Como me Tornei a Puta Oficial do Meu Sobrinho

E vamos nós para mais um conto de putaria, desta vez do meu amigo Adriano, que contou a história para eu escrever e depois enviar a ele para ver se não inventei nada (risos)
Adriano, é um macho daquele tipo que você o conhece e não causa nenhum tipo de desconfiança de que o safado adora dar o cu. Vou descrever o puto, alto – 1,83m, forte 92kg, cabelos castanhos já ficando grisalhos, olhos castanhos, 54 anos, casado com mulher, constituição física excelente que dá inveja a muitos garotões de academia, um belo e carnudo lordo, uma pica de 16cm grossa, e o melhor, pentelhos que ele apara. Mas vamos a história, isso aconteceu a uns 5 anos atrás. Seu sobrinho, vou chamar de Lucas, voltou dos Estados Unidos por onde viveu e estudou por 4 anos, mal chegou e a confusão se instalou na casa de sua irmã, já que o rapaz, nessa época com 19 anos, reuniu o pai e a mãe e se declarou gay. Foi um pega pra capar, o pai ficou doido e não aceitou de jeito nenhum. Conversei com minha irmã e esposa e achamos melhor o rapaz vir morar uns tempos conosco. Ele ficou na dele por uns 3 dias, no quarto dia, um sábado, convidei ele para ir ao sitio que tenho em Atibaia, só eu e ele, já que minha mulher não podia, disse que já tinha assumido compromisso anteriormente. Levantamos cedo, pegamos nossa bagagem, entramos no carro e pegamos a estrada. No começo o rapaz estava bem calado, mas com paciência fui puxando conversa e ele foi se abrindo. No sítio, mostrei toda a área para ele, e fomos ajeitar nossas coisas nos quartos, ele em um e eu em outro. Ele resolveu deitar um pouco alegando cansaço, deixei ele a vontade. Próximo ao meio dia chamei o Lucas e fomos para a cidade almoçar. Durante o almoço nossa conversa foi sobre a estadia dele e estudos nos Estados Unidos. Não tocamos no assunto sexo. Voltamos para casa, ficamos conversando na varanda e ele vendo a piscina falou que queria dar uns mergulhos, falei que podia ficar à vontade. Entrou na casa e quando voltou quase cai da cadeira que estava, o meu sobrinho quase me deixou sem ar. Estava apenas com uma sunguinha verde clara que deixava a rola totalmente marcada. Engoli em seco. Além disso o rapaz era e é lindo, forte, mais alto que eu, peito musculosos, pernas com coxas daquelas que a gente admira, braços musculosos, cabelo castanho claro, olhos castanhos, bundona carnuda que sem a sunga daria pra bater umas dez punhetas seguidas só de olhar pra ela. Resumindo o meu sobrinho é uma verdadeira maravilha de tesão. Ele passou por mim, e pulou na piscina. Meu pau começou a subir, e para não passar vergonha resolvi entrar e fazer umas caipirinhas. Troquei a bermuda porque a que eu estava dava para perceber meu pau duro, então coloquei uma de jeans que o tecido é grosso e não marca muito. Levei as caipirinhas para a piscina e o puto saiu da água e veio se sentar na espreguiçadeira bem na minha frente. O safado, ficou reclinado com os pernões abertos e com a sunga molhada realçou ainda mais sua pica, que parecia que estava a meia bomba. Foi difícil de aguentar ver aquele tesão na minha frente, mas a duras penas me contive, mas claro que aquele volume sempre me chamava a olhar e acho que ele percebeu porque as vezes colocava as mãos em cima dava umas apertadas e depois tirava as mãos. Quando isso acontecia era impossível não olhar. Eu estava a mil, minha pica queria estourar a cueca e o tecido da bermuda tamanho era meu tesão. Logo comecei a entrar no papo da conversa dele com os pais. Lucas começou a contar sobre sua vida nos Estados Unidos, que conheceu um carinha da mesma escola, que foram morar juntos e acabaram se apaixonando. Mas que antes já tinha tido outras experiências com garotos tanto nos Esteites quanto aqui no Brasil, mas frisou bem que sempre como ativo e que nunca tinha dado a bunda porque não tinha vontade, mas que muita gente queria comer. Caímos na risada. Aí o papo partiu para a putaria, sempre eu instigando ele a contar suas fodas. Ele já não escondia que sua pica estava duraça e quase estourando o tecido da sunga, e eu de olho na jeba do meu sobrinho, que garoto delicioso. Até que ele disse: Tio posso lhe fazer uma pergunta? Respondi que sim e ele emendou: Já teve alguma experiência com outro homem? Engasguei e perdi a voz, ele percebeu e rebateu: Pode falar fica aqui entre nós. Então, eu disse: já sim. Lucas quis saber se foi na adolescência. Meu tesão já estava ficando insuportável e acabei falando: Sim na adolescência, depois de adulto e até agora quando dá eu gosto de uma brincadeira com outro macho. Ele me olhou bem sério e falou: Verdade isso, tio? Respondi: é verdade e vendo você assim deitado com essa pica dura está me deixando doido de vontade. Lucas se levantou e ficou em pé ao meu lado, com o volume quase encostando na minha cara. Com ar de puto safado, me perguntou: e o que gosta de fazer. Nem respondi, levei minha cara na sunga dele, cheirei e baixei a sunga dele até o meio das coxas. Uma rola grande, de uns 19cm, grossinha, branquinha pulou pra fora. Segurei na danada e dei aquela lambida na cabeça da pica, que já estava soltando aquele melzinho. Lambi todo aquele néctar doce, depois fui chupando a cabeça, e passando a língua. Ele gemia, e dizia, que delicia tio, engole inteira. Fui engolindo, quase cheguei na base, fazia sucção e passava a língua. O tesão dele foi aumentando e segurou na minha cabeça e forçava eu engolir todinha. As vezes engasgava e tinha ânsia, mas não desistia. O puto, segurava minha cabeça pra eu ficar com a rola toda socada na boca e dizia: isso tiozinho puto, engole ela toda. Depois mandava: chupa minha pica, mas olha na minha cara, quero ver sua cara de viado mamador de rola. Ficava olhando e engolindo a pica dele, ele me olhava e dizia: safado! Ficamos nessa por muito tempo, até que ele falou: e aí tiozinho, gosta de levar rola no cu? Parei de mamar: olhei pra ele com cara de vadia e disse: quero que você atole essa pica todinha no meu cu. Ele me afastou da rola, tirou a sunga e me olhou falando: vai querer levar rola aqui mesmo ou no quarto. Falei que era melhor no quarto. O puto foi na frente pra dentro da casa e ao invés de ir para o quarto dele, foi para o meu. Deitou com as pernonas aberta e com a pica a pino e disse: tira a roupa e vem mamar mais um pouco pra me deixar no ponto de meter no seu cu. Em pé, fui tirando toda a roupa, quando fiquei pelado ele disse: fica de costas quero ver essa sua bunda. Virei e ele falou: caralho hem. tio, que rabo gostoso e não é à toa que já deve ter levado muita pica. Fui para o meio das suas pernas e mamei igual a um bezerro faminto por leite. Até que ele falou: fica de quatro, vou arregaçar esse cu! Aguenta só com cuspe? Com o tesão que eu estava respondi: passa cuspe na pica e no meu cu e atola a rola toda dentro. Ele fez isso, me segurou pela cintura, senti a pica procurando a portinha, ponteou e senti a jeba entrando rasgando, quase a seco, dei um grito e ele falou: aguenta aí viado! O puto não parou, foi enterrando devagar, mas não parou, foi num movimento só. Quando tudo estava dentro e senti seus pentelhos aparados encostado na minha bunda, me segurou com mais força e começou o vaivém, doía um pouco já que estava quase sem lubrificação, mas acho que começou a sair o tal melzinho da cabeça da rola e aos poucos senti que estava mais suave. O puto socou sem dó, e aquele barulho tradicional de coxas batendo em bunda enxia ode som na casa, já que o silêncio do sítio era de total paz. Depois, tirou a pica do meu cu sem avisar, deitou-se, segurou na benga e falou: vem cá safada, engole minha rola com seu cu, fica de costas pra mim, quero ver minha pica entrando inteira. Fiquei de cócoras e fui sentando devagar, o macho deu uma jogada de cintura que a pica entrou de uma vez, dei um grito mais de susto do que de dor. Ele riu e falou: comigo, viado não tem moleza. Todo viado quer pica, então tem que se sujeitar a dar prazer também pro macho. Comecei a subir e descer e ele ajudava com estocadas fundas, depois segurou minhas nádegas com as mãos e deixou minha bunda um pouco afastada e deu aquela meteção de as palavras saem em soquinhos. Eu gemia e ele dizia: tá gostando né viado de dar o cu pro seu sobrinho, ne sua puta? Eu respondia: estou adorando. Depois me colocou de quatro na beira da cama e em pé, socou fundo, as vezes tirava a rola toda pra fora e depois com uma metida certeira enfiava até o talo, eu gemia de tesão, aí ele testou um tapa em cada nádega, como eu não reclamei, ele passou a tirar a rola, depois socar inteira e ficava parado dando tapas na minha bunda e dizia: essa bunda parece de mulher, foi feita pra gente aproveitar mesmo e judiar dela. Fodeu, fodeu e fodeu. Quis me pegar de ladinho, com os dois deitados, não curto muito essa posição, mas parece que ele adorava. Por fim mandou eu ficar de quatro com a cama no colchão e a bunda bem rebitada, enterrou a rola e subiu em cima de mim, que delícia, poucas vezes eu dei o cu pra quem me pegasse assim. Estava tão bom que eu delirava de tesão e batia uma punheta no meu pau, estava quase gozando e avisei ele, que disse: goza gostoso viado, e pisca esse cu pra me fazer gozar também. Acelerei na punheta e ele na meteção no meu cu, gozei como há muito não fazia, não parava de sair porra e ele falava: caralho viado, tudo isso é tesão. Mas logo ele começou a gemer e socar com mais força, do nada tirou a rola e falou dando ordem: deita viado, deita. Deitei e ele veio por cima e mandou: abre a boca, abrir e ele enfiou a rola bem fundo na boca e falava: mama puta, não para, senti a jatadas fundo na minha garganta, quis tirar a rola, mas ele falou: engole toda a porra, não deixe nada pra fora. Engoli tudo, e ainda limpei bem a pica, deixei a cabeça reluzente. Descansamos um pouco e depois fomos tomar banho juntos. Ele quis ver meu cu como estava, olhou e falou: não está arrombado, também já deve ter levado muita rola e riu. Ele não quis sair para jantar, disse: quero é ficar fodendo você tiozinho a noite toda. Nem vestimos roupa até na hora de voltar para casa, ficamos peladão pela casa. O puto me fudeu no chuveiro, na beira da piscina, na sala, novamente em meu quarto. Quando saímos do sítio a casa ficou com aquele cheirão de porra e foda. Na volta, no carro, eu com a mão alisando a pica dele por quase toda a viagem e ele me disse: pois é tiozinho de agora em diante você vai ser minha puta fixa, se tiver jeito vou querer te foder todos os dias. Claro que não deu jeito todos os dias, ele voltou para a casa dos pais, mas quando surgia oportunidade lá estava eu levando a rola dele no rabo. Até que ele conheceu um carinha, moram juntos já a quase um ano, mas o puto gosta de pular o muro e vir me comer, sempre diz: seu cuzinho é bom demais, não me canso dele e de te foder como minha puta oficial.
Foto 1 do Conto erotico: Como me Tornei a Puta Oficial do Meu Sobrinho

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Como me Tornei a Puta Oficial do Meu Sobrinho

Codigo do conto:
259540

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/04/2026

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