- Se sua irmã souber a putinha que você é, e o que você apronta, ela te deserda - ela riu e me deu um tapa e falou:
- Eu nunca fiz nada sem você, então eu nunca te trai, mas acho que ela ficaria chocada - ai me olhou com cara de safada - eu era que nem ela antes de te conhecer, ou seja, se ela conhecer alguém que nem você. - Eu ri e a beijei e falei:
- Se ela conhecer alguem como eu, vai ser feliz e - pisquei para ela abrindo porta para descer - E putinha.- ganhei outro tapa com risadas. A mãe dela nos atendeu na porta e me olhou espantada estava com o neto no colo, me mediu de cima em baixo:
- Olha só quem apareceu de novo - entregou o neto na mão da inquilina, o menino loirinho de olhos claros que quase não parecia com a mãe a abraçou falando que estava com saudade - eu jurava que não te veria mais - ela veio e me deu um beijo e um abraço forte - Ainda bem que eu estava errada. Eu dei um beijo na testa da mãe dela com ela abraçada em mim e olhei para a inquilina com a criança no colo. ?- Ele é bonito, o que é engraçado não puxou nada a você. - Ela fez uma careta e a mãe dela riu, o menino fico me olhando e esticou a mão para mim e deu morrinho depois de bater a mão na dele e riu. - Viu, homens sempre se entendem. - ela sorriu com nossa interação. Quando entramos abri a mala e dei um perfume para a mãe dela e um presente para o menino que sentou no meu colo para abrir, quando viu um caminhão de bombeiro começou a sorrir e correr com o carrinho depois de ficar brincando com ele na minha coxa. A inquilina sorria como boba e a mãe me agradeceu. ?- Eu não vi que tinha comprado presentes para eles. - eu sorri e falei:
- A ultima vez dei um presente que comprei na estrada, era o mínimo eu trazer um presente descente. - e depois contei a ela tinha comprado um para o pai dela mas como era bebida depois a gente tomava porque não sabia da separação.
Ela foi ajudar a mãe na cozinha e eu fiquei brincando com o menino, com os carrinhos dele, a mãe dela olhou para a sala, e olhou para ela:
- Filha dessa vez voce não vai fazer nenhuma besteira né, abandonar ele e ficar me ligando chorando. - ela deu uma pausa - Até mesmo porque só agora entendi que nessas ultimas vezes que veio você está tão feliz. - falou algumas coisas que não ouvi e terminou com um - ta sendo bem comida né. Ela falou alto um mãe e olhou para a porta, eu e o meninos olhamos para a cozinha e ela sorriu para gente com um sorriso amarelo. Elas continuaram falando almoçamos, e a mãe dela disse que ia levar o menino na casa da irmã dela, mas para ficarmos e arrumarmos nossas coisas, e depois fossemos para lá. O filho deu um abraço forte na inquilina e correi para me abraçar com o carrinho na mão. Eles saíram e colocamos as malas no quarto que era da irmã dela, eu dei um tapa na sua bunda:
- Sua irmã não vai gostar de saber que dois pecadores vão dormir aqui, ah, como diria sua mãe, que você vai ser bem comida no quarto que ela passou a infância dela. - ela soltou um riso envergonhado ela encostou o corpo de costas em mim me segurando pelo pescoço.
- Você ouviu a conversa com minha mãe? - ela não esperou uma resposta e começou a rebolar esfregando seu corpo no meu - É minha irmã não ia gostar mesmo
Ela riu enquanto abriu o botão da sua calça jeans com nosso corpos colados, e abaixava a calça e deixando só uma calcinha verde minúscula, antes dela terminar de abaixar eu empuxei ela na cama, a calça estava em seu joelho então ela caiu de quatro com as mãos apoiadas na cama.e as pernas para fora presas no joelho com a calça, apoiei meu corpo no dela, e ela não conseguia sair daquela posição, ela olhou para trás rindo. Eu tirei meu pau para fora, sem desencostar nosso corpos e comecei a encaixar ele pelo elástico fico na sua calcinha, ela rebolava como conseguia, eu fiquei brincando de passar ele tanto pelo seu cu quando sua buceta sem meter, ela apoiou o corpo nos ombros, colocou as mãos para tras ainda com a calça nas coxas, quase nos joelhos, puxou a calcinha pro lado e me olhou abrindo a bunda.
- Por favor, para de me torturar desde aquela punheta no restaurante do posto que eu estou maluca querendo. - ela com a pontas dos dedos guiou para sua buceta meu pau e eu fui empurrando devagar ela gemeu - Agora que minha Irma ia enlouquecer - ela deu aquela respirada quando ele entrou todo - eu implorando para voce me comer no quarto dela. - eu fui tirando devagar e ela continuou segurando as nádegas abrindo a buceta e a bunda.
- Realmente ela ia ficar chocada você se oferecendo assim, como uma puta no cio - terminei de falar dando uma estocada forte, fazendo nossos corpos se encontrarem como o som de um tapa na bunda, comecei a fuder ela com mais força, ela tirou as mão para se apoiar na cama, e eu com dois tapas que terminaram em um agarrão segurei ela pela cintura.
Eu comecei a puxar ela com força fazendo ela ficar meio torta, mas não diminui o ritmo, ela gemia e tentava rebolar, eu puxando a calça jeans dela para cima segurando pela parte que prende o cinto, ela balançava e gemia, acelerei mais, as calça jeans apeava suas pernas o que fazia a sensação de aperto ficar incrível. Ela olhou de lado para tras.
- Mais forte, por favor. - gemia mais alto e tremia, enquanto eu acelerava as estocadas, ela afundou a cabeça na cama e resmungava algo com a cara abafada, enquanto eu acelerava as estocadas mais ainda, ela gozou e ficou respirando ofegante, deixei ela terminar seus espasmos e sua respirada mais forte e então dei um ritmo rápido sem entrar todo e gozei, quando terminei de gozar dentro dela com meu corpo apoiado no dela, eu tirei, ajeitando sua calcinha puxando sua calça ela me olhou com cara de preciso me limpar. Eu virei ela no cama de frente para mim:
- Segura se não vai manchar sua calça - ela riu, mas não retrucou, olhou para baixo e depois para mim, e foi puxar minha cueca, eu segurei sua mão e puxei seu rosto para meu pau - Eu não, eu você limpa. - Ela sorriu de novo, antes de me dar uma chupada até a base, enfiando ele todo na boca meio amolecido, depois puxou a pele e lambeu cabeça.
- Você adora me zuar né. - e começou a limpar os labios com os dedos. - Me colocar em situação constrangedora. - o Jeans da calça era mais claro e dava para ver uma leve escurecida na parte de baixo na entrada da buceta.
- Eu? Adoro, e você não gosta? - eu alisei seu rosto e a puxei para levantar quando ela acabou de lamber os lábios e os dedos. Ela se levantou.
- Eu amo.- e me beijou pegando sua bolsa e saindo comigo para ir para casa da sua irmã.
Ps.: Esse conto ficou menor porque mudei a dinâmica de escrita, se acharem que ficou melhor para ler, fique a vontade de comentar ou mandar mensagem.