Estava no trabalho entretido em preencher tabelas e mais tabelas, quando o celular anunciou mensagem. Dei uma parada do trabalho e fui olhar, era um mano da irmandade. Li a mensagem: Já trepou com um oriental? Respondi: Não, nunca pintou um e não sei se tenho tesão. O amigo escreveu: Se experimentar não vai mais poder andar na rua, principalmente na Liberdade, vai querer trepar com todos que cruzarem seu caminho. Anota aí o whats dele, o nome dele é Watanabe. Conversamos mais um pouco, mas não disse mais nada sobre o japonês, tudo que perguntava ele falava: Combina, encontra e vai foder que você vai saber – e o puto ria. Fiquei com aquilo o dia inteiro, foi até difícil de me concentrar no que estava fazendo. Seis horas da tarde o escritório começou a esvaziar, então inclui o Watabane e mandei mensagem: Meu amigo, xxxxxxxx, deu seu contato, afim de tomar uma cerveja? Não demorou nem 10 minutos veio a resposta: Claro, quero sim. Fala onde que vou? Liguei para casa e avisei que ia chegar mais tarde, por conta de muito trabalho. Mandei mensagem para o japonês: Que tal hoje, depois das sete e trinta no shopping Ibirapuera, nas lanchonetes. Me descrevi e com que roupa eu estava. O tal shopping é perto do meu trabalho e não pego quase transito porque conheço umas quebradas. Estou lá na lanchonete tomando um chope e vejo um japa grandão, fortão, segurando um capacete me procurando. Fiz final e ele veio. Realmente era uma figura interessante. Sentou nos cumprimentamos, ele reclamou do transito, mas disse que conseguiu fugir por outras ruas, que conhecia bem aquela região, já que morava na Liberdade. Lembrei do que meu amigo havia dito sobre a liberdade. Papo vai, papo vem, entramos no assunto sexo. Ele disse: Se foi o fulano X, que deu meu contato já até imagino o porque Ri e disse: Pois é, ele insistiu muito para que eu te conhecesse, fiquei curioso, já que não conheço orientais, e acabei mandando mensagem para te conhecer. Ele deu um sorriso e falou: Gostou do que viu? Respondi: Gostei muito. Ficamos nessa conversa sem ir mais a fundo, tomando chope, até que ele disse: Moro sozinho na Liberdade, afim de ir até lá. Claro, topei na hora, já que vivo com tesão 24 horas por dia. Acertamos de eu deixar o carro no estacionamento e ir de moto com ele. O japa tem uma supermoto, fui na garupa e encostando meu pau na bundona dele, que ficou duríssimo. Ele riu e falou: Cuidado com essa pica aí na minha bundo, não se anima não, meu tesão é outro. Me animei, sinal que o japa era somente ativo, mas só iria ter certeza quando já estivéssemos pelados. O Watanabe, realmente conhecia as quebradas e logo chegamos na rua dele na Liberdade. Era um prédio de uns cinco andares. Entramos ele apertou o quinto andar. Chegamos no apartamento dele, mal fechou a porta, mandou eu sentar num sofá. E disse que já voltava. Fiquei apreciando, uma decoração bem oriental, poucos móveis, mas de bom gosto. Demorou um pouco e voltou, só de cueca. Olhei e gostei muito do que vi, gordinho sem exagero, barriga de cerveja, poucos pelos no peito e barriga, completamente careca, barbudão, pernas com poucos pelos, mas do elástico da cueca saia um prenuncio de pentelhos, usava uma cueca branca com elástico preto e um belo volume arredondado no meio das pernas. Chegou perto de mim, e tirou a cueca, um pinto clarinho pequeno pulou para fora. Ele me olhou sério e disse, como uma ordem: Deixa duro! Veio para perto e praticamente encostou a rola na minha cara. Segurei e passei a língua pela cabeça, gosto de suor de pica. Coloquei inteira na boca e fui fazendo aquela sucção de ventosa. Fui sentindo a rola aumentando, logo já estava difícil ter inteira na boca, mas eu não larguei da incumbência de deixar aquela rola trincando de dura. Ele segurava em meus cabelos e forçava para eu ter toda a pica dentro da boca. Percebi que o japa iria me dominar. Do nada, ele me ergueu e falou: Vamos para o quarto. Foi na frente e eu seguindo. Mandou: Fica pelado, tira tudo! Fiquei completamente nu, ele mandou eu deitar de quatro na beira da cama, fiz o que ele mandou. Logo senti a língua dele explorando meu cu. Chupou, lambeu e deu uns tapas na minha bunda dizendo: Cuzão bom de levar rola. Você vai conhecer como um japa fode! E me lascava tapas na bunda. Meu tesão estava a mim, e pedia: Vai, Japa me fode, mete rola. Ele dizia: Não, ainda não, primeiro tem que deixar esse cu pronto para levar rola e amaciar bem a carne. Hoje você vai ver como um Japa domina, você vai ser a minha e gueixa, fazer tudo que o senhor mandar. E chupava meu cu, rego e até puxava minhas bolas e lambia. Depois, puxou meu pau, e colocou na boca. Esse pau parece um grelinho, não tá com tesão viado? Respondi que estava muito, e que assim que ele metesse no meu cu, o grelinho iria crescer e virar uma rola de bom tamanho. Depois ele subiu nas minhas costas e ficou se esfregando, roçando a pica na minha bunda. Maior tesão isso, sentia aquele macho todo em cima de mim e aquela pica as vezes cutucando meu cu e forçando a entrada, mas logo tirava. Ele desceu de cima de mim, se deitou ao meu lado e falou: Vem cá viado, mostra o que você sabe fazer! Fiquei de joelho na cama em cima dele, comecei tentando beijar, e imediatamente ele segurou minha cabeça, e deu um beijo daqueles de não esquecer mais, depois disse: Abre essa boca! Abri e ele metia a língua dentro como se ela fosse um pinto e minha boca uma buceta. Ele ficou nisso por muito tempo, percebi que ele sentia muito prazer nisso. Depois me largou e falou: Continua me dando prazer, viado! Fui para o peito dele, chupei um peito, depois o outro, mordisquei os mamilos, ele gemeu e eu entendi que sentia tesão, fiquei bastante tempo me revezando nas chupadas e mordiscada nos mamilos. Depois desci e cheguei na pentelhama. Eram pelos lisos e compridos, meti a cara ali, cheiro de macho delicioso. Depois fui para a pica, primeiro olhei devia ter uns 17 a 18cm, grossura normal. Cai de boca, ele segurou minha cabeça e falava: Vai viado, mama essa caralha aí que vai te fuder muito! Mamava, lambia, fazia sucção, fazia ventosa e ele gemia gostoso e falava: Se você der o cu desse jeito igual mama uma rola, se deixar vou fuder a noite toda! Depois de muita chupação no pau e nos ovos, ele se virou de costas, empinou o rabão e falou: Vai gueixa lambe o cu do seu japa! Abri as bandas que eram grandes e muito carnudas, seria delicia meter rola ali se ele deixasse. Comecei a lamber de leve do saco, passando pelo cu e indo até o rego, ele gemia, assim eu fui até que acelerei e comecei a lamber para valer o cu, ele gemia e dizia que era muito gostoso, que eu sabia lamber um cu de macho. Tentei apertar o botão com o dedo e na hora ele reclamou dizendo que era só língua nada de dedo. Obedeci ao macho, até ele se cansar. Daí mandou eu deitar, empinar a bunda e ele começou a dar o trato, puxava meu pau, lambia meu saco, linguava o meu cu e rego. Foi assim percebi que ele lambuzava bem meu cu. Até que ele levantou foi no armário pegou um tubo, passou na cabeça da pica, ficou de joelhos atrás de mim. Senti a pica quicando na minha olhota, fez isso muitas vezes para meu tesão chegar a mil e eu pedir: Vai Vai Watanabe mete no meu cu! Ele respondeu: Você está pedindo rola, então vai ter que aguentar minha foda! Não entendi bem, pensei que ele estava se referindo as metidas dele, mas não era bem isso. Ele encostou a rola e foi metendo muito lentamente, sentia rola entrando bem mansinha e nem sentia dor. Até que senti que os pentelhos encostados na minha bunda e o saco batendo no meu. Ficou muito tempo parado e sentia que ele fazia força e a pica dele mexia sozinha dentro do meu rabo sem necessidade do vai-e-vem. Estava muito gostoso, de vez em quando ele dava uma leve mexida, muito calma. Aquilo estava me deixando doido, e eu pedia: Vai mete japa, me arregaça. Ele não respondia e também não mudava. Ficamos assim por um bom tempo, até que ele começou a dar leves bombadas, aquelas que a pica nem sai do lugar o que me deixava mais doido ainda e pedindo pica. Meu pau estava duro igual pedra, ele levou a mão e disse: Esse teu pau só fica duro com pica no cu. Pedi para ele tirar a mão se não eu ia gozar tamanho era o tesão. Ele tirou, mas o pouco que tocou senti a porra vindo. Liberei e ele falou: Porra, já tá gozando! Respondi que sim, que não aguentei. Nossa a maior sensação é gozar com uma pica atolada no cu, só quem já experimentou isso sabe o que é bom. Ele nem se abalou, continuou naquela cadência de lentidão. De repente, ele me segurou com força e fez uma sequência de estocadas fundas que eu gemi de tesão. Meu pau nem chegou a amolecer, ficou duro igual pedra. Ele levou a mão e deu ima risadinha. Depois, tirou a pica sem avisar, e senti aquele vazio dentro do rabo. Mandou eu ficar de quatro na beira da cama, ficou de pé e quicou a rola e enterrou, dei aquela gemida de quando o cu é invadido de uma vez. Ele segurou na minha cintura e fodeu intercalando paradas totais, fodas lentas e arregaçadas violentas e fundas. Eu gemia mesmo igual a uma gueixa levando rola. Depois ele quis que eu sentasse na rola dele. Sentou no chão, encostado na cama e mandou eu sentar, mas com tudo sem ficar com frescura de deixar entrar devagar. Fui, me preparei, segurei a rola a mão encostei o cu e sentei, dei aquela gemida que todo mundo dá quando uma rola entra de uma vez. Comecei a subir e descer e ele pediu que queria bem devagar, bem lento, que o tesão estava no sentir e não na pressa. Fiquei naquelas de bem lento, até que ele colocou as mãos espalmadas em minhas nádegas e com movimentos de quadril mandou rola numa velocidade alucinante. Não aguentei e sem tocar meu pau soltou mais porra, ele sentiu porque quando a gente goza com pica o cu contrai e o fodedor sente. Quando terminei, ele quis me pegar no frango assado. Voltamos para a cama, ele colocou minhas pernas no ombro, me puxou para a beirada da cama e em pé me deu mais uma sessão de metidas paradas, lentas e alucinantes. Comecei a ficar preocupado, porque já devia ser tarde e aquele japa nada de gozar. Pedi para ele gozar e ele falou: Só gozo quando quero e não estou afim ainda, quero sentir ainda mais esse rabo engolidor de rola. Ficamos nos revezando, de quatro, em pé com as mãos na parede, papai-mamãe, no frango. Teve horas que ele tirava a rola e só esfregava no meu rego e cu. Pedi, uns minutos. Fui no meu celular e tinha várias ligações da minha mulher. Liguei e disse, que tinha acabado a bateria, que estava concentrado no trabalho e que ainda iria demorar um pouco. Deixei o celular ao meu lado na cama. Voltei a ficar de quatro e o japa sem aviso me galou vindo por cima, quase sentando na minha bunda e com a pica entrando reta no meu cu quase rasgando. Eu gemia igual a uma cadela, de tanto tesão. Meu celular tocou, estendi a mão e era minha mulher, fiz menção de sair de baixo, ele não deixou e mandou eu atender quicando dentro do meu rabo. Atendi, fazer a maior força para falar normal. Ainda bem que ela não estendeu o papo, e desligou logo. Nunca tinha passado por uma situação dessas. Ele ouviu a conversa e disse que só por isso iria gozar, mas numa próxima não ia ter essa de parar não. Na posição que estava acelerou muito e começou a gemer, bater na minha bunda e xingar de viado, puto, engolidor de rola, etc. Senti a porra inundando meu cu. Ficou com rola dura. Deitei com ele por cima, ele ainda deu umas estocadas fundas e sua pica continuava duraça nem parecia que tinha gozado. Levantei fui ao banheiro fazer a higiene, voltei me vesti e ele disse: A próxima vez que quiser foder comigo não venha com pressa, eu gosto de fuder sem tempo para parar, se deixar fodo a noite toda até de manhã. O bom dessa foda que apesar de levar muita rola não fiquei com o cu dolorido, realmente o Watanabe sabe foder um cu. Claro que voltei mais duas vezes. Arrumei desculpa de viagem e foi praticamente um dia inteiro levando rola sem o japa gozar e a foda continuou a noite até ele resolver gozar. Quem nuca fodeu com um japa experiente quem sabe vai ter a mesma sorte que eu. Se ele se chamar Watanabe vá sem pensar que não vai se arrepender.
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