Seguíamos rumo ao motel. Viviane, linda maravilhosa, com um vestido preto decotado, pouca maquiagem, perfume discreto. Ela exalava sensualidade e demonstrava um tesão incrível do qual eu podia imaginar sua calcinha completamente molhada. Ao seu lado no banco traseiro de carro, esta Júlio, negro de 28 anos, com 1,85. Olhava minha esposa com um olhar bem provocante. Ele apenas aguardou que eu dissesse para que ficasse à vontade para atacar, isso mesmo, atacar Viviane dando um beijo demorado em sua boca. Passava a mão por todo o seu corpo. Viviane, ao mesmo tempo, suspirava. Não podia ver muita coisa, apenas o que o retrovisor me permitia e nas paradas em sinais. Eram 22:30hs e as ruas estavam escuras, o trânsito estava tranquilo, apesar da chuva. Em uma das minhas olhadelas rápidas pude ver Viviane segurando o enorme caralho dele. Ela me olhou e disse: “Amor, desta vez você caprichou no tamanho, hein, que delícia!” O sinal abriu, e só pude escutar o som dela se deliciando no caralho dele. Chegamos finalmente ao motel. Júlio carregou Viviane nos braços até o quarto. Ali me instalei na cadeira e passei a assistir um verdadeiro show, onde minha esposa era a protagonista maior. Ali ela despiu cuidadosamente nosso amigo, beijou a boca, o pescoço, lambeu seus mamilos, seu umbigo e deparando-se com o pau que já vinha provando no caminho, delicadamente lambeu-o em toda a extensão, foi até suas bolas, colocou uma a uma em sua boca, voltou lambendo até a glande e abocanhou-o, fez movimentos de vai e vem, tilintou o cavalo com sua língua, tentou enfiá-lo todo em sua boca, o que era impossível, engasgou, sorriu, estava alucinada com o que via. Eu em meu canto apenas assistia. Júlio resolveu tomar pé da situação e numa manobra com o corpo pôs-se por cima, beijou-a demoradamente na boca, ao mesmo tempo que se livrava de seu vestido e da sua calcinha, jogando-a para mim. Não resisti e levei-a ao nariz para sentir o odor. Júlio, lambeu e sugou os seios de minha mulher, um a um, enquanto isto passava a mão em sua boceta e ao sentir como estava encharcada, enfiou ali, um dedo, após dois. Viviane feito louca, gemia alto a cada estocada. Júlio desceu com sua boca carnuda até a boceta de Viviane. Ao tocar o seu clitóris com a língua, senti que ela gozou fortemente, daí em diante foi um atrás do outro, molhando todo o lençol. Júlio também estava muito excitado, podia perceber pelo seu pau que babava muito. Eu já havia tirado meu pau pra fora e tocava uma lenta e prazerosa punheta. Em dado momento, Júlio pegou a camisinha, encapou o seu pau e colocando Viviane de quatro penetrou-a lentamente. Viviane delirava com o tamanho que a invadia. Olhava para mim e fazia caras e bocas de que estava apreciando o momento. Vivi, então me disse em tom alto que o pau de Júlio estava todo dentro dela. Devagar, muito devagar, Júlio começou a se movimentar, aumentando aos poucos a velocidade e a intensidade de suas estocadas. Viviane gemia, gritava, chorava, ria, enfim gozava verdadeiramente. Em dado momento, ela desvencilhou-se e pediu que Júlio se deitasse com os pés voltados para o meu lado. Na posição que estavam pude acompanhar perfeitamente o que se seguiu: Viviane chupou o caralho de quatro me mostrando sua boceta já alargada. Depois, montando sobre Júlio, fui vendo o caralho dele sumir dentro dela. Que visão maravilhosa!!! Quando estava completamente preenchida, olhou para trás com cara de puta e perguntou? “O meu corninho está gostando?” Acenei com a cabeça confirmando, no que ela disse: “Então você vai gostar muito mais disso”. Ao dizer passou a rebolar, primeiro lentamente e depois mais rapidamente e na sequência passou a subir e a descer naquele pau imenso. Cavalgou cerca de dez minutos e gritou largando seu corpo sobre o Julio. Descansou um pouco e pediu para tomar uma ducha, levando Júlio com ela. Não podia acreditar, aquele pau enorme, duro, ereto por tanto tempo. Podia ouvir os dois no banheiro. Eu continuei com a minha punheta e esporrei pra caralho. Fui ao banheiro e deixei os doi no quarto. Me sequei e me sentei na cadeira novamente para apreciar a segunda parte do show. Viviane com jeitinho colocou Júlio deitado e posicionou sua boceta em frente à boca de Júlio e passou a comandar o meia nove que se seguiu. Chupava o pau do Júlio e gemia ao sentir a boceta chupada. Por vezes olhava para mim e perguntava: “Tá gostando de ver? Está uma delícia!” Viviane deitou de lado e Júlio atrás dela socando cada vez mais fundo. Realmente não acreditava que ela podia sentir tudo aquilo sem dor, mas seu rosto mostrava só prazer. Gozou várias vezes assim. Júlio mudando de posição a colocou em frango assado e nesse momento percebi que ela sentiu um pouco de dor porque Júlio socava muito forte e profundamente, mesmo assim ela aguentou firme até que ambos gozaram quase que juntos. Eu, por minha vez me esforçava para não gozar, mas Viviane me conhecendo, veio ao meu encontro e chupando meu pau por menos de um minuto eu já estava gozando na boca dela. Ambos tomaram nova ducha. Júlio tentou comer o cuzinho de minha mulher, mas não conseguiram porque a dor foi insuportável para ela. Ao final, Júlio comeu minha mulher em papai-e-mamãe e acabou gozando. No retorno ao local onde encontramos com Júlio, Viviane pode trocar alguns beijinhos apaixonados no banco de trás do carro, deixando o duro novamente, ai ela teve que receber leitinho na boca mais uma vez.
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