Comendo o cuzinho da cunhadinha novinha e safada

Namorava a que hoje é a esposa, que nem sonha com isso. Na época, era estudante de engenharia e morava fora de minha cidade natal e a namorada morava em uma cidade vizinha. Para minha ida para vê-la, eu teria que optar, ou visitava a família ou a namorada. Nessa época já metia na namorada, bem escondido, mas a cunhadinha já desconfiava e de vez enquanto jogava uns verdes para ver se eu caia e entregava para ela a verdade.
A família da namorada tinha um comercio no centro da cidade e aos sábados bombava e a minha namorada descia para ajudar, me deixando em casa aguardando. Isso levava o sábado todo.
Em um fato à parte, a minha cunhada não ajudava no comercio e sempre saia na sexta-feira e chegava tarde, estava revoltada com a vida, bebia e fumava escondido. A Gatinha, vou chamar assim, tinha nessa época 18 aninhos, era branquinha, um pouco acima do peso, baixinha e de cabelos curtos, era a mais nova de três irmãs, a minha namorada tinha 21 anos e eu com 22 anos.
Em uma sexta-feira, saio da faculdade e viajo para a casa da namorada, normal, estava na casa da namorada a noite e saímos para os bares, comemos e bebemos normalmente e eu tomo uma cerveja de boa e a cunhada simplesmente sumiu e não deu notícias, ela saia com uma turminha para dar uns beijos e sarrar com os peguetes, eu sabia mais ou menos onde ela ia, só que não tinha como ir até lá, era uma área de reflorestamento. Ela demorou aparecer e assim que chegou, nem conversamos, corremos para a casa para evitar problemas com os sogros. Na manhã do sábado, todos saíram para o trabalho, ficando em casa apenas eu e a Gatinha. Estava deitado na cama e de repente chega a Gatinha na porta do quarto que eu estava vestida com a blusa que ela usava na sexta-feira que era transparente. Parou na porta e a luz do dia que entrava pela casa, batia nas costas dela deixando a transparência bem diante dos meus olhos, observei rapidamente e pude ver que estava apenas de calcinha e a blusa cobrindo parcialmente seu corpo, pela silhueta deu para ver aquela bucetinha deliciosa.
Bom dia. Disse ela. A minha cabeça está estourando, bebi muito ontem e a minha cabeça está a mil.
Bom dia. Vamos lá na cozinha que vou fazer um café bem forte para você que vai ajudar.
Ela foi em minha frente e eu atrás aproveitando para ver aquela calcinha adentrando a bundinha dela e dando aquele tesão. Já estava de pau duro e nem disfarcei, foda-se. Chegando na cozinha, coloquei uma água para ferver e peguei água na geladeira e dei para a Gatinha beber e ela bebeu e eu fiquei olhando para os peitos dela cobertos pela sua blusa e sultian. Que peitinho delicioso. Ela tomou a água e quando olhou reto, avistou meu pau duro empurrando o short do pijama e ela nem pensou: Que isso? Já acorda de pau duro assim?
Na verdade não, é porque quando chegou na porta do quarto, não pude deixar de olhar para você e ver o quanto você é gostosinha.
Para que eu nunca fiz nada na vida e você ficar me provocando, não vai dar certo.
Como não? Ontem sumiu e sei que vai para aquela mata com a galera sua e quem vai naquela mata não deve ir para orar não, já passei ali e tem vários pontos com papel higiênico espalhado pelo chão. Acho ue não é gripe não.
Já fui lá mesmo e ontem fui para lá e ficamos bebendo vodka e fumando cigarros.
Sei bem como é. Ninguém faz nada? Quer que eu acredite nisso?
Sai para passar o café e ao retornar ba frente da Gatinha, dei uma xicara com aquele café forte. Ela tomou e eu ficava olhando para ela com cara de pidão.
Nossa que café bom, acho que vai me acordar mesmo.
Igual ao meu pau está acordado?
Não está comendo minha irmã não seu safado?
Não respondi nada e ela bebeu o café e disse que tomaria um banho.
Quer ajuda cunhadinha? Deixa eu passar sabonete em você.
Engraçadinho. Levanta ela e sai para o banho.
Fui atrás dela e voltei a falar de novo, sério, te ajudo.
A Gatinha entrou no banho e deixou a porta entre aberta. Passei na porta e deu para ver que ela estava de maldade. Dei uma olhada na casa para confirmar que não tinha mais ninguém e empurrei a porta e entrei no banheiro.
Atrevido, o que faz aqui?
A porta estava aberta e achei que era o convite, mais nada.
Estava ela peladinha com aquele peitinho redondinho com aureolas rosadas e aquela bucetinha raspadinha, lisinha e rosadinha. Tirei meu pau para fora da bermuda e iniciei uma leve punheta bem de leve e ela ficou olhando para o meu pau e disse:
Caramba, os meus ficantes não tem um pau assim. Nossa é grande. Posso pegar?
Claro que sim, vem aqui.
Assim que ela chegou, coloquei na mão dela e ela ficou testando as mãos nele e das duas mão abraçadas, ainda sobrou um pouco e ela iniciou uma punheta leve. Desligou o chuveiro e agachando, levou meu pau até a sua boca e iniciou um boquete gostoso enquanto com uma das mãos batia uma punheta para mim. Ela foi intensificando e pedindo para que eu desse leitinho em sua boca e eu resistindo o mais que podia. Chamei ela para o quarto e ela topou. Chegando no quarto, ela se enxugou e voltou a chupar meu pau. Dei um beijo em sua boca e sem dizer nada, coloquei ela deitada na cama de bruços e passei a chupar a bucetinha dela e a dar umas linguadas no cuzinho dela.
Nossa, que delicia, nunca fui chupada assim, desse jeito vai acabar comigo. Chupa gostoso que quero gozar.
Chupei e enfiei a língua naquela bucetinha, arrancando um gemido e mesmo o melzinho. A bucetinha dela estava bem molhada. Subi da buceta passando pelo cuzinho e pelo rego daquela bunda branca, retornando no cuzinho dela e fui em direção às costas ela e ela mais uma vez deu um urro de gozo e continuei a tortura, chegando ao meio das costas e com a língua levemente úmida, cheguei a nuca dela, deixando Gatinha mole. Posicionei meu pau na porta da bucetinha dela e tentei empurrar, o que ela não deixou e disse:
Acredite, sou virgem. O máximo que já fiz foi bater punheta e chupar e deixei apenas chupar meus peitos e tocar uma siririca sem enfiar os dedos.
Tá bom, acredito em você. Nossa eu queria gozar metendo em você, mas vou te respeitar. Será que eu poderia comer seu cuzinho? Se doer é só falar que paro. Deixa eu meter no seu cuzinho, deixa? Dizendo isso bem no ouvidinho dela.
Chupa minha buceta de novo até gozar de novo e vamos tentar.
Desci passando língua nas costas dela até chegar na bundinha dela e ela abriu as nádegas para facilitar e eu caprichei na chupada daquele cuzinho e enfiei a cara na bucetinha dela. Ela gozou novamente, assim fui percorrendo o caminho de volta até a nuca dela e assim que já passava a língua na nuca dela, direcionei a cabeça na entrada do cuzinho dela e fui levemente pressionando e ela dando pequenas rebolada para ajudar na penetração, enquanto isso passava a língua no lóbulo de sua orelha dizendo putarias:
Rebola safadinha, deixa eu arrombar seu cuzinho que a partir de hoje será meu e ela empurrava a bunda para trás. Aos poucos e bem de forma confortável, coloquei tudo, 20 centímetros de pau para dentro. Gatinha foi guerreira, recebeu tudo sem reclamar. Puxei ela pela cintura, deixando ela escorada na cama e com o pau bem no fundo do seu cú. Sem tirar o pau, deitei com ela na cama dela e ficamos de ladinho. Iniciei as bombadas bem leves e ela relaxando seu corpinho. Abri levemente as penas dela de for que a perna ficava jogada sobre a minha, facilitando assim que eu investisse em uma siririca no grelinho dela enquanto arrombava aquele cuzinho virgem.
Beijando aquele pescoço e bombando no cuzinho dela bem cadenciado, ela explodiu em um gozo bem profundo dizendo palavras desconexas:
Arromba meu cuzinho cunhadinho safado, goza no meu cú, goza no meu cú, isso não para de meter, como é bom dar, nossa, que delicia, não para vai, me arromba...
Nisso, em num misto de tesão e mesmo na intensidade que já estava bombando naquele cuzinho, gozei forte, enchendo o cuzinho da Gatinha de porra.
Nossa dá para sentir seu pau pulsando quando goza e senti até sua porra quentinha derramada dentro de mim. Nossa que delicia isso, queria ficar aqui te dando o dia todo.
Tentei tirar e ela não deixou.
Fica quieto ai, deixa eu recuperar, não tira.
Assim fiquei com o pau meia engorda.
Nossa que delicia dar, que sensação boa.
Iniciei novamente e ela colocou a minha mão em sua bucetinha. Enquanto mexia no grelinho dela, já dava bombadas mais fortes que dava para ouvir os estalos.
Gatinha iniciou outro gozo e pedia para que eu gozasse de novo.
Coloquei ela de quatro na cama e agarrado pela cintura dela, bombei com muita vontade bem rápido, enchi aquele cuzinho dela de porra e ela ficou fazendo movimentos de vai e vem no meu pau, sugando com seu cuzinho toda a minha porra.
Meio tonto pelo esforço, levantei de fui para o banho.
Voltei e fui no quarto para me vesti passando pelo quarto da Gatinha e assim que passei, estava ela deitada de bundinha para cima com a mãozinha na entrada da bucetinha para não escorrer porra para sua bucetinha. Peguei papel higiênico e fui lá limpar ela. Com os olhinhos de ressaca, ela pegou meu pau debaixo da toalha e ficou massageando. Sem dizer nada, abocanhou meu pau novamente e mamou deitada bem gostoso. Com sua cabeça sobre o travesseiro e com a cama alta, ficou bem fácil para a chupada. Segurei a sua cabeça e comecei a meter na boca dela. Ela apertava os lábios em torno de meu pau, facilitando a minha metida. Não demorou muito e já dei um jato na boca dela, ela não deixou escapar nenhuma gota, mamava igual a uma bezerrinha faminta.
Tirei meu pau de sua boquinha, dando um beijo na boca dela. Coloquei uma coberta nas costas dela e puxei a porta do seu quarto.
A minha namorada veio para buscar umas coisas em casa e deixar o almoço para nós dois e perguntou de sua irmã. Disse que havia preparado um café bem forte para ela e ela voltou a dormir e até aquele momento não acordou. Assim a minha namorada foi até o quarto delas e deu uma conferida. Chegando bem perto do rosto da irmã dormindo e perguntou:
Gatinha, está tudo bem contigo.
Sim, mas a cabeça dói muito com ressaca. Tomei o café e não passou. Vou dormir mais um pouco e já levanto para arrumar a casa antes que mamãe vem para encher o saco.
Chegando de volta a sala de estar, onde fiquei lendo um livro para disfarçar, amor, estranho que a Gatinha falou comigo e saia de sua boca cheiro de porra. Essa menina deve está é fazendo boquete lá na mata onde ela vai escondido. Hum, não boto a minha mão no fogo não. Mas ela é virgem, mas acho que boqueteira. KKKK
Que isso, nada, não faz mal juízo dela não, ela só é rebelde, mais nada, hora dessas passa isso ai e acaba com essa rebeldia.
A minha namorada me deu um beijo e pegou o carro dela para voltar para o trabalho me recomendando almoçar e se achar conveniente dar uma olhada em sua irmã, porque ea esta dormindo demais.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rayhunters

Nome do conto:
Comendo o cuzinho da cunhadinha novinha e safada

Codigo do conto:
256598

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
10/03/2026

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