Sendo auxiliado pelo corno, lubrificação não faltou
Meus caros (as) o que vou contar aqui, foi mais um dos acontecimentos que dou sorte de passar por eles. Há bem tempo que conheço a Marcelinha, ela é bem mais nova que eu e como sempre, aquela carinha de safada que a acompanha desde os seus 12 a 13 anos. Marcelinha sempre gostava de estar no meio da galera junto com seu pai e a sua mãe, que na época diziam as más línguas que eles trocavam de parceiros, mas isso é só intriga da oposição. A Marcela cresceu e hoje continua pequenininha e bem gostosinha, 1,48 m de altura, pezinho 34, cabelos pretos pouco abaixo do ombro e lisos, aquele peitinho pequeno e redondinho, mesmo que já passou pela maternidade. Ela namorava com Artur, um camaradinha espertinho e que moía ela na varanda da casa dos pais. Dezenas de vezes que passava pela porta da casa deles, lá estava ela e seu namorado se roçando e ela de pernas abertas e o camarada no meio delas, dava para notar que estavam metendo. Aquelas varandas que tem parapeito naquela altura certinha para colocar a cremosa de pernas abertas e só afastar a calcinha e dentro. Numa dessas, Marcela engravidou e foi morar com o Artur. Ele trabalhava com entregas de moto e foram morar em uma casinha de aluguel numa cidade vizinha e pequena, acho que pelo valor do aluguel ser menor. Certo dia, resolvi dar uma volta com meu jeep e como não achei ninguém para acompanhar, fui sozinho mesmo e quando ia passando nessa estrada que liga nessa cidade, avistei a Marcelinha esperando ônibus para retornar. Parei e lhe ofereci carona, o que ela aceitou de boa. Entrou no carro e dali fomos conversando amenidades e de vez ou outra, olhava para ela e não podia deixar de reparar naquele capôzinho dela, estava estufadinho, uma delicia. No caminho ela reclamou do calor e ai liguei o ar condicionado e fechei os vidros e ela continuava a falar de calor. Como tinha uma certa liberdade, disse a ela que poderia ficar a vontade e mesmo ficar sem roupas. Ela levou a sério o que eu falei e tirou a sua blusa e ficou de top, ai sim vi vantagem, além de ter a visão daqueles peitinho sob aquele tecido fino do top, dava para observar melhor aquele capôzinho volumoso. Parei num desses botecos de estrada de terra e comprei algumas cervejas bem geladas e coloquei numa caixa cooler e ofereci uma a ela e ela aceitou e dali fomos pela estrada bem devagar e tomando cerveja e falando besteiras. Certo momento, toquei no nome do namorido dela o Artur e ela disse que o cara é borracha fraca e dai rimos e perguntei o que ela queria dizer com isso e ela disse que tem dias que ela está muito afim de transar antes de dormir e o camarada nega fogo, ai perguntei a ela como ela se vira, se ela toca uma siririca e dorme ou fica na vontade, ela disse que toca sim e antes dela gozar, ele já dormiu. Ai adentrei mais o assunto e perguntei se ela nunca havia pensado em pedir reforço, ela sorriu e disse que tem hora que dá vontade mesmo. O papo estava animado e já estávamos na terceira cerveja, parei o carro e disse que queria mijar. Encostei bem fora da estrada e estrategicamente, mijei do lado do passageiro um pouco mais atrás, de forma que ela conseguia ver pelo retrovisor do lado do passageiro. Como estava de óculos escuros, pude observar ela olhando pelo espelho retrovisor o meu pau que já estava bem duro pelo assunto que estávamos falando no caminho. Quando entrei no carro, ela estava sentada meio de ladinho e meio de frente para mim, assim a minha visão da testa daquela buceta ficou em evidencia e aqueles peitinhos durinhos olhando para meu lado. Quando fui arrancando o carro, ela disse que também queria fazer xixi e fez uma carinha que seus 21 aninhos se tornaram os 13 aninhos novamente. Mantive o carro parado e ela desceu e me pediu para dar uma ré e deixar o carro próximo ao barranco da beira da estrada e abriu a porta e desceu, abaixou a sua leggin abaixo do joelho deixando a mostra para mim a testa daquela bucetinha com pelinhos aparadinhos e pretinhos. Abaixou fez o xixi e perguntou se não tinha papel para se enxugar, peguei no porta luvas e entreguei a ela sem tirar os olhos daquela bucetinha que ela não fez questão de esconder. Assim enxugou a buceta, subiu a calça olhando para o meu rosto sem a menor cerimonia. Entrou no carro e me convidou para ir numa cachoeira perto da cidadezinha que eles estavam morando, claro que topei na hora e ela disse que precisávamos passar na casa dela e pegar bikini e chamar o Artur. Marcela, como vamos chamar o Artur para ir conosco depois que eu vi essa sua bucetinha e estou de pau duro, na realidade, me desculpe o Artur, mas eu quero transar com você agora mesmo e quero te chupar muito, você está louca? Calma, disse ela, tudo em seu tempo, já me decidi, nuca trai o Artur e não vai ser hoje que o farei, quero que ele esteja junto que também quero sentir esse pauzão me rasgando a buceta, que ser esfolada de verdade, quero gozar muito e espero que mantenha segredo entre nós. Coloquei o carro para andar de novo e ela disse: Pensa que eu não percebi que estava de olho em mim? Fiz tudo para te provocar e quero usar esse tesão que está todo para mim. Marcelinha, e se ele não topar de ir na tal cachoeira, fico assim? De pau duro? Claro que não, ele vai querer ir sim. Leva umas Skol Beats, quero ficar louquinha. Chegamos na cidade e ela entrou em casa e fiquei na porta esperando, dai a pouco, saíram os dois já prontos para ir na cachoeira. Parei em uma mercearia e comprei 2 packs de Skol Beats azul e umas três Heineken latão de arrancada e coloquei no cooler com gelo e partimos. Foi o Artur no banco da frente e a Marcelinha no banco de trás, posicionada atrás do Artur. Reduzi a velocidade e pedi para Marcela pegar umas cervejas para a gente. Quando virei para trás para pegar a cerveja, ela estava de sainha e abriu as pernas e afastou o bikini para mostrar a bucetinha dela. Meu pau já deu aquele sinal de vida. Quando olhava pelo retrovisor interno, ela mostrava os peitinhos com sua Skol na mão. Ela servia para o Artur Skol e para mim, Heineken. Chegando na cachoeira, ela estava vazia, tinha apenas dois casais que estavam juntos e nós. As mulheres todas gostosas, daria uma suruba organizada se organizasse direitinho. Ficamos dentro da água bebendo e certo momento os dois casais juntaram suas coisas e foram embora. A água era bem cristalina e dava para ver o capôzinho de Marcelinha na água. Ela bebeu muita cerveja e estava meio vermelhinha, mas o Artur não ficava para trás. Elas estava massageando o pau do namorido na água e ele só pedindo para parar e ela com sua vozinha dengosa dizia: Ai amor, estou precisando. Artur: A sai pra lá, me deixa sossegado curtir a cachoeira. Marcela: Se não quer, tem quem queira. Artur: A é mesmo? Quem? Marcela: Acredito que o Hunter não dispensaria. Dispensaria Hunter? Lógico que não dispensaria, só não tenho sorte. Marcela: Acho que hoje é o dia de sorte dele, não é Artur? Artur: Para com isso Marcela, o que ele vai pensar de você. Marcela: Nada de mais, acho que ele já esta pensando. Não é Hunter? Na verdade Artur, eu não deixaria passar de liso não, na realidade, já estou quase ocupando seu lugar, se permitir. Artur: Essa piranha só que quer rola nessa bucetinha dela, já estou até cansado de tanto que ela procura. Marcela: Tá vendo Hunter? Nisso ela puxa para o lado o bikini e mostra os peitinhos para nós dois e ele ficou de boa. Achei que ficaria bravo, mas nada. Marcelinha leva seu pé no meu pau que estava duro, apesar da água fria e passa levemente para conferir. Marcelinha: Nossa Hunter, que pau grande você tem. Artur, busca mais cerveja para nós. Artur saiu da água e foi até a caixa e trouxe mais 3, voltou a beber e se sentou ao nosso lado, nisso a Marcelinha já estava com a mão dentro da minha bermuda acariciando meu pau. O Artur viu na transparência da água e disse: Artur: Se esbalda ai sua safada, você está querendo dar a sua bucetinha? Encontrou ai um pau e já está com a mão nele. Marcela: Senta ali na pedra e Artur, fica de olho se vai vir alguém. Sentei na pedra e ela já veio faminta por rola e passou a língua bem na pontinha rodeando a cabeça do meu pau e iniciou colocando a cabecinha na boca, sugando só a cabeça e aos poucos foi engolindo mais, até mamar o pau até a metade e sair lagrima nos olhos, batia no rosto e dizia: Que saudades de uma rola dura, olha aqui Artur, será que aguento? Artur: Tomara que rasgue essa sua buceta foguenta, eu não estou dando conta mais, aproveita ai safada. Ela mamou mais rápido e vendo que já estava no ponto de bala, puxou o bikini para o lado, posicionou a minha rola na entradinha de sua bucetinha e sentou bem devagar, engolindo aos poucos os 19 centímetros de pau. Escorria lagrimas nos seus olhos e achei que estava machucando ela, sua bucetinha apertava meu pau e ai achei que estava machucando. Marcelinha, está tudo bem? Como muita sofreguidão ela respondeu que sim e subia e descia bem de vagar e em certo momento, ela sentou em meu colo até entrar tudo e rebolou por alguns minutinho gozando forte de forma que senti a sua buceta pulsar em volta de meu pau. Artur: Pessoal, vamos terminar isso em um lugar mais seguro porque a qualquer momento pode chegar alguém. Voltamos para a cidade por ideia de Marcelinha, iriamos terminar na casa deles. Chegando na cidadezinha, passamos no mercado novamente e comprei mais bebidas para nós e alguns tira gostos. Chegando na casa deles, Artur abriu o portão e pediu para deixar o carro escondido no fundo da casa. Quando entrei pela cozinha simples, inclusive a casa é toda simples, a Marcelinha pulou no meu colo de pernas abertas em volta de minha cintura enquanto seu namorido colocava as compras na cozinha e foi me guinado até o quarto deles. Chegando no quarto, coloquei ela de costas na cama e ajeitei o pau na entradinha da bucetinha dela e empurrei até entrar tudo, ela soltou um gemido e confessou: Nunca sentei em um pau desse tamanho. O pau do Artur é bem menor que seu, aguento facil, mas o seu é muito grande para eu me acostumar rápido, mas mete com força que quero gozar nele. Bombei forte e batendo colado no fundo da buceta dela, arrancando um gemido abafado e o gozo veio. Continuei a meter forte e com a bucetinha dela lubrificada não demorou e anunciei o gozo. Marcela: Goza na minha boca. Goza na minha boca. Tirei da buceta dela e ajoelhada no chão, enchi a boca dela de porra e ela não engoliu, guardou na boca. Nisso chegou o Artur e recebeu um beijo na boca e ela passou a porra para a boca do namorido. Artur: Marcelinha, nós combinamos que daria para ele, mas a parte de me dar beijo com porra na boca é foda. Marcela: Deixa disso, que m não come mais é viado, você vai me ajudar a endurecer o pau dele e eu quero mais. Ela foi ao banheiro e se lavou. Artur buscou cerveja para nos dois e ela foi a cozinha e fez uns bifes a palito que havia comprado. Artur já estava meio grogue com tanta Skol Beats na cabeça e confessou que já tinha um tempo que não estava mais aguentando meter na sua namorida, ele disse estar enjoado, porque no namoro deles já tinha metido nela de tudo que era jeito e nisso perguntei a ele se já comeu o cuzinho dela e ele afirmou com a cabeça. Marcelinha voltou no quarto e sentou nua ao nosso lado oferecendo carne. Me dá um beijo na boca e outro no Artur. Marcelinha: Nossa amor, hoje estou feita, dois homens só para mim. Artur: Dois??? Nada disso. Tô fora. Marcela: Tá fora, então vai me ajudar chupando o pau do Hunter. Ou me come gostoso ou vai chupar. O que prefere? Artur: Marcelinha, não gay não. Só estou cansado, nós já metemos demais e eu te liberei só hoje e não vai ter outro não. Nisso ela deixa a travessa com carne sobre o criado e vem para cima de mim, bebe uma golada forte de cerveja e inicia a chupada no meu pau, assim que estava em ponto de bala, sobe e inicia uma cavalgada gostosa. Marcela: Artur, chupa meu cuzinho para eu ter coragem de dar para o Hunter. Eu quero. Ele iniciou umas lambidas no cuzinho dela e de vez enquanto a lingua dele esbarrava no meu pau e ele não falava nada, Quando ela estava com tesão, tirou meu pau da sua bucetinha e mandou ele chupar meu pau com bastante saliva para facilitar a entrada nela e ele se recusou, ela pegou no cabelo dele e puxou de encontro ao meu pau e ele de boca fechada esbarrou o queixo com barba pequena dando uma ranhadinha. Para caraio, vai machucar meu pau e eu não vou conseguir comer o cuzinho de Marcelinha. Enfim, ele abriu a boca e mamou o meu pau deixando bem lubrificado e cuspiu no cú de sua mulherzinha e guiou meu pau naquele orifício apertadinho. Marcelinha sentou bem devagar e ele ajudando ela a sentar e não escorregar e entrar tudo de uma só vez. Assim que entrou tudo, ela parou um instante e iniciou um leve sobe e desce para acostumar. Assim que já estava laceado, ela saiu de cima e ficou de quatro na cama e pediu para meter nela por trás. Assim que fiquei de pé atrás dela, Artur cuspiu no cuzinho da amada para ajudar e eu coloquei o pau na entrada do cuzinho dela e ela mesma se encarregou de jogar a bundinha para trás e engolindo meu pau. Quando já estava tudo dentro, ela pediu para que eu metesse com força e assim fiz, dei umas estocadas fortes e quando dei um tapa naquela bundinha deliciosa, ele pediu para não bater, porque os vizinhos iriam ouvir. Meti mais forte bombando com força e Marcelinha agarrou o lençol da cama e colocando na sua boca, soltou um urro abafado de quem acabava de gozar, meti mais forte até que enchi aquele cuzinho de porra. As pernas de Marcelinha bambearam e eu e Artur tivemos que dar um banho nela segurada, as pernas dela estavam bambas de tanto que gozou. Coloquei ela na cama e enxuguei com a toalha e depois cai de boca naquela bucetinha e ela deu uma gozada apertando a minha cabeça com as cochas. Marcelinha: Hunter, não aguento mais nada, quero dormir. Artur, trás água para mim amor? Artur: Sim. Hunter, já deu, matou sua vontade e a dela, agora deve ir. Tudo bem artur. Marcelinha, quando quiser de novo e o Artur permitir, só avisar, você é uma delicia, adorei. Marcelinha: Também adorei Hunter, estou até bamba. Ok. Precisando de alguma coisa me fala. Sai e fui embora com meu pau até dolorido pela foda. Passado alguns dias, acho que eles caíram na real e terminaram. De vez enquanto vejo Marcelinha na loja de veículos usados de seu pai e nos cumprimentamos normalmente e sem suspeitas e nem mesmo falar do assunto. Se um dia ela tocar no assunto, chamo ela para mais round.
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