Oi amores, estou adorando a experiência de poder contar meus segredos, e ver que vocês gostam e comentam aquilo que eu coloco aqui. Hoje o que vou relatar, foi um pouco depois de ter perdido meu selinho, tanto na frente quanto atrás. Eu havia acabado de completar meus 17 anos, e estava maravilhada com esse outro mundo que eu havia conhecido, o mundo dos homens maduros e do sexo. Eu havia perdido a ingenuidade e a inocência, e não conseguia mais olhar para os homens mais velhos apenas como "bonzinhos" ou "gentis". Eu os via e já pensava: "ele me deseja" ou "ele quer comer". Rsss. Passei a observar mais a reação dos homens maduros que eu tinha convívio, para perceber suas intenções. Era época de férias escolares, eu estava bem à toa. Era mais ou menos depois do almoço e decidi dar uma volta pela cidade. Peguei o elevador e encontrei um vizinho, do andar de cima, um coroa enxuto de 60 anos, o seu Júlio. Eu sempre encontrava ele, junto com a esposa, quando estava indo para o colégio. Eles saiam para trabalhar no mesmo horário que eu. Ele e ela sempre arrumados, ele sempre de terno, muito educados e gentis os dois, mas a gente só trocava alguns cumprimentos no elevador ou no saguão. Eu nunca tinha visto o seu Júlio sem terno, e sem a esposa. Mas dessa vez encontrei ele de bermuda e regata, e pude ver que ele era bem forte e másculo pela idade. Tinha as pernas bem grossas, e uma coisa que eu adoro, um peito peludo. Podia ver os pelos grisalhos aparecendo pela camiseta regata. Ele estava falante também, dizendo que ele e a esposa estavam de férias e ela estava viajando para SC na casa de seus parentes, e que ele havia ficado sozinho em casa. Chegamos no térreo e ele não parava de conversar comigo, me contando várias coisas do seu trabalho, etc. Quando saimos do prédio ele me perguntou onde estava indo e eu disse que estava à toa e ia só dar um rolê para passar o tempo. Ele não hesitou e me perguntou se eu não queria ir tomar um sorvete com ele, em uma sorveteria famosa, aqui perto de casa, porque ele estava se sentindo sozinho. Na hora entendi onde isso iria chegar, rssss. Aceitei o convite. Fomos e lá, ele parecia se divertir contando sobre a vida dele, me dizendo que era descendente de italiano, mas amava a cultura japonesa, etc. E eu pude notar, que ele ia contando as coisas, ria e a "mão boba", ia e vinha nas minhas pernas(eu estava usando o habitual, camiseta e shorts jeans bem curtinho e chinelos). Como ele não encontrou resistência ele continuou a alisar minhas pernas quando podia. Papo vai, papo vem, ele me convidou para eu ir ver a coleção que ele tinha de mangás(hqs japoneses). Na hora eu saquei tudo, e deixei as coisas fluirem. E fomos nós de volta para casa. Pegamos o elevador, e a "mão boba" já estava sobre os meus ombros, que a gente parecia casal. Ele deve ter 1,80 de altura e eu sou toda baixinha e pequenininha. Chegando no apartamento dele, ele perguntou se eu já bebia, mesmo ainda não tendo 18, e eu disse que bebia às vezes. Ele me ofereceu uma taça de vinho gelado e eu aceitei, porque estava uma calor infernal. Ele perguntou se podia tirar a camiseta, por causa do calor e eu consenti com a cabeça. Que visão. Um homem de 60 anos com um peitoral musculoso e peludo. Ele sentou do meu lado(logo percebi que ele não ia mostrar coleção nenhuma, kkkk) e foi falando baixinho que tinha o maior tesão por garotas asiáticas. E começou a beijar meu pescoço. Ele logo viu que eu desabei e comecei a gemer baixinho. Ele não perdeu tempo, enfiou as mãos por dentro da minha camiseta e começou a massagear meus peitinhos, que já estavam com os biquinhos estourando de duros. Ele começou a me beijar, ao mesmo tempo que ia tirando minha camiseta, e começou a alternar em me beijar e chupar meus pequenos mamilos. Eu enlouquecia. Podia sentir minha pepeca melando a calcinha. Ele me levantou e me colocou em pé, em cima do sofá e continuamos nos beijando em pé. Ele estava roçando o pau em mim e pude sentir que era o "pau". Parecia ser bem grande e grosso. Ele se abaixou um pouco e tirou meu shorts e minha calcinha (que a essa altura já estava pingando melzinho) e começou a chupar freneticamente minha bucetinha, enfiando a língua lá dentro e mordiscando de leve meu clítoris. Eu soltava gritinhos de tesão e meus olhos viravam. Ele me fez deitar no sofá, de costas, com as pernas voltadas para o encosto e minha cabeça ficou para baixo, de frente para ele. Foi quando ele tirou a bermuda dele, e colocou para fora aquele pau enorme, grosso, branco e cheio de veias. Ele já foi enfiando na minha boca, eu quase engasguei. E ele já começou aquele movimento de enfiar e tirar da minha boca, enquando enfiava o dedo na minha bucetinha melada. "Japonesinha safada" ele dizia. Eu sentindo aquele pau grosso bater na minha garganta e vendo que era só a metade do pau dele. Eu gozei uma vez assim, só com ele enfiando os dedos e massageando meu clítoris e esguichei nas mãos e na sala dele. Ele viu que eu gozei e me virou colocando de quatro sobre o sofá, e veio lamber meu melzinho todo. Podia ouvir ele tomando tudo, até a última gota. Ele falou: "agora você vai ter o que você queria, japonsinha safada". E enfiou aquele monstro de pau em mim. Ele começou a meter com força e rápido comigo de quatro, eu gemia muito, indo quase a lua, sentindo aquele pau batendo lá no fundo(nós orientais temos a vagina mais rasa), e não era nem metade do pau dele. Ele pegou minhas mãos e puxou meus braços para trás, enquando metia como um louco, urrando de prazer. Pude sentir que assim o pau dele parecia entrar mais fundo ainda. Gozei como uma louca, me mijando todinha. Mas não tinha acabado, rssss. Ele ainda não havia gozado. Ele me deitou de costas no tapete e veio por cima, colocando minhas pernas sobre os ombros dele, e me comeu assim com muita vontade. Assim o pau dele entrou todinho eu me sentia arrombada mas ao mesmo tempo era um prazer enorme. Entre as metidas, ele cheirava meus pés e lambia meus dedos. E continuava a meter mais. "Japonesinha que buceta gostosa", ele dizia... Gozei mais uma vez assim. E ele finalmente falou que ia gozar, tirou para fora e punhetou até gozar, na minha barriga. Desmaiamos... Depois daquela cochilada, tomamos mais uma taça de vinho, e eu fui tomar uma ducha no banheiro dele. Vesti minha roupa, menos a calcinha, que ele pediu para ele, nos beijamos e nos despedimos. Desci para meu andar e desmaiei até meus pais chegarem... Depois desse dia, pensei: "preciso praticar a boa vizinhança e conhecer os outros vizinhos, kkkk". Até a próxima amores.
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Oie.
Sensacional.
Esse homem sabe como fazer as coisas. Rrrrss...
O vizinho que eu experimentei, aos 17, é negro e bem mais jovem que o seu.
Inesquecível!
Parabéns.
Bxos.