Noites Quentes Em Salvador (mãe de ébano )

Eu, Marisa, despertei com o sol infiltrando-se pelas persianas do nosso apartamento simples na Ladeira da Barra, em Salvador. Aos 38 anos, sentia-me como uma flor que, após uma longa seca, ansiava por desabrochar. O divórcio fora um vendaval devastador – meu ex-marido, preguiçoso e distante, preferia o sofá à intimidade, deixando-me com as contas e o peso da solidão. Mas Pedro, meu filho de 22 anos, era o sol que iluminava meus dias. Estudante de administração na UFBA, alto e moreno, com olhos castanhos que herdara do pai, mas um sorriso que aquecia qualquer sombra. Eu o via agora como um homem, não mais o menino que corria descalço pela areia de Itapuã.
Olhei-me no espelho do banheiro, ajustando o sutiã que mal continha meus seios fartos. "Mãmãe gordelícia", pensei com um sorriso irônico, ecoando as brincadeiras das amigas sobre meu corpo curvilíneo – quadris largos como as curvas das dunas, coxas grossas moldadas pelos anos de caminhadas nas praias, uma barriguinha suave que contava histórias de acarajé e vatapá. O Nordeste me esculpira assim: voluptuosa, cheia de vida pulsante. Após o divórcio, decidi reconectar-me com a juventude que ainda ardia em mim. Nada de me enclausurar em lamentações. Eu queria dançar, rir, sentir o sangue ferver nas veias.
Pedro bateu na porta do banheiro. "Mãe, tá pronta? O festival de samba na Ribeira começa às sete. Vai ser massa!"
Abri a porta, vestindo um short jeans que abraçava minhas formas e uma blusa decotada que realçava meu colo. "Tô sim, filho. Vamos nessa!"
Saímos para a rua, o ar quente de fevereiro impregnado com o aroma de dendê das barracas de comida. Salvador vibrava com a energia pré-Carnaval, uma sinfonia de axé tocando alto, corpos dançando sem inibições, caipirinhas fluindo como um rio doce. Pedro me guiava pela multidão, sua mão protetora na minha, um gesto que me fazia sentir segura e, de algum modo, desejada. No início, era inocente. Eu flertava com desconhecidos – um turista loiro que piscava para mim, um baiano musculoso que me chamava de "gostosa". Pedro ria, mas eu percebia uma faísca em seus olhos. Ciúme? Não podia ser. Eu era sua mãe.
No dia seguinte, na praia de Itapuã, o sol escaldante nos convidava para um mergulho. Tirei a canga, revelando um biquíni vermelho que mal cobria minhas curvas generosas. Senti os olhos de Pedro sobre mim, um olhar que não era mais infantil. "Mãe, você tá... uau. Os caras vão pirar."
Ri, jogando água nele. "Deixa de bobagem, Pedro. Sou velha pra isso."
"Velha? Você é linda, mãe." As palavras escaparam dele, e um rubor subiu em seu rosto, aquecendo algo dentro de mim.
Nadamos, rimos, bebemos água de coco fresca. No caminho de volta, paramos em uma barraca para acarajé. O óleo quente chiava, o cheiro de dendê envolvente como um abraço sensual. Lambi os dedos, gemendo de prazer com o sabor picante, sentindo os olhos de Pedro fixos em mim. "Que delícia", murmurei, os lábios brilhantes de óleo, um convite involuntário.
À noite, outra festa, particular em uma casa na Barra, convidada pelos amigos dele. A música pulsava – samba, pagode, funk baiano. Dancei solta, meus quadris rebolando no ritmo, o suor escorrendo pelo decote como gotas de orvalho. Pedro bebia cerveja, seus amigos sussurrando elogios sobre mim. "Sua mãe é uma gata, cara." Vi o ciúme crescer nele como uma onda, e algo em mim se agitou, um desejo proibido que eu tentava ignorar.
Na pista de dança improvisada, tropecei no tapete. Pedro me segurou pela cintura, nossos corpos colando por um instante. O calor, o álcool, o cheiro dele – suor misturado com juventude – me deixaram tonta. Nossos olhos se encontraram. "Obrigada, filho", murmurei, os lábios tão próximos que o ar entre nós faiscava.
O toque acidental transformou-se em algo mais. Um beijo impulsivo, rápido, como se o tempo parasse. Nos afastamos, chocados, mas o fogo já se alastrava em minhas veias.
No caminho de volta, o silêncio no carro era denso como névoa. No apartamento, com vista para o mar, as ondas sussurrando segredos, acendi o ventilador de teto, o ar morno circulando como uma carícia. "Pedro, sobre aquilo..."
"Desculpa, mãe. Foi o álcool."
Aproximei-me, tocando seu braço, sentindo a eletricidade. "Não foi só isso, né? Eu vi como você me olha."
Ele engoliu em seco. "Você é... incrível. Mas isso é errado."
Sorri, os olhos brilhando com uma ousadia que eu não sabia possuir. "Errado? Aqui em Salvador, a vida é para ser devorada. Vem cá."
Puxei-o para o quarto, a porta se fechando como um véu sobre nossos pecados. O ventilador girava devagar, soprando ar quente sobre nós. Tirei a blusa, revelando meus seios pesados, mamilos endurecidos pelo desejo que me consumia. Pedro hesitou, mas eu via o instinto nele. Beijei-o com fome, minhas mãos explorando o corpo que eu criara, agora um homem que me desejava.
Guiei-o para a cama, deitando-me de costas, as pernas se abrindo ligeiramente, um convite silencioso. "Me toca, filho. Me faz sentir mulher de novo."
Seus dedos trêmulos desceram pelo meu ventre macio, chegando à calcinha úmida. Meu cheiro era inebriante – musk feminino entrelaçado com o sal do mar. Ele me penetrou com os dedos, e eu arqueei as costas, gemendo baixo. "Assim, Pedro... mais fundo."
O som distante de um berimbau de alguma festa na rua era nossa trilha proibida. Virei-o, montando nele, meus quadris largos o envolvendo. Seu pau endurecido pressionava contra mim, uma promessa de êxtase. "Quero você dentro de mim", sussurrei.
Transamos devagar no início, explorando o taboo como quem tateia no escuro. Seu corpo era firme, contrastando com o meu macio, acolhedor como um abraço quente. Ele chupava meus seios, mordiscando os mamilos, enquanto eu rebolava, o suor escorrendo por nós como lágrimas de prazer. "Filho... ah, que delícia..."
O ritmo acelerou, a cama rangendo, o ventilador em vão tentando refrescar o inferno que criávamos. Gozei primeiro, meu corpo tremendo, unhas cravadas em suas costas. Ele me seguiu, explodindo dentro de mim, o prazer entrelaçado com culpa doce.
Deitados nus, tracei círculos em seu peito. "Isso fica entre nós, tá? Mas... foi bom."
Ele assentiu, o coração acelerado. "Foi incrível, mãe."
Nos dias seguintes, o segredo nos uniu como um laço invisível. Eu o provocava em casa – andando de camisola transparente, "acidentalmente" deixando a porta do banheiro aberta enquanto tomava banho, sentindo seus olhos devorarem-me. O voyeurismo adicionava um tempero picante. Uma tarde, após a praia, ele me viu me trocando no quarto. A porta entreaberta revelava meu corpo nu, gotas d'água escorrendo pelas curvas. Ele entrou, sem palavras, e me possuiu contra a parede, rápido e urgente, meu corpo se rendendo ao dele em ondas de prazer.
O conflito interno o atormentava. "Isso é loucura, mãe. Somos família."
Eu o acalmava com beijos, minha boca faminta. "Família que se ama de verdade. Ninguém precisa saber."
Planejamos uma viagem para o Pelourinho, o coração histórico de Salvador, para "escapar". O casarão colonial alugado era antigo, paredes de azulejos ecoando sussurros do passado, uma cama king size convidando ao pecado. Lá, longe dos olhares, o taboo se dissolveu em paixão pura. Na primeira noite, após um jantar de moqueca e cachaça que aquecia minhas entranhas, seduzi-o no balcão da varanda, vista para as ladeiras iluminadas como estrelas caídas.
"Quero você agora", disse, erguendo a saia florida. Ele me penetrou por trás, mãos apertando meus quadris largos, o som das festas distantes misturando-se aos meus gemidos. "Mais forte, filho... me fode como se eu fosse sua."
Ele obedeceu, o ritmo animalesco, suor pingando no chão de madeira como chuva erótica. Gozei alto, sem pudor, meu corpo convulsionando em êxtase. Depois, no quarto, explorei mais: chupei-o devagar, minha boca quente envolvendo seu pau, olhos fixos nos dele. "Gosta assim, né? Sua mãe safada."
Ele me virou de quatro, penetrando-me novamente, minhas nádegas macias batendo contra ele. O cheiro de dendê pairava no ar de um restaurante próximo, sensorial como nossos toques proibidos.
No dia seguinte, passeamos pelas ruas de paralelepípedos do Pelourinho, fingindo normalidade, mas o desejo fervia sob a pele. À tarde, em uma igreja abandonada que visitamos por curiosidade, o anseio nos surpreendeu. Atrás de um altar antigo, ajoelhei-me, não para rezar, mas para agradá-lo, minha boca devorando-o enquanto vozes de turistas ecoavam ao longe, o risco inflamando cada lambida.
De volta ao casarão, a transa foi épica: horas de prazer, alternando posições, explorando cada centímetro de nossos corpos. Montei nele, seios balançando, gemendo nomes proibidos. "Meu filho... meu homem." Ele me lambia entre as pernas, o gosto salgado meu o enlouquecendo. Gozamos juntos, exaustos, entrelaçados como raízes antigas.
O fim da viagem selou nosso pacto: manteríamos o segredo, transformando as festas em rituais eróticos. Toda saída era prelúdio para o que viria em casa. Eu me sentia rejuvenescida, desejada como nunca. Pedro, realizado, meu protetor.
Meses depois, no Carnaval oficial, dançávamos na multidão do Circuito Barra-Ondina, corpos suados colados. O beijo veio natural, disfarçado pela folia. Em casa, a noite terminava em êxtase, o ventilador girando sobre nossos corpos entrelaçados.
Salvador nos abençoara com noites quentes, proibidas, eternas.
Foto 1 do Conto erotico: Noites Quentes Em Salvador (mãe de ébano )

Foto 2 do Conto erotico: Noites Quentes Em Salvador (mãe de ébano )

Foto 3 do Conto erotico: Noites Quentes Em Salvador (mãe de ébano )

Foto 4 do Conto erotico: Noites Quentes Em Salvador (mãe de ébano )

Foto 5 do Conto erotico: Noites Quentes Em Salvador (mãe de ébano )


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario mamaegordelicia

mamaegordelicia Comentou em 09/02/2026

Meu instagran mamaegordelicia2025 Mais fotos no álbum




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


254201 - Diário de Vera — Florianópolis (SOGRA VAGABUNDA) - Categoria: Coroas - Votos: 12
254069 - # Tal Mãe, Tal Filha: A Deusa de Ébano - Categoria: Coroas - Votos: 9
253994 - Marise Vovó submissa - Categoria: Incesto - Votos: 12
249259 - Coroas Brasileiras ### **Soraia — A Enfermeira** - Categoria: Coroas - Votos: 11
249234 - Adelaide (amor proibido ) - Categoria: Incesto - Votos: 22

Ficha do conto

Foto Perfil mamaegordelicia
mamaegordelicia

Nome do conto:
Noites Quentes Em Salvador (mãe de ébano )

Codigo do conto:
254299

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
09/02/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
5