O padeiro que estreou a rosca - minha primeira experiência anal
Hoje queria contar uma outra experiência. Depois que perdi minha virgindade com meu tio, ele me pegou todos os dias, e a gente fazia sexo umas duas vezes no dia. Ele só me chamava de putinha e já não tinha mais vergonha nehuma comigo. Mas como tudo o que é bom, dura pouco, passadas duas semanas que ele tinha tirado meu selinho, ele precisou voltar para o Ceará, porque a esposa dele(minha tia) precisou ser internada. Depois disso nunca mais nos vimos. Ele somente me manda mensagens de vez em quando, manda umas fotos da piroca dele, mas me disse que encontrou umas novinhas por lá, para ficar no meu lugar. No começo foi difícil esquecer, porque ele foi meu primeiro amor(e foda). Mas o tempo foi curando. Mas graças a ele, aprendi a ler os homens e entender que um homem sempre tem segundas intenções com as meninas, rssss. Hoje, quero contar sobre a experiência que tive com o padeiro, o seu Marcos. Ele tem uns 60 anos, é careca e gordo. Ele sempre foi bonzinho comigo. Sempre que eu ia até a padaria ele me chamava "minha japinha", e dava alguma coisa de graça para mim, tipo algum doce ou sorvete. Depois da experiência com meu tio, passei a observar melhor o seu Marcos. Quando eu ia lá, e estava de costas para ele, comecei a olhar para o espelho e comecei a perceber que ele não tirava os olhos do meu bumbum(que não é tão grande assim). Percebi também que depois ele dava uma disfarçada e ajeitava o pau dele dentro da calça. Foi ai que me vieram meus pensamentos maliciosos, rssss. Comecei a ir a padaria com roupas mais curtas, tipo mini-saias, tops, ou mais coladas tipo legging. Fui percendo que ele cada dia olhava mais e parecia ficar babando me vendo. Eu me divertia provocando aquele coroa e deixando ele desconcertado. Até que um dia eu fui até lá, vestindo uma mini-saia, uma camiseta baby look, e chinelinhos, e para minha surpresa ele não estava atrás do balcão, mas na porta da padaria. Lá dentro estava vazio naquela hora, sem nenhum cliente, e havia um funcionário. Quando ele me viu, já soltou aquele sorriso de sempre, e disse: "Oi minha japinha preferida, hoje queria te mostrar uma coisa, e te dar um presente, topa?" Eu retibui o sorriso e falei para ele, "Topo sim tio, o que é?" Ele na hora pegou na minha mão e foi me puxando em direção ao deposito deles, que ficava do lado da padaria. Ele me disse: "Hoje vou te mostrar como a gente amassa o pão." Fiquei muito excitada pensando no que ia rolar ali. Quando entramos ali, estava cheio de sacos grandes de farinha, e só havia uma lâmpada que mal iluminava aquele quartinho. Seu Marcos fechou a porta e me disse: "Japinha, você me deixa doido. Estou perdendo a cabeça." . E foi logo me empurrando em cima dos sacos de farinha que estavam empilhados ali. Ele me deixou de barriga para baixo em cima dos sacos e por baixo da minha mini-saia, foi logo tirando minha calcinha, que já estava ensopada de tesão. Ele começou a me dizer: "Sou doido pelo seu rabo, japinha". E começou a enfiar a língua no meu cuzinho. Ele fazia movimentos circulares e volta dele, e eu sentia um tesão incrível. Enquanto ele ia ora enfiando a língua, ora fazendo esses movimentos circulares, eu jorrava meu melzinho pela pepeca, tamanho era a excitação. Eu soltava gemidos baixinhos, que deixavam o seu Marcos mais doido ainda. Depois de me lamber bastante ele se levantou, escutei ele afrouxando o cinto e arriando as calças, ele pegou meus cabelos pela nuca e posicionou o pau dele bem na entradinha do meu rabinho. E de repente com força, foi enfiando. Eu dei um grito de dor no começo, mas depois virou um gemido de prazer. Ele começou aquele movimento de vai e vem, e deitou sobre mim, beijando minha nuca e enfiando a língua na minha orelha, enquanto gemia e falava: "Japinha puta, que rabinho delicioso, sempre fui louco por comer esse seu cu". Ele tinha um pau normal, de uns 13 ou 14 cm, mas era muito grosso, por ser gordo. Sentia meu ânus laceando enquanto ele metia com força. Ele começou a meter mais rápido e disse: "Minha japinha, o tio vai encher você de porra. Sente o leitinho nesse seu rabo..." e começou a urrar, enchendo meu cuzinho daquela porra quente. Ele saiu de cima de mim, tirou o pau que já tinha murchado, sentou em cima de um saco de farinha e disse: "Minha japinha, se você quiser, eu posso todos os dias amassar esse pão" e gargalhou. Eu ri junto com ele, mas estava desmaiando de tanto tesão. Ele se vestiu, pegou minha calcinha, deu uma cheirada nela e me entregou, pedindo que aquilo só ficasse entre nós. Consenti com a cabeça, e saimos os dois como se nada houvesse acontecido. Ele entrou na padaria, trouxe uns 3 sorvetes e uma água em uma sacola plástica e me deu, dizendo que eu merecia. Deu uma piscada e entrou para trás do balcão. Eu fui para casa, me sentindo arrombada, mas muito satisfeita pela experiência do primeiro anal. Nunca pensei que fosse tão prazeroso, e nunca achei que iria gozar tanto, sendo comida por trás... Beijos e até a próxima aventura.
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Minha princesa nipônica, vc é magnífica... estou apaixonado por vc.... Adoraria te encontrar no jardim botânico....pra nos conhecermos....ali tenho boas lembranças