Uns dias após liberar Analu das grades

Há alguns dias atrás, eu tive que ajudar uma amiga que se meteu em uma discursão de rua e ela foi para as vias de fato estapeando a cara de um folgado na rua. Ela foi detida e fixada uma fiança e ela não tinha o dinheiro para pagar. Como já dito eu paguei parte da fiança. No dia que sai, transamos num hotel após a sua liberação.
Passado já alguns dias do acontecido, Analu me ligou e achei que ela queria me devolver o valor que emprestei para sua fiança, mas ledo engano, ela queria conversar e mesmo se aliviar na minha pica.
-Oi, tudo bem?
-Tudo, e você? Como está?
-Bem também. O que está fazendo?
-Agora nada, só deitado aqui em casa mesmo e você, o que está mandando?
-Vou ser direta, estou num tesão danado, você gostaria de me encontrar?
-Claro, já fiquei de pau duro aqui só de pensar em suas palavras.
-Então vem logo, vou descer naquela rua abaixo de minha casa e você me apanha lá que hoje quero levar bem forte no cuzinho. Quero muito que meta na minha bucetinha, boquinha e cuzinho, já me depilei todinha e estou lisinha e cheirosinha, pronta para te dar gostosinho, você quer cuzinho heim????
-Eu adoro o seu cuzinho e adoro a sua disposição de dar com naturalidade. Chego ai em 30 minutos.
Corri, tomei um rápido banho, passei um perfume bem intenso com feromônios e parti para apanhar Analu no local combinado.
-Oi gostosa, quanto está cobrando para um serviço completinho?
-Palhaço, abre logo essa porta ai que vou entrar.
Entrou no meu carro e dali partimos para um motel em uma cidade vizinha que fica a 25 minutos da nossa cidade. Entrei em um motel na marginal da estrada. Analu tirou suas roupas ali no carro mesmo, nem esperou para entrar na suíte. Pegou a minha mão e levou até a sua bucetinha que estava ensopada de tesão. Enfiei dois dedos na bucetinha depilada dela e levei até a minha boca para sentir seu gosto que estava ótimo. Ela abriu a porta do quarto e entrou, me chamando com o dedinho.
-Vem...
Entrei na suíte e ainda de roupa. Analu foi ao frigobar, pegou uma garrafa de cerveja, bebeu um bom gole, me beijou a boca e me puxou pela mão até um daqueles divãs que colocam no motel. Analu se debruçou, deixando a sua bunda e buceta bem expostas. Que visão privilegiada. Aqueles cabelos longos e pretos caídos de lado, com aquele peitinho encostado no divã, o famoso de quina para a lua, a visão daquele cuzinho e a bucetinha lisinha estava me deixando louco.
-Não quero que me chupe, apenas quero que mete em mim.
Tirei toda minha roupa em questão de segundos. Já cheguei atrás dela, pincelei a cabeça do meu pau na rachinha da bucetinha dela e a cabecinha já ficou meladinha, Analu estava para a maldade mesmo, empurrei a cabeça na buceta dela e ela soltou um gemido de tesão.
-Isso, mete gostoso, come a sua puta, me arregaça, me faz gozar no seu pau, mete tudo, mais forte, acelera que vou gozar. Isso, isso, vai...
Primeiro gozo da Analu. Continuei bombando bem devagar e ela foi relaxando. Para ela descansar, tirei o pau de sua bucetinha e levei até a sua boca. Ela abriu a boca e eu iniciei metendo na boquinha dela e ela na mesma posição. Levei a mão na bucetinha dela e com três dedos iniciei uma siririca bem forte, metia os dedos e enfiava a rola na boca dela e ela foi relaxando de forma que já estava engo lindo meus 19 centímetros de rola toda. Quando ela gozou novamente nessa brincadeira, coloquei um dedo no cuzinho dela com a própria lubrificação de sua buceta, pelo relaxamento dela o dedo entrou fácil demais. Nem esperei muito e já coloquei mais um dedo e iniciei o vai e vem. Levantei Analu do divã e levei ela para a cama. Ela me deitou e veio por cima de frente para mim, sentou no meu pau e deslizou de uma vez até entrar tudo. Iniciou uma cavalgada sem subir e descer, apenas roçando para frente e para trás, sorte que corto os pelos bem baixinhos no pau. Analu foi aumentando a velocidade até gozar, ela gemia e dava umas bucetadas de ida e volta esfregando. Quando ela se levantou um pouco, deu para ver que meu pau estava muito lubrificado com aquele suco e ao levantar mais um pouquinho, deu aquela liga que estava grudada na sua buceta e no meu pau. Analu direcionou o meu pau na entradinha de seu cuzinho e foi sentando bem devagar, a cabeça passou e ela segurou um pouco, deu uma respirada mais forte e foi descendo novamente, chegando na metade, ela deu outra pausa e após um suspiro forte, desceu engolindo o restante, com o pau atolado todo no seu cú, ela iniciou um sobe e desce bem gostoso, a safada quicava dando umas batidas na minha virilha que ecoava no quarto. A safada estava faminta e não demorou muito e eu explodi em uma gozada que esporrei o cuzinho dela todo. Meu pau ainda estava duro e ela continuou mais um pouquinho até que ela gozou com meu pau em seu cuzinho, acredito que pela sensação da porra quentinha no cuzinho, o tesão dela falou mais alto.
Analu deitou meio mole no meu peito e com uma respiração profunda, adormeceu em descanso.
Meu pau amoleceu todo e eu tive vontade de fazer xixi. Tirei ela de cima do meu peito e fui ao banheiro. O cheiro de sexo estava no ar. Quando retornei Analu estava deitada de bruços e deu para ver a porra escorrendo do cuzinho dela, passando na portinha de sua bucetinha e caindo na cama de lençóis brancos e todo amassado pela luxuria que ali acabava de acontecer.
Iniciei uma leve punheta observando aquela fêmea deitada de bruços e rapidinho já estava recuperado. Cheguei atras dela e encaixei meu pau naquele cuzinho que estava bem lubrificado e empurrei bem devagar. Ela acordou e deu umas reboladinhas para facilitar a entrada e assim iniciei umas bombadas ora forte, ora devagar e bem cadenciadas. Analu foi arqueando o corpo até ficar de quatro na cama e eu bombava mais forte. Ela anunciou que estava gozando e eu acelerei as bombadas chegando no clímax novamente, jorrando a porra quentinha de novo naquele cuzinho gostoso.
Mesmo um pouco bambo, pelos esforços, fui ao banheiro e abri o chuveiro para um banho. Analu chegou no banheiro na sequencia para me acompanhar num banho.
Lavei as costas dela e passei sabonete em todo seu corpo tirando o suor. Ela me lavou também e quando chegou no meu pau, passou bastante sabonete e iniciou uma punheta bem gostosa. Tirou o sabão e me pegando pelo pau, me levou até a mesinha de lanche e iniciou um boquete bem gostoso.
Cada mamada que ela dava, massageava as minhas bolas. A safada sabe como ordenhar um pau. Parava de chupar e batia uma punheta, dava linguadas na cabecinha e depois voltava a punhetar.
Puxei ela pelo cabelo e coloquei ela ajoelhada na cadeira, passei a língua bem molhada de saliva na sua bucetinha cheirosinha e deixei lubrificada, prontinha para receber meu pau. Deslizei meu pau na entrada e a bucetinha dela foi ordenhado meu pau. Metia bem leve para ela sentir o entra e sai do meu pau. Peguei o cardápio e mandei ela escolher um lanche para nós enquanto metia nela, só de sacanagem, ela escolheu sanduiches que estavam na primeira página para facilitar. Peguei o interfone e chamei na recepção e coloquei em seu ouvido.
-Pede nosso lanche.
-Mas agora estou levando sua rola na buceta. Isso é maldade.
“-Recepção, boa tarde.”
-Boa tarde. Me manda dois sanduiches de...
Aumentei o ritmo das estocadas e ela perdeu o raciocínio. Kkkkk
“-Pois não senhora.”
-Sanduiche de filé mignon.
“-Ok. Mais alguma coisa?”
-Não. Só isso mesmo.
Analu desligou o interfone puta.
-Mete seu safado, queria me comer com alguém ouvindo é? Agora me arregaça que eu quero muito gozar no seu pau.
-Então toma sua safada. Batia bem forte que estalava.
Ela gozou em meu pau bem gostoso e já desceu da cadeira ficando de joelhos no chão.
-Agora enche a minha boquinha de porra seu safado, goza em minha boca vem.
Enquanto Analu chupava as bolas, eu batia punheta e rapidinho veio o gozo. Ela abocanhou a cabeça do meu pau e sugou forte, bebendo a porra quentinha. Fui chupado até o ultimo caldo, não sobrou nada além de um pau mole e o dono desfalecido e de pernas bambas.
Analu se levantou e me deu um beijo de língua com sabor de minha peca e de porra. Como podia recusar se ela havia acabado de me chupar.
Após o lanche, fomos embora e no caminho ela disse que estava preocupada em me pagar o valor que emprestei e disse que ainda não sabia como. Fiquei meio sem jeito de falar que receberia em buceta e cú mesmo. Para não ser grosseiro, isso ficou nos meus pensamentos intrusivos mesmo, afinal ela já me dá há um tempo e nunca foi por dinheiro, apenas por tesão e confiança, sabia que eu seria discreto e ela poderia levar seu casamento desgastado até o cidadão pedir separação, sem perder nada. (Nunca coloco fotos, porque são acontecimentos reais e nem teria coragem de expor fotos das mulheres que transo)

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rayhunters

Nome do conto:
Uns dias após liberar Analu das grades

Codigo do conto:
257348

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
20/03/2026

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