Final do ano, normalmente tiro férias da empresa e veraneio numa praia próxima com minha família. No dia 26/12, fui até a casa de praia levar as coisas, organizar, cortar gramas, enfim e minha esposa ficou em casa cuidando das coisas para levar para praia e finalizar o balanço da empresa.
Consegui terminar antes do esperado e acabei entrado no Grindr, comecei a conversar com um jovem de 30 anos, embora não seja o meu tipo ideal, pois prefiro mais velho começamos a conversar e o cara logo já me pergunta sobre minhas preferências e em seguida enviou uma foto de sua bunda que por sinal era linda. Na hora fiquei empolgado e já retribuir com foto do pau. Ele falou que eu tenho um pau bonito, grosso e queria mamar até me fazer gozar e depois queria que eu gozasse em seu cuzinho. Na hora, meu pau ficou duro doido pra dar leitinho para um puto, mas ai ele mandou:
- Quero chupar e dar, está afim ou não? Não estou a fim de conversar, não curto beijos e nada de frescura, quero que meta em mim e depois me dê leitinho na boca e no cuzinho.
Nossa, fiquei sem reação, um jovem bonito, bunda linda, mas e o resto? Não tinha conteúdo, vazio. Será que eu tenho algum problema?! Não sei ser assim, gosto de toque, de carinho, cumplicidade, mesmo que seja apenas por uma hora ou uma noite... Sei que essa é a hora que vão me xingar, mas eu não fui, falei para ele que não dava, e sai do aplicativo.
Eu não entendo essas coisas de rótulos. Talvez, por ser um homem bi ou gay, nem sei ao certo, fico tentando entender essas coisas. Não tenho muitas experiências, mas o que sei é que desde que me entendo por gente sinto atração por homem e às vezes acho que minha mulher desconfia dessa minha dualidade, mas finge que não liga para não nos magoarmos. Enfim...
Acho que seria muito mais simples deixar as coisas fluírem. Sair, se conhecer, tomar um café, ter empatia e na cama não importar se serei A ou P, até porque isso são apenas letras e não nos define. O que vejo é que há preconceitos entre os próprios homens. Não vou deixar de ser mais ou menos homem se eu der ou chupar um cara. Caramba! Sou apenas eu, dando e recebendo carinho, prazer. Se eu falo que curto comer, ohh sou fodão, sou o comedor, mas se falo que gosto de tudo, sou viadinho. Aff, mas vamos seguir o baile.
Bom, voltei para casa, e no sábado pela manhã fomos para a praia... Como gosto de caminhar, final do dia deixei minha esposa organizando as coisas em casa e fui caminhar na praia (o mar me relaxa).
Nessa caminhada, me deparei com um cara aproximadamente uns 50 anos, poucos pelos, estava de sunga e tênis caminhando na orla. Com sua presença imponente chamava atenção por ser um homem alto e charmoso. Percebo que nossos olhares se cruzaram ao nos cumprimentarmos. Assim como ele, sou um homem charmoso com um corpo normal que ainda chamo atenção.
Ao passar por ele, dou aquela olhada discreta e vejo que ele fez o mesmo, apenas sorrir e com as pernas tremulas, resolvi ir em direção a areia ao percebe que ele diminuiu os passos e parou.
Com uma mistura de medo, ansiedade e desejo, volto a olhar e o vejo caminhando em minha direção. Sentei olhando para o mar e ele se aproximando perguntou se poderia sentar ao meu lado. Com um sorriso largo, disse que sim e começamos a conversar. O tempo passou e foi uma das melhores conversas e flertes de minha vida. Combinamos de nos encontrar no outro dia. Trocamos telefones e nos despedimos e segui meu caminho.
Vou chama-lo de Samuel. Ele tem 52 anos, mora em Orleans e havia combinado de passar o réveillon em Laguna com um amigo, porém, devido a um imprevisto o mesmo não pode comparecer. Ele me confesso que ficaria sozinho e se eu não gostaria de passar a virada com ele. Infelizmente disse que não daria, mas eu poderia quem sabe passar uma tarde no apartamento dele. Nesse momento, nossos dedos e mão se encontraram e pude sentir aquele frio na barriga.
No dia seguinte, no local marcado, lá estava eu, esperando o Samuel quando ouço sua voz chamar meu nome.
Caminhamos em direção ao prédio, subimos as escadas e ao abrir a porta me convidou para entra e subitamente me segurou pelo braço e me roubou um beijo ardente. Em seguida, segurando em minhas mãos, conduziu-me até o quarto.
Samuel se virou e beijou-me profundamente mais uma vez, nossas línguas se entrelaçavam em êxtase.
Afastando-se novamente, fitando seu olhar ao meu, retirou sua camiseta branca e desamarrou lentamente o cadarço de sua bermuda abaixando-a, tirando primeiro uma perna, depois a outra, antes de chutá-las para o lado.
E eu fiquei ali parado por um instante, admirando a vista. As pernas do Samuel eram levemente peludas e o bronzeado do seu corpo ressaltava o dourado de seus pelos e os seus músculos se destacavam em seu peitoral.
Sem surpresa, meus olhos foram atraídos para baixo, focando no volume crescente que esticava em sua cueca branca. Em seguida, comecei a tirar minha camiseta e baixei meu short ficando apenas de cueca. Ambos estávamos praticamente nus, exceto pelas roupas íntimas: Samuel com sua cueca branca justa e eu com minha cueca boxer preta mais folgada.
Dando um passo à frente, nos beijamos novamente e nossos corpos se pressionaram firmemente. Desta vez, não havia tecido entre nós, e a sensação de pele com pele provocou arrepios indescritíveis.
Comecei acariciando seu peito lentamente descendo pela sua barriga alcançando o cós da cueca do Samuel. E continuei descendo, acariciando o pênis dele através do tecido fino, sentindo-o pulsar e crescer sob seus dedos. Enquanto fazia isso, podia sentir Samuel gemendo de prazer durante o beijo.
Em seguida fui beijando seu pescoço, descendo pelo seu peito, mamilos, passando minha língua na lateral de sua barriga. Nesta hora, comecei a descer sua cueca vagarosamente, ficando frente a frente com seu pau.
Enquanto isso, minhas mãos acariciavam sua bunda. Comecei a passar minha língua em toda base do seu pau antes de engoli-lo por completo.
E, em movimentos de vai e vem, chupava e engolia bem gostoso chegando a engasgar. E, ao mesmo tempo olhava em seu rosto e via seu jeito lindo de me dizer que estava adorando.
Após uns minutos chupando o Samuel, levantei-me e nos dirigimos para sua cama. Pedi para ele deitar de bruços e comecei beijando suas costas, até chegar a sua bunda. Onde minha língua encontraria sua entradinha e ali fiquei muito tempo beijando e lambendo, até que ele cheio de tesão pediu para que eu entrasse nele.
Comecei a introduzir um dedo, e Samuel me respondeu com um gemido de prazer. Naquele momento vi que seu corpo queria se fundir ao meu. Lambuzei com lubrificante meu pau e o cuzinho do Samuel, logo, comecei a roçar meu pau em sua bunda, provocando enquanto ouvia seus gemidos.
Frustrado com as provocações, ele falou: - “Me coma", com a bunda empinada, implorando para que eu penetrasse fundo.
Posicionei a cabeça do meu pau na entradinha dele e comecei a forçar a entrada. As minhas mãos continuavam a brincar com as nádegas do Samuel, apertando-as suavemente enquanto meu pau finalmente o preenchia completamente.
Permaneci ali por um momento, deixando Samuel se acostumar com o pau dentro dele, antes de começar a foder ele lentamente. Em movimento de vai e vem, puxava meu pau até que estivesse quase para fora do cu do Samuel e, então, com a mesma lentidão, o deslizava todo para dentro.
Samuel estava se deliciando com a sensação de ser preenchido por aquele pau entrando e saindo de dentro dele foi quando de repente e diz:
- "Mais forte" e gemeu gostoso, “Mete tudo nesse rabo que é todo seu”.
Então assumiu o controle e comecei a estocar, com movimentos curtos e rápidos no início, mas logo se transformando em penetrações profundas. O corpo do Samuel pareceu se dissolver, e ele começou a balançar a cabeça de um lado para o outro, soltando uma onda de sons vulgares me pedindo para meter mais e mais, que ele era meu puto e eu seu macho.
Comecei a bombear, metendo cada vez mais forte. Samuel estava completamente entregue a mim, rebolando e pedindo mais e mais como uma verdadeira puta.
Sem pensar, ao mesmo tempo que o puxava pela cintura e dava uns tapas em sua bunda o chamando de minha putinha e quanto mais tapas dava, mas ele gemia e dizia que eu era o seu macho.
Foi como se uma bomba tivesse explodido dentro de nós. Todo pensamento consciente foi desaparecendo pouco a pouco por uma necessidade sexual crua. Um instinto primitivo de me libertar ou morrer. Comecei a me jogar contra ele com força, pura fúria sexual, sem técnica nenhuma. Caí para frente contra ele e passei meu braço por baixo, agarrando seu peito para ter mais apoio. E, no fundo da minha mente, eu podia sentir o braço dele envolvendo o meu, de modo que nossos dedos se entrelaçaram.
Minhas estocadas faziam o corpo musculoso dele tremer. Era o buraco mais apertado de todos os tempos, e o calor da bunda dele era algo que eu nunca tinha experimentado. Sexo em um nível completamente diferente. O jeito que a bunda dele parecia me sugar. A pressão incrível quando a bunda dele apertava meu pau. Inacreditável. INACREDITÁVEL. Eu nunca me senti TÃO VIVO EM TODA A MINHA VIDA. De alguma forma, percebi lá no fundo que nós dois estávamos gritando a plenos pulmões. Eu mal conseguia ouvir por causa do rugido ensurdecedor dentro da minha própria cabeça...
Estávamos completamente entregues, dominados por sensações novas e primitivas para as quais não estávamos preparados. Não havia como aguentarmos. Meu braço o envolveu pela cintura, e eu podia sentir o orgasmo se formando em todo o seu corpo. De repente, o corpo inteiro do Samuel começou a se tencionar; eu podia... Senti seu corpo se contorcendo, se contraindo, e de repente ouço apenas um gemido ecoando e sem aviso, ele explodiu, espalhando esperma por toda parte. Enquanto fazia isso, ele pressionou meu pau com tanta força que achei que ia me esmagar. Era demais para suportar, e eu gozei dentro dele, jorrando com tanta força que achei que meu corpo estava se virando do avesso.
Lembro-me vagamente de rolar desajeitadamente para o lado dele, nós dois ficamos ali ofegantes, completamente exaustos.
Coberto por uma fina camada de suor. Meus sentidos tão exaustos que eu não conseguia compreender nada.
No geral, eu não conseguia acreditar que, em tão pouco tempo, Samuel realmente preencheu minha vida. Havia uma leveza em estar com ele, e não sei como explicar. Uma conexão verdadeira. Eu nunca tinha tido uma conexão assim com um cara antes. E foi uma sensação incrível.
Depois de um tempo deitados na cama conversamos e fomos para o chuveiro onde seria a minha vez de sentir ele dentro de mim, mas isso fica para a próxima.