Naquele ano, minha rotina era simples e exaustiva. Eu estudava de manhã e, logo depois das aulas, seguia direto para a lanchonete dentro do shopping. Foi ali que comecei a trabalhar, ainda me sentindo meio deslocada no uniforme, dividida entre a leveza da juventude e o peso de uma responsabilidade que chegava cedo demais. As tardes passavam lentas atrás do balcão. Cheiro de fritura, vozes se misturando, pedidos repetidos. Até o dia em que Paulo entrou. Um homem negro, mais velho, corpo largo, presença impossível de ignorar. A pele escura contrastava com o ambiente artificial do shopping. Ele não parecia alguém que pertencia àquele lugar — e talvez fosse isso que me fez olhar duas vezes. Ou talvez fosse o jeito como ele me olhou primeiro. Descobri depois que ele era mestre de obras. E havia algo de profundamente coerente nisso. Paulo tinha mãos de quem manda, de quem aponta, de quem decide. O olhar firme, a voz baixa, segura. Quando falava comigo, inclinava levemente o corpo para frente, como se quisesse reduzir a distância sem jamais ultrapassá-la. Eu sentia meu corpo reagir antes de qualquer pensamento consciente. Um incômodo quente no estômago. Uma atenção exagerada aos meus próprios movimentos. Eu sabia que ele percebia. E ele gostava de perceber que eu sabia. As conversas foram ficando mais longas. Menos funcionais. Ele comentava sobre as obras, o concreto, o barulho das máquinas, o cansaço físico no fim do dia. Eu imaginava aquele homem fora dali, coberto de poeira, dominando espaços muito maiores do que aquele balcão estreito entre nós. Quando finalmente trocamos números, o jogo já estava avançado demais para fingir inocência. As mensagens eram diretas, sem emojis, sem rodeios. Paulo não perguntava demais. Ele afirmava. E eu respondia sentindo cada palavra descer pelo corpo de um jeito que não tinha nada a ver com leitura. Foi ele quem propôs o encontro. Uma obra. Depois do expediente. Vazia. O convite não precisava ser explicado. Eu sabia exatamente o que estava aceitando. Sabia que não seria neutro, nem seguro no sentido comum da palavra. Perguntei, ainda assim. “Você confia em mim?”, ele escreveu. Eu respondi que sim antes mesmo de pensar. No dia marcado, trabalhei inquieta. O uniforme parecia inadequado para o que me aguardava. Quando cheguei ao endereço, o prédio ainda cru se erguia silencioso. Paulo estava lá dentro, sozinho, encostado em uma coluna de concreto, como se aquele espaço fosse uma extensão natural do corpo dele. Ele me observou entrar. Sem pressa. Sem sorriso apressado. Não me tocou. A proximidade era suficiente. O silêncio entre nós era pesado, carregado de intenção. Eu sentia que aquele lugar não era apenas um ponto de encontro — era um território. E eu tinha acabado de atravessar o limite. No chão uma cama improvisada de palete, forrada com um colchonete e algumas toalhas davam a entender que era o local de abate. Minhas expectativas estavam lá em cima. Olhei para ele, vestindo uma bermuda, larga, mas que marcava aquilo que eu estava curiosa para ver. Não parecia real aquele volume que ia até a coxa dele. Ele notou que eu engoli seco e deu um leve sorriso. Foi chegando perto, e perguntou se eu tinha achado fácil o lugar, para quebrar o gelo. Eu respondi que sim e fui em sua direção. Nos abraçamos e começamos a nos beijar. Ele parecia que ia me engolir, tamanha a sua avidez. Pude sentir aquele volume cada vez mais me apertando. Estava doida para ver aquilo e matar minha curiosidade. Me abaixei na altura da sua bermuda e a abaixei. Aquele membro gigante e brilhante se revelou. Era uma cobra, do tamanho do meu antebraço, cheio de veias e com a cabeça pulsante. Uau. Não pensei duas vezes, coloquei a cabeça do pau, que estava lá embaixo de tão pesado, na boca, e fui me deliciando com aquele pau imenso. Nossa, nunca tinha visto algo do tipo. Devia ter perto de uns 30 cm. Entrava só um terço na minha boca, e eu já engasgava...Batia lá no fundo da garganta. Fui tirando minha roupa apressadamente, tamanha a ansiedade que estava. Fiquei ajoelhada naquele cimento cru segurando com as duas mãos e chupando avidamente aquele pau enorme. Foi quando ouvi um barulho atrás de mim. Olhei e vi um outro garoto negro, de uns 15 anos. Fiquei assustada. Paulo pediu para eu ficar tranquila. Ele me disse que ele estava aprendendo o serviço de ajudante de pedreiro, que ele era virgem e que queria ensinar tudo para ele, inclusive como comer uma mulher. Estava tão excitada, que logo concordei e continuei a chupar aquele pau sem parar. Paulo falou para o rapaz(se chamava Tiago): "Tiago, olha bem como se trata uma putinha. Fica ai de boa, só olhando, pode bater uma punheta se quiser. Essa daqui é carne de primeira, carne importada do Japão..." Paulo me colocou sobre o colchonete de costas, com as pernas abertas, e começou a me chupar. Sua língua era quase tão grande como seu pau. Parecia que em uma chupada, chupava tudo, clitóris, ânus e lábios. Ele enfiava a língua na minha bucetinha, e eu tremia de tesão... Depois fazia o mesmo com meu cuzinho... Não aguentei. Esquichei meu gozo mijado... "Olha ai Tiago, a putinha mijando. É assim que se faz." Ele falou para o rapaz. Foi quando olhei, e ele estava punhetando olhando a cena. Tinha um pau grande e grosso também. Assim que gozei, Paulo aproveitou a buceta úmida e foi enfiando aquela cobra preta na entrada da minha buceta. Dei um gemido de susto, porque nunca tinha entrado nada tão grosso. "Ele vai me arregaçar", pensei. Depois do susto, não acreditei que entrou metade daquele pau, e a experiência de Paulo, me fazia sentir mais prazer do que dor. Só afastava um pouco quando ele dava as estocadas, porque apesar dele não enfiar tudo, já estava batendo lá no fundo. Mijei gozando novamente, me tremi toda, gritei, fui a lua. Paulo me virou, me deixando com a bunda pra cima, e me disse: "Hoje esse cu vai se alargar de verdade." E cuspiu na cabeça do pau, logo enfiando no meu rabo, sem que eu pudesse ter uma reação antes. Dei um grito de dor, mas logo se tornou um: "Ainnn, vai mete...", "ai come meu cu", "me fode com esse pauzão gostoso..." Paulo sem hesitar obedecia a cada comando meu, me fudendo cada vez mais forte e rápido. Foi quando olhei e Tiago estava com o pau batendo uma punheta em um ritmo bem forte. Chamei ele pra perto, e comecei a chupar aquele outro pau preto, sabendo que ele ia me dar leitinho. Paulo dava estocadas tão fortes, que eu engolia o pau do Tiago e batia na minha garganta. Tiago encheu minha boca de um leite quente e grosso, seu pau pulsava, inchado de tesão. Ele recuou, com as pernas trêmulas. Enquanto isso, Paulo metia sem parar no meu cuzinho. Eu sentia entrar tudo. Comecei a massagear meu clitóris e logo gozei de novo, jorrando meu melzinho mijado. Paulo começou a urrar, dando sinal que ia gozar também, e começou a meter mais forte ainda. Já não sentia mais dor nenhuma, de tão alargado que já estava meu cu. O pau de Paulo começou a pulsar e logo veio um jato quente dentro do meu rabo. Parecia que me encheu toda. Paulo tirou o pau, segurou nas minhas nádegas e abria meu cu, como admirando o arregaço que ele fez. A porra quente e grossa de Paulo, escorria pelo meu cu aberto. Esse foi o primeiro encontro que tive com um homem negro, e fiquei apaixonada por como eles sabem transar gostoso. Gosto de qualquer tipo de homem maduro, mas o membro de uma homem negro, que sabe usar bem, é viciante...
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