Marcamos de nos encontrar e a afinidade cresceu ainda mais. Começamos há passar mais tempo juntos e eu a cuidar e dar conselhos para ele, assim como pai dar conselhos para o filho.
Passado um tempo nossa afinidade cresceu tanto que combinamos que eu iria o “adotar” e que a partir daquele momento ele seria meu filhão e eu seria seu paizão.
Dava conselhos sobre se proteger, sobre questões da faculdade, que deveria se dedicar mais aos estudos, enfim... Coisas de pai e filho.
Certa vez, resolvemos sair para caminhar na beira rio. Caminhamos e corremos um pouco por quase 1 hora. Como já era 20h, resolvemos fazer um lanche. Ao chegarmos à lanchonete fomos ao banheiro e ali, mijando no mictório um ao lado do outro observei o mijo saindo do seu pau e o seu cheiro de suor misturado ao seu perfume penetrava em minhas narinas e na hora fiquei de pau duro e meu filhote percebeu e prontamente segurou meu pau para eu terminar de mijar.
Ao terminar, saímos do banheiro e eu meio que fiquei arrependido do que aconteceu, meu semblante mudo e meu filhote percebeu.
- O que aconteceu pai? Perguntou.
- É errado isso filhão.
- Mas porque pai? Nós não fizemos sexo, eu só ajudei o meu paizão a mijar.
- Fizemos meu filho, isso que fizemos também é sexo, você é meu filhote e não posso ter esses desejos por você.
- Mas pai...
- Filho, quando nos conhecemos te amei no primeiro momento e como seu paizão, preciso te respeitar. Sei que já tem idade suficiente, afinal, 29 anos já poderia ser até pai. E eu prometi cuidar de você, não posso ficar confuso agora.
- Te amo pai, você me ajudou a entender o que sinto, ajudou a ver as coisas de um modo diferente, e independente de qualquer coisa, sempre será meu paizão!
- Também te amo filho.
Fiquei ali sentado, esperando nossas bebidas e lanche sentindo o cheiro do meu filhotinho e pensando em como foi gostoso sentir a mão dele me ajudando a mijar.
Finalizamos nosso lanche e fui deixa-lo em casa, no carro sinto sua mão acariciando minhas coxas, subindo pela lateral do meu short. Nessa hora não aguentei, no primeiro momento briguei com ele.
- Para com isso garoto, me respeite! Respeite seu Paizão!
Mas ele como todo filho desobediente sorriu e disse não. Então, encostei o carro e não aguentando mais, tasquei um beijo molhado no meu filhão e nossa saliva escorria em nossas bocas.
Então resolvi seguir em direção a minha casa, uma vez que estava sozinho. Chegando em casa, estacionei o carro, peguei ele pela mão e fomos em direção ao espaço gourmet. Como não tinha ninguém em casa e meu muro é alto, vizinhos não iriam ver nada.
Meu filho veio até mim e abraçou-me tão forte que nesse momento nossos corpos suados se fundiram num só. E pude sentir seu cheiro de homem, de menino crescido que ainda precisa do colo do seu paizão.
Então, dei um beijo em sua bochecha, mas logo queria beija-lo mais ainda.
Sentei em um dos sofás e coloquei meu filho em meu colo e comecei a dizer o quanto o amava e tinha muito orgulho dele ao mesmo tempo fazia carinhos em seu rosto. Acariciando-o e beijando seu pescoço e quando minha barba roçava de leve em seu pescoço.
Neste momento percebo um volume crescendo em seu short e pergunto:
-Tá de pau duro filhote? O carinho do pai te deixou assim foi? Sei como é não ter ninguém pra fuder direito... O pai fica assim como muita facilidade.
-Tá sentindo, filhote? Seu paizão tá duro igual você... Quer ver?
Ele balançando a cabeça dizendo sim e sentou na minha coxa e segurou meu pau, por cima do short, que nessa hora estava duro feito pedra.
Mais um beijo, agora mais ardente trocando nossas salivas. E um beijo mordendo o seu lábio sussurrando em seu ouvido:
- Hoje você vai ser minha putinha, moleque.
Tirei-o do meu colo e comecei a despi-lo. A cada peça tirada eu cheirava sentindo aquele cheiro gostoso.
Comecei pelo seu tênis, em seguida, comecei a tirar sua camiseta e pude sentir aquele cheiro delicioso que penetrava em minhas narinas.
Logo, tirei seu short preto curtinho e em seguida, fui tirando sua cueca bem devagar e delirava com aquele cheiro.
Ainda com as meias e sorrindo, pediu pra cheirar minhas roupas também. Tirei minha camisa e entreguei pra ele. Ele cheirava cada pedaço da minha camisa e esfregava no seu corpo.
- Você gosta de cheirar um macho, filhão? Vem cheirar o sovaco do pai.
Coloquei o rosto do meu filho debaixo do meu braço e esfreguei o nariz daquele puto no meu sovacão peludo e com cheiro de macho. Nessa hora meu pau de tão duro escapou da bermuda e já aproveitei para tirá-la.
Meu filho parou de cheirar e lambem meu sovaco e começou a admirar meu corpo peludo.
- Nossa, paizão, como eu queria ter o corpo peludo como o seu.
- Você já tem os pelos no lugar certo filhão. Amo cada pelo desse seu corpo.
Mandei meu filhotinho ficar de quatro em cima do sofá e abrir bem a bunda. Aquela visão me deixou louco, aquele cuzinho rosado do meu filho todinho para mim. Puta que pariu. Caí de boca naquele rabo, meu filho gemia baixinho. Enfiei a língua e comecei a fazer movimentos giratórios com ela no cuzinho do meu filho. Eu cuspia muito naquele rabo. Alternava entre a língua e os meus dedos. Ficamos assim por alguns minutos.
Depois, tirei meus dedos do cuzinho dele e enfiei os dois na boca pra sentir o gosto daquele buraquinho.
- Que rabinho gostoso. Quer provar do seu rabinho, filhote?
- Quero papai.
Enfiei dois dedos na boca dele e ele chupou como se fosse uma rola.
Não me aguentei e logo botei a minha rola pra ele chupar também. Sentei-me com as pernas abertas e mandei-o mamar a pica do paizão gostoso, já que eu não depilava há muito tempo.
- Vem mamar o teu pai, vem. - Falei.
- Cheira essa pentelhada suada, com cheiro de macho, vai. Eu sei que você curte filhão.
Meu menino, de joelhos, logo foi cheirando minha virilha, passando a mão na minha coxa peluda. Eu batia meu pau na cara daquele puto enquanto ele cheirava meus pelos. Ele cheirava e brincava com os pelos. Começou a lamber e foi quando eu dei um gemido alto.
- Não grite papai. Alguém pode escutar rs.
- Como você é puto, filhão.
Então eu conduzi a cabeça dele pra minha pica e mandei-o abrir a boca. Deixei-o mamar da forma que quisesse, pois era a primeira vez que ele iria mamar o paizão.
Ele mamava só a cabecinha, no início, mas depois passou a engolir tudo, às vezes engasgando e deixando meu pau todo babado e isso me dava ainda muito mais tesão.
Eu não me aguentava de tanto tesão, levei meus dedos pros meus mamilos e comecei a brincar com eles e a gemer muito pro meu filhote. Eu passava a mão pelo meu peito todo suado e peludo, cheirava meu sovaco e, porra! Que tesão!
Quando minha pica estava lubrificada o suficiente da baba do meu filhote, falei para ele se preparar, que agora ele ia levar rola.
Meu filho novamente ficou de quatro no sofá e fiquei em pé de modo que seu cu encaixasse certinho em minha rola.
Falei pro meu filho relaxar e comecei enfiando a cabecinha. Meu filho foi se contorcendo e senti seu cuzinho contraindo.
- Calma filhão. Está doendo?
- Tá, papai. Tira, por favor. - falou com a voz chorosa.
- Tenta relaxar, o paizão jamais vai querer te machucar...
Dei um tempo para que ele fosse se acostumando. Continuei penetrando aos poucos, e logo depois foi relaxando e vi que o putinho estava sentindo prazer.
Comecei fazendo um movimento de vai e vem bem e eu gemia mais que ele. Seu cuzinho todo babado encaixando perfeitamente na minha rola suada.
Virei meu filho de franguinho e fui meter olhando em seus olhos. Ele fazia uma carinha de quem pedia pica e era impossível não meter naquele putinho com vontade.
Meu filho, meu maior orgulho! Eu metia, metia e metia e cada estocada pingava suor no corpinho dele. Mandei-o brincar com meus mamilos enquanto eu brincava com seu cuzinho e ele me obedeceu. Caralho adoro um filho obediente e aquilo era muito bom. Mandei-o abrir a boca e comecei a cuspir muito em sua boca.
- Engole o cuspe do papai, filhão.
Ele abriu e eu comecei a cuspir muito. Nossa aquela cena me deixava louco. Nessa hora estávamos os dois molhados de suor, o sofá estava encharcado, a minha sorte que era náutico e depois um pano úmido já resolveria o problema. O cheiro de macho misturado com cheiro de novinho pairava no ar e o nosso prazer estava muito bom.
E não aguentando mais, dei um urro de macho e gozei muita porra dentro do seu cuzinho. Eu enchi o cu do puto de leite.
Comecei a beijá-lo até meu pau baixar. Quando ele estava mole, tirei meu pau todo melado do cuzinho dele e comecei a mamar aquela pica do meu filhão.
Passava minha língua no seu saco, cheirava seus pentelhos ruivos, lambia seu saco com porra que escorria do seu cuzinho e engolia todo aquele pau.
Chupava com maior orgulho a pica do meu filhote, quando ele anunciou que ia gozar.
Na hora, como um bom pai, chupei ainda mais gostoso lambuzando minha boca com a sua gala e finalizamos com um beijo ele sentindo o gosto de sua gala em mim.
Ficamos caídos, exaustos no sofá quando me deu vontade de mijar.
-Vamos para o banheiro tomar uma ducha filhão, o pai quer mijar.
- Paizão que mijar em mim?
Aquelas palavras na hora foi melhor que “tadala”, meu pau na hora deu sinal de vida e começou a crescer. Fomos para o banheiro, mandei meu filhão ficar de joelhos no box e comecei a mijar em sua cara, peito, e às vezes em sua boca.
Puta que pariu, que delícia, tal pai tal filho, ele me mandou ficar de joelho e o filho da puta mijou em mim. Fiquei todo molhado de mijão, segurei um pouco do mijo na boca e cuspi tudo no corpo do meu filho.
- E aí, filhão, gostou?
- Adorei papai, eu te amo.
- Te amo também, meu garoto.
Beijei meu filho mais uma vez, agora nós dois estávamos suados, mijados e gozados.
- Filhão, promete que quando encontrar algum parceiro, não vai esquecer do seu paizão?
- Nunca paizão, sou seu filhote, seu filhote puto safado, sempre que quiser, estarei pronto ara te servir. Sou totalmente obediente a ti e quero que me sinta dentro do senhor também.
- Um dia filhão, um dia... sou seu paizão e você meu filhote, somos um do outro, não importa o que aconteça.
Beijamos-nos, tomamos um banho gostoso e ele passou aquela noite comigo. Dormimos de conchinha, o paizão protegendo seu filhote.