casa, chamei um Uber, e voltei pra casa com aquele calor no peito, o cu ardendo, a buceta latejando. Não tinha amor, não tinha paixão – só uma tranza rapidinha, bruta, perfeita. Eu era a última antes do casório, e isso me fez sentir poderosa, livre, inteira.

Que delicia, você é uma tentação de mulher, está na posição que eu gosto para te pegar de jeito com um dildo bem grosso, pegar forte e sem dó fazendo você gozar até ficar sem forças e se entregar para mim por completa. Votado !!!
Top demais uma delícia adorei muito ler
Delícia de conto Thalita!!! Parabens
Que leitura gostosa
Bela bunda