Minha mãe tem uma amiga de longa data, Geovanna. Aos 42 anos, ela é o tipo de mulher que interrompe conversas apenas ao entrar no lugar: morena, cabelos lisos e pretos, e um corpo que parece ter sido esculpido para a luxúria. Seios fartos, coxas grossas e um bumbum volumoso que sempre me fez perder o fio da meada. Eu sempre a admirei em silêncio, mas nunca imaginei que o destino a colocaria dentro da minha casa. Devido a uma reforma, Geovanna veio passar uns dias conosco. O arranjo foi simples: ela ficaria no quarto da minha irmã, e minha irmã dormiria com minha mãe. Para mim, parecia inofensivo. Até ela chegar. No primeiro sábado, por volta da meia-noite, eu estava na sala assistindo a uma série. A casa estava em silêncio até que a porta do quarto se abriu. Geovanna surgiu indo ao banheiro e, na volta, decidiu se juntar a mim. Ela vestia um babydoll roxo, de um tecido fino e tão justo que cada curva de seu corpo era um convite. "Sem sono?" ela perguntou, sentando-se por perto. Eu mal conseguia responder. Meus olhos teimavam em descer para o decote onde seus seios pareciam querer escapar do tecido. O cheiro dela e a visão daquelas pernas me deixaram com o pau pulsando em questão de segundos. Ela ficou ali, distraída no celular, enquanto eu lutava para manter a compostura. A semana seguiu assim: uma tortura deliciosa. Eu a "comia com os olhos" em cada encontro casual pela casa. Na quarta-feira, a oportunidade surgiu. Sozinho em casa, o desejo acumulado transbordou. Fui até o quarto onde ela estava hospedada e, tomado por uma curiosidade pecaminosa, mexi em sua mala. Encontrei o que esperava: calcinhas fio-dental minúsculas. Só de imaginar aquele bumbum volumoso devorando aqueles tecidos, meu pau ficou duro na hora. Voltei para a sala, sentei no sofá e, sem conseguir me segurar, tirei o short. Comecei a me masturbar freneticamente, com a imagem dela na minha mente. Eu estava em transe, quase chegando lá, quando o mundo desabou. "Ai, meu Deus!" O susto foi como um choque elétrico. Me cobri rápido, o coração saindo pela boca. Geovanna estava na janela, olhando para dentro. Ela tinha voltado cedo e usado a chave reserva. O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor. "Desculpa... eu...", tentei gaguejar, mas ela apenas desviou o olhar, disse que estava tudo bem e correu para o quarto. Passei o resto do dia querendo sumir. Mas o destino tinha outros planos. Já passava da meia-noite quando ouvi batidas na minha porta. Era Geovanna. Ela entrou, sentou na minha cama e começou a falar com uma calma que me surpreendeu. Disse que a masturbação era natural e que eu não devia me sentir mal. Eu pedi desculpas novamente, morrendo de vergonha. Ela se levantou para sair, mas parou na porta. Virou-se para mim e, com um sorriso que misturava malícia e poder, mostrou algo que estava em suas mãos mas eu não havia percebido. "Você gostou dessa?" perguntou, balançando uma de suas calcinhas fio-dental. Meu sangue gelou e ferveu ao mesmo tempo. "Eu sei que você mexeu nas minhas coisas. Foi por isso que estava se masturbarando, não foi?" Não havia mais como mentir. "Sim," confessei, com a voz rouca. Ela fechou a porta e caminhou em minha direção. O tom de voz mudou para um sussurro safado: "Me imaginou usando ela? Pois saiba que estou com uma exatamente assim agora." O jogo tinha virado. Ela se virou de costas, inclinou o corpo e começou a descer o short bem devagar, empinando aquela bunda monumental para mim. Era melhor do que qualquer fantasia. Sem esperar, ela me jogou na cama e assumiu o controle. Geovanna começou a me chupar com uma vontade voraz, engolindo meu pau inteiro até se engasgar, passando a língua na cabeça e massageando minhas bolas. Eu lutava para não gritar de prazer. "Isso! Sua puta safada," eu falava, sentindo o calor dela. Inverti as posições. Tirei a blusa dela, revelando os seios que eu tanto desejei, e mergulhei entre suas pernas. Tirei a calcinha com os dentes e a chupei com vontade, enfiando os dedos enquanto minha língua trabalhava no seu grelinho. Ela abafava os gemidos com o travesseiro, se contorcendo sob meu toque. Quando não aguentamos mais, eu a possuí. Coloquei meu pau na boca daquela bucetinha quente e meti com força, sentindo o aperto perfeito de Geovanna. Transamos a madrugada toda, explorando cada centímetro um do outro. No auge do prazer, ela sussurrou no meu ouvido: "Goza dentro... quero sentir sua porra toda dentro de mim." Eu atendi o pedido com uma explosão de prazer, preenchendo-a completamente. Ficamos ali, abraçados, sentindo o pulsar um do outro. Antes de voltarmos para nossos quartos, ainda tivemos um segundo round intenso no chuveiro, onde a água lavava nossos corpos, mas não apagava o fogo daquela noite. O resto da semana teve uma leveza cúmplice. Não precisávamos de palavras. Na sexta, ela se despediu e voltou para casa, deixando em mim o gosto da melhor "hóspede" que já passou pela minha vida.
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