Isso aconteceu no mês passado. Meu carro deu defeito e deixei na concessionária. Na manhã seguinte para ir trabalhar pedi um Uber. Não gosto de ir sentado no banco de trás, gosto de ir ao lado do motorista no banco do passageiro. Entrei e vi que era um cara de uns 45 anos, bem simpático, barba bem aparada, rosto bonito, moreno claro, camiseta clara colada ao corpo, um peitoral invejável, coxas grossas naquela calça jeans, sorriso sempre no rosto, me pareceu um sujeito de bem com a vida, aliança de casado. Olhei para o console e vi um Halls, na hora saquei: motorista de Uber com halls, isso é sinal de curte um belo boquete. Falei rindo, na maior: gosta de halls. Ele rindo, respondeu: gosto muito. Nem acabou de falar e levou a mão displicentemente na rola, mas como ele viu que olhei, ele não tirou a mão e deu uma apertada, e falou: gosta de chupar? Se referiu malandramente ao halls, mas com segundas intensões. Respondi já entrando no jogo: gosto muito e nem precisa de halls. Ele me olhou bem putão e disse: não dá pra mamar agora nesse horário com esse transito, mas dá pra brincar com ela. Abriu o zíper, tirou o pinto da cueca, mas deixou dentro da calça virado para o lado direito para facilitar pra mim. Enfiei a mão e senti uma pica mole, grossa e quente. Fiquei passando a mão na cabeça, que estava quase completamente encoberta pela pele. Aos poucos ela foi crescendo e soltando aquela babinha que é impossível não ter vontade de mamar. Mas ali realmente não dava, conforme a pica cresceu, era impossível ela ficar inteira dentro da calça. Eu bem puto, fui ajeitando até que ela saiu e eu fiquei alisando e socando uma punha bem lenta naquela pica linda, que era bem maior e bem mais grossa do que eu imaginava de quando estava dentro da calça. Falei: teu halls é grande e grosso. Ele deu uma gargalhada e respondeu: aguenta inteiro no rabo? Ri e falei: com jeitinho, entra todo. Ele riu e completou, se quiser a gente marca para você conhecer e brincar à vontade com a meu halls sem preocupação. Falei, vou marcar com você me apanhar no trabalho às 19h30 e a gente vai para um lugar tranquilo onde você possa libertar esse halls da embalagem para eu provar. Fui brincando com a pica dele, até o trabalho, mas infelizmente sem dar se quer uma leve lambidinha naquela babinha que já saia da boquinha da rola. Passei o dia todo só imaginando como seria cair de boca na pica do Uber. Avisei em casa que iria ficar até mais tarde no trabalho. Finalmente chegou o horário e desci no saguão do prédio e o porteiro me avisou que já havia um Uber me esperando. Ri de felicidade, acho que o porteiro não entendeu. Entrei no carro. E ele sorrindo me disse: a mandioca já está no ponto de colher. Levei a mão e senti que o bicho estava duro. O puto já tinha tirado ela da cueca e deixado para a direita, meti a mão na entrada da calça e senti ela dura, quente e grande. Indiquei um motel na marginal que era o mais próximo já que eu estava muito afim de ver aquela rola ao vivo e em cores. No apartamento, ele já foi me agarrando por trás e esfregando a rola na minha bunda dizendo: sente a pica do macho. Virei de frente e falei: quero sentir toda, mas também quero ver porque imaginei ela o dia todo. Ele rapidamente arrancou a camiseta justa, sentou na cama tirou sapato, meia, calça e ficou só com uma cuequinha branca que já marcava um volume enorme e uma piroca gigantesca. Fiquei assustado pelo tamanho da jaburana do macho. Rapidamente arranquei toda roupa, fiquei completamente pelado e me ajoelhei entre as suas pernas e cheirei a cueca, cheirão de macho, saco suado, mijo e pré-cozo. Por cima da cueca mesmo levei a boca e comecei a abocanhar aquela rola deliciosa. Ele não quis esperar, tirou a cueca e uma jiboia gigante pulou na minha frente, nunca tinha visto igual. Pegou a cueca e esfregou na minha cara dizendo: sente o cheiro de um macho que suou o dia inteiro na cueca, seu puto. Depois, pegou na rola, segurou, balançou e me olhou dizendo: Vai chupar me olhando na cara, quero ver sua cara de viado mamando na minha rola. Fez sinal e eu dei uma lambida de leve na cabeça, depois passei a língua por toda a rola como se estivesse lambendo um sorvete quente. Aos poucos coloquei a cabeça que era bem menor que o corpo da rola, mamei, lambi. Fui descendo com a boca pela rola, mas o tamanho e grossura impediam de engolir toda, chegava nem na metade. Ele falava: tá gostando né viado, mas engole toda? Eu tentava, mas era impossível. Ele mandou eu deitar na cama com a cabeça pra fora, pendente. Ficou em pé, e mandou eu abrir a boca e ficar olhando para rola. Ele encaixava a rola na minha boca e socava. Eu engasgava e salivava de escorrer pela boca. Ele com uma mão segurou minha cabeça, socava rola empurrava minha cabeça em direção a rola. A rola quase me sufocava e eu babando de escorrer. Ele tirou a rola da minha boca e mandou eu ficar nessa posição, e começou a se punhetar. Eu queria chupar e tentava elevar a cabeça até a rola, ele não deixava e dizia: só olha e fica com a boca bem aberta puto. Eu pensei que ele não iria parar mais, até que começou a urrar e enfiou a pica na minha boca e entronchou até o fundo, senti os jatos de porra indo direto pra minha garganta. Segurou minha cabeça e não deixou eu tirar a boca até ele soltar toda a porra, depois tirou a rola, deu um tapa na minha cara e falou dando ordem: engole tudo, não desperdiça uma gota seu viado do caralho! Olhou pra mim e falou: mostra a porra na boca, mostra puto! Abri a boca e mostrei o que ainda não tinha engolido. Ela falava: agora engole, engole tudo! Pegou uma toalha jogou na minha cara e disse: limpa essa bata safado! Foi para o banheiro e ouvi o chuveiro. Quando voltou a rola estava a meia bomba, se deitou e falou segurando na rola: chupa! Fui para o meio das lindas coxas dele e seguei na rola e mamei igual a um bezerro faminto. A pica em questão de segundos voltou a virar um míssil grande e duro. Ele deu ordem: baba na minha rola, que isso vai ser o lubrificante para ela entrar no seu cu. Babei de escorrer pela rola e saco. Ele depois de um tempo, disse: senta nela, mas quero que entre até o talo está ouvindo? Respondi que sim. Me acocorei em cima dele, passei um pouco da baba no cu e fui sentando, como a cabeça da pica era fina, foi entrando, mas dois centímetros depois a rola virava uma pica de jumento, e foi rasgando o meu rabo, eu parava e ele me dizia: Olha pra mim viado e vai sentando, não era rola que você queria? Então aguente! Estava pedindo arrego, queria tirar meu cu daquela pica de jumento. Mas ele segurou em meus ombros e forçou para eu sentar. Como sabia que não tinha escapatória ou era a rola toda ou toda a rola no meu cu, forcei e sentei, deu um grito abafado de dor. Em todos esses anos levando rolas e mais rolas no rabo nunca senti tanta dor. Fiquei entrouchado nela por um bom tempo, depois, mesmo com dor latejante, fui lentamente subindo e descendo. Ele pedia: cavalga viado, cavalga na minha rola sua puta!. Eu tentava o meu máximo. Ele me tirou de cima e mandou eu deitar de lado na cama, deitei. Ele veio por trás, ergueu minha perna de cima, colocou por cima da dele, mirou a pica no meu cu e enterrou, vi estrelas, mas nessa posição a dor forte foi passando o tesão do cu substituiu o que era incomodo, passei a gemer e pedir: isso macho, fode minha raba, mete rola fundo. Ele metia e cada vez que a rola era socada inteira e eu sentia as bolas dele batendo em mim, deu dava aquela gemida e dor e prazer. Ele pelo visto adorava essas gemidas, pois fodia cada vez mais rápido e fundo. Do nada tirou a pica, e mandou eu ficar de quatro, fiquei. Ele veio por trás, subiu na minha bunda, na tradicional posição, cachorrinho, e socou rola no meu cu, assim entrava quase até as bolas. Eu já delirava, o tesão era tanto que avisei a ele, que se ele continuasse assim, eu ia gozar de tanto tesão no cu. Pois o puto acelerou ainda mais, e sem levar a mão no meu pau comecei a gozar jatos de porra. Como meu cu mordia a rola dele, ele falou: tá gozando vadia, tá? Respondi entre os espasmos, estooooouuuuu. Ele não parou um instante e acelerou ainda mais, até que avisou vou encher seu cu de porra puta! Pedi, não, me dê na boca!!! Ele tirou rápido a rola. Eu deitei, ele veio por cima, deu umas punhetadas naquela pica gigante, e senti a primeira jatada na cara, rapidamente, ergui a cabeça e abocanhei a cabeça da sabuja dele. Ele dizia: mama vadia, mama! Caralho, ele gozou tanto que escorria pelos cantos da boca. Pediu que mostrasse a porra dentro da minha boca. Depois engoli tudo e ainda fiz aquela faxina na rola dele de deixar brilhando. Fomos para o banho, entre beijo, ainda aproveitei mais um pouco para dar aquela mamada gostosa para deixar de lembrança.
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