Havia um logo tempo que não encontrava com a minha amiga Ana. Tive uma boa temporada fudendo aquela buceta suculenta e aquele cuzinho guloso. Ana não é aquela mulher padrãozão, de parar rua, mas não é de se jogar fora. Cabelos negros pintados, pele morena bem clara, com aproximadamente 1,58 metros de altura, uns 63 Kg, peitos bem pequenos, com uma bundinha de chamar atenção, principalmente que ela não usa calcinha, sempre peladinha sob shorts e calças que ela usa mais. A boquinha dela é aquele tipo que quando chupa, abraça o pau, por causa dos seus lábios redondinhos. Por um acaso do destino, fui à cidade vizinha para resolver algumas coisas e por acaso a encontrei andando pelas ruas, a cumprimentei normalmente, porque não sabia se estava acompanhada ou não pelo marido dela, Fábio. O assunto iniciou com aquelas falas de sempre, está sumida, nada, você quem sumiu e dai vai... Passado aquela introdução de assunto, perguntei se estava tudo bem entre ela e o Fabio, no que respondeu que sim, eles sentaram e conversaram sobre o relacionamento deles e ela disse a ele porque o traiu e me citou no momento que conversavam, na época eu não havia assumido e pedi para ela sempre mentir que já chorou em minha pica, ela disse que ele aceitou de volta e ditou condições para manter o casamento. Ela aceitou e estão juntos. Pensei em ir embora após a conversa, mas o meu pau já dava sinais sob a calça e não dava para disfarçar. As lembranças da Ana mamando meu pau com gosto e mesmo tentando engolir ele todo e engasgando e saindo lagrimas. Ela disse que estava concluindo os afazeres que tinha na rua e que estava retornando para casa, na tentação, ofereci a ela uma carona de volta, no que aceitou. Saímos no meu carro bem devagar e nisso eu puxei assunto e fui logo falando que fiquei de pau duro ao lhe ver e ela disse que havia notado e elogiou, nisso eu retribui o elogio a ela, dizendo que ela sabe meter muito gostoso e que é inesquecível, ela disse que eu também sei e também nunca esqueceu. Depois da reciprocidade dela, coloquei a minha mão descaradamente sobre a coxa dela e dando aquela leve olhada, aproveitando a baixa velocidade que estava, disse olhando nos seus olhos, você é demais Ana. Sinto saudades. Gostaria que rolasse alguma coisa hoje em homenagem a lembrança dos velhos tempos. Ela como safada que é me disse que a bucetinha dela já estava comprometida para aquela noite, assim que o Fabio chegasse em casa, ele havia mandado mensagem para ela cheio de tesão. Ai ela colocou a minha mão sobre a sua bucetinha por cima da calça e pude sentir aquela maciez e mesmo que estava úmida, foi o sinal que poderia avançar que rolaria algo. No caminho de sua cidade havia uns motéis que já frequentamos juntos, sem perguntar nada a ela, entrei em um dos motéis e ja fui logo pedindo uma suíte, Ana não disse nada, então prossegui. Chegando na garagem descemos do carro e subimos as escadas. Entramos no quarto e fui tirando as minhas roupas e a Ana continuava vestida, abracei e beijei sua boca com aquele tesão, ela correspondeu e eu fui tirando a sua roupa e ela não ofereceu resistência. Deixei ela peladinha e dei uma mamada naqueles peitinhos pequenos dela e ela soltou um gemido. Ela disse no meu ouvido, lembra que te falei que a minha bucetinha está comprometida para hoje??? Lembro sim, mas quero gozar com você, vem chupa meu cacete daquele jeitinho safado que só você sabe fazer. Ana ajoelhou em minha e sem colocar a mão no meu pau, abocanhou e iniciou um boquete bem molhado. Meu pau estava muito duro e eu louco para gozar. Ela boquetava e massageava as minhas bolas como se estivesse ordenhando, sugando o meu leite. Não resisti por muito tempo a sua investida e dei uma jatada na garganta da safada que não perdeu uma gota de pôrra, deixou meu pau bem limpinho, lambendo os lábios que provavelmente havia caído um pouco de pôrra. Puxei ela para a cama para dar aquela descansada e como estávamos ofegantes, principalmente eu que havia gozado naquela boca que havia um logo tempo que não via e nem sentia. Ana, estou louco para fuder sua buceta, me dá a bucetinha, dá. Ela disse que não poderia e se eu quisesse sentir o gosto e o cheiro ela deixava, mas não penetrar nada, topei na hora. Eu deitado de barriga para cima, ela deu um giro e subiu sobre meu corpo como se fosse cavalgar e parou com sua buceta bem molhada em minha barriga e veio deslizando em direção a minha boca e ao chegar em minha boca com aquela bucetinha lisa, iniciou roçando em minha boca e até em meu nariz, apenas colocava a língua para fora e ela fazia o serviço. Roçava para frente e para trás numa cavalgada alucinante, ela deu um urro gozando e já foi melando o meu nariz e boca com seu gozo, Peguei o seu grelinho e iniciei um boquete bem gostoso neles e a buceta dela babava em meu pescoço, levei as mãos atrás das costas dela e puxei ela para cima de meu rosto e passei a dar linguadas no cuzinho dela e ela estremecia toda e foi relaxando e ficando molinha. Deitei ela meio desfalecida ao meu lado e passei para cima dela e iniciei uma pincelada de baixo para cima em sua buceta e ela arrepiava e dizia que a bucetinha não. Claro que não, combinado é combinado. Pincelei deixando meu pau bem babado com aquele suco que saiu de sua bucetinha e fui levando em direção ao cuzinho. Depois que havia melado bem o cuzinho dela, coloquei a cabecinha na entrada e fui colocando bem devagar para curtir cada centímetro que colocava, sem que esperasse, ela jogou o corpo para trás de forma que meu pau entrou todo de uma só vez e deu uma olhada para trás nos meus olhos e ordenou: Mete safado, arromba esse cú, vai vagabundo, gosta de comer uma casadinha é? Isso, me arromba toda que o meu corninho não vai perceber, porque hoje ele só vai ganhar buceta naquela pauzinho. Ana deitou com os peitinhos na cama e foi me empurrando até ficar de quatro na cama deixando aquela visão, com o peito na cama e com a raba para a lua e meu pau entalado lá no fundo. Iniciei bombando devagar e a safada levou as duas mão segurando cada banda de sua bundinha e pediu para foder rápido, assim, iniciei umas bombadas que ela gosta e eu sei como fazer, são aquelas estocadas do tipo que se ouve como se fosse tapas na bunda e assim acelerei as bombadas. Ana gozou bem gostoso e pediu para lavar o meu pau que ela queria me fazer gozar de novo. Lavei meu pau e voltei para a cama e ela me colocou deitado de pernas abertas e começou chupando as bolas e foi descendo a língua enquanto tocava aquela punheta, desceu até a costura e não parou, como estava muito bom, deixei a moça trabalhar e ela não parava de punhetar. Vou gozar safada, vou gozar, ela parou de fazer o beijo grego e veio para a cabeça do meu pau e antes que colocasse a boca, já dei um jato de pôrra que caiu sobre a barriga e ela abocanhou com vontade e sugou a minha pôrra toda e assim que parei de gozar ela desceu do meu pau passando a língua em toda extensão e foi até a pôrra que estava no meu abdômen e tirou tudo com a boca. Meu já estava meia engorda e eu desfalecido com aquele boquete e beijo grego. A safada deitou um pouquinho em minha barriga e depois de um pequeno descando, me chamou para ir embora. Vamos que tenho que me preparar para a chegada de meu maridinho que tem uma jantinha gostosa que quero preparar e mais tarde bucetinha de sobremesa. No caminho de volta perguntei para Ana porque não deixou eu gozar nela hora nenhuma e ela disse que é para não deixar vestígios e rimos muito, kkkkk, imagina meu Fabinho vindo me chupar a bucetinha e escorre do meu cú um liquido branco, como explicar. Já estou atrasada, chegar lavar rapidinho, acabar de preparar o jantar, vesti a minha roupinha de putinha do lar e depois dar gostoso para ele e ele nem sonha que eu te dei hoje e nem pode sonhar. Na volta, meu pau deu aquele sinal de vida e ela veio na estrada massageando meu pau e punhetando. Ela é bem putinha entre quatro paredes e dentro do carro também, quem a vê, nem fala. Esse conto é real e os nomes foram trocados, claro.
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Tesão de conto !!
Casada quando quer foder ninguém segura. Se fosse minha esposa ela ia falar goza dentro da buceta, vou levar presente pro meu corno lamber !
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