Churrasco, pagode e uma metida especial no banheiro
Fui convidado para uma festinha na casa do Luiz, ele tem uma esposa chamada Juliana. Juliana é morena de cabelos levemente cacheados, com uns peitos volumosos, aquele corpinho bonito com pouca barriguinha, ela deve ter uns 42 anos. Churrasco iniciado, comigo junto, formou um grupo de 10 pessoas. As coisas fluíam perfeitas, todos ajudando na dinâmica, umas mulheres na cozinha juntas com a Ju cortando legumes e fazendo os acompanhamentos. Os rapazes juntos colocando aquele fogo na churrasqueira e ajeitando as bebidas no freezer da área de churrasco, tudo correndo normal como deveria. Iniciamos colocando as carnes para assar e bebendo ao lado da churrasqueira e falando besteiras e amenidades. A mulherada soltando gargalhadas ali na cozinha e pelo jeito estava animada. As senhoras se juntaram a nós homens na área de churrasco e a Stefane ficou na cozinha, Stefane é uma loirinha de olhos claros puxados para azuis, uma delicia. Estava de rolo com um dos presentes. O rolo dela era o Felipe que foi até a cozinha levar para ela uma bebida. Ficamos todos num bate papo coletivo, os mesmos assuntos de antes e até algumas putarias ditas pelas mulheres que a essa pouca altura, estavam animadas. Até por demais para meu gosto. Quando o Felipe voltou, ele comentou meio de pé de ouvido o motivo das risadas e gargalhadas na cozinha entre as mulheres. Cara, a Stefane disse que a Juliana, mulher do Luiz, que é nosso anfitrião, falou que se ela fosse trair o Luiz seria com você. Imagina você metendo na mulher do Luiz. Felipão, nem penso nisso. Tá louco. O churrasco transcorria normalmente e colocaram uma musica para animar o ambiente. Um pagode com aquelas musicas meio de duplo sentido e falando de amor. A galera cantava e cada vez chegavam mais naqueles pagodes românticos, passando por samba. A tarde foi finalizando e a galera começou a dispersar aos poucos, teve alguns folgados que pediram para tirar um cochilo na sala do Luiz e Juliana. Na área de churrasco tem banheiro, mas de vez enquanto era necessário ir dentro de casa. Passando para ir ao banheiro, vi a Marcia namorada do Glauber dormindo com um shortinho bem leve que contornou bem a sua bunda, que tesão. Para não ficar chato se fosse pego olhando o rabo da Marcia, me apressei a ir ao banheiro, mas de pau meia engorda. Chegando no corredor, dei de cara com a Juliana que esbarrou, acredito que sem querer, no meu pau. Nossa, que animação é essa, disse Juliana com aquela voz sacana. Meio sem graça, apenas disse que não era nada e para descontrair disse apenas que seria tesão de mijo e rimos. Entrei no banheiro dei aquela mijadinha merecida e sai do banheiro para ir para junto da galera. Juliana estava na sala sentada no sofá com um short largo de frente para o corredor da casa e ao andar na direção da sala, dava para ver que ela estava de calcinha branquinha e pelo que vi, ela fez de provocação mesmo. Não me intimidei e dei uma boa olhada e ela facilitou mais ainda. Passei e fui em direção a cozinha para ir para a área de churrasco. Fui seguido pela Ju e ela disse que era para eu voltar no banheiro dentro de uns 30 minutos que ela teria uma surpresa para mim. Voltando a área de churrasco, o Luiz se aproximou e disse que a Ju, sua esposa, estava carente e querendo experimentar algo novo. Sem entrar em detalhes, apenas disse que se fosse do agrado dele e se ele não se importasse, eu toparia, desde de que não não atrapalhasse na amizade entre a gente. Ele apena me deu um leve tapa no ombro e disse que seria de suma importância a discrição. Depois disso, vi que era desejo de ambos. Stefane chegou próximo de mim e disse baixinho com sorrisinho no rosto: -Vai comer o bucetão da Ju né seu safado. Vi o Luiz de dando carta branca, sortudo. Tá bom, e você? que dia o Felipe vai liberar? Safadinha. A Stefane apenas sorriu e saiu rebolando levemente a bundinha naquele shortinho branco e se juntou ao Felipe. Fiquei ali meio de canto bebendo cerveja. A Marcia que namora o Glauber, acordou e saiu de casa, veio para junto dele e a casa ficou vazia. A turma foi ficando animada, o álcool já estava no grau bom para dar a fuga. Sai rumo ao banheiro, já se passaram os 30 minutos combinado. A Ju foi para a cozinha para preparar uma sobremesa. Colocou algo no forno e eu estava no banheiro. Juliana abriu a porta e me chamou para ir para a suíte deles e lá fomos. Entrando no quarto, a Juliana me levou ao banheiro me puxando pelas mãos. Juliana ajoelhou num tapete desses felpudos e olhando em meu rosto, iniciou a abertura de minha bermuda, meu pau estava duro e ao abaixar a bermuda com cueca e tudo, meu pau pulou em sua cara e ela abocanhou e iniciou um boquete bem faminto, chupava até a metade do pau e voltava até a cabeça e voltava a chupar até a metade e fazia carinha de putinha safada. Assim que senti que poderia impor um ritmo mais forte, tirei meu pau de sua boca, bati o pau na bochecha dela e ela ria. Ali deu para ver que ela era bem putinha e gostava de sacanagem. Juliana colocou a língua para fora e eu batia o pau na língua dela e ela sorria. -Não podemos demorar muito, tem convidados lá fora e eles não podem desconfiar, foi uma imposição do Luiz que seria uma rapidinha e deveria ser no churrasco, era fetiche dele. Ela levantou e tirou seu short abaixou colocando as mãos no vaso sanitário e me pediu para que metesse sem dó. -Vem, arromba essa putinha do Luiz, não precisa ter dó não, só quero que goze para mim. Pincelei a cabeça, só a chapeleta na entrada da buceta dela e já deu para sentir que estava molhadinha. Empurrei bem de leve e ela rebolava no meu pau enquanto entrava e facilitava a penetração, assim que entrou tudo, Juliana deu uma gemido e olhando para trás disse: -Nossa, que pauzão grosso e grande, assim vai me rasgar safado. Iniciei as bombadas sem dó, batia firme e não deixava dar aquele som alto de batida, com medo do eco no banheiro e receio de alguém ouvir. -Isso, me arregaça gostoso, acelera mais um pouco que quero gozar no seu pau. Vai safado come essa putinha, me faz gozar gostoso, vem. Ela gozou tão forte que dava para sentir que meu pau ficou mais soltinho, estava muito molhado, escorregava fácil. Diminui o ritmo e deixei ela curtindo o seu gozo. Ela mesma percebeu que ficou muito molhado e poderia demorar para gozar, pegou a toalha de rosto pendurada, passou em meu pau e enxugou a sua buceta que estava espumada de tanto gozo, levou a mão atrás e direcionou meu pau de novo na sua buceta. -Mete logo que quero que goze para mim, quero colocar sua porra na boca e vou dar um beijo no Luiz para ele sentir. Empurrei sem dó, entrou raspando tudo e foi até no fundo daquela buceta. Bombei bem forte com o mesmo cuidado para não fazer barulho. -Nossa Ju, vou gozar, que delicia de buceta você tem. -Goza na minha bucetinha, eu tomo anticoncepcional e não tem problemas não, mas deixa um pouquinho para minha boquinha. -Toma gostosa, sente minha porra invadindo seu útero então, sua safada, assim aperta essa buceta, ordenha meu leite sua safada. Assim que ela sentiu meu jato de porra invadindo o seu útero, ela ajoelhou mais uma vez e iniciou lambendo meu pau ali na meia engorda, limpando a porra que restava na cabeça do meu pau. -Vou sair e você fica mais um pouco. Me dá ai uns 5 minutos e pode sair. Juliana gritou para o maridão. -Lu, chega aqui na cozinha, preciso de sua ajuda para tirar a sobremesa do forno. Achei estranho, mas como combinado, sai do banheiro da suíte até de pernas bambas. Passando pelo corredor, avistei a cozinha após chegar na sala, vi a Juliana pegar o rosto do marido e dar um bom beijo de língua nele. -Obrigado Lu, te amo. Foi maravilhoso. Passando pelo casal, o Luiz colocou o dedo indicador em riste no nariz e fez aquele: -Xiiii (de silencio), quem come calado, come mais vezes. Disse isso piscando o olho esquerdo para mim. Sai calado e cheguei na área de churrasco. A galera já estava alta e me juntei a eles. Felipe perguntou onde me meti e disse que estava meio soado e pálido. -Felipão, a picanha é gostosa e adoro, só que a gordura me dá aquela dor de barriga e não tem jeito, o negocio é sentar no trono e virar rei mesmo. Caímos na gargalhada e deu para disfarçar, menos para Stefane. Já estava integrado no rolê de novo e passou batido tudo aquilo. A Stefane chegou em mim e me ofereceu uma cerveja, dizendo que meu copo já estava quente. Ao chegar perto ela despistou e me disse: -E ai? Como foi? -Como foi o quê? -Meteu na Juju, não foi? -Se eu disse que sim, você será a próxima? -Quem sabe? Vou ver com a minha amiga se foi bom e ai descido. Stefane saiu naquele mesmo jeitinho rebolando sua bundinha com aquele short branquinho. Me enturmei de novo e sentado mais próximo do Felipe, ele me confidenciou que ele e o Luiz disseram que as esposas queriam fazer umas aventuras e disse que eles me escolheram por ser, na época, solteiro e de boa com as coisas. Dai já emendei logo, a Stefane também vai provar a minha rola então? -Sim, mas depende dela. Ela quer, só que a ideia dela é sair em outra cidade e se rolar, será a noite toda e se você topar, podemos ser os três juntos. -Ela curte esse lance de dupla penetração? -Cara, de vez enquanto, nós colocamos brinquedinhos em nossas transas e ela disse que era você. Coloco meu pau no cuzinho dela e depois colocamos o dildo na buceta e ela até chora de prazer e goza bastante. Ela curte muito assim e quer experimentar de verdade e tem que ser discreto e principalmente ficar calado. Ninguém pode saber, nosso casamento é fechado, ninguém sabe das nossas loucuras e nem podem saber, entende? -Sim, claro, vamos marcar isso, eu topo. -Como foi comer a Ju? -Prefiro não falar, ela me pediu sigilo. -Perfeito, está aprovado, a próxima putinha que vai comer será a Stefane e quero o mesmo respeito e discrição. Chegaram com dois pudins grande para sobremesa e ficamos nessa conversa. Depois de uns dias, tive o prazer de comer a Stefane e gozar de varias formas, não houve lugar que não levou pau e gozada. Ela é mais safada que a Juliana e depois conto como foi.
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