O sábado chegou cedo demais, mas meu pau já latejava só de imaginar o que ia rolar na sala da minha casa. Viviane acordou com aquele sorriso de puta safada, vestiu só uma camisola curta que mal cobria a bunda, os peitos durinhos balançando livres enquanto preparava o café. “Hoje é dia dele, né amor? Tô com saudade daquela porra grossa enchendo minha garganta”, ela falou enquanto eu passava a mão no meu pau por cima da bermuda. Eu só sorri, já com o coração acelerado. Ele chegou às 10h em ponto, como sempre, batendo na porta com aquela cara de santo que engana todo mundo no condomínio. “E aí, irmão, tudo certo? Vim pegar aquela ferramenta que você me prometeu”, disse ele disfarçando enquanto entrava em casa. Nós sabemos que a única ferramenta que ele queria era a boca gulosa da minha mulher. Eu abri a porta, ele me abraçou e eu disse, “Entra aí, cara, a Viviane tá te esperando na sala”. Ele nem piscou, já entrou direto. Viviane estava deitada no sofá, pernas abertas, a camisola levantada até a cintura, mostrando a buceta lisinha, já brilhando de tesão. “Oi, vizinho… veio tomar o café da manhã?”, ela provocou, lambendo os lábios devagar. Ele nem respondeu com palavras. Só caiu de joelhos na frente dela, mas ela mandou. “Não, hoje é minha vez de mamar primeiro. Tira essa bermuda logo, porra, quero ver essa pica babando pra mim”. Ele obedeceu rápido, e o pau saltou pra fora, grosso, veiudo, a cabeça vermelha e inchada, já pingando aquele leitinho transparente. Viviane gemeu só de olhar. “Caralho, olha o tamanho dessa rola… sempre esqueço como ela é grossa e gostosa”. Ela se arrastou no sofá, ficou de quatro em cima dele, o cuzinho empinado pro ar, a buceta escorrendo enquanto segurava o cacete com as duas mãos. “Olha pra mim enquanto eu chupo, vai… quero ver sua cara de macho gozando na minha boca”. Ela abriu a boca devagar, enrolou a língua na cabeça, lambendo inteiro, sugando o líquido pré-gozo como se fosse mel. “Hmmmmm… que delícia de macho… tem gosto de porra fresca”. Ele gemeu alto, segurou na nuca dela, mas Viviane era quem comandava. Começou a engolir devagar, centímetro por centímetro, até a garganta engolir tudo, o nariz encostado na virilha dele. “Porraaaa, Viviane… sua boca é foda… engole tudo, vai…”. Ela subia e descia, babando muito, o som molhado de glup glup glup enchendo a sala, misturado com os gemidos roucos dele. Eu assistia tudo da poltrona do canto, pau na mão, batendo devagar, o coração na boca. Ela olhou pra mim por um segundo, olhos brilhando de safadeza, e piscou enquanto engolia até o talo. “Tá gostando, corno? Olha como ele tá duro pra tua esposa…”. Voltei a me masturbar mais forte, o tesão me consumindo. A primeira gozada veio rápido. Ele agarrou o cabelo dela, empurrou a cabeça pra baixo e grunhiu: “Tô gozando, caralho… toma tudo, sua puta… engole!”. Viviane não tirou a boca nem por um segundo. O pau pulsava forte dentro da garganta dela, jatos grossos e quentes enchendo a boca até transbordar pelos cantos dos lábios. Ela engolia fazendo barulho, “glup… glup… hmmmm… que porra gostosa…”. Quando ele terminou, ela tirou devagar, mostrou a língua cheia de leitinho branco, depois engoliu o resto com um sorriso safado. “Primeira rodada… ainda tem mais duas, né? Não vai me deixar na vontade”. Ele riu, ainda ofegante. “Você é louca, Viviane… nunca vi mulher que engole tanto”. Ela se virou de costas, empinou a bunda pra ele, abriu as nádegas com as mãos. “Agora fode minha buceta, quero sentir essa rola me arrombando”. Ele meteu de uma vez, o pau inteiro sumindo na buceta melada dela. Viviane gritou de prazer, “Aiii porraaaa… isso… mete fundo, caralho… fode sua puta!” Ele socava forte, as bolas batendo na bunda dela, o som de pele contra pele ecoando. Ela se curvou mais, pegou o pau dele quando ele saía, chupava a cabeça suja de mel dela, depois enfiava de novo na buceta. “Tá sentindo como eu aperto, vizinho? Essa buceta é viciada na tua rola… goza dentro, vai… enche minha buceta de porra quente”. A segunda gozada veio enquanto ele metia com força. “Tô gozando de novo… caralho… toma!”. Ele segurou a cintura dela e despejou tudo lá dentro, gemendo alto. Viviane tremia, gozando junto, a buceta apertando o pau dele, leite escorrendo pelas coxas. Quando ele saiu, ela virou rápido, chupou o pau melado de porra e mel dela, limpando tudo com a língua. Ele foi pro chuveiro, ela veio ate mim. Me beijou e me chupou até eu gozar. Ele se deitou na cama e eles namoraram por um tempo. Beijos carinhos, até que ele já estava meio duro de novo. “Terceira agora… quero na cara dessa vez”. Ele já estava mole, mas Viviane não desistia. Sentou no rosto dele, esfregou a buceta gozada na boca dele enquanto masturbava o pau com as duas mãos. “Chupa minha buceta cheia da tua porra, vai… lambe tudo”. Ele obedeceu, língua enfiada, sugando o leitinho que escorria. Ela batia punheta rápida, “Isso… isso… goza na minha cara, porra… mela minha cara com a tua porra!” A terceira veio. Ele gozou gemendo no meio da buceta dela, jatos grossos subindo e caindo no rosto, nos peitos, no cabelo. Viviane abriu a boca, pegou o que pôde, esfregou o resto na cara, lambendo os dedos. “Caralho… que gozada foda… olha a quantidade, amor… esse filho da puta goza como um cavalo”. Depois os três rimos, suados, fedendo a sexo. Ele se vestiu rápido, “Daqui a pouco minha mulher chega do trabalho… Eu respondi tranquilo: “Claro, irmão. Traz ela da próxima vez, vai ser divertido”.
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Que maravilha de conto amigão, como é uma delicia ter uma esposa assim, sedenta, no cio e cheia de tesão em beber muita porra, muita gala grossa e fresca garganta abaixo e melhor ainda, com o maridão presente, vendo tudo isso e no final, ganhando muitos beijos na boca, cheia de gala, que maravilha.
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