Ajudando o casal de amigos a pagar dívida com agiota
Ontem, 15 de janeiro de 26. Tem umas coisas que ocorrem que é difícil de explicar e se tentar falta palavras para tentar explicar. Fui levar meu carro para uma revisão e de sorte, muita sorte, voltando da oficina a pé, fui surpreendido com uma carona. Lucio, fazia um tempão que não o via, o cara é gente boa e uma vez, ele tentou me subornar com uma cerveja na casa dele. O chefe dele havia demitido ele porque ele não atendia bem aos serviços, como eu era gerente deles, ele me chamou para uma conversa em sua casa e lá ele tentou com uma cervejinha com que eu voltasse a demissão dele atrás e passasse por cima da autoridade do imediato dele, claro que não fiz. Mas vamos lá. O Lucio anda sempre com alguma coisa na cabeça para se dar bem em algo, assim o conheci em uma empresa que trabalhamos. Essa carona iria me render alguma coisa de suas artimanhas. Já esperando o bote, aceitei a carona e fui ver e mesmo aproveitar para chegar em casa. No caminho ele disse que não estava trabalhando e que andou fazendo uns negócios ruins que levaram ele a perder uma grana, dai tudo certo. O papo foi rolando e nisso ele entra em um assunto em que já imaginei que já vinha o bote. Ele disse que a sua esposa estava bem insatisfeita com ele por causa do fracasso financeiro e taus... (...) Papo longo. Ouvi em silencio e ao final, perguntei na boa onde ele queria chegar com aquela conversa toda e ele mudou de rota e continuou. Cara, eu fiquei com divida com um agiota e a coisa apertou. Lembra da Lucia? (Na hora fiquei sem saber qual, a esposa e irmã dele tem o mesmo nome) Qual delas? A minha mulher caraí, disse ele em ton de brincadeira. Rimos. E dai, o que tem ela? Ela está disposta a colaborar para resolver a treta e só que eu não gostaria que ela envolvesse com o agiota. Não entendi Lucio, como assim cara? Ela se propôs a meter com o cara se ele perdoasse a divida. Como assim meu amigo? Quanto deve o camarada a ponto de uma trepada pagar? Deve ser pouco, não? Cara, devo o camarada 2.000,00 e se não pagar até sábado dia 17, ele vai passar a 3.200,00 e ai vai aumentando. Lucio, você é doido, nem acredito nisso cara. E ai? O que vai fazer? Não sei, tenho que resolver isso logo. Como vai resolver? Você podia me ajudar nessa. Como posso ajudar meu prezado? Para pegar dinheiro na conta a esposa vai saber pelo valor, se fosse dinheiro de boteco seria tranquilo. Você está com pressa? Não muito, só fui na oficina e vou voltar para casa e boa, porquê? Vamos lá em casa, sei que vai me ajudar. Chegando na casa dele, a Lucia veio abrir a porta e estava vestida com um shortinho desse colados no corpo de academia. Quando vi, fiquei logo de pau duro, ela é loirinha natural, com olhos claros tipo castanho amendoado, narizinho pequeno, aquela boquinha rosinha, bundinha pequena, mas apetitosa aos olhos, deve ter 55 kg e a atura deve ser 1,60 metros. Mantive os olhos no rosto dela e evitei ficar secando seu corpinho esguio. Cumprimentei com beijo no rosto e entrei na casa deles. Eles têm uns 35 anos em média. Lucia me ofereceu água e foi buscar, o calor de 34 graus estava pesado. O cara de pau me pediu um dinheiro para buscar uma cerveja e disse que havia muito tempo que ele não tomava uma comigo. Fiquei sem ação e entreguei para ele uma nota de 50,00 que tinha na carteira, era para pagar taxi, mas, como estava de carona, não faria falta. Quando levantei para sair junto com ele para ir no mercadinho do bairro, Lucia me segurou pelo braço e pediu para ficar. Olhei para o seu marido que logo me disse que podia ficar que era pertinho e logo estava de volta; assim ele saiu. A Lucia voltou e sentou no sofá a minha frente e iniciou o papo, Lucio só nos mete em uma fria, ele arruma cada problema, você viu o ultimo que ele arrumou? Sim, ele veio me contando o caso e aí? O que estão pensando em fazer? Na realidade, não temos esse valor para pagar neste momento, o carro, o Lucio refinanciou para levantar uma grana e ficamos sem alternativas. Você não poderia ajudar? O que precisa que eu faça? Arruma esses 2.000,00 para a gente? No momento fiquei sem jeito e como sei que ele é enrolado, seria a fundo perdido. Não reaveria a quantia, assim, fiquei meio pensativo e retruquei, 2.000,00 são 2.000,00 e ai? Como eu receberia de volta? Nesse momento Lucia abriu um pouco as pernas e deu um leve tapa na sua bucetinha sobre o short e soltou aquele: - Que tal? Fiquei sem reação e ali vi que o Lucio falava sério. Após alguns segundos pensando, perguntei para var se não era armação, como assim Lucia? O Lucio está de acordo com isso? Vocês têm algum acordo sobre isso? Me fala mais... Neste momento chegou o cidadão com 7 latões de cerveja gelada e vai até a cozinha deixando 6 na geladeira e voltando com 1 lata e 3 copos pequenos. Serviu os copos e nos entregou. A Lucia levantou o copo e fez um brinde: Temos um acordo? Respondi de imediato, só que em ton mais calmo, claro. Como assim um acordo? Fica tranquilo cara, a Lucia disse que queria ajudar, não te falei pôrra. Assim bebemos o primeiro copo de virada, os três. Lucio foi buscar mais uma lata e quando chegou, iniciou a servir os copos e foi logo dizendo: o nosso acordo consiste em meter na Lucia, sem dar tapas, ela é muito branquinha e não curte esse negócio, ela não curte dar o cú, já me deu, só que não gosta e também, vai ter que usar camisinha. Ok? Nem para um boquete? Aí todos rimos e a tensão abaixou. Lucia disse que me acha atraente e que seria melhor ela dar a buceta e chupar um pau como o meu do que ter a divida rolada e mesmo que os caras pudessem fazer coisa pior com eles. O papo estava super rendendo, mas para eles, a pista estava salgada, a ponto de topar isso e mesmo está devendo uma galera do mal. O assunto foi rolando e ai, com algumas cervejas, fui animando, mesmo porque, sabendo que o camarada é enrolado, iria ajudar ele mesmo assim, mas entendendo que perderia o dinheiro. Parti para a praticidade e dinâmica da conversa, tá bom, vou embarcar nessa com vocês, vou transferir os 2.000,00 para sua conta Lucio, assim que consumar o negócio, só que eu quero meter sem camisinha na Lucia e mesmo quero meter no cuzinho dela. Ele deu uma olhada para ela para ver sua reação e nesse momento, ela olhando para mim, disse que topava, só pediu para ir devagar e que se doesse, eu teria que parar. Assim combinamos e ele pediu para sacar o dinheiro porque sua conta está negativa e até com saldo negativo e quando achei que ele me levaria ao caixa eletrônico, passou a chave do carro para Lucia e mandou ela me levar e já resolver isso logo. Lucia direcionou para a estrada dos motéis e perguntou se tinha alguma preferência. Ao dizer que não, ela entrou em um bacana e já pediu logo uma suíte. Entramos e ela já veio logo fazendo um boquetinho gostoso. Ela gostava de maltratar, parecia uma profissional do ramo, chupava bem molhadinho a cabecinha e depois engolia até a metade. Foi aumentando o ritmo que quase me fez gozar. Peguei ela pelo queixo e dei um beijo gostoso nela, peguei em suas pequenas mãos e a levei para a cama e deitei-a sobre a cama e fui beijando seu pescoço enquanto ela se livrava das roupas, quando a safadinha estava nuazinha em pelo, ou melhor, sem pelo, parei e fiquei admirando aquele corpinho delicioso do tipo falsa magra, nisso ela perguntou meio que insegura com o seu corpinho lindo: o que foi? Não gostou do que viu? Vai desistir? Não Lucia, você é linda e ao te ver assim nua, me veio a imagem de que eu não imaginava, pensava você bem magrinha e sem graça e ao te ver assim em minha frente, fiquei de boca aberta. Posso chupar sua buceta? Claro que sim e eu quero te dar tudo que tem direito, afinal, unir o útil ao agradável, já tem uns dias que o Lucio não mete em mim, mas o cuzinho, vai devagar que a piroca do Lucio deve ser a metade da sua e ai quebrou o gelo, rimos um pouquinho e cai de boca naquela bucetinha lisinha e cheirosa com a pele bem rosadinha, a danada é loira original de fábrica. Girei o corpinho dela e iniciei umas linguadas em seu cuzinho para reconhecimento do campo e passava a língua nas costas dela e a bichinha se arrepiava e dava para ver aqueles pelinhos das costinhas e da bundinha dela eriçados. Virei ela de frente e coloquei o pau na entradinha da bucetinha dela e deixei escorregar para dentro dela, Lucia já estava no ponto e mostrava muito tesão e desejo por aquilo, dava para ver nos olhos dela que ia além do dinheiro que iria receber. Meti bem gostoso olhando para os olhos de mel dela e acabamos gozando juntos e deitei ao seu lado com o pau babado de pôrra e o suco daquela bucetinha que acabava de arregaçar bem gostoso. O clima estava muito romântico e ai resolvi tocar um terror e loga já fui testando os limites dela. Vai sua putinha, veio aqui para me dar, quero meu pau bem limpinho, chupa ele e deixa bem limpinho, vai safada. Ela se transformou, ficou de quatro na cama abaixando sua cabeça entre as minha pernas e começou a lamber segurando meu pau flácido de quem acabou de gozar e lambia olhando para mim e nisso meu pau deu sinal de vida e ela olhou nos meus olhos e perguntou: Meu macho, o que quer que eu faça agora, pode pedir que sou a sua putinha. Vem bem gostoso e senta no meu pau e quero que goze bem gostoso para mim e quero inundar sua bucetinha de pôrra novamente. Ela obedeceu e só com a mistura de sua gozada com a minha, a safada desceu até encostar a bundinha e iniciou uma cavalgada enquanto apertava os peitos dela e a safada jogou a cabeça para trás e iniciou numa esfregação para frente e para trás e gozou rapidão e olhou novamente para mim, esta ai seu pau molhado, gozei gostoso, me pega de quatro e ai fomos, enfiei de uma única vez e ela deu um grunhido e dei fortes bombadas até encher sua bucetinha de pôrra novamente. Lucia deitou-se do meu lado para descansar e por ali ficamos. A danadinha estava faminta e assim que passou uns 20 minutos, ela começou a alisar o meu pau que deu sinal de vida. Ela deu uma punhetada gotosa e depois ajoelhou e iniciou um boquete novamente. Se ajoelhou na cama e sentou no meu pau de volta para uma cavalgada. Meus pau entrou folgado e ela estava lubrificando o danado e assim que estava bem babado, tirou da bucetinha e colocou na portinha do cú e foi sentando bem devagar, quando a cabeça entrou, Lucia ficou imóvel por algum tempo e assim que acostumou com o pau no cú, ela desceu um pouco mais até entrar a metade e iniciou num sobe e desce até acostumar e a cada descida, entrava mais um pouquinho até entrar tudo e encostar a bundinha na minha pélvis. Ela jogou o corpo de lado e me puxando para girar com ela e flexionou as pernas até ficar de frango assado e nisso mandou eu meter com força no cuzinho dela e atendi ao pedido dela. Cada bombada forte, era um gemido que vinha junto e não demorou para ela gozar, coloquei ela de conchinha e lá fui de novo cutucar aquele cuzinho delicioso e apertadinho. Não aguentei segurar por muito tempo e dei uma jatada de pôrra dentro do cuzinho dela. Descansamos mais um pouquinho e após o tempo de descanso, tomamos um banho gostoso. Passamos em caixa eletrônico e peguei a grana que eles queriam e no caminho, perguntei para ela porque decidiu meter comigo para ajudar o Lucio, no que ela respondeu que estava subindo pelas paredes porque havia dias que ele só falava em dinheiro e nada de meter nela e ela se ofereceu para ajudar a resolver e dai ele ficou puto e me disse que, só se der o meu cú e dai quando ele acalmou, falei com ele que toparia, desde que fosse você ou o Binho que também é colega dele e não convive com a gente e a minha preferencia era você, porque já ouvi falar de suas trepadas. Chegando na casa deles, ela disse que queria me dar mais uma vez, só que dessa vez seria de graça, afinal ela não era nenhuma puta e como o Lucio topou, ela iria inventar alguma desculpa. O Lucio abriu a porta e deu um beijo na Lucia e ela abriu a mão e entregou para ele o dinheiro e falou com ele que eles ficaram me devendo, ai o Lucio perguntou porque e ela disse que eu não havia conseguido fazer e deu a desculpa que fiquei lembrando de minha esposa, ela disse que nem tiramos a roupa e ele questionou a demora e ela disse que ficamos conversando e que marcou para a próxima quarta-feira para o fight. O Lucio foi me deixar perto de casa e no caminho perguntou o que foi e eu afirmei o que a Lucia havia dito, mas na quarta-feira estaria relaxado para poder pegar a minha parte do acordo. Assim me deixou em casa e se despediu dizendo: Até quarta-feira então, mas muito obrigado por confiar em me passar o dinheiro antes.
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