Garotão mulato de 23 anos me fez gozar pelo cu

Dia estava bem tranquilo, nada de novo só trabalho. Até que entrou o Gilmar (nome fictício) em minha sala dizendo que havia um rapaz querendo apresentar sua empresa. Não me animei, porque sempre aparece sujeitos querendo oferecer soluções inovadoras, mas que na verdade não atendem as necessidades da empresa, e dificilmente mudamos e acabamos ficando com as empresas que já nos atendem. Falei para o Gilmar que atenderia, mas que estava terminando uns cálculos e que pedisse ao rapaz que aguardasse. Demorou acho que uns 10 minutos, liguei para o Gilmar que mandasse o rapaz entrar.
A hora que vi o rapaz aquele fogo no rabo acendeu, um rapagão de uns 23 anos, alto, mulato, sorridente, corpo malhado, camisa social branca, calça cinza, sapatos pretos, e uma pasta na mão. Levante e fui receber o rapaz, que se apresentou como Rodrigo, pedi que ele sentasse em frente à minha mesa, e falamos amenidades do tempo, essas coisas que são sempre introdutórias para se falar do real motivo da visita. Ele começou a falar, percebi que era bastante desenvolto na forma de falar e que vendia muito bem o seu produto. Gostei do Rodrigo. Mas percebi que as vezes, acho que não por maldade, levava a mão no meio das pernas, que por sinal, desenhada nas calças uma maravilha de par de coxas. Percebi que ele fazia isso de tempos em tempos, acreditando que era de forma involuntária. Mas isso começou a chamar muito a minha intenção e não conseguia desviar os olhos quando suas mãos iam para o centro de suas coxas, quase umas pegadas no saco. Numa dessas ele percebeu meu olha de interesse, e acredito que ele percebendo resolveu usar isso para instigar que eu me interessasse mais pelos produtos oferecidos. Com isso as mãos que passam rapidamente pelo meio das coxas começaram a ficar mais demoradas nas pegadas agora com vontade no saco. Meu tesão nessas alturas já estava a mil, perdi completamente a compostura e já nem disfarçava e olhava, agora, só para aquelas mãos que apertavam o saco. Logo além do saco o rapaz começou a apertar a pica que percebi que foi endurecendo e tomando forma marcada na calça. Eu engolia até em seco, de vontade de levantar, abrir aquele zíper, colocar a rola dele pra fora e mamar igual a um bezerro sedento por leite. Agora ele falava e apertava a pica dura. Não tinha jeito estava a fim de rola e ele queria me dar a sua, mas também que eu fechasse contrato com ele. Porém eu não podia dar o rabo ali na minha sala dentro da empresa. Então, já fui ao assunto:
- Bom Rodrigo, acho que podíamos continuar sua apresentação em outro lugar onde pudéssemos ficar mais à vontade principalmente para você expor todo seu potencial.
Ele riu e falou:
- Percebi que o senhor está bem interessado em meu potencial e podemos resolver isso em outro local e onde o senhor determinar.
Falei:
Pode ser hoje, após às 18h30? Você me espera na lanchonete X, que passo lá e depois vamos conhecer todo o seu potencial. Sei que você é bem mais novo que eu, mas por favor não me chame de senhor, me chame de Adalberto.
Ele respondeu:
Certo Adalberto, combinado te espero nesse local e tenho certeza que vai gostar muito do que eu tenho para lhe mostrar.
Ri e completei:
- Pela mostra que percebi já me interessou muito.
Levantei e o acompanhei até a porta nos despedimos, mas com certeza que eu naquele dia mesmo iria ver aquela rola que já estava imaginando ao vivo e em cores. Passei o resto da tarde querendo que a hora passasse logo. Dezoito horas em ponto, ajeitei minha mesa, desliguei o notebook e já fui saindo. O Gilmar comentou:
- Já está indo?
Respondi:
- Vou dar uma passada no shopping encontrar um amigo para um happy hour. Se minha mulher ligar dê essa informação.
Aprendi ao longo dos anos que quanto menos informações de sua vida e atitudes der melhor é, e menos suspeitas causam.
Estava com uma pressa do caralho, já entrei no carro e rumei para o local do encontro. O Rodrigo já estava me esperando. Entrei, cumprimentei ele e já fui falando:
- Vamos tomar algo, quer comer?
Ele riu e disse:
- Podemos tomar algo, mas comer prefiro que seja em outro lugar – e riu.
Entendi. Tomamos um uísque cada um para até desinibir e já aceleramos o que realmente importava. Fomos em meu carro até um motel que já fui umas vezes e é bastante tranquilo e confiável. Já no apartamento, ele falou que ia tomar uma ducha. Quando voltou, ainda bem que eu estava sentado, um mulato lindo, com um corpo perfeito, braços e pernas fortes, coxas grossas, barriga lisa – sem ser tanquinho – uma pica escura grande e grossa já dava sinal do que eu teria que dar conta. Ele ainda se enxugando, levantei, peguei na pica dele e falei:
- Que bela surpresa! Que belo potencial?
Ele riu, e eu fui tomar uma bela ducha no capricho, já que ia agasalhar aquele caralho no meu rabo. Voltei para o quarto peladão, ele olhou e parece que gostou do que viu. Estava deitadão de pernas abertas e com a rola dura na mão, me olhou e disse4:
- Vem aqui chupar minha rola, vem?
Nem precisava pedir, uma rola preta delicia daquela de uns 17cm, grossa e dura não há boca de viado que já não queira cair de boca, e foi o que eu fiz. Segurei e ele tirou minha mão e disse:
- Só abocanha viado! Não usa a mão.
Dei aquela lambida básica pra sentir o gostinho de pica já com aquelas gotinhas de mel que é um néctar de rola. Lambi da cabeça até a base, descendo até o saco. Depois linguei toda a volta da cabeça da rola afastando a pele e deixando aquela cabeça roseada exposta. Só depois que fui engolindo, faltou pouco para chegar no saco. Ele segurou minha cabeça, puxou e me deu um beijo, depois me olhando nos olhos disse:
- Vou arregaçar seu cu, você quer?
Respondi:
Quero, arregaça, me fode muito.
Ele
- Eu vou te foder muito.
Empurrou minha cabeça pra sua pica, e eu abocanhei e mamei gostoso, mamava, soltava, depois engolia, voltava a chupar, passar a língua na cabeça dentro da boca, depois engolir ela toda até os ovos, babar e soltar e recomeçar a dar prazer aquela rola delicia. Fiquei uns bons 10 minutos dando um trato na pica do Rodrigo que gemia gostoso e falava coisas como: viado mamador, chupa inteira puto, engole até o talo, segura ela inteira até a garganta. Tinha momentos, que o puto segurava minha cabeça de encontro a rola dele, meus lábios encostavam na pentelhama dele e só depois de eu babar muito e quase perder o folego é que ele soltava para eu respirar e depois empurrava novamente para eu engolir toda. Por umas três vezes me deu tapas na cara de leve, mas impondo que o macho ali era ele e que eu tinha que obedecer às vontades dele.
Depois mandou que eu ficasse de quatro, caiu de boca no meu cu. Que delícia! O macho chupa um cu como profissional. Eu delirava de tesão e urrava a cada chupada certeira na rosca. Lambuzou bem e disse:
- Vou meter rola e não quero ouvir reclamação!
Fiz que sim com a cabeça, ele encaixou a rola, e foi socando sem interrupção, até estar toda dentro do meu cu. Soltei aquele gemido inicial que todo viado solta quando a rola rompe as pregas do cu, mas depois vem aquela sensação deliciosa do cu todinho atolado pela rola. Ele não foi no devagar e cadenciado, já foi na foda acelerada e meus gemidos saiam em soquinhos pela rapidez que o macho socava a rola. As vezes tirava de uma vez, dava aquele vácuo e depois com uma estocada só enterrava toda, até o saco. Meteu e meteu, dando tapas na minha bunda e dizendo:
- Vi lá no escritório que você queria rola! Bem puta querendo levar vara de macho! Então toma rola, puta! Toma!
E essa deliciosa canção era acompanhada por tapas na bunda, primeiro de um lado e depois do outro. Do nada ele tirou a rola deitou, segurou no pau e falou, senta aqui vadia! Ficou com as pernas bem abertas, me acocorou e sentei, entrou até na base. Nunca tinham me fodido assim, eu não sentia suas coxas, porque as pernas estavam bem abertas então, meu único apoio era sua pica. Ele bateu de um lado na náfega e depois do outro e disse:
- Vai viado cavalga na minha rola! Não era rola que você queria, então aproveita.
Fiquei subindo e descendo na pica dele e ele sempre pedindo mais rápido, mais rápido. E acompanhada das ordens vinham tapas nas laterais da minha bunda.   Ele ajudava com aquele jogo de pelves, pra rola entrar inteira. Era delicioso. Quando cansei, pedi para mudar.
Ele mandou eu deitar no frango assado, me puxou para a beirada da cama, ficou em pé ao lado da cama, ergueu meu rabo, enfiou a rola e mandou eu abrir as pernas igual uma rã. O puto sabia posições de foda que eu nunca tinha experimentado e eu estava adorando. Socou, muito e toda vez que eu ia pegar no meu pau, ele batia na minha mão e dizia:
- Não viado, vai gozar sem punheta, se quiser vai ter que gozar pelo cu, sem se tocar.
Era muito tesão. Socou, socou e socou. Meu pau já estava doendo de vontade de gozar, numa das estocadas funda, não aguentei e comecei a gozar pelo cu. A porra voou no meu peito, meu cu mordiscava a rola dele e ele dizia.
- Caralho, como esse cu pisca na minha rola. Vai viado não para de piscar esse cu, morde a minha rola com seu rabo, morde viado!
Continuei piscando o cu pra ele, ele acelerou ainda mais e senti a pica dele engrossar dentro do meu rabo, ele começou a urrar, e senti os jatos quentes de porra dentro do meu rabo.
Gozou pra caralho, depois tirou, e falou pisca esse cu, quero ver minha porra saindo. Pisquei, pisquei e começou a sair e ele dizia:
- Isso puto, põe pra fora minha porra põe?
Ficamos deitados um tempo, ele se levantou foi se lavar, depois eu fui. Voltei para o quarto e ele estava de pau duro novamente e me disse:
- Quer leite na boca, viado?
Respondi que queria. Voltei a mamar a rola dele, chupei mesmo do jeito que todo bezerro faz para arrancar leite de dentro. Mas depois de muito tempo, leve começou a se punhetar, e mandava eu lamber e chupar o saco dele. Até que depois de muito tempo, ele avisou para eu aparar a boca que ele ia gozar. Punhetou, punhetou, e no instante que ia sair a porra empurrou minha cabeça de forma que engoli a rola dele inteira e senti as esguichadas na garganta. Depois ainda saboreei as últimas gotas que saiam da cabeça da pica que insistia em ficar dura.
Já estava ficando tarde, e eu precisava ir embora, ele concordou, mas disse:
- Amanhã eu passo no seu escritório para você assinar o contrato com a minha firma.
Ele foi, me comeu outras vezes. Depois ele saiu da empresa e eu encerrei o contrato. Afinal o que valia a pena era as fodas que ele me dava.



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Comentários


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sethek Comentou em 12/06/2026

Pow tesão de contou, parabéns

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rotta10 Comentou em 11/06/2026

Delícia adorei e também quero?!

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pedro-ita Comentou em 11/06/2026

Contrato por tempo determinado. Bom demais.

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henriquebi Comentou em 10/06/2026

Pirocão Perfeito. 🤤🤤🤤

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sátiro Comentou em 10/06/2026

Votado. Melhor que isso seria se fossem vários roludos te arregaçando sem dó até te deixarem todo arrombado, cuspido, esporrado e mijado, que é como eles marcam sua propriedade, quem dá não pode se recusar a nada tem que aguentar. Melhor que isso só quando o próximo vem e empurra a porra de volta lá pra dentro e goza de novo e vem outro e outro e todos te xingando de puta, vagabunda, vadia, ordinária e cadela. Todos roludos te arregaçando sem dó amo isso.

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vitor3 Comentou em 10/06/2026

Votado!! Tesão de conto 🤤

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lucasarrombadordecu Comentou em 09/06/2026

delicia

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kaikecamargo3 Comentou em 09/06/2026

Ótimo, bom uma pica dessa, que gostoso.

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ksn57 Comentou em 09/06/2026

Votado ! Se visse um pau desse tamanho, Eu ia adorar, poder sentir ele a abrir minhas preguinhas....




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Ficha do conto

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valverde

Nome do conto:
Garotão mulato de 23 anos me fez gozar pelo cu

Codigo do conto:
264091

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
09/06/2026

Quant.de Votos:
18

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2