A mulher do sargento

A história que relatarei aqui, não foi minha, mas ao ouvir o meu colega contando, parecia que até eu mesmo estava lá na hora, então vou relatar com as palavras desse colega.
Sou Roni e trabalho de pedreiro, sempre faço obras particulares combinadas diretamente com os meus contratantes. Fui chamado para um orçamento na casa do sargento de polícia Valfrido e lá fui eu para tentar mais um serviço. Mal combinamos o preço, falei o que cobraria e o senhor Valfrido não chorou nada do valor. Ficou combinado que eu deveria chegar as 7:00 h da manhã e poderia ficar no máximo até 18:00 h e que esposa dele Daniela abriria o portão para mim ao tocar o interfone, eu poderia entrar e iniciar as minhas atividades.
No primeiro dia, a dona Daniela abriu o portão me visualizando pela câmera de segurança e permitiu a minha entrada normalmente. Entrei e executei os meus serviços e ao olhar para a área de serviço, vi a Daniela de short curto colocando roupas na máquina de lavar, não pude deixar de observar que ela era bem gostosa. Bundinha redondinha e com um peitinho redondinho e médio, bem delicia. Fiquei de pau duro na hora que fiquei imaginando aquela delicia. A Daniela é uma mulher de uns 1,60 m de altura, corpinho bem esguio com aparente 50 Kg, aparentando no máximo uns 30 anos.
No segundo dia de trabalho, toquei o interfone e para a minha surpresa a dona Daniela abriu o portão e foi na minha frente para mostrar um serviço que ela queria e não pude deixar de observar que ela estava de Baby Doll daqueles bem molinho, fiquei de pau duro na mesma hora. A dona Daniela me mostrou o que queria e ela deu uma boa olhada no meu volume na minha calça, senti que ela faz tudo de proposito. Pouca mais tarde, por volta de 9:00 h da manhã, ela veio com a mesma roupa me oferecer um café e eu aceitei, ela me serviu na cozinha, continuava com Baby Doll e estava me provocando. Entrei no jogo e fiquei apreensivo pela profissão do marido dela, mas curti o momento sem avançar o sinal. Quem tem cú tem medo, não acham? Tomei o café e voltei para a minha atividade.
Após o almoço, a dona Daniela veio ver o que estava fazendo e para minha surpresa, a safada estava usando uma mini saia bem curtinha. Estava abaixado ajustando um tubo numa vala que havia aberto no chão. Ela se aproximou e quando me chamou, dei uma olhada para cima e tive uma visão privilegiada, vi a sua calcinha de algodão com desenhinhos bem pequeninos sobre um tecido branquinho. A calcinha era bem pequenininha e apertava sua bucetinha, formando aquele capuzinho que dá vontade de lavar a mão na hora, mas não podia nem pensar nisso. Assim que ela chegou e me privilegiou com aquela visão maravilhosa, me ofereceu uma água gelada, visto que o sol estava quente, logo aceitei e ela saiu para buscar. Deitei no chão com a justificativa de que estava ajustando o tubo e pude ver sua bundinha com a calcinha enterrada me mostrando aquelas nádegas dos sonhos. Ai meu pau queria estourar na calça, a essa altura já havia perdido a noção. Quando retornou com a água, Daniela viu meu pau bem duro e fixou o olho nele. No momento fiquei meio sem o que falar, por medo do Sgto. Valfrido, mas ela me serviu a água e não parava de olhar para o meu pau duro. Tomei a água e ao devolver o copo, ela olhou nos meus olhos e me ofereceu um café com uma voz bem sensual. Neste momento, a cabeça de baixo falou mais alto que a de cima e aceitei. Ela disse que iria preparar e me chamava. Lá foi ela.
Em 15 minutos ela grita da cozinha:
-Roni, pode vir, o café está pronto.
Bati a poeira e lá fui eu para uma xicara de café e ver o que era aquilo, por que fiquei remoendo em minha cabeça que aquela safada estava me dando mole desde o primeiro dia de trabalho. Entrei na cozinha e ela pediu para que eu sentasse, assim o fiz. Ela me pediu para lavar as mãos e me indicou a porta do banheiro, lá fui eu e ao entrar no banheiro, vi uma calcinha e logico que cheirei, estava perfumada e com aquele cheiro característico de buceta, hummm, que delicia. Voltei para a cozinha rápido e me sentei à mesa. Ela me serviu uma xicara e sentou-se na cadeira a frente da minha e iniciou um papo do nada.
-E ai Roni, tem pego muitas obras?
-Não muitas, até poucas, mas boas.
-É casado? Ou namora?
-Namoro sim, mas nada muito sério.
-Eu não pude notar que estava excitado quando fui lá fora, o que foi? Estava pensando em sua namorada?
A essa altura não queria saber de mais nada e logo entrei de cabeça.
-Sim, estava muito e ainda um pouco.
-Levanta para eu ver.
-Nossa, sua namorada não está cuidando de você não? Pelo que vi ai, parece que faz um tempo que ela não te dá um chá. Por isso toma tanto café? Rsrsrsrs.
-Não dona Daniela, nada disso, disse meio apreensivo se era uma armadilha.
-Não precisa me chamar de dona mais não, só Dani está bem e pode chamar o Valdemiro de Val mesmo, assim que nos chamamos por aqui, não precisa de formalidades.
Tomei café e quando levantei para voltar ao trabalho a Dani me pediu para ficar parado na frente dela e nisso ela levou a mão em meu pau por cima da calça e passou a mão na extensão de meu pau e soltou um:
-Nossa Roni, a sua namorada está perdendo heim. Que pau gostoso.
-Ainda não provou, porque diz que é gostoso?
-Quero confirmar se é mesmo, o que acha? O Val curte uns negócios diferente. Que tal ir para casa para tomar um banho e voltar aqui às 20:00 h, ai o Val já chegou e podemos ver tudo isso juntos. Ele gosta de me ver e ele já sabe de você, falei com ele e ele concordou.
Assim deixei as coisas arrumadas e fui para casa. Tomei meu banho, fiz a barba e peguei a minha moto e fui para a casa da Daniela. No caminho foi me dando um certo medo e eu pensei em desistir, mas lembrando do que vi debaixo daquela mini saia, fiquei animado e pensando sobre chegar lá e ver que o clima não está propicio, paro tudo e meto o pé de volta.
Chegando, toquei o interfone, abriu o portão e entrei com a minha moto deixando no lado interno. Entrei na porta da sala, nunca havia entrado por ali. Ela gritou do quarto que era para eu me sentar no sofá que já estavam vindo. Assim o fiz.
Ao entrar na sala, vem o Voldemiro e a Dani juntos. Ela estava usando um hobbie de seda bordô. Chegou bem próximo de mim e me cumprimentou com um beijo no rosto e me deu um boa noite com uma vozinha bem suave e seu marido Val chegou me estendeu a mão e também me deu um boa noite com um ar tranquilo. Cumprimentei o casal e fiquei ali sentado. O Val me trouxe uma cerveja e se sentou no sofá com a sua maravilhosa Dani do lado, ela buscou uns petiscos e uma taça de vinho para nos acompanhar e entre as bebidas iniciou o assunto da noite. O Val iniciou.
-Roni, gostou da Dani? Ela tem me falado das provocações que ela fez e que ficou de pau duro para ela. Quer meter nela para eu poder ver? Fico só assistindo, essa é minha tara. Pode fazer tudo, só que com carinho, nada agressivo e nada que ela não permitir, no mais é deixar fluir. Tá afim de continuar? Ela me disse que quer te dar. E ai, o que acha?
-Realmente achei a sua esposa linda e com todo respeito, muito gostosa e se não for um problema, quero transar com ela sim.
Dani levantou, foi até sua TV, procurou um canal com musica e de costas para nós dois abriu o seu hobbie e deixou cair ao chão revelando suas curvas e aquela deliciosa bundinha que havia visto apenas debaixo da saia e dentro de roupas. A safada deu aquela arqueada em sua bunda, mostrando aquela visão gostosa de uma bucetinha coberta por uma calcinha branquinha vista de trás. Ai meu pau já deu aquele salto e nem me disfarcei. Deixei rolar. A Dani foi de encontro ao seu marido sentado no sofá e sentou perto dele e ficaram me olhando e bebendo. A Dani olhando para o meu pau e o Val também e nisso o Val iniciou a provocação.
-Levanta amor. Olha que delicia Roni, hoje você vai se deliciar com tudo isso, olha o capuzinho dela que delicia.
O Val afastou a calcinha dela para o lado expondo a bucetinha dela bem lisinha, tirou o sultian dela expondo aqueles peitinhos lindos e me provocando. Passou a mão neles e perguntou se queria tocá-los, assim que afirmei com a cabeça, ela tirou a calcinha e veio na minha direção nua. Ajoelhou em minha frente e ficou passando a mão no meu pau sobre a calça. Olhou para o Val e disse:
-Olha amor. Ele está de pau bem duro, do jeito que gosto, hoje você será o meu corninho. Está pronto.
Ele concordou com a cabeça e não parava de olhar para a sua esposa nua apalpando o pau de outro homem em sua frente. Dani foi tirando a minha calça e ao saltar o pau para fora, Dani deu uma punhetada e olhando para meu rosto, deu uma boa chupada na cabeça de meu pau e aos poucos engolindo, lambendo toda extensão e passando a língua nas bolas e depois colocando na boca e chupando com vontade.
O Val nos recomendou a ir para o quarto deles e nisso ela me puxou pelo braço, me livrei das roupas e fui junto com ela.
Chegamos em brasa e logo fomos para cama, deitei ela e já cai de boca naquela bucetinha lisinha e cheirosa. Chupei os peitinhos dela com vontade e passei as mãos em todo corpo dela, ela soltava muitos gemidos a cada investida e nisso criamos um mundo só nosso e até havíamos esquecido que havia mais alguém na casa.
Quando coloquei a Dani de quatro na cama, como ela queria. Assim que me posicionei atrás dela, ela olhou para trás e apenas disse:
-Mete bem devagar, quero sentir o seu pau entrar bem devagar.
Posicionei a cabeça e fui empurrando bem gostoso e quando estava metendo bem gostoso, ouço a porta abrir e entra o Val, ou melhor, Sgto. Valdemiro fardado e com arma na cintura, como estivesse em serviço. Tomei o susto e já fiquei com medo do que poderia acontecer. A Dani mandou eu continuar metendo e esquecer dele por ali. Agarrei o cabelo dela e meti com bastante força. A cadela gozou no meu pau e deitou o peito na cama deixando aquele rabo gostoso para cima. Continuava a meter e com medo ainda, afinal o cara era policia e estava fardado e armado.
Continuei metendo e o medo não me deixava entrar no clímax. A Dani deitou de bruços na cama e pediu para comer o cú dela naquela posição. Ela pegou meu pau, pincelou na entrada do cú e pediu para que colocasse bem devagar, assim o fiz e quando entrou tudo, iniciei umas bombadas bem devagar e ela segurava as nádegas abertas para entrar mais. Meti com muita força e a safada gozou gostoso.
Deitamos de conchinha e com o pau dentro do cuzinho dela, reiniciei umas bombadas bem devagar. O Val veio e ficou bem de pertinho observando.
-Olha corninho, olha o pau dele bem no meu cuzinho, vem, chupa minha bucetinha para eu gozar de novo.
Ele colocou a língua na bucetinha dela e ela empurrava o cú no meu pau enquanto a língua dele batia em seu grelinho, assim não resisti e já tinha relaxado do susto e acabei gozando no cuzinho dela, a porra foi saindo ao lado de meu pau amolecendo dentro do cú dela. Tirei meu pau bem devagar para não machucar o cuzinho dela e assim que estava fora, sai da cama para me recompor e fomos para a sala.
A Dani me disse que o fetiche do seu marido era ser corno fardado e esqueceram de me avisar. Rimos juntos e tomamos mais uma cerveja. A Dani me fez um boquete enquanto estava sentado tomando cerveja e bem rapidinho e com a habilidade dela gozei gostoso em sua boquinha, ela bebeu toda porra, deu um gole na cerveja e deu um beijo em seu marido.
Deixei os dois e voltei para a minha casa pensando na doideira que acabei de passar.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rayhunters

Nome do conto:
A mulher do sargento

Codigo do conto:
251986

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
13/01/2026

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