A Inquilina XLVIII

Na segunda saímos cedo a mãe da inquilina ficou com o menino em casa, passeou com ele fez tudo de noite quando chegamos ela estava cansada, enquanto a inquilina desceu para brincar com o menino no parquinho do prédio, eu fui fazer o jantar e deixamos ela descansar, terminei o jantar e avisei a inquilina, ela disse que já subiria pois o menino fez amiguinhos e ela estava socializando com umas mães, eu fui chamar a mãe dela que tinha ido para o quarto deitar, entrei devagar achando que ela poderia estar dormindo pelo silencio e ela realmente estava cochilando, estava deitada com os cabelos molhados só de calcinha preta mas transparente o que permitia ver o seu rego na transparência até o inicio da sua buceta, eu fechei a porta devagar, mas vi ela se mover, pensei não posso fazer merda, e ri sozinho voltando para a cozinha.

A inquilina chegou um 10 min depois e falei para ela ir chamar a mãe, ela viu de camisola, jantamos com a inquilina contando dos amigos e das mães que conheceu lá em baixo, o menino voltou cansado e logo dormiu, a mãe estava sorridente mas não falou muita coisa, a inquilina foi tomar um banho e ficamos eu e a mãe dela terminando de arrumar as coisas.

- E ai, tem falado com seus admiradores - ela lavava a louça enquanto eu secava, ela riu, fazendo sim com a cabeça - Avisou que vai ficar 2 semanas longe, e que vão ter que se virar sozinhos. - ela riu.

- E eu também - ela riu vermelha - mas faz parte, família em primeiro lugar, e as vezes só que - ficou muito vermelha e parou a frase olhando para a pia, estava secando um prato e encostei meu ombro no dela e minha cabeça na dela, ficando com a boca em seu ouvido, eu senti a pele dela arrepiar.

- Só que? - fiz uma pausa - começou termina. - empurrei a cabeça dela com a minha e ela sorriu ainda com o rosto vermelho.

- Ah só que as vezes - parou e pensou - eu gosto de só ficar pensando no que poderia, ao invés de fazer. - me olhou com um sorriso estranho - mas ai pensa muito e faz falta fazer - e soltou um riso malicioso. Eu ri de volta.

- Entendo, ficar provocando e sabendo que a provocação faz efeito, mas não deixar passar disso. - ela riu virando para a pia quando a porta do quarto abriu e a inquilina saiu de camisola com um uma toalha amarrada na cabeça secando o cabelo, com os braços levantados mostrando uma calcinha minúscula e cavada. A mãe riu e disse.

- Viu, é isso - e me entregou o ultimo copo para eu secar e guardar, a inquilina olhou sem entender nada, e eu ri balançando a cabeça - é de família. - eu ri olhando para a inquilina.

- Tá no sangue. - a inquilina me olhou ainda mais em duvida de que conversa ela tinha cortada para ouvir aquela frase, já que eu vinha dizendo isso para ela toda vez que ela fazia alguma coisa, dizendo que tinha o sangue de Puta da família.

No dia seguinte, terça futebol com amigos e comentei com um amigo sobre a mãe da Inquilina, ele ficou interessado, até mesmo porque ele é um cara que gosta muito do assunto, na quarta a tarde, ele me pergunta se não queríamos ir tomar uma cerveja com ele, eu ri, e falei para bebermos lá em casa mesmo eu passei para pegar a inquilina no trabalho dela e ele chegou antes, estava transito e ele ficou sozinho com a mãe dela, quando chegamos eles estavam rindo e bebendo e o menino assistia desenho na televisão.

- Desculpem a demora, mas estou vendo que se entrosaram - falei cumprimentando ele, e olhando para ela. - e já até começaram sem a gente - falei pegando dois copos e colocando cerveja para mim e para a inquilina. Apresentei a inquilina para ele que soltou qualquer elogio a comparando com a mãe, que pareciam irmãs e assim foi até as duas irem colocar o menino para dormir. Ele falou para mim em tom baixo.

- Caralho, quando voce falou ontem eu achei que estava mentindo, ela é gata, a filha nem se fala, mas é sua, então vou deixar para lá. - Rimos, e ele continuou - Se voces demoram mais cinco minutos e esse menino não estivesse aqui eu teria beijado sua sogra. - Ri a primeira vez pensando nessa frase minha sogra, ela era mais nova que eu, e era minha sogra. Peguei a cerveja que estava na geladeira e escondi e olhei par dele rindo.

- Vou te ajudar, mas quero que ela volte feliz. - Ele começou a rir e bateu no meu braço. Ficamos ali conversando e elas vieram tomamos mais um copo cada e a inquilina falou esta sem cerveja, eu falei - Vou descer com ele e pegar no mercadinho - e fui em direção a porta, então parei e olhei para a mãe dela com um sorriso malicioso - Você não pode acompanhar ele? Ai eu me troco, esta calor. - estiquei a minha mão para ela - To levem o meu cartão. - ela sorriu de volta mesmo sorriso malicioso, e fez que sim com a cabeça. Os dois saíram e eu abracei a inquilina, que me bateu entendendo a intenção.

- Você trouxe esse cara para minha mãe? - eu ri beijando ela e prensando ela contra a bancada - Tipo adolescente? - ela me beijou sorrindo - Ele é bonito, mas é do bem? Quais as intenções dele com minha mãe? - eu ri alto e ela também. Passando a mão entre suas pernas e levantando sua saia até alisar sua buceta sobre a meia calça e a calcinha.

- Se sua mãe voltar sorrindo já sabe - tomei um tapa e pegada no meu pau - só que dessa vez não vai dar para ouvir gemidinhos - afundei o dedo na sua buceta pressionando a meia calça e a calcinha para dentro dos lábios da sua buceta. Ela deu uma respiradinha e abriu meu zipper pegando no meu pau, sobre a cueca - Será que sua mãe esta fazendo o mesmo agora? - ela mordeu meu lábio durante o beijo e começou a rebolar na minha mão - O que você acha? - ela rasgou a própria meia calça no meio das pernas e colocou a calcinha para o lado encaixando meu pau dentro dela.

- Acho que você tem outra coisa para se preocupar - meu pau foi deslizando para dentro da sua buceta enquanto eu sentava ela na bancada - Isso, e eu preciso destruir minha cabeça - o meu entrou até o fundo nossos corpos se encontrarem ela começou a rebolar e eu puxava ele até sentir os lábios da sua buceta beijarem ele, e voltar com força, ela gemia com a boca no meu ombro, e então eu ia puxando ele de novo enquanto ela rebolava e ela segurava o corpo encostando a boca no meu pescoço quando eu voltava forte e ouvia a meia calça rasgando mais um pouco cada vez que eu repetia esse movimento e esfregava ela na bancada - Mais rápido e se eles voltarem? - eu ri beijando ela.

- Acho que vão demorar, mas - segurei sua cintura e comecei a puxar ela com força contra mim - seu pedido é uma ordem, amor - ela me agarrou e gemia baixinho a meia calça fazia som de rasgando, os sapatos dela caíram do pé no momento que ela começou a tremer gozando e gemendo com a cara enfiada no meu ombro.

- Era isso que vocês estavam falando ontem? Que você ia trazer alguém para conhecer ela? - eu ri metendo mais forte.

- Sua mãe não precisa de mim para arrumar um pau - ela ela sorriu gemendo com minha frase - é o sangue de vocês gostar - ela sussurrou no meu ouvido.

- Acha que eu puxei ela? Ou ela é nosso sangue? - eu perguntei baixou “ puxou no que? “, ela riu maliciosa descendo da bancada e se ajoelhando para me chupar - em ser uma Puta - ela terminou o Puta com meu pau na boca me chupando e maneira rápida, com a mão me punhetando e com a boca me lubrificando, a mão e a boca tinham o mesmo ritmo rápido e eu não segurei, gozei na sua boca e na sua mão, ela engoliu o que pode, e se levantou babando um pouco com a mão suja, ouvimos risadas no corredor e a mãe dela fazendo Xii, xii um silencio providencial atras da porta que provavelmente era um beijo e o que meu deu tempo de passar um papel no chão e na bancada que estava molhada, e então ouvi ela colocando as senha no teclado da porta. Eu fui para o quarto atras da inquilina que estava no banheiro me troquei, lavei a mão e voltei a inquilina jogava uma agua no corpo.

Na sala os dois riam, colocando cervejas na geladeira e deixando duas na bancada para abrirmos, a mãe dela ficou trocando olhares com meu amigo o resto da noite e estava com um bafinho quando voltaram lá de baixo e ela com a mão com cheiro, depois ele me contou que ela pagou um boquete para ele na escada de incêndio enquanto ele fez ela gozar com a mão. Eles saíram nos outros dois dias. A inquilina também percebeu o bafinho e os cheiro nos dedos dele, mas só me falou na hora que fomos dormir, e ela estava com tanto tesão tentando imaginar e assimilando a conversa que teve com a mãe que assumiu para o que aconteceu que chegou no quarto depois de arrumar as coisas com a mãe, eu estava deitado de barriga para cima, ela tirou o lençol de cima de mim puxando par ao chão, tirou a roupa toda colocou minha cueca par ao lado e depois de dar umas duas mamadas bem estaladas, subiu colocando uma perna de cada lado meu corpo e começou a cavalgar jogando o corpo contra o meu com força, fazendo a cama fazer barulho, eu segurava ela pela cintura e acelerava seu movimentos, ela não falava nada só pulava e com um ar malicioso mas sério como se estivesse imaginando algo ficou pulando em mim, eu dei um tapinha no seu rosto a segurando entre a queixo e a nuca e ela me olhou com sorrindo eu movi meus lábios sem soltar som “P U T A” ela começou a rebolar sem levantar o corpo se esfregando em mim e fez o mesmo gesto com os lábios sem som “ S U A P U T A “ eu desci meu dedo para seu clitoris que estava inchado e foi só tocar que ela começou a se contorcer e gozar tremendo deixando o corpo parado respirando ofegante, eu segurei em seu pescoço e apertando de leve guiei ela a voltar para os movimentos ela continuava ofegante até babava com a boca entre aberta, acelerei um pouco e gozei, ela caiu com o corpo sobre o meu o ofegante e dando uns espasmos toda vez que meu pau se movia gozando.

Dormimos daquele jeito, no meio da madrugada acordamos meio tortos ela, só jogou o corpo para o lado, me pediu um copo de agua, fui na cozinha buscar só de cuecas e quando estava enchendo o segundo copo ouvi a porta do quarto da mãe dela abrindo, eu estava de costas, quando virei ela estava rindo.

- Vocês poderiam fazer menos barulho? - eu sorri me desculpando, e ela colocou a mão na minha cintura - Não por mim, mas para não acordar o menino - olhando para minha mala na frente melada de gozo do que tinha feito a pouco com a filha dela.

- E você? Se divertiu com meu amigo? - ela estava meio abaixada de costas colocando a garrafa na geladeira, a bunda arrebitada, dando para ver somente a ponta da sua calcinha branca, deu um sorriso olhando por cima do ombro.

- Você sabe que sim, e obrigado. - eu olhei para ela com cara de porque, enquanto ela fechava a geladeira - Sim, obrigado pode me ajudar a parar de pensar no que poderia, e que eu não devo pensar. - ela passou por mim e foi para o quarto, eu fui em seguida e a inquilina estava dormindo pelada da forma que deslizou de cima do meu corpo, só cobri seu corpo deitei e dormi.


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Ficha do conto

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amigointimooculto

Nome do conto:
A Inquilina XLVIII

Codigo do conto:
255329

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
23/02/2026

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