ALICE A MÃE DE MEU MELHOR AMIGO

ALICE A MÃE DE MEU MELHOR AMIGO. Um jovem se sente atraído pelo corpo da mãe de seu amigo. Depois de ser flagrado por ela no banheiro ejaculando em sua calcinha, uma série de eventos se desenrola, culminando na perda da virgindade do jovem pela própria mãe de seu amigo.

Saulo não conseguia tirar uma mulher da cabeça. Essa mulher era ninguém menos que a bela mãe de seu amigo Pedro. Ele já havia passado da adolescência, mas ainda era um jovem virgem, apesar de estar na universidade.

Pedro era um de seus melhores amigos, então era natural que eles frequentassem as casas um do outro. Desde os primeiros momentos em que o jovem experimentou o despertar sexual, apesar de sua grande timidez em expressar seus sentimentos, ele devorava todo tipo de revista e filme erótico que conseguia encontrar. Foi nessa época que começaram suas fantasias com a mãe de seu amigo. Como já mencionado, durante o ensino médio, ele visitava a casa de Pedro para fazer o dever de casa juntos, já que eram da mesma classe. Inicialmente, ele só ia lá para fazer o dever de casa com o amigo ou para jogar videogame, e em algumas ocasiões, chegou a passar a noite.

Ele era um jovem bastante inteligente, com notas excelentes, embora um tanto tímido e introvertido. Nessa época, começou a se interessar pelas histórias que seus colegas de escola lhe contavam sobre suas primeiras experiências sexuais. Percebeu que a masturbação o relaxava e passou a vê-la como um ato prazeroso. Obviamente, às escondidas dos pais.

Ele também começou a ver as pessoas do sexo oposto de forma diferente. Passou a se interessar pelas garotas de sua classe e até mesmo pelas de sua família, principalmente suas primas. Mas havia uma mulher com quem ele começou a sonhar e fantasiar intensamente. Era Alice, a mãe de seu amigo Pedro, a quem ele passou a observar atentamente, tornando-a objeto de suas fantasias masturbatórias.

Alice já tinha quarenta e dois anos, mas continuava sendo uma mulher jovem, extremamente atraente, com um belo rosto, corpo esguio e uma figura quase perfeita. Era verdade que seus seios pareciam um pouco grandes, mas era evidente que ainda conservavam a firmeza. Ela sempre recebera Saulo calorosamente em sua casa, servia-lhe petiscos e o tratava muito bem sempre que ele se hospedava lá.

Alice era casada com Vicente, um homem na casa dos cinquenta, um tanto corpulento, talvez pela grande quantidade de cerveja que consumia. Não que ele fosse feio, mas sua aparência um tanto desleixada, com a barriga saliente, o fazia parecer mais velho, e ele destoava da mulher que tinha como esposa. Ele tinha um caráter rude, quase grotesco, um tanto autoritário; Ele queria que as coisas fossem feitas do seu jeito. Não era uma pessoa má, mas não gostava de ser contrariado. Saulo já conhecia esse temperamento e, portanto, tentava não o irritar. Ele percebia o enorme respeito que Pedro tinha pelo pai, ou melhor, o medo. Nem mesmo Alice escapava de seus insultos quando ele bebia demais ou quando era contrariado.

Alice sempre viu Saulo como um jovem que ela acompanhou desde a infância, um dos melhores amigos do filho, que agora era um jovem universitário.

Ela era quem mais incentivava o filho a manter a amizade, pois Saulo era muito inteligente e o ajudava bastante nos estudos. Ela sempre o viu como um jovem muito quieto, um tanto tímido, que tinha dificuldade para falar e corava com qualquer coisa que pudesse perturbá-lo. Pedro e ele tinham quase a mesma idade, embora Saulo parecesse mais robusto e alto que o amigo. Ao atingir a idade adulta, ele tinha mais de 1,80 metro de altura e ainda conservava sua timidez. Tinha algumas sardas que, em contraste com sua pele bastante pálida, eram notáveis, embora isso não agradasse ao jovem.

Alice suspeitava há algum tempo que o amigo de seu filho pudesse ter tendências homossexuais, pois ele parecia tão quieto e introvertido, corando com qualquer piada sobre mulheres. Ela até começou a se preocupar com o filho, já que os dois pareciam muito próximos.

Obviamente, se a mulher soubesse o que se passava na cabeça do jovem, certamente não teria pensado dessa forma. Apesar de ter começado a universidade, Saulo continuava indo à casa do amigo para fazer a lição de casa e até passava muito tempo brincando ou conversando com ele. Alice, Como sempre, ela conversava com eles e lhes trazia lanches. Em mais de uma ocasião, percebeu o amigo do filho olhando fixamente para suas pernas e bunda, ou admirando seus belos seios, que se destacavam generosamente na blusa que ela costumava usar. Ela pensou que ele a olhava com carinho, mais maternalmente, sem suspeitar que ele a olhava com desejo.

Saulo estava tão fascinado pela mãe do amigo que, certa vez, ao entrar no banheiro, notou o cesto de roupa suja. Sabia que a mãe do amigo havia tomado banho recentemente. Sem pensar duas vezes, ousou olhar dentro dele, encontrando uma calcinha que deduziu ser de Alice. Assim que a teve em mãos, levou-a ao nariz e inalou o aroma, imitando um filme que vira na internet. Ao sentir o aroma inebriante da área que estivera em contato com a vagina dela, sentiu o pênis endurecer sob as calças.

Ele já tinha visto filmes eróticos de homens se masturbando enquanto cheiravam calcinhas de mulheres. Ele não pensou duas vezes e tentou imitá-las. Sem hesitar, baixou as calças e, tirando o pênis para fora, começou a se masturbar. Logo seu falo atingiu um tamanho considerável, até que, incapaz de se conter, ejaculou, derramando seu sêmen na calcinha da mulher. Ao ouvir o amigo chamá-lo, nervoso, colocou a calcinha no cesto e saiu rapidamente. O problema era que ele se acostumou a fazer a mesma coisa sempre que ia à casa do amigo e, por sorte, quase sempre encontrava alguma calcinha da mulher, que revirava até encontrá-la no cesto de roupa suja.

Mas, como ele fazia isso com tanta frequência, Alice acabou percebendo. Um dia, notou que sua calcinha estava no topo do cesto de roupa suja e pensou que se lembrava de tê-la deixado quase no fundo. Quando percebeu que a mesma coisa havia acontecido outro dia, começou a se preocupar. Sua surpresa veio quando notou o cheiro que emanava da calcinha. Depois de cheirá-la, concluiu que não podia ser da sua vagina. Além disso, ela examinou as calcinhas atentamente, encontrando uma substância viscosa e deduzindo que se tratava de sêmen masculino. Um arrepio percorreu seu corpo. Vários pensamentos passaram por sua mente, levando-a a concluir que alguém havia ejaculado em suas calcinhas. Inicialmente, descartou o marido, pois não o considerava capaz de tal ato. Além disso, ele parecia ter perdido o desejo sexual, já que seus encontros haviam se tornado cada vez mais raros.

Ela acabou se perguntando se poderia ter sido seu próprio filho, Pedro. A possibilidade de ser Saulo sequer lhe ocorreu. Ela supôs que o amigo do filho fosse bastante afeminado, então achou difícil acreditar que ele agiria daquela maneira. Portanto, concluiu que devia ter sido Pedro.

Diante desses fatos, ela decidiu investigar. Um dia, quando o jovem chegou em casa, deixou suas calcinhas no cesto de roupa suja do banheiro, como de costume, depois do banho. Ela ficou de olho em quem entrava no banheiro, mas nada aconteceu. Ela observou novamente, especialmente numa tarde em que o amigo do filho veio visitá-la. Para sua surpresa, foi Saulo quem entrou no banheiro. Embora não fosse uma prova definitiva, decidiu esperar. Depois de um tempo, ela resolveu ir até lá e bateu na porta do banheiro.

Saulo estava se masturbando, como de costume, com a calcinha da mulher. Assim que ouviu a batida, entrou em pânico e jogou apressadamente a calcinha, manchada de sêmen, no cesto de roupa suja. Saiu correndo e encontrou a mãe do amigo parada na porta.

"Você estava aí? Me deu vontade de fazer xixi e eu não sabia quem estava aí", explicou ela.

O rapaz congelou, o rosto corado, como se tivesse levado um choque, ao perceber que era Alice batendo à porta. Seu rosto ficou vermelho e ele foi para o quarto do amigo sem sequer responder à mulher.

O rubor do rapaz deixou a mulher desconfiada. Assim que entrou no banheiro, foi verificar o cesto de roupa suja, ficando agitada ao ver que sua calcinha estava de volta no fundo, encharcada de sêmen. Confirmou também que era recente. Não tinha dúvidas de que era do jovem amigo do seu filho. Embora sua primeira reação tenha sido ligar para o rapaz e repreendê-la, acalmou-se e decidiu pensar no que fazer.

Estava prestes a colocá-la de volta no cesto quando parou. Sentiu um desejo repentino de cheirar o sêmen do rapaz. Levando-o ao nariz, percebeu o odor forte e não pôde evitar um arrepio. Então pensou: "O que estou pensando? Mas aquele rapaz ainda é só um garoto, amigo do meu filho."

O que havia descoberto a deixou preocupada, mas ao mesmo tempo, não pôde deixar de se sentir excitada. Não entendia, mas fazia tanto tempo que não se sentia desejada pelo marido.
Então, saber que o rapaz se masturbava pensando nela a perturbou. Por outro lado, ela ficou aliviada ao descobrir que o amigo do filho não era o homem afeminado que ela imaginava.

Nas duas ocasiões seguintes em que o rapaz visitou a casa do amigo, ele foi cauteloso e não se masturbou com as calcinhas usadas da mulher, apesar de tê-las visto e até mesmo sentido o cheiro novamente. Alice sabia que o rapaz tinha ido ao banheiro e pegado suas calcinhas. Mas uma curiosidade mórbida começou a surgir, e ela desejava flagrá-lo no ato. Quase sem perceber, ela começou a ver o rapaz de forma diferente, não como o amigo do filho, mas como um homem bonito, forte e alto, embora com um rosto quase angelical.

Ela quase desejou poder descobrir novamente que o rapaz estava usando suas calcinhas para se masturbar. Certa tarde, ao ver que ele havia chegado com seu filho, ela tirou a chave da porta do banheiro depois de tomar banho, deixando cuidadosamente sua calcinha usada no cesto, para que o rapaz pudesse vê-la facilmente. Então, esperou pacientemente que o amigo do filho entrasse no banheiro. Para incentivá-lo a repetir a cena, foi até o quarto onde os rapazes estudavam e disse ao filho: "Pedro, vou rapidinho ao mercado comprar uma coisa".

No entanto, assim que saiu, voltou rapidamente para dentro e ficou de olho no quarto do filho. Como havia previsto, Saulo saiu imediatamente do quarto e foi direto para o banheiro em questão, que ficava no térreo. Alice sentiu-se agitada ao ir até o banheiro, sabendo que iria flagrar o amigo do filho com sua calcinha.

Hesitou por um instante, mas finalmente se decidiu, abrindo a porta do banheiro sem bater. Como não tinha a chave, a porta abriu facilmente e ela entrou. Deparou-se com a cena que havia previsto. Como ela esperava, o rapaz havia tirado sua calcinha, estava sentado no vaso sanitário, com as calças abaixadas e os genitais expostos. Ele estava visivelmente agitado. A cena foi eletrizante para ela: "o rapaz segurava o pênis na mão enquanto inalava o perfume da calcinha, que ela mesma havia tirado menos de uma hora antes". O rapaz estava tão absorto no ato, já que a calcinha cobria seu rosto, que não percebeu a entrada da mulher.

Alice decidiu não chamar a atenção do filho, então fechou delicadamente a porta do banheiro e observou a cena se desenrolar. Saulo estava com a calcinha sobre o rosto, inalando o perfume, então ainda não havia notado sua presença. Ela não pôde deixar de olhar para os genitais expostos do rapaz. Um arrepio percorreu seu corpo. As dimensões do pênis do jovem amigo de seu filho lhe pareceram enormes. O que Saulo segurava nas mãos não era um pênis comum; parecia possuir dimensões que lhe pareceram enormes — bastante longo, embora não particularmente grosso. Naquele instante, o jovem estava com uma ereção completa e a glande do seu pênis estava exposta. Ela também observou os testículos do rapaz, igualmente bem proporcionados e em harmonia com o pênis.

Ela tentou conter a excitação para que o jovem não notasse imediatamente sua presença. Logo, observou impassivelmente o jovem amigo do filho começar a acariciar o pênis com grande habilidade, até que percebeu que ele estava prestes a ejacular. Nesse momento, ele tirou a calcinha do rosto e a colocou diante do pênis para liberar o sêmen nela. Ao ver a mulher, o jovem congelou, sem saber o que fazer. Contudo, o sêmen, já na entrada do pênis, jorrou, um pouco na calcinha dela e um pouco na pia e no espelho, pois ele perdeu o controle devido ao nervosismo.

"Oh... Alice... O que você está fazendo aqui?", exclamou ele, mal conseguindo falar.

"Saulo, o que você está fazendo com a minha calcinha nas mãos? Estava se masturbando com ela?" perguntou a mulher, irritada e ao mesmo tempo agitada.

"Desculpe... eu..." O rapaz não soube como reagir. Surpreso, continuou segurando a calcinha na mão esquerda e o pênis, ainda para fora da calça, na direita.

Alice ficou confusa; percebeu a excitação dele. Mas, ao ver o rosto do rapaz, completamente perturbado por ter sido flagrado, sentiu um desejo mórbido de deixá-lo ainda mais nervoso. De fato, aproximou-se do rapaz, pegou a calcinha da mão dele, que viu estar encharcada de sêmen, e disse: "Seu sem vergonha, você encheu minha calcinha de sêmen!" Olhou-se no espelho e viu os vestígios de sêmen espalhados por toda a superfície. Voltou-se para o rapaz, repreendendo-o: "Você sujou o banheiro inteiro, até o espelho! Não tem vergonha?"

Alice ficou confusa; percebeu a excitação dele. O jovem estava tão envergonhado que mal conseguia levantar a cabeça. Seu nervosismo era tamanho que ele sequer tinha a destreza necessária para guardar o pênis nas calças. Na verdade, ele o segurava na mão, e este já havia perdido parte da sua vitalidade. Isso permitiu que a mulher visse de perto o pênis do amigo do filho. Era completamente diferente do marido. Apesar da idade do rapaz, ele tinha um pênis consideravelmente maior que a média, e isso a excitou.

Quando o rapaz percebeu que a mulher o encarava, tentou escondê-lo na calça. No entanto, a mulher se antecipou e não deixou. Alice queria ver aquele falo. Então, tirando a mão dele, disse: "O que você vai fazer? Fique parado." "Vamos ver o que você tem aí... seu filho da puta! Você tem um belo pau!", exclamou, estendendo a mão e agarrando o falo do rapaz sem hesitar.

Ela observou o comprimento, admirando a extrema rigidez, mesmo depois da ejaculação. Massageou-o, segurando-o na mão, e disse na cara do rapaz: "Então foi você que veio e sujou minha calcinha?" E acrescentou: "O que seus pais vão dizer quando descobrirem o que aconteceu?" "Meu filho sabe?", ela repetiu, sabendo que isso só o deixaria mais nervoso. "Meu filho sabe que você está se masturbando com as calcinhas da mãe dele?"

"Desculpe, senhora... Seu filho não sabe de nada... Me desculpe... por favor, não conte aos meus pais...", ele finalmente disse, sem ousar olhar a mulher nos olhos.

A mulher, sem soltar o pênis dele, perguntou novamente: "Agora, Saulo, quero que você me responda, por que você está se masturbando com as minhas calcinhas?"

"Senhora, eu..."

Alice estava excitada. Ela tinha o jovem completamente à sua mercê. Segurava o pênis dele na mão, que ele instintivamente apertou com força. Ela não sabia o que estava acontecendo, mas sentia-se excitada, quente e extremamente agitada. Tanto que perguntou novamente, com mais ousadia: Diga-me... Você realmente gosta do cheiro das minhas calcinhas usadas?

O jovem não sabia o que responder, corando, olhando para ela, e Abaixando a cabeça novamente, a calcinha nova que ele havia vestido depois do banho ficou ainda mais molhada. Incapaz de se conter, ele disse: "Mas, Saulo, você não está com nojo de que ela esteja cheirando à minha vagina? Eu acabei de tirá-la." E, de forma ainda mais provocativa, ela insistiu: "Então você gosta de cheirar a calcinha da mãe do seu amigo?"

Saulo também não ousou responder. Estava fascinado pela mãe do amigo. Ela continuou massageando seu pênis, sem soltá-lo. Aliás, com toda a conversa e a massagem contínua da mulher, ele ficou ereto novamente. Ela estava percebendo isso quando ouviu a mãe do amigo perguntar: "O que você estava pensando quando estava cheirando minha calcinha?" "Você estava pensando no cheiro da vagina da mãe do seu amigo?"

Alice estava excitada, e ver o jovem corar com suas perguntas só a excitava ainda mais. A resposta era óbvia. Ela estava quente e excitada. Sabia que precisava parar. Que aquilo não estava certo, mas algo mais forte do que ela a impelia a continuar, a ir mais longe. Vendo o jovem indefeso e completamente à sua mercê, vendo como seu enorme membro havia ficado ereto novamente, ela quis aproveitar a situação para satisfazer seus desejos. Sabia que sua calcinha devia estar completamente encharcada com os fluidos de sua intensa excitação.

Ver o pênis do jovem endurecer a deixou ainda mais excitada. Ela estendeu a outra mão e agarrou os testículos do rapaz. Sua excitação aumentou ao sentir o tamanho deles. Percebeu que o jovem ainda tinha uma boa quantidade de sêmen dentro dele.

"Então você estava pensando na vagina da mãe do seu amigo?", repetiu ela, apertando os testículos dele. E, vendo seu pênis endurecer ainda mais... Com as mãos no pênis, ela disse: "Seu diabinho, está ficando duro de novo!"

Sem esperar por uma resposta, ela apalpou os testículos dele, dizendo: "Você ainda tem bastante esperma nos seus testículos, hein?" Então, aproximando o rosto do dele, acrescentou: "Não me diga que você está pensando em fazer isso com a mãe do seu amigo?"

"Senhora... claro que não..." exclamou o jovem, como se quisesse se desculpar, alarmado com a pergunta da mulher. Ele só havia pensado em se masturbar, jamais imaginando que tal situação pudesse surgir.

"Como assim, não? E por que está ficando duro?" Extremamente excitada, ela não conseguiu se conter e continuou a importunar o jovem: "Você gostaria de enfiar esse seu pênis enorme na mãe do seu amigo?" "É isso que você está pensando, seu desgraçado?" Ele não sabia como ela ousara fazer tais comentários. Se o marido dela a tivesse ouvido, teria pensado que ela era uma vadia. E o filho dela? Ele nunca mais olharia para ela.

Saulo, apesar de tudo, percebeu que seu pênis havia se tornado mais pujante. Estava duro como pedra novamente. Apesar de sua perplexidade e de sua inexperiência com mulheres, ele percebeu que a mãe de seu amigo estava excitada. Aquela mulher, que poderia ser sua mãe, tinha seu pênis na mão, acariciando-o, e, além disso, não parava de afagar seus testículos. Pela primeira vez, ele ousou levantar o braço. Ela baixou a cabeça e olhou para o rosto da mulher.

Alice, ao ver o rosto do amigo do filho, com aquele rostinho inocente, olhando para ela quase submissa, ficou ainda mais excitada. Não sabia porquê, mas sentiu-se tentada a beijar o rapaz na boca. Baixou o olhar, observando sua enorme ereção, e fixando-o novamente, perguntou: "Você gosta quando a mãe do seu amigo segura seu pênis como eu estou fazendo?"

Mas desta vez, o rapaz percebeu que ela não estava perguntando em tom de reprovação. Então, com um rostinho assustado e as bochechas coradas, assentiu.

A mulher estava claramente muito excitada. Ao ouvir a resposta do rapaz, disse: "Você gosta da mãe do seu amigo?" O rapaz, é claro, assentiu novamente.

Excitada, ela se aproximou do rosto do rapaz e, quase sussurrando em seu ouvido, perguntou: "O que você quer fazer com a mãe do seu amigo? Quer enfiar seu pau nela?" Ela não sabia o que estava dizendo, mas estava louca de tesão.

Ela quase gozou ao ver o rapaz balançando a cabeça em sinal de aprovação.

Alice percebeu que a porta do banheiro estava destrancada. Ela soltou o pênis do rapaz, pegou a chave que havia escondido e trancou a porta. Então, aproximou-se dele, que ainda estava com as calças abaixadas e o pênis exposto. Ela parou na frente dele e o obrigou a se agachar e sentar no vaso sanitário. O rosto do rapaz estava na altura perfeita da sua virilha. De forma mórbida, ela levantou o vestido, mostrando as coxas ao rapaz. Em seguida, puxou-o até a cintura, expondo-se ao olhar dele, que podia ver a calcinha nova que ela havia vestido depois do banho.

A mulher se deleitava ao ver o jovem empalidecer diante da visão de sua virilha. Isso a encorajou a tomar uma decisão e, diante do olhar atônito do rapaz, ela baixou lentamente a calcinha, revelando pela primeira vez a densa mata que circundava sua vagina. Ela não se depilava muito, mantendo uma espessa camada de pelos espalhados pelo monte de Vênus, envolvendo sua vulva. Incrivelmente lasciva, ela fitou o rosto hipnotizado do amigo de seu filho, até que finalmente entreabriu as pernas. Então, afastou os pelos pubianos, permitindo que o jovem visse sua vagina pela primeira vez, especialmente seus lábios inchados e brilhantes de sua espessa baba.

Depois de permitir que o jovem se deliciasse com a visão de sua vagina, incapaz de se conter, ela pegou a cabeça dele e a aproximou de sua virilha. "Vamos lá, Saulo. Agora você pode cheirar minha vagina diretamente. Você não queria cheirar minha vagina? Bem, aqui está, seu safado! Vamos, cheire minha xoxota."

O jovem, incrédulo com o que estava acontecendo, mal teve tempo de observar a vulva da mulher. Percebeu o aroma intenso e inebriante que emanava da vagina da mãe de seu amigo, o que não o incomodou. Ele nunca tinha visto uma vagina antes, apenas em fotos ou vídeos na internet.

Sob a pressão da mulher, ele não hesitou. Abriu a boca, esticou a língua e começou a lamber os lábios vaginais já lubrificados da mãe de seu amigo. Assim que a mulher sentiu a língua do jovem em sua vulva, uma corrente elétrica percorreu seu corpo: "Ah, sim, querido. Assim... ah, sim... lambe tudo... ah, sim, seu safado... lambe... isso!"

O jovem não era um especialista, mas havia consumido muita pornografia online, então sabia o que tinha que fazer. Então, ele colocou seu conhecimento em prática e, após a primeira lambida nos lábios vaginais dela, começou a mordiscar a parte interna de suas coxas enquanto suas mãos apertavam suas nádegas.

Isso excitou a mulher, que começou a se mover para frente e para trás enquanto o jovem estendia a língua, traçando a fenda de cima a baixo, fazendo-a estremecer de prazer. "Ah, sim, querido... ah, você está indo tão bem... ooh, continue..."

O jovem repetiu esses movimentos várias vezes, percebendo que agradavam a mãe de seu amigo. Ele podia observar a vagina, a fenda e até mesmo a abertura onde sonhara em inserir seu pênis. Detectou uma pequena protuberância, que supôs ser o clitóris, e concentrou-se nela, tocando-a suavemente, circulando-a com a língua, arrancando gemidos da mulher que não esperava isso do amigo de seu filho... "Ah, sim... mmm... ah, sim, querido... sim..."

Alice estava enlouquecendo. Aquele jovem, que ela considerava um tanto afeminado, muito quieto e quase tímido, estava lhe proporcionando uma verdadeira experiência de cunilíngus. Seu marido nunca se atrevera a fazê-lo. Ele era muito conservador.

A língua do jovem alternava entre o clitóris e toda a fenda, penetrando-a com a ponta, às vezes sugando os lábios e até mesmo o próprio clitóris. A mulher estava à beira da loucura; ela nem sabia como se posicionar. Na verdade, teve que se apoiar na cabeça do jovem para não desmaiar. Uma concentração final do jovem em seu clitóris, que ele sugou intensamente, levou a mulher à beira do frenesi. Ela temia que seus gritos fossem ouvidos pelo filho dela.

O orgasmo dela não demorou a chegar. Principalmente quando o jovem ansioso começou a lamber freneticamente o clitóris dela: para cima e para baixo, para a direita e para a esquerda, repetindo a ação várias vezes. O jovem não parou, apesar da grande quantidade de fluido que emanava da vagina da mulher, que encheu sua boca e até escorreu por sua bochecha. "Ah... não pare, Saulo... oh sim... não pare..." exclamou a mulher, começando a se contorcer. "Oh, querido, estou chegando... oh sim, estou chegando... sim, continue, estou chegando... Aaahh."

Dominada por um frenesi puro, ela começou a se contorcer, retorcendo o corpo de puro prazer, enquanto movia os quadris sobre a língua do jovem, buscando alcançar o máximo prazer com sua língua deliciosa. Ela se agarrou a ele com força para não desmaiar, enquanto gozava com uma intensidade tremenda. Após um orgasmo intenso, a mulher começou a fraquejar, como se estivesse desmaiando lentamente, embora o jovem continuasse a lamber seu clitóris pulsante. Suas pernas tremiam e não conseguia sustentar seu peso e postura, pois estava com as pernas abertas e meio flexionadas para ser lambida .

Finalmente, ela não aguentou mais e conseguiu se afastar dele. Olhou para o rosto dele, notando vestígios de seu fluido vaginal ainda em seus lábios e até mesmo em parte do queixo.

"Oh, Saulo. Gozei na sua boca... Onde você aprendeu a fazer isso?" perguntou a mulher com um toque de admiração.

Vendo que a mulher parecia satisfeita com o pequeno trabalho que ele havia feito por ela, o jovem ganhou mais confiança e decidiu ser um pouco mais assertivo, perdendo um pouco da timidez, e respondeu: "Aprendi na internet."

"Você nunca fez isso com moças da sua idade? Está me dizendo que é a sua primeira vez?" perguntou a mulher, animada.

"Juro. Nunca estive com ninguém!" respondeu o jovem, timidamente. Foi uma confissão clara para a mulher de que o amigo do filho nunca tinha feito nada parecido. Aquele rapaz ainda era virgem!

Ela não conseguia acreditar. Olhou para o pênis do rapaz, que viu com espanto ereto novamente, apontando como uma haste de metal para o teto como um míssil. "Uau, vejo que você ainda está em forma. Caramba, você está com o pau duro de novo!"

Ela sabia perfeitamente o que o rapaz queria. Sabia que ele queria penetrá-la. Mas ela não estava preparada para isso. Por outro lado, sabia que ele não estava usando proteção. Não era que ela não quisesse receber aquela enorme adaga juvenil. Era que ela tinha receios e estava ciente do perigo.

Naquele momento, ouviu o filho bater na porta do banheiro, chamando por Saulo. "Saulo, você está aí... por que está demorando tanto? Aconteceu alguma coisa?"

"Não há nada de errado. Já vou." "Relaxe", respondeu ela ao rapaz, conseguindo se recompor apesar da expressão desconfortável da mulher.

Alice percebeu que a intervenção do filho tinha sido bastante oportuna, então decidiu encerrar o encontro. Disse ao amigo do filho: "Precisamos nos vestir. Meu filho pode suspeitar de algo. Não conte a ninguém! Meu filho não pode saber! E antes de ir, repito: deixarei minha calcinha usada na cesta outro dia para que você possa se divertir de novo!"

A mulher saiu primeiro, deixando o rapaz com uma ereção enorme.

Depois do ocorrido, Alice não conseguia tirar o rapaz da cabeça. Estava atônita e surpresa com o amigo do filho. Não só descobrira que o rapaz não tinha tendências homossexuais, como também lhe fizera sexo oral, algo que jamais imaginara. Essa nova e inesperada experiência com o rapaz a revigorou. Ela se sentia mulher novamente. Sentir-se desejada por um jovem como Saulo era algo que ela não esperava, mas que elevou seu ego.

Sua atitude em relação ao rapaz mudou. No instante em que sentiu sua presença em casa, seu corpo se agitou. Vê-lo a fez ansiar por sentir sua língua em sua vagina novamente. Ela sentiu sua calcinha ficar molhada, principalmente ao se lembrar de como havia chegado ao orgasmo em sua boca.

Como não tinha a oportunidade de ficar sozinha com ele novamente, recorreu à masturbação em seu quarto para acalmar seus desejos. Sentia que a situação a estava sobrecarregando. Seu desejo de estar com o jovem novamente era tão intenso que sentia que não teria forças para resistir quando ele decidisse penetrá-la. Seu marido continuava sexualmente passivo, o que só alimentava seus pensamentos e desejos de estar com o rapaz novamente. Essa ansiedade a atormentava. Ela precisava de mais; precisava se sentir mulher novamente, sentir-se viva.

Ela se lembrou do longo pênis do jovem, de sua dureza em suas mãos, e ansiou por enfiar em sua vagina. Ela se lembrou de que era muito mais comprido e grosso que o do marido. Embora já tivesse dado à luz uma vez, sentia como se sua vagina tivesse voltado a ficar mais rígida. Por isso, teve algumas reservas ao se lembrar das dimensões daquele pênis jovem.

Aquele desejo voraz de ter o jovem novamente a fez começar a cometer certos atos de loucura, inconcebíveis para uma mulher casada. De forma mórbida, começou a posar sugestivamente na frente do rapaz, curvando-se para que ele pudesse ver sua calcinha. Ou então, desabotoava alguns botões da blusa para que ele pudesse vislumbrar parte de seus seios. Na verdade, chegou ao ponto de não usar sutiã algum, para poder se exibir melhor para ele. Obviamente, fazia tudo isso pelas costas do filho, mas isso não impediu Pedro de perceber que sua mãe não usava sutiã.

Um dia, vendo que Saulo tinha vindo à casa, Alice começou a ficar excitada, precisando ficar sozinha com o rapaz novamente. Então, depois de pensar um pouco, decidiu mandar Pedro fazer compras no supermercado. Assim que o filho saiu, ela procurou o rapaz e, para surpresa e timidez dele, o levou de volta ao banheiro. Lá dentro, não se conteve e, abaixando a calcinha, pediu ao rapaz que lhe fizesse sexo oral novamente. Saulo, apesar da surpresa, também não demorou muito, fazendo um ótimo trabalho, ainda melhor do que da última vez, levando a mulher a outro orgasmo.

Alice ficou satisfeita e disse: "Obrigada, querido. Você é incrível nisso! Mas temos que parar de novo. Pedro pode chegar a qualquer minuto."

O jovem ficou frustrado. Ele esperava penetrar a mãe do amigo. Mas percebeu que ela apenas satisfez sua necessidade, deixando-o com uma ereção vigorosa.

Antes de sair, Alice acariciou os genitais do jovem com a mão, ainda sob as calças, e ao mesmo tempo, inclinou-se pela primeira vez para olhar para o amigo do filho e lhe deu um beijo muito suave na boca. Ela sabia que ele ainda tinha o cheiro do seu fluido vaginal nos lábios. Ela sorriu para ele depois do beijo e saiu do banheiro.

O jovem se lavou e esperou o amigo chegar. Mas sentiu-se decepcionado novamente. Ele queria ter seu primeiro encontro com aquela mulher. Ele ansiava por perder a virgindade com a mãe do amigo. Teve que se conter mais uma vez. Mesmo assim, seu desejo por aquela mulher só aumentava.

Dias depois do incidente, Pedro contou à mãe que Saulo passaria a noite em casa. A notícia a abalou profundamente. Foi uma notícia que lhe causou arrepios por todo o corpo. Ela pensou em como poderia ver o rapaz naquela noite, enquanto o resto da família dormia. Sabia que era imprudente, mas sua paixão e desejo por ele a cegava.

Naquela noite, ela esperou até que todos estivessem dormindo. Percebera que o marido, como em várias ocasiões em que saía com os amigos, voltava bastante bêbado, caindo no sono profundo. Isso a encorajou a tomar uma decisão. Esperou um tempo razoável e levantou-se. Vestira propositalmente uma camisola bastante provocante. O tecido era tão macio e transparente que revelava sua calcinha e sutiã. Olhou-se no espelho e decidiu tirar o sutiã. Ela se observou novamente, notando como o contorno de seus grandes mamilos se destacava através do tecido macio da camisola, seus seios claramente visíveis. Sabia que isso excitaria o jovem. Para evitar levantar suspeitas caso seu filho a visse, vestiu um roupão e saiu para o corredor.

O quarto do filho ficava no andar de cima, e ela sabia que Saulo dormia no mesmo quarto. Foi até a cozinha para acalmar sua ansiedade. Enquanto bebia um copo d'água, ouviu alguém se aproximando. Temendo que fosse Pedro, apertou o roupão. Então, verificou com satisfação que era Saulo. O jovem usava apenas shorts, sem camisa cobrindo o peito.

"Olá, Saulo, parece que ambos tínhamos a mesma necessidade", disse ela, sem conseguir esconder a felicidade ao vê-lo.

"Boa noite, senhora. Sim, levantei porque estava com um pouco de sede."

Ela decidiu abrir a geladeira e pegou uma garrafa de água gelada. Naquele instante, ela discretamente afrouxou o laço que prendia seu roupão. Em seguida, pegando a garrafa, aproximou-se do jovem, que estava sentado em uma cadeira da cozinha. Ao servir a água no copo, seu roupão se abriu completamente, revelando-a ao rapaz, que pôde ver que por baixo ela usava apenas uma camisola transparente.

Ao ver os enormes mamilos da mulher despontando sob o tecido macio e percebendo o tamanho de seus seios, já que ela não usava sutiã, sentiu seu pênis inevitavelmente emergir, claramente visível através das calças. Ele não esperava por isso!

Alice estava ciente da impressão que sua roupa causara no jovem. Depois de encher seu copo d'água, ela ficou olhando para ele, com o roupão desabotoado. Ela se divertiu ao vê-lo estalar os lábios enquanto contemplava suas belas coxas nuas, onde a calcinha que ela usava por baixo também era claramente visível. Ela sorriu para ele e disse: "Gostou?" O que achou de minha camisola?¨”

O rapaz olhou para ela, corando e assentindo com a cabeça, pois não ousava falar. O rosto do rapaz era impagável. E aquele rostinho de rapaz assustado e perplexo só excitava ainda mais a mulher.

"Gosta dos meus seios? Percebi que você fica olhando para eles", disse ela novamente, tentando excitá-lo. E para aumentar o nervosismo do rapaz, inclinou-se sobre ele para que ele pudesse ter uma visão melhor do seu decote.

O rapaz simplesmente engoliu em seco, remexendo-se na cadeira, sem saber como reagir. Percebeu que seu pênis estava bastante ereto e claramente visível em suas calças. A mulher percebeu isso e, morbidamente, aproximou-se do seu ouvido e sussurrou: "Gostaria de ver os seios da mãe do seu amigo nus?"

O rapaz empalideceu com a pergunta. Corou, o rosto ficando vermelho. Esse rubor inflamou ainda mais a mulher, que acrescentou: Diga-me, Saulo. Você gostaria que eu colocasse meus seios na sua boca? Você gostaria de prová-los?

Vendo que o jovem permanecia em silêncio, encarando seus seios, Alice decidiu afastar uma das alças de sua camisola, abaixando-a e revelando um de seus seios nus para o rapaz. Observando o rosto dele, aproximou-se do seu. Decididamente, pegou o seio na mão e o levou até a boca dele.

Ela não precisou dizer mais nada; o jovem abriu a boca e lambeu delicadamente a borda do seio dela, aproximando-se ainda mais, até que abocanhou o mamilo, escuro e inchado, sugando-o suavemente. "Oh, meu bem. Sim... oh... que boca você tem..." "Com cuidado, meu bem... eles estão muito sensíveis, um pouco doloridos e me machucam. Use apenas a língua ou sugue com delicadeza"

Vendo como o jovem começou a sugar seu seio, ela decidiu fazer o mesmo com o outro, deixando ambos os seios expostos. Saulo não era especialista, mas sabia como acariciá-las e lamber seus seios, sugando-os lenta e suavemente. A mulher percebeu que estava ficando molhada; sua calcinha já estava úmida. O rapaz sugava seus seios com grande delicadeza, dando-lhe imenso prazer. Tanto que, enquanto ele fazia isso, ela acariciava suavemente a cabeça dele, dizendo: "Ah, sim, Saulo... continue... chupe... ah, você está fazendo isso tão bem..."

Ao notar o volume enorme surgindo na bermuda do rapaz, ela não resistiu e, estendendo a mão, deslizou-a para dentro da bermuda até alcançar seu pênis nu. Um arrepio percorreu seu corpo novamente ao constatar a enorme ereção do rapaz. Seu pênis estava duro e firme, como um mastro. Ela o massageou, envolvendo-o na mão, acariciando-o de cima a baixo. "Uau, Saulo... como você está? Nossa, está duro."

Animada, ela se tornou mais ousada, baixando ainda mais a mão até alcançar os testículos do rapaz, ansiosa para verificar seu sêmen. Ela os apertou na mão, exclamando: "Hum... Saulo, parecem cheios."

O rapaz continuou a sugar e mordiscar os belos seios da mãe do amigo, tremendo enquanto sentia a mão dela acariciar seu pênis e testículos nus. Ele não precisava de mais nada. Estava ficando duro como pedra.

Alice também percebeu que estava ficando incrivelmente excitada. Sentia uma necessidade irresistível de ter o pênis do rapaz invadindo sua vagina. Mas não podia fazer isso ali mesmo na cozinha; seria imprudente. Ela parou o rapaz e, pegando sua mão, o conduziu até o final do corredor.

Havia um quarto nos fundos, afastado do quarto principal, que só era usado quando um estranho ou parente vinha visitar. O quarto estava bastante desarrumado, com objetos diversos, mas pelo menos havia uma cama, e ela decidiu que isso bastava. Assim que entrou, trancou a porta.

Em seguida, aproximou-se do rapaz e o sentou na beirada da cama. De forma mórbida, posicionou-se à sua frente, tirando o roupão e ficando apenas com a camisola. Ao ver o rosto excitado do rapaz, puxou os shorts dele para baixo e os tirou pelos pés, fazendo o mesmo com a cueca. Ela contemplou com admiração o enorme membro do rapaz. Não era um pênis qualquer! Mais uma vez, ficou impressionada com o pau do amigo do seu filho. Como ele era bem dotado!

O pênis dele emergiu entre as pernas do rapaz, apontando para o teto com uma ereção visível. Ela não resistiu e começou a acariciá-lo novamente, massageando-o completamente de cima a baixo, repetidamente. Enquanto continuava a acariciar os testículos, percebeu os arrepios que isso provocava no rapaz. Ela estava claramente excitada com a visão dos genitais dele. Estava acostumada a ver o pênis do marido, que mal se erguia e era de tamanho insignificante comparado ao do amigo do filho, que não conseguia conter o desejo.

Ela aproximou a boca da do rapaz e o beijou profundamente, mergulhando a língua em sua boca. Sentia-se incrivelmente quente, excitada, com muita vontade de sexo. Sem hesitar, sem dizer uma palavra, ela foi com a boca até o pênis dele.

Alice, depois de lamber a glande algumas vezes, a abocanhou por inteiro. Ela nunca tinha feito algo assim com o marido. Mas estava tão excitada que quis deixar a imaginação correr solta. Repetiu o gesto duas ou três vezes, com tanto prazer para o rapaz que ele pensou que ia ejacular imediatamente. A mulher percebeu e tirou o pênis da boca. Não queria que ele ejaculasse tão cedo, nem dentro da boca dela. Olhou para o jovem novamente, levou-se à boca dele e o beijou mais uma vez, deixando o gosto do pênis na boca.

Estava tão excitada que parecia uma prostituta à procura de um homem. Sua calcinha estava tão encharcada que o líquido escorria pelas coxas. Percebeu que o momento havia chegado; precisava sentir o pênis do jovem dentro dela. Pensou que devia ter comprado um preservativo. Mas sabia que não estava ovulando e que o risco era menor, então decidiu arriscar. Ela passou a mão novamente sobre o pênis do rapaz, enquanto simultaneamente tirava a calcinha. Passou a mão sobre a própria vagina e a encontrou completamente molhada.

"Ai, querido. Você me deixou tão molhada!" disse ela, guiando a mão do rapaz até sua virilha para que ele a verificasse.

"Você percebeu o quanto estou excitada? Eu não deveria, mas você vai ter que meter seu pau em mim." E, olhando-o nos olhos, sem parar de acariciar o pênis do rapaz, acrescentou: "Você quer transar com a mãe do seu amigo?" Ela fez uma pausa, avaliando o efeito de suas palavras sobre o rapaz. Então, vendo a excitação dele, acrescentou: "Você quer transar comigo, não é?" Tudo isso enquanto acariciava descaradamente o pênis do rapaz, até finalmente dizer: "Seu safado! Dá para ver na sua cara que você quer!"

"Oh, senhora..." O jovem ousou exclamar, extremamente excitado, incapaz de pronunciar mais palavras. Ele não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Finalmente parecia que ele ia conseguir dormir com a mãe do seu amigo. Algo que ele almejava, mas que sempre lhe parecera inatingível.

"Como assim, 'que senhora'... você quer transar com a mãe do seu amigo ou não?" a mulher o desafiou, excitando-o ainda mais.

"Sim... claro..." o jovem finalmente exclamou, com medo de que ela desistisse.

A mulher então se deitou na cama, abrindo as pernas, mostrando ao jovem toda a sua vagina, dizendo: "O que você está esperando? Vamos, 'enfia esse pau em mim logo'."

O jovem olhou, hipnotizado, para a virilha da mulher. Em meio à densa cabeleira negra, sua vagina se destacava, e ele podia ver que devia estar suficientemente lubrificada pelo brilho dos seus lábios vaginais. Sem hesitar, ele se posicionou sobre a mulher, entre as pernas dela, aproximando o pênis da vagina. Estava tão excitado e nervoso que se precipitou na decisão de penetrá-la. Temia que ela mudasse de ideia, então, sem pensar muito, enfiou o pênis nela, posicionando-o na entrada da vagina e penetrando imediatamente. A mulher gemeu ao sentir o longo membro do jovem invadindo sua vagina pela primeira vez. A penetração foi claramente repentina e quase violenta. Ela não estava acostumada com um pênis daquele tamanho. Mesmo assim, não disse nada, tentando abrir as pernas para facilitar a penetração. Contudo, logo tentou fechá-las ao ver o jovem enfiar todo o pênis dentro dela, até os testículos. Oh, devagar, ooo… como você me abre!… oh… seu safado…

Alice ficou sem fôlego ao perceber que o jovem havia enfiado todo o seu pênis dentro dela quase de uma só vez: Oh, Saulo… você colocou tudo… Vamos lá… continue, não pare agora… Sou sua agora, querido!…

A mulher, dominada por uma paixão sexual genuína, sentiu seu corpo começar a reviver com a presença daquele enorme pênis jovem dentro dela. Ela tinha um pênis muito superior ao do marido em sua vagina. Era um pênis jovem e vigoroso que a preenchia completamente. As estocadas do jovem se tornavam cada vez mais intensas e profundas, o que a levava a saboreá-las e a desfrutar daquela foda. Oh, SauloT… continue… É assim que se fode a mãe do seu amigo… assim… enfia seu pau… ohh… assim…

Alice exclamou, sentindo seu corpo começar a tremer com as penetrações do jovem, contorcendo-se de prazer enquanto ele a penetrava com força. O jovem parecia um touro enfurecido. Agarrou-a pelos quadris, usando sua altura e porte físico, e penetrou com toda a força, repetidamente enfiando o pênis em sua vagina ardente, como se quisesse explodi-la.

Para um jovem inexperiente, a mulher percebeu que ele a estava fodendo com grande habilidade. Seu pênis longo e duro entrou em sua vagina, despertando nela sensações de extrema paixão. Nada parecido com o marido. O jovem tinha uma vitalidade invejável. Ela logo percebeu que estava prestes a ter seu primeiro orgasmo. Ela precisava disso; fazia muito tempo que não gozava com um pênis dentro dela. Oh sim, Saulo... continue... "Ai, caralho, você vai me fazer gozar..."

O jovem, ao ouvir as palavras da mulher, decidiu se entregar completamente e penetrou com mais força, repetidamente enfiando seu pênis profundamente na vagina da mãe do amigo. Seu pênis era como uma britadeira, batendo impiedosamente no fundo da vagina da mulher, em velocidade e profundidade cada vez maiores.

Isso teve o efeito desejado, pois, momentos depois, as estocadas do jovem foram suficientes para que a mulher atingisse seu primeiro orgasmo da noite. Alice não conteve seus gemidos e gritos, tentando não os fazer muito altos para que seu filho ou seu marido não os ouvissem. Fazia tempo que ela não tinha uma boa transa, então saboreou as penetrações repetidas que o jovem lhe dava, contorcendo-se enquanto chegava ao clímax: "Ai, sim, estou gozando... ooooo..."

Seu corpo começou a se contrair repetidamente, abrindo as pernas o máximo possível para que o pênis do jovem pudesse penetrá-la ainda mais fundo. Desejando uma penetração ainda mais profunda, ela entrelaçou as pernas em volta dos quadris dele enquanto ele a penetrava repetidamente. "Oh, querido, continue... você está me matando..." ela sentia como a ponta da cabeça do pau de Saulo, martelava sua cérvix, como se quisesse penetra-la através do colo de seu útero.

Alice ficou surpresa porque, apesar de já ter chegado ao orgasmo, o jovem continuou a penetrá-la como se nada tivesse acontecido. A vitalidade do rapaz a inflamou. Tanto que logo ela atingiu um segundo orgasmo, entregando-se completamente a ele, que a penetrava com força e precisão. A mulher não conseguia acreditar. Aquele jovem a fizera gozar duas vezes sem retirar o pau de sua vagina. Algo que seu marido jamais conseguiria igualar.

Ela viu gotas de suor escorrendo pelo rosto do jovem, um testemunho do tremendo esforço que ele fizera, e sua excitação aumentou. Ao mesmo tempo, percebeu que ele estava prestes a ejacular. Ela sentiu que ele precisava liberar a tensão. Por precaução, considerou pedir que ele se retirasse. Mas era a primeira vez dele. Por outro lado, ela ansiava por sentir o sêmen daquele jovem garanhão dentro dela.

"Oh, Saulo, você está quase lá, não é?" ela perguntou. "Oh, meu bem, eu consigo ver na sua cara. Seu diabinho, você está louco para fazer isso dentro de mim!" "Oh... você sabe que é perigoso", ele respondeu. No entanto, ela mudou de ideia e decidiu deixá-lo ejacular dentro dela, dizendo: "Saulo, eu não deveria deixar... É muito perigoso... mas é a sua primeira vez... Vamos... ejacula dentro... banhe a mãe do seu amigo com o seu sêmen..." enche minha xoxota com seu jovem, viril e abundante esperma.

Saulo, que estava à beira do clímax, não esperou que ela repetisse. Ao ouvir as palavras da mulher, seu pênis endureceu e engrossou ainda um pouco mais e então começou a jorrar sêmen com um jato forte na vagina da mulher casada. Era a primeira vez que ele ejaculava dentro de uma mulher. Apesar da inexperiência, ele sentiu claramente enquanto a inseminava, liberando jato após jato, encharcando as paredes vaginais da mãe do seu amigo. Ele estava gozando dentro dela, algo que jamais imaginara: Oh... senhora... simmm... oooo

O jovem sentia como se estivesse em outra dimensão. O imenso prazer que sentia ao ejacular dentro da vagina quente da mãe de seu amigo o levava ao êxtase. Ele não sabia quanto tempo havia ejaculado dentro daquela vagina ardente. Só tinha consciência de que aquela mulher o estava drenando completamente. Gozara tanto que parecia ter esvaziado os testículos. O prazer era indescritível. Estava se apaixonando por aquela mulher.

Quando terminou, ainda sobre a mulher, repousou a cabeça ao lado dela, exausto pelo tremendo esforço. Alice acariciou sua cabeça, como se fosse seu próprio filho, quase o mimando, sussurrando em seu ouvido: Saulo. Oh, meu bem. Você foi tão bom! Muito bom mesmo. Você me fez gozar duas vezes.

Então, segurando delicadamente sua cabeça, ela o ergueu um pouco para poder beijá-lo, sensual e apaixonadamente. Por alguns minutos, ambos saborearam o gosto da saliva um do outro, suas línguas entrelaçadas como as de dois verdadeiros amantes.

A mulher sentiu um claro alívio. Ela havia desfrutado de uma transa que bem merecia. Ainda podia sentir o pênis do jovem dentro de sua vagina, que parecia que nunca iria amolecer. Ela percebeu que o jovem a havia preenchido abundantemente. Seu marido nunca tinha ejaculado assim. Nem perto disso!

Sua agitação aumentou quando percebeu que o pênis do jovem não só não havia descido, como estava endurecendo novamente dentro de sua vagina. Ela olhou para o rosto dele, surpresa e agitada. Agarrando o jovem com as mãos, ela se contorceu na cama, conseguindo ficar por cima dele. Agora ela estava em cima dele.

"Seu desgraçado! Está ficando duro de novo! Oh, querido, você tem fôlego! Quer continuar me fodendo?"

Incapaz de se conter, sentindo o pênis totalmente ereto do jovem dentro de sua vagina, ela começou a fazer movimentos de vai e vem, penetrando e saindo. Ela se sentia como uma amazona cavalgando seu homem. A cada investida, ela intensificava as estocadas, fazendo movimentos rotatórios simultaneamente. Com os quadris, o que lhe dava grande satisfação. O jovem estendeu a mão e agarrou as nádegas nuas da mulher, ajudando-a a se erguer. No entanto, a visão dos seios da mãe do amigo o encheu de paixão e desejo de sugar novamente aquelas mamas. Com certa apreensão, moveu as mãos em direção a eles e os acariciou. Acariciou-os suavemente enquanto ela continuava a cavalgar seu pênis. Suas mãos as envolveram. Eram tão grandes que mal cabiam em suas mãos. Acariciou-os com grande prazer, massageando-os e segurando-os entre as mãos, deixando à mostra apenas os mamilos rígidos.

Alice, excitada pela ação inesperada do jovem, disse-lhe: "Você gosta dos meus seios? Hum, sim, querido, toque neles, mas devagar... oh, seu diabinho, você vai me fazer gozar de novo."

A mulher, vendo como o jovem tomava seus seios nas mãos, os acariciava e até tocava seus mamilos com a ponta dos dedos, não aguentou mais. Ela começou a tremer imediatamente, até atingir o orgasmo novamente, o terceiro. Sentou-se sobre as coxas do rapaz, com o pênis dele completamente dentro dela, as paredes vaginais contraindo-se ao máximo enquanto ela gozava com um orgasmo alto e poderoso. Ela não conseguia acreditar. Tinha gozado três vezes.

Percebendo que o pênis do rapaz ainda estava duro, ela o olhou lascivamente e, ficando de quatro na cama, disse: "Vamos lá, querido, quer me montar? Vamos lá, 'monte a mãe do seu amigo'. Me dê por trás com esse pau grande e duro."

O rapaz não hesitou. Ver aquela mulher deslumbrante de quatro na cama, incitando-o a montá-la, fez seu pau crescer ainda mais. Posicionando-se atrás da mulher, aproximou o pênis, pressionou e descobriu como, quase sem esforço, seu pênis entrava na vagina dela com facilidade, dada a lubrificação que ela tinha. A excitação de transar com a mãe do amigo naquela posição o levou a agarrar seus quadris e a penetrá-la com força, enfiando o pênis fundo em sua vagina. "Ah, seu safado... ah, sim... me foda com força... ah, sim, me dê com força..." você está tão fundo, não há nenhum espaço dentro de mim que não esteja preenchido por você.

Dito e feito, o jovem começou a penetrá-la com toda a sua força, enfiando e tirando o pênis repetidamente. Ele a fodeu assim por quase dez minutos, demonstrando sua enorme resistência. Até que chegou o momento em que ele não conseguiu mais conter o clímax. Alice percebeu e, virando a cabeça para trás, o incentivou: "Vamos, garanhão... 'Me encha de novo.' Encha a mãe do seu amigo... me dê seu esperma de novo!"

O corpo do jovem pareceu tremer de prazer enquanto ele ejaculava mais uma vez. Até ele se surpreendeu ao descobrir que ainda tinha uma boa quantidade de sêmen espesso em seu pênis. Desta vez, ele penetrou-a completamente, bem fundo, antes de ejacular lentamente. Apertando sua cintura e puxando-a contra seu pau, sentiu como a cabeça do pau se encaixava em um ponto especifico dentro dela, coo se fosse um anel que se moldou à ponta de sua glande. Quando sentiu os primeiros jatos sendo disparados, notou que era diferente da outra vez, como se estivesse evacuando sua carga em um local especifico da intimidade dela. Não sou dizer quanto jatos disparou, mas uma coisa tinha certeza, nenhuma gota seria perdida. Exausto, ele se deitou de costas sobre a mulher.

Quando o jovem se afastou dela e ambos se deitaram na cama, Alice olhou para ele, admirada. "Oh, Saulo... você é um verdadeiro garanhão... que jeito de gozar! Ainda bem que não estou ovulando. Senão, você com certeza me engravidaria!".

Já imaginou, fazer um filho na mãe de seu amigo., com a quantidade de leite que sinto dentro de mim, parece que meus óvulos estão nadando em sua carga seminal. Você seria capaz de me fazer gêmeos com certeza.

Ambos estavam exaustos, suados e derrotados, ficaram abraçados, dormindo naquela cama por quase uma hora.

Alice acordou sobressaltada e viu Saulo pelado dormindo a seu lado, levantou-se sigilosamente , destrancou a porta e Saiu em direção ao seu leito matrimonial, onde seu adormecido marido a esperava, inocente, sem saber que estivera nos braços de outro homem e esse homem era simplesmente o melhor e mais antigo amigo do filho de ambos.

Deitando na cama de costas, abriu as pernas e olhou sua xoxota, estava inchada, avermelhada e extremamente sensível devido ao esforço que fizera a instantes. Seu clitóris ainda fora de seu prepúcio, mostrava a ponta rosada e pujante de uma mulher ainda excitada. Sentiu um pouco de dor ao tocar aquele ponto sensível de sua anatomia. Enfiou o dedo maior dentro do canal e ao retirar, notou-o totalmente babado, mas sem nenhum resquício do esperma de Saulo. Toda a ejaculação tinha sido depositada diretamente dentro de seu útero.

Abandonou as caricias e virou-se para o lado para tentar dormir o resto da noite. Teve um sono agitado, com sonhos estranhos, sentia sua barriga crescendo, seus seios ficando inchados como que se preparando para amamentação. Viu-se grávida gerando um filho de Saulo. Em seus sonhos viu a cara incrédula dele quando lhe confessou a gravidez. Nesse momento acordou, completamente molhada de suor, uma expressão de pânico no rosto. Olhou o relógio e viu que já eram quase nove horas da manhã. Havia perdido a hora, seu marido já não estava na cama, levantou-se e viu que a casa estava vazia, todos já haviam saído para a rotina de seu dia.

Tomou um pequeno desjejum, trocou de roupa e saiu em direção ao bairro vizinho, localizou uma farmácia, entrou e comprou uma pílula do dia seguinte, pediu um copo de água e tomou a medicação naquele mesmo momento, sob o olhar inquisitivo da atendente. Apenas pensou que não podia correr risco algum e o sonho tinha sido muito vívido, real demais para não acreditar em uma peça do destino.

Ao voltar para casa pensava na noite, no prazer recebido e dado e soube com exatidão suíça que iria dar para Saulo outra vez. Somente não sabia quando, mas tinha certeza absoluta que ocorreria outra vez. Vou começar a tomar pílulas, decidiu nesse mesmo instante.

Foto 1 do Conto erotico: ALICE A MÃE DE MEU MELHOR AMIGO

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Ficha do conto

Foto Perfil silverprateadosurfer
silverprateadosurfer

Nome do conto:
ALICE A MÃE DE MEU MELHOR AMIGO

Codigo do conto:
257320

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
19/03/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5