O caseiro da minha vó - parte 1

   Olá amores, não sabia que compartilhar meus segredos seria assim tão excitante.
   Ainda sobre meus 17 anos, e férias escolares, lembrei de um episódio lá em Londrina, onde meus avós paternos moram. Fui para lá passar uns dias, porque eles tem uma casa de campo com piscina, e eu estava já entediada com o calor. Saí bem cedinho aqui de Curitiba e peguei o primeiro ônibus aqui. Dá umas 6h até lá. Cheguei na hora do almoço na casa dos meus avós. Almocei com eles, conversei um pouco, tomei um banho, arrumei minhas coisas e chamei um Uber até a casa de campo. Eles só iriam conseguir ir no final de semana (era uma terça ainda). Minha avó me disse: "Pode ir tranquila, que o Geraldo(caseiro) está lá, e eu já deixei avisado ele".
   Peguei o Uber e durante o trajeto tentava trazer a memória como era o tal Geraldo. Lembrava dele muito remotamente, porque só o tinha visto quando era pequena.
   Cheguei ao local, toquei a campainha e o seu Geraldo veio me receber. Muito simpático, ele devia ter uns 50 e pouco, baixinho(uns 1,60), meio barrigudo, moreno queimado de sol. Ele era viúvo, já havia alguns anos. Apesar de simpático, parecia bem tímido, falava comigo só olhando para baixo. Mesmo assim, ele me ajudou com minhas coisas e fomos para dentro. Ele me disse que o que eu precisasse era só falar.
   Já o dia se acabando, fui assistir uma série, mas minha cabeça ficava maquinando se eu iria conseguir quem era o seu Geraldo de verdade. Será que ele era tímido mesmo? Será que aquele jeito dele era só por falta de mulher? Será que ela era um comedor escondido? O que será que ele estava fazendo agora? Tomei uma latinha de cerveja e fui dormir, envolta nesses pensamentos, e com uma missão: descobrir quem era o seu Geraldo.
No dia seguinte acordei tarde, umas 10 h, tomei um café correndo e coloquei meu biquini, para aproveitar a piscina. Chegando lá,lá estava o seu Geraldo, com um chapelão de palha, limpando a piscina. Ele me cumprimentou, sem olhar muito para mim. Deitei em uma espreguiçadeira, de óculos escuro, com um livro na mão fingindo estar lendo.
   Por cima do livro observava o que o seu Geraldo fazia. Ele dava umas olhadinhas para mim, pensando que eu estava lendo, mexia no calção, e continuava a limpeza. Eu vi que ele olhava muito para os meus pés. Comecei a provocar, mexendo os pezinhos enquanto fingia ler. Ele não parava de olhar. Havia descoberto uma tara dele, fetiche por pés, igual meu tio.
   Eu sempre fui de cuidar dos meus pés, sempre passo hidratante, sempre deixo bem macios e cheirosos, unhas pintadas. E sei que tem bastante homem que ama.
   Resolvi deitar de bruços, em direção a ele, com o livro na frente, e as pernas dobradas, balançando meus pezinhos, para ver a reação dele. Observava tudo por cima do livro. E ele me comia com os olhos. Já não tirava os olhos de mim, fingindo estar tirando sujeira da piscina. Sua mão ia cada vez mais em direção do calção. Enquanto eu me divertia e me excitava com isso, já planejava como eu iria atacar aquele homem, a noite. Queria muito matar minha curiosidade.
   Achei melhor não ser tão direta, e esperar o momento certo para poder ter certeza de que era o que ele queria também, com medo dele falar algo aos meus avós.
Chegando a noite tomei um banho, me enrolei na toalha, calcei meus chinelos e comecei a chamar por ele, como se estivesse precisando de ajuda. Ele veio solícito, pedi que ele entrasse e comecei a perguntar se tinha alguma pizzaria ou lanchonete por perto, que ele conhecesse e fosse boa, para eu poder pedir algo. Ele abriu a carteira dele para tirar uns cartões e folhetos de lanchonetes, e me deu. Eu propositalmente deixei cair, perto dos meus pés, e ele sem hesitar se abaixou para pegar. Ele ficou olhando para os meus pés, e eu comecei a mexer com eles, e ele parecia hipnotizado. Aproximei meu pé do folheto e pude sentir ele tocando nele de leve, como se quisesse pega-lo. Ele se levantou com o papel na mão e parecia estar tremendo de tesão. Ele me deu o papel e de novo eu derrubei de propósito, só que agora eu me agachei para pegar, e fiquei na direção do calção dele. Pude ver um volume por trás. Agachada, a toalha deu uma subidinha e ponta da minha pepeca aparecia. Dei uma olhadinha para cima e ele estava vidrado, olhando para baixo. Dei uma afrouxada na toalha e quando levantei ela caiu. Pude ver o olhar de espanto dele, mas ele ficou sem reação. Pensei: "foda-se tudo" e coloquei meus braços em volta do pescoço dele e enfiei minha língua na boca dele.
   Se ele não quiser é agora que ele foge, mas a resposta foi totalmente contrária. Ele colocou as mãos na minha bunda e foi em busca do meu cuzinho com os dedos. As mãos dele eram muito grandes, quase cada banda do meu bumbum sumia nas mãos dele. Ele foi sutilmente enfiando a ponta de um dedo no meu cuzinho, me deixando toda melecada na pepeca. Ele não falava nada, mas ia conduzindo tudo com maestria. Começou a chupar meus mamilos e foi tirando o calção. Senti o pau dele, que era normal, uns 13 ou 14cm, mas bem grosso, latejando, enquanto roçava na minha bucetinha que já estava ensopada.
   Eu peguei o pau dele e comecei a punhetar, enquanto ele chupava avidamente meus peitos. Ele deitou no chão e me posicionou em um meia nove. Eu coloquei aquele pau na minha boca, em um movimento de sobe e desce, enquanto ele chupava meu clítoris e lambia o meu cu. Eu estava quase delirando de tesão. Não aguentei, mijei de gozo na cara dele, e ele pareceu gostar, tanto que começou a se agitar e o pau dele a pulsar dentro da minha boca. Eu sabia que estava vindo leitinho...
   Ele explodiu na minha boca, me enchendo de leite quente. O pau dele latejava muito... Mas não acabou por ai... continua no próximo conto...
Foto 1 do Conto erotico: O caseiro da minha vó - parte 1

Foto 2 do Conto erotico: O caseiro da minha vó - parte 1

Foto 3 do Conto erotico: O caseiro da minha vó - parte 1


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Comentários


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kzdopass48es Comentou em 09/01/2026

Você é um sonho de mulher, ainda bem menina, linda, ama siririca, ama sexo inclusive anal (estou esperando sua leitura e comentários no meu conto sobre anal). Quero muito amar você. S2 Betto o admirador do que é belo S2

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krioksafado Comentou em 09/01/2026

Desta forma voce mata o velhinho aqui de tesão !!!

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jmgaucho Comentou em 09/01/2026

Delícia de y e que safadinha

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pabulosodre Comentou em 09/01/2026

Vem senta na minharola..

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frances21 Comentou em 09/01/2026

Delicia de conto




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Ficha do conto

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bbzinharumy

Nome do conto:
O caseiro da minha vó - parte 1

Codigo do conto:
251556

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
09/01/2026

Quant.de Votos:
10

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3