Levando rola do Pedreiro em Casa

Beleza pessoal. Comentei em um dos meus contos que faço parte de um grupo, que chamo de Irmandade, são caras casados assim como eu que tem fogo no cu. Já nos reunimos algumas vezes e conheço a todos. Essa história que vou contar, não aconteceu comigo e sim com um amigo desse grupo que se chama Julião, autorizou que eu postasse a história que contou em um desses encontros que fizemos. Mandei todo o texto para ele ver se concordava e mudasse o que precisasse. Ele pediu que eu escrevesse porque disse que não gosta de escrever e não sabia descrever direito.
Bom, então vamos a história do meu amigo. Julião, esse é o apelido verdadeiro dele, é um cara de 56 anos hoje, cabelo claro ficando grisalho, olhos castanhos, fortão – sem ser gordo, bundão que mesmo vestido dá para se saber que tem um belo lordo. Segundo ele tem uma pica de 16cm, grossinha que disse dar pro gasto. A história começa no mês de janeiro a uns 10 anos atrás. Ele estava com umas reformas na casa, e aproveitou que a esposa e filha iam ficar uma temporada na praia pra iniciar a obra. A própria mulher contratou um pedreiro e um ajudante, Seu Jorge e Clovis. Começaram numa segunda-feira e Julião, ficou no primeiro dia com eles e percebeu que o Seu Jorge era magro, mas com o corpo bem em forma, tudo no lugar, já no primeiro dia pediu se podia ficar sem camisa, já estava de short desses bem folgados. Julião sentiu um tesão da porra, já que fazia uns 5 anos que não levava rola no rabo e desde aí a ideia começou a fervilhar em sua cabeça. A obra continuo sendo tocada pelo pedreiro e pelo ajudante. Julião chegava mais cedo do trabalho, ele tem uma pequena metalúrgica, para acompanhar os trabalhos dos dois. Para deixar o Julião com mais fodo no rabo, o Seu Jorge tinha mania de falar e dar umas leves pegadas no pau e isso foi deixando o Julião mais aceso ainda. Até que na sexta feira ele e não foi trabalhar e ficou em casa, esperou os dois chegarem e começou o seu plano. Já tinha separado uma calcinha vermelha minúscula da sua esposa, que ele adorava. Quando os trabalhadores chegaram ele já estava vestindo a calcinha fio dental, morria de tesão só de sentir o fiozinho atolado na bunda e coxando seu cu. Colocou um short azul escuro que na contraluz ficava meio transparente e uma camiseta regata branca, chinelo no pé e foi lá puxar prosa com os pedreiros. Seu Jorge, tinha por volta de uns 50 anos era muito falante e gostava de contar histórias por onde tinha passado. Clovis já era reservado e falava pouco. Tinha uns 30 anos, aliança de casado, moreno forte, cabelo bem curto, usava sempre no trabalho uma calça velha de agasalho preto e uma camiseta do Corinthians. Percebeu que o Seu Jorge sempre que mandava o Clovis fazer alguma coisa chamava ele de viado. Era um tal de: ei viado faça aquilo, ei viado faz massa, ei viado vai buscar tijolo, ei viado. Julião pensou: tu vai é ver o viadão que te contratou e que está doido pra dar o rabo pra você. Chegou na hora do almoço e Julião, resolveu levar refrigerante para eles. Já tinha pensado como fazer, e baixou bem o short. Tinha uma pilha baixa de tijolos e Julião virando de bunda para o Seu Jorge, se abaixou para colocar a garrafa e os copos em cima da pilha e com isso o pedreiro viu os fios da calcinha acedendo em baixo do short. Quando se virou viu que o pedreiro estava com os olhos arregalados, sinal que seu plano tinha dado certo. Deu uma bicada de olho para o pedreiro e entrou em casa. Subiu correndo para o andar de cima, da casa, entrou rápido no quarto da filha e ouviu o pedreiro comentar com o ajudante: tu viu? O patrão Julião está usando calcinha vermelha. O Clovis, falou: você deve estar vendo coisas, imagina um homem macho igual ao seu Júlio usando calcinha. O pedreiro respondeu: mas é verdade o safado usa calcinha, eu vi e vermelha, deve estar com fogo no cu. Ficaram nesse papo durante um bom tempo, de um dizendo que viu e o outro não acreditando. Depois de um tempo, Julião voltou na parte de baixo onde estava a obra. Novamente para chamar atenção do pedreiro, se abaixou, virando de bunda pro Seu Jorge e pegou a garrafa e os copos. Se virou novamente para o pedreiro e sorriu. O pedreiro deu um sorriso de safado e piscou o olho. Agora faltava o plano de como levar o pedreiro pra dentro de casa. Ficou lá esperando o tempo passar e quando era umas 17 horas, desceu e falou que precisava falar com o Seu Jorge sobre umas mudanças que queria fazer e se ele podia ficar mais um tempinho. Ele respondeu: que sim, que ficaria. Mas bem sem vergonha deu uma patolada na rola e saco por cima do short. Julião deu um sorriso de safado e entrou. Cinco e trinta, seu Jorge foi na porta da casa e chamou o Julião que mandou ele entrar. Levou o pedreiro pra sala e pediu que ele sentasse num sofá. Julião sentou no outro de frente e falou: então, preciso que um pedreiro de confiança faça uns serviços em nosso quarto, você poderia? Seu Jorge que entendeu a safadeza, disse: posso sim, mas preciso ver o que tem pra fazer. Julião levantou e encaminhou na frente subindo as escadas com o pedreiro atrás. Chegou no quarto, foi para perto da janela e falou: Seu Jorge parece que está tendo uma mancha de umidade e fez sinal para o pedreiro se aproximar. Se abaixou para mostrar a umidade que não existia e para a calcinha aparecer, e falou: o senhor está vendo? O pedreiro que tinha percebido tudo disse: estou vendo sim e é vermelha. Julião aproveitou e abaixou ainda mais o short deixando a metade da bunda de fora, dá pra ver melhor agora? O pedreiro: respondeu: dá sim e é bem grande, posso passar a mão para ver se tem umidade? Julião respondeu: claro, fique à vontade. Julião sentiu na mesma hora a mão do pedreiro sendo enfiada para dentro do short e procurando seu cu. O pedreiro falou: achei o foco da umidade e parece apertadinho. Julião riu e falou: é bem apertadinho, faz uns cinco anos que esse buraquinho não é consertado e tampado por algo grosso. Se levantou, tirou o short, tirou a camiseta e ficou só de calcinha fio dental vermelha. O pedreiro viu, deu uma risada e falou: vi que era uma calcinha vermelha, bem safada. Estava querendo que eu visse e você quer rola, né safada? Julião, respondeu: Quero muito, tomei um banho agorinha mesmo e deixei meu rabinho bem cheirosinho pra você. E se deitou na cama de bunda pra cima e olhando para o Seu Jorge falou, vem consertar o vazamento vem? O pedreiro, mesmo suado abriu as bandas da bunda do Julião e caiu de língua, falando: nossa que cuzinho cheiroso, vou meter um tubo bem grosso e grande nele. Julião gemia e o pedreiro chupava bem gostoso o cu dele, lambei, lambuzou e enfiou um dedo. Julião deu uma gemida mais de surpresa do dedo do que por sentir dor. O pedreiro falou: a safada tá gostando? Julião: estou adorando, mas deixa eu chupar sua ferramenta? Se levantou, sentou na cama, baixou o short do pedreiro e viu que ele estava com uma cueca bege, puxou o pedreiro pra mais perto e cheirou o pacote, sentiu aquele cheirão forte de macho, aquela mistura de suor, mijo e porra. Abaixou a cueca e um pinto preto rodeado de pentelhos compridos surgiu, estava meia bomba. Julião cheirou de novo e falou: que delicia cheiro de macho. O pedreiro respondeu, se gostou, então mama nele, deixa ele bem duro sua puta safada. Julião, pegou no pau, passou a língua na cabeça pra sentir o gosto, que estava bem forte, esgarçou a rola, liberando a cabeça da pele e foi chupando. Aos poucos a rola preta começou a crescer e engrossar em sua boca. A pica cresceu, devia ter uns 18 a 19cm e era grossa. Julião, mamou muito, engolia o máximo que podia. Chegou algumas vezes a encostar os lábios nos pentelhos do pedreiro que gemia. Depois foi para o saco, um sacão com duas bolhas dependuradas. Mamou uma depois a outra e tentou colocar as duas na boca, conseguiu e fez aquela sucção que deixou o pedreiro louco. Quando olhou para cima, viu que o pedreiro tinha tirado a camiseta e estava peladão em sua frente. O pedreiro, disse: deita aí puta, vou comer o seu cu! Ele se deitou, o pedreiro veio por cima, passou cuspe na rola, puxou o fio da calcinha de lado e Julião sentiu o caralho do Seu Jorge encostado na ilhota. O pedreiro forçou, mas não entrou. Julião pediu um tempo, foi no banheiro, pegou um creme da mulher, voltou pro quarto, lambuzou a pica do pedreiro bem besuntada e levou um monte de creme em seu cu. Ficou de quatro e falou, vem tapar meu buraco macho, vem! Sentiu o pedreiro encostar a rola e forçar, a cabeça começou a entrar, doeu pra caralho, ele colocou as duas mãos nas coxas do pedreiro e falou: calma, faz uns cinco anos que meu cu não leva rola, vai devagar. O pedreiro, não respondeu, segurou ele com foça pela cintura e forçou a rola que entrou quase toda. Julião deu um grito e tentou escapar do pedreiro que falou: quer fugir é sua puta, queria rola, andou se mostrando pra mim agora vai aguentar minha rola todinha no cu. Segurou firme e enterrou a rola inteira. Julião deu um berro de dor. O pedreiro não teve pena, começou a bombar fraco depois foi acelerando. Julião gemia de dor, mas sentia um tesão que era bem maior que a dor. Aos poucos a dor foi passando e começou até a rebolar na rola do Seu Jorge, que enfincava fundo pra Julião sentir sua rola inteirinha dentro. Depois Julião mandou o pedreiro se deitar e sentou na rola do macho virado de costas pra ele. A rola entrou inteirinha, a rola deslizou pra dentro. Julião sentiu seu saco batendo nas bolotas do pedreiro e aquele afofar de pentelhos e m sua bunda, enquanto o pedreiro dizia; fazia tempo que não comia cu de viado, mas esse seu cu apertado está melhor de todos que já meti minha rola. E dava uns tapas na bunda do Julião e dizia: vai viado cavalga na minha rola, não amolece não, queria rola então quero você igual uma puta de zona. E dava tapas. Depois o pedreiro quis no frango, mas falou: esconde seu pintinho aí dentro dessa cueca, não quero ver pinto na minha frente. Julião falou: mas não cabe, tem pouco tecido e minha rola fica de fora. Seu Jorge falou, esconde ela, viado. Engatou a rola no seu cu, e Julião ficou com as pernas abertas igual as de uma rã. O mete rola em seu cu, e ele adorando e querendo mais, o pedreiro nãos e cansava e metia cada vez mais forte e fundo. Os dois estavam molhados de suor. Julião quis tomar um banho, mas o pedreiro falou: nada de banho puta, só depois que eu gozar dentro do teu cu. O pedreiro mandou o Julião ficar em pé e encostar as palmas da mão, ficou arcado e o pedreiro veio por trás e mandou mais rola. Quis também voltar na posição inicial que não conseguiu, Julião deitou e o pedreiro deitou por cima e socou rola. Julião não aguentava mais e sentiu que ia gozar, avisou o pedreiro, que falou: Mas já, puta? Por mim te fodo por mais uma hora, mas tudo bem, goza na calcinha puta, goza. E acelerou ainda mais as estocadas, Julião sentiu a porra vindo, gemeu, gemeu, e sentiu que seu pau esguichava porra e seu cu mordia a pica do pedreiro. O pedreiro, falava, isso puta morde meu pau com o cu, vai vadia. Sem avisar Julião sentiu a rola do pedreiro aumento a grossura e depois sentiu aqueles jatos quentes dentro do cu, só depois que Julião sem parar de meter começou a gemer, quase gritando. Quando acabou, ficou deitado em cima do Julião, por um bom tempo, até que a pica foi diminuindo e escapou do cu. Ele se levantou e falou, vou tomar um banho, e você vai me levar em casa. Quando ele voltou pro quarto falou: vê se tem uma cueca limpa e nova aí pra mim, essa suada com cheiro de saco e pinto fica pra você. Julião se levantou, procurou e achou uma cueca nova sem uso e deu para o pedreiro, que vestiu e falou, essa é das boas. Julião ia tomar banho e o pedreiro falou: não você vai me levar em casa cheirando a porra de macho. Julião só vestiu a cueca, o short, camiseta e foi levar o macho em casa. Quando foi descer do carro falou, amanhã calcinha branca bem pequena, e vai ser assim até o fim da obra. Toda tarde, vou meter no seu cu e você vai vim me trazer em casa fedendo porra do seu macho, entendeu puta? E foi assim pelos próximos 10 dias de obras. Julião disse que o Clovis só participou de uma tarde, mas a história já está muito longa e outra hora eu conto do pega junto com o ajudante de pedreiro.   
Foto 1 do Conto erotico: Levando rola do Pedreiro em Casa

Foto 2 do Conto erotico: Levando rola do Pedreiro em Casa

Foto 3 do Conto erotico: Levando rola do Pedreiro em Casa

Foto 4 do Conto erotico: Levando rola do Pedreiro em Casa

Foto 5 do Conto erotico: Levando rola do Pedreiro em Casa


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario victor vvalente

victor vvalente Comentou em 15/04/2026

Que tesão de foda!! Adoraria participar desse grupo de machos safados e gostosos como você!

foto perfil usuario kaikecamargo3

kaikecamargo3 Comentou em 15/04/2026

Eu tive vontade de provocar um pedreiro, mas me contive.

foto perfil usuario bezerrorjzo

bezerrorjzo Comentou em 14/04/2026

Votado tesão de conto, esses pedreiros são ótimos




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


257276 - Um Japa que Fode Pra Valer - Categoria: Gays - Votos: 13
257135 - Um Barbeiro Bom Pra Caralho - O Arregaço - Categoria: Gays - Votos: 11
256999 - Um Barbeiro Bom Pra Caralho - Categoria: Gays - Votos: 19

Ficha do conto

Foto Perfil valverde
valverde

Nome do conto:
Levando rola do Pedreiro em Casa

Codigo do conto:
259403

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/04/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
5