Depois de uns dez dias, senti tesão e resolvi ligar, num final de tarde, para o Junior Barbeiro de Ermelino Matarazzo. (Sugiro que leiam antes o conto Um Barbeiro Bom Pra Caralho, para entender toda a história). Ele lembrou de mim, e já fui entrando de sola, queria um novo corte de cabelo só que dessa vez completo. Ele riu e disse rindo: Entendi, pode deixar que vou caprichar no corte. Marcamos no dia seguinte, ele pediu que eu chagasse no salão por volta de dezessete horas, que é o horário que estão fechando. Essa noite quase nem dormi de imaginar a delícia da trepada com o barbeiro Junior. Esqueci de dizer duas coisas, a primeira é que ele não quer ser chamado de cabelereiro, quer que chame de barbeiro, e a segunda coisa é que sou sócio de onde trabalho por isso posso fazer meus horários e sair sem ter que dar satisfação. No dia seguinte, avisei em casa que após o trabalho iria para a academia, coisa que faço praticamente três vezes na semana. Levei uma mochila com sabonete, toalha de banho, pasta de dente, escova, cueca para trocar, bermuda e claro um tubo de KY que mantenho escondido. Só quem mora em São Paulo sabe o transito que se forma após às dezessete e trinta. Então sai do trabalho às 16 horas, fui devagar, parei numa padaria pra tomar um refrigerante, fiquei fazendo hora. Cheguei na porta dezoito e trinta, estacionei um pouco distante e passei uma mensagem dizendo que eu já estava esperando por ele. Ele respondeu que logo fechariam a barbearia e que eu esperasse no carro. Quando era dezenove e quinze saíram os últimos fregueses e ele e o sócio fecharam o salão. Vi que ele estava me procurando, e dei uma leve piscada com as luzes do carro. Ele também trazia uma mochila e subiu no carro. Junior: Moro aqui perto, vamos para lá. Eu: Você mora sozinho? Junior: moro, pode ficar tranquilo, ninguém vai aparecer pra atrapalhar. Sai com o carro e já percebi que o puto já patolava a mão na rola por cima daquela calça praticamente costurada no corpo. Não aguentei e de vez em quando levava a mão no pacote, ele ria e dizia: Calma, logo você brinca à vontade com ela. Chegamos na casa dele, era uma casa num local legal. Descemos do carro. Entramos na sala, ele falou fica à vontade, e foi para o banheiro. Voltou de lá sem camisa e somente de cueca branca. Quase cai ao ver aquela delicia de macho, peito largo e com pelos daqueles que parecem cabelos que se pode pentear, os pelos desciam até a barriga e acima do elástico da cueca se via já um emaranhado de pentelhama, e o melhor uma puta píca já desenhada na cueca. Pernas com coxas grossas e peludas, pé grande e bem feito, bundona grande desenhada – linda. Ele viu que eu me espantei e perguntou: Gostou? Eu: E tem como não gostar? Adorei! Junior (rindo). Então vamos para o quarto. Segui ele, era um quarto grande bem imobilizado, cama de casal king size, uma poltrona, um baú que tomava todo a extensão dos pés da cama. Fiquei olhando e ele disse: Pode ficar à vontade e tirar a roupa. Falei: já que viemos para sua casa teria como eu tomar uma ducha. Ele respondeu: Tem sim, só que primeiro vou dar um trato no seu visual. Não entendi e ele percebeu: Vou cortar seu cabelo, não cobro pra trepar, mas cobro para cortar cabelo e barba, já que sou barbeiro profissional. Tirei toda a roupa ficando de cueca, ele me olhou, deu uma examinada e falou: tira também a cueca. Achei estranho, mas tirei. Ele me olhou demoradamente e pediu que eu ficasse de costas. Foi até a poltrona forrou com um tecido, depois mandou que eu me sentasse, colocou aquele tecido preso ao meu pescoço para não cair pelos. Pegou a mochila tirou os apetrechos e começou a cortar meu cabelo. Abriu uma porta de armário com um espelho entendi que era para observar. Ele cortava com agilidade, não tinha muito o que cortar. Depois, ele falou: fica em pé! Fiquei. Ele me puxou sentou no baú e com a tesoura começou a dar uma aparada em meus pentelhos. Quando acabou, falou: quer que dê um trato no saco e no cu, deixar lisinho! Até queria, mas como iria justificar em casa. Não esperou nem eu responder, ergueu meu pau que já estava a meia bomba, e começou a cortar os pelos do saco, depois pegou um aparelho de barbear elétrico e foi passando no meu saco, pegava na minha rola, ria, erguia e pegava no saco e cortava os pelos. Depois mandou eu ficar de costas, com um pé no baú, se abaixou e meteu a máxima no meu rego e cu. Quando achou que estava bom disse: Olha no espelho e veja que trabalho profissional e caiu na risada. Perguntei se ele também fazia isso, ele respondeu: só para alguns chegados que trago aqui. Emendou: agora você pode tomar uma ducha. Tomei uma ducha no capricho lavando bem o rabo e pica. Sai enrolado na toalha que tinha levado. Quando entrei no quarto nova surpresa, ele estava deitado na cama, com aquelas pernas cabeludas bem abertas, sem cueca e brincando com uma rola que parecia de negrão bem escura, grande e grossa. Tomei um susto, ele deu uma risadinha e falou: Assustou? Aguenta essa tora toda no rabo? Respondi provocando: a gente pode tentar. Ele respondeu: assim que gosto, mesmo se estiver sofrendo ainda vai querer rola. Ri e disse: Vou aguentar chorando mais vou. Ele falou, vem cá, mostra o que você sabe fazer numa rola de macho. Me encaixei entre as pernas dele, segurei na rola, grossa pra caralho, dei aquela puxada pra baixo na pele pra cabeça da pica ficar toda exposta, dei aquela cheirada, estava com cheiro de sabonete. Dei uma lambida por toda a extensão da cabeça, ele gemeu e disse: põe toda na boca. Fui engolindo bem devagar. Cheguei quase a encostar a boca na pentelhama, faltou uns dois dedos. Ele reclamou: engole toda! Fui novamente, e não dava. Ele segurou minha cabeça e forçou contra a pica, ficou segurando, eu engasgava e faltava ar, depois de algum tempo ele soltava, eu tomava ar, ele novamente me forçava a engoli toda a pica. Falava: vai puto, não foi pra isso que veio aqui? Não queria sentir minha rola? Então capricha! Fiquei nessa de engolir toda a rola por um bom tempo, até que ele mandou: bate punheta pra mim e chupa meu saco. Fiz o que ele mandou: puta sacão gostoso, redondinho e peludão. Forcei e consegui enfiar os dois ovos na boca, e fiquei degustando, ele falou: delicia! Você é o melhor chupador de saco que eu já peguei. Entendi isso como um elogio. Depois ele ergueu as pernas e falou: agora chupa meu cu, mete a língua, mas não mete dedo. Cuzinho, fechadinho, um verdadeiro botão que acho que nunca foi explorado por uma pica. Lambi, passei a língua, tentei meter a língua no anel, mas era bem fechadinho. Ele gostava, porque gemia gostoso. Passava a língua desde a base do saco, passando pelo botão e escorregando pelo rego. Depois voltei para o pau. Mamei mais um pouco, mas sem ele prender minha cabeça. Mandou que eu ficasse de quatro: agora esse cu vai sentir minha rola, e tem que aguentar. Ele caiu de boca no meu cu, me fez um cunete memorável, gemi igual uma safada. Deixou meu cu bem lubrificado, passou cuspe na rola, encaixou o pau e deu aquela forçada, eu fiz força ao contrário e a cabeça começou a entrar. Nossa parecia que eu tinha um cabaço e ele estava estourando. Tentei me afastar, ele me segurou firme pela cintura e disse: não foge não viado. Começou agora vai ter que aguentar até o fim. Pedi que ele passasse um creme, ele disse que não tinha e que viado tinha que sofrer mesmo. Eu falei que tinha na minha mochila, levantei, peguei o tubo de KY lambuzei meu cu com um monte de gel. Voltei para a cama, fiquei de quatro. Ele se punhetou, encaixou a cabeça na minha olhota e forçou, entrou deslizando, doeu pra caralho. O filha da puta tem uma pica grossa pra caralho, que faz inveja para muitos atores pornôs. Parou um pouco e depois foi forçando, sentia que deslizava pelo excesso de gel que coloquei na porta do meu cu. Doía muito, mas eu estava disposto a aguentar toda aquela tora dentro de mim. Fiquei naquelas de martírio, até que senti a pentelhama batendo na minha bunda. Ele começou a foder bem lentamente e foi acelerando. Caralho como aquele puto mete! Fodeu assim até se fartar. Agora já não doía mais, meu cu e reto já tinham se acostumado com a tora. Se deitou e mandou que eu sentasse de costas na pica dele. Sentei e fui largando o corpo, bem devagar, até que senti que toda tora estava dentro da toca. Fui subindo e descendo bem lendo, ele pedia: Acelera, faz esse cu engolir minha pica, contrai o cu pra ficar mais gostoso. Acelerei e contraia o rabo, ele falava: Isso viado, deixa esse cu bem apertado pra minha pica arrombar ele todo. Depois ele colocou as palmas das mãos por baixo da minha bunda, me ergueu um pouquinho e fez aquele metelança pra dentro do meu rabo. Eu gemia de tesão. Realmente aquilo era delicioso. Só que me cansei e pedi pra mudar, ele quis no frango assado. Deitei, ergui as pernas ele veio por cima, colocou minhas pernas em seu ombro para meu cu ficar bem na direção da sua jeba e, mandou pra dentro. Nessa posição, ele, acredito que me comeu na maior velocidade possível. As vezes ele dava uma diminuída nas estocadas, aproveitava e me beijava, por sinal era a primeira vez que ele me beijava. E beijava muito gostos, metia a língua com gosto na minha boca e eu retribuía metendo a minha língua na boca dele. Também chupava meus mamilos e nessas horas eu ia até as nuvens e voltava, tenho o maior tesão nos mamilos. Outra coisa que ele passou a fazer era, ao mesmo tempo que me comia pegava na minha rola e batia punheta. Quis mudar novamente. Foi para o chão e me puxou para a beira da cama, fiquei deitado no frango assado e ele em pé metia à vontade no meu cu. Fudeu, fudeu e fudeu. Eu me punhetava, até que ele se alcançou meus mamilos e começou a mordiscar, não aguentei e avisei que ia gozar. Ele afastou o dorso do meu peito e eu comecei a gozar jatos de porra de tesão. Ele falava: isso goza e morde minha pica, e acelerava pra me dar mais tesão. Acelerou e anunciou vou gozar, veio pra cima de mim, e mandou eu abrir a boca. Começou a jatar o leite, o primeiro jatão foi no meu cabelo, o segundo foi certeiro na minha boca, os demais alguns na boca outros na minha cara. Quando parou de jatar, ergui a cabeça e abocanhei a pica dele, mamei, mamei, até ela amolecer. Ficamos um pouco deitado, ele por cima de mim. Até que se levantou e falou, vamos pro chuveiro. No chuveiro, lavei aquele corpão delicia, especialmente sua pica e rabão. Nos secamos, conversamos um pouco, me troquei e fui saindo. Então ele disse, não está esquecendo de nada? Fiz cara de que não estava entendendo. Ele: pagar o serviço especial do meu trabalho de barbeiro, a foda eu não cobro e de graça. Falou o preço, e realmente o rapaz sabia cobrar, mas depois duma foda dessas quem iria reclamar.
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