A gente que já está na putaria a muitos anos acaba fazendo muitos amigos, que eu particularmente incluo alguns, uns 10, no que chamo Confraria. Mas para que serve essa rede de amigos? Ora serve par te dar dicas de lugares onde rola putaria, pessoas que curtem e o que curtem, tudo isso facilita muito na hora do tesão. Bom está história começa com uma dica dada por um dos membros da Confraria que vou chamar de Pedrão, já o conheço a cerca de 12 anos mais ou menos. Uma outra hora eu conto os detalhes e de como conheci cada um da Confraria. Bem uma bela tarde, eu no trabalho Pedro me liga: Pedro – Aí putão, que uma dica de um lance legal facilitado. Eu: Claro, manda a letra aí Pedro. Pedro: Rua tal, número tal, no bairro Ermelino Matarazzo, um barbeiro que você vai me agradecer até o resto da sua vida. Eu: (ri) Porra, mas fora de mão pra caralho! Pedro: Bom a dica está dada, se acha longe, então deixa pra lá. Se for insista que quer cortar o cabelo com o Junior e diga que fui eu que indiquei. (Caiu na risada). Agora vou trabalhar mais um pouco. (Desligou) Eu moro no bairro da Saúde e quem conhece São Paulo sabe a distância e ainda mais com o transito desta cidade. Mas aquela ligação do Pedrão não me saiu da cabeça, ainda mais que fazia quase um mês que eu não trepava com macho. Quando chegou sexta-feira, o tesão chegou com tudo, liguei em casa e inventei que talvez chegasse um pouco mais tarde, porque tinha uns cálculos que tinha que fazer para repassar para outro departamento dar andamento. Essa é a 171 que mais uso e que mais cola. Trabalhei até às 15 horas e lá fui eu para Ermelino Matarazzo, GPS ligado e não teve erro, lugarzinho legal, barbearia parecia legal também. Entrei, tinha um cara sentado numa cadeira de barbeiro e um cara cortando. Olhei para o barbeiro e pensei: se for esse o Pedrão está matando cachorro a grito. Mas logo atrás de mim, uma voz, forte disse; Posso ajudar? Me virei e vi ali o porque o Pedrão me indicou vir tão longe cortar cabelo. Um moreno bonito, sorridente, cabelo curto e barba bem desenhada e curta, braços fortes, um par de coxas que quase já me deixou de pau duro, bundona desenhada. O mais interessante é que ele estava vestindo uma calça que não era justa, parecia que tinha sido costurada no corpo dele, o que marcava um belo pacote. Ele percebeu que eu o medi de cima até em baixo. Ele continuava sorrindo e eu também sorrindo respondi: Eu: queria cortar o cabelo. Ele me olhou e percebi que ele percebeu que não tinha muito o que cortar porque vou ao salão todo mês. Falou: Pode certar naquela cadeira. Sentei, ele me colocou aquela capa de corte de cabelo e vestiu um jaleco branco, que infelizmente cobria o belo pacote que ele tem no meio das pernas. Perguntou como queria o corte. Respondi que apenas dar uma aparada e emendei dizendo que quem tinha recomendado ele foi o Pedro tal. Olhei pelo espelho e vi que ele fez uma cara de já entendi. Preparou os apetrechos e começou o corte, logo senti que ele encostava em meu braço que estava no descanso de braço da poltrona. Ele viu que eu olhei pelo espelho, ele deu um sorriso e deu aquela esfregada. Eu puto estiquei mais o braço e cotovelo. Senti a rola crescendo, ele pediu licença e foi até acredito ser o banheiro e voltou em seguida. Já soltou encostando e eu senti agora a rola totalmente duro. Fingindo falar do cabelo, mas olhando para a pica, falou: Junior: Gosta assim? Eu: Gosto muito e praticamente fiz uma viagem para receber seu tratamento. Ele riu, falou bem baixinho no ouvido: Júnior: Pena, que veio agora, fechamos o salão às 19h30 e poderia lhe dar um tratamento ainda melhor. Ele estava esfregando a rola no meu braço direito, por baixo do tecido, levei minha mão até onde estava a rola dele e dei aquele apertão de afim de sentir o conteúdo. E era um senhor conteúdo. Fiquei pegando gostoso na rola dele. Sempre cuidando para o outro cliente e o outro barbeiro não perceberem. Junior percebeu a minha preocupação e rindo disse Junior: ele, o Juarez sabe, e não liga muito pelo contrário me mantem aqui porque eu fiz esse lugar que estava em decadência aumentar e muito a clientela, então ele finge que não vê. (Riu) Diante disso voltei a apalpar a senhora rola do Junior. O puto, mudou de lado, ergueu o jaleco, enfiou a mão na calça e mudou a rola de lado para eu me divertir. Agora eu patolava ele com a mão direita. Um instante, ele segurou na minha mão, meteu a mão na calça e vi que o zíper estava aberto, colocou a rola rapidinho pra fora e vi a sua majestade em todo seu esplendor. Que rola linda, grande, grossa e cabeçuda o puto tinha. Mas logo ele guardou novamente, riu e disse baixinho: Junior: Só um aperitivo. Mas infelizmente ficamos somente nisso. Ele não tinha mais o que cortar e embaçar no disfarce. Ele acabou tirando o tecido de mim, espanou os pelos que talvez tivesse em meu pescoço. Perguntei quanto era e ele rindo disse: Junior: com esse atendimento especial é x Caralho, o puto sabe cobrar, quase o dobro de onde normalmente corto, está certo que lá não tem um profissional do corte com uma rola tão especial igual à do Junior. Ele me deu seu cartão, ligue em abaixo atende a domicilio. Ri e mostrei a ele, ele falou: Junior: sim atendo, a noite após sair daqui só que o tratamento é ainda mais personalizado. Paguei e sai, com a certeza de que na semana seguinte, iria ligar para ele e marcar após o fechamento do salão lá mesmo. Continua... Não é ele, mas a foto é só para ilustrar
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Nossa, adorei seu conto, me deu um tesão enorme lendo! Votado com prazer!
Adoraria sua visita na minha página, tenho conto novo postado, bjinhos Ângela
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