Chupada à beira da Raposo Tavares

Eu era um garoto de 22 anos trabalhando no bairro de Pinheiros, zona oeste paulistana, e estudando no Butantã, um bairro vizinho. Tinha mudado junto com a família para Cotia, cidade a uns 25 quilômetros dali.
Depois da aula, eu andava uns 300 metros até a rodovia Raposo Tavares, onde esperava o ônibus pra casa. Sou moreno, tinha cabelo castanho, olhos pretos, 1,80m, estava começando (tardiamente) a me aventurar e descobrir os prazeres do sexo - o mais comum era uns amassos na Fatima, moreninha um pouco mais nova que eu e que estudava numa turma diferente da minha.
Mas na noite em que rolou essa história, eu fui pra rodovia Raposo Tavares esperar o ônibus. Estava sozinho no ponto, fones no ouvindo curtindo alguma coisa.
O ônibus estava demorando um pouco mais que o habitual, e um carro vermelho encostou. O motorista, um cara uns dez anos mais velho, olhos verdes, moreno claro, abaixou o vidro do passageiro, meu deu um boa-noite e perguntou onde era o lugar tal.
Comecei a responder que era só seguir em frente mais alguns quilômetros e pegar um viaduto etc, o cara agradeceu mas continuou conversando.
"Você não vai para aquele lado? Entra ai, eu te levo".
Entrei. Eu tinha uma calça vermelha que adorava, pra fugir de usar jeans sempre. Era uma calça justa, e se tem algo que sempre tive de bonito são minha bunda e minhas pernas - muitas namoradas se derretiam nas minhas coxas.
O cara disse se chamar William, foi logo dando a letra, perguntando se eu curtia homem, disse a ele que nunca tinha transado com homem (na verdade, quando moleque, batia punhetas deliciosas pro meu irmão. E chupava um primo, seis anos mais velho. Mas isso era um passado bem distante).
William logo pôs sua mão direita na minha coxa, começou a me alisar por cima da calça, meu pau foi subindo por dentro, o cara dirigia enquanto fazia eu tirar minha calça.
"Não aguento mais", disse, depois de algumas tempo de estrada. Os moteistinham ficado pra trás. Ele encostou o carro num terreno meio recuado da pista, veio me.chupar de forma desesperada, enfiava meu pau na boca, punhetava, passava a mão pelas minhas pernas, não demorei nem cinco minutos pra gozar na boca dele.
Estou lembrando ainda agora, enquanto escrevo, do barulho que a boca do William fazia ao chupar cada gota da minha porra.
Me beijou com o mesmo tesão (foi a primeira vez que senti sabor de porra de outro homem na boca, delícia que se repete até hoje), subi as calças e ele me levou até perto de casa.
Nunca mais o vi, mas lembro do rosto do William, da boca gostosa dele e da chupada que ele me deu com tanto tesão.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico escorpianotemtesao

Nome do conto:
Chupada à beira da Raposo Tavares

Codigo do conto:
255152

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/02/2026

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2

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