Mamãe não usa calcinha

Mamãe não usa calcinha. Há muito tempo tenho notado um fato que tem me incomodado. Eu ainda era adolescente quando pela primeira vez me deparei com uma visão que iria me acompanhar para o resto da vida.
Eu estava chegando do colégio e quando procurei minha mãe, vi que a mesma estava no tanque lavando roupa, ela usava um vestido simples de ficar em casa, um pouco rodado e solto na cintura. Do nada bateu uma ventania e levantou a barra do vestido, expondo a bunda de minha mãe. Ela não reagiu num primeiro momento, principalmente porque julgava estar sozinha em casa, afinal de contas era horário em que seus filhos estavam no colégio e iriam começar a chegar. Mas voltando a visão, com a barra do vestido ondulando pela ventania que soprava pude observar que mamãe não estava de calcinha e sua bunda ficou totalmente exposta à minha visão. Nessa época eu estava com uns quinze para dezesseis anos e meus hormônios estavam a mil, tanto que a ereção de meu cacete foi inevitável e tão discretamente quanto havia chegado eu entrei em casa, sem chamar sua atenção e fiquei olhando escondido, de um ângulo que pudesse apreciar qualquer novo LANCE assim chamávamos essas eventualidades, quando víamos algum pedaço do corpo de uma mulher exposto.
A partir desse dia, busquei observa-la em situações similares e fui brindado com diversas outras visões excitantes e intensas. Procurava me sentar sempre de frente para ela de modo a observar suas pernas e coxas, as quais eram bonitas e torneadas, passei a observar que minha mãe não usava calcinha e assim eu via sua xoxota e sua bunda e me acabava em punhetas homéricas.
Evidentemente ela percebeu minhas manobras e buscou ser mais discreta e assim as oportunidades explicitas foram escasseando. Ela já sentava com as pernas mais fechadas quando eu buscava ficar de frente para ela, ou dobrava as pernas e mesmo passou a usar umas bermudas.
Contudo ela percebeu que quando ela estava de bermudas, eu ficava ainda mais incomodado e a seguia como um cachorro no cio, pois suas bermudas eram justas e emolduravam seu corpo e eu via sempre como sua bunda ficava empinada e sua xoxota estufada. Isso aconteceu durante cerca de dois anos até o dia em que eu cheguei silenciosamente em casa e a vi deitada na cama, uma das lâminas de vidro da janela do quarto dela estava quebrada e por aquela fenda, eu tive uma visão perfeita da cama e do corpo dela. Seu vestido estava desalinhado e então eu vi por trás toda sua bunda e o volume de sua xoxota, bem estufada e inchada, apesar de pouco peluda.
Foi irresistível aquela visão e saquei meu cacete para fora do calção e olhando-a bati uma punheta homérica, gozando na parede e suando feito um bico de chaleira, foi inevitável suprimir o gemido e percebi um leve movimento dela, sem, contudo se virar e buscar de onde teria vindo o som.
Entrei em casa, suando, fui para meu quarto trocar de roupa e em seguida fui tomar um banho, pois estava cansado e suado e ainda muito excitado com a visão.
Quando saí do banho e me troquei, encontrei com ela sentada na sala. Ela me chamou e me mandou sentar ao seu lado e então começamos a conversar.
- Você acha correto ficar olhando sua mãe da forma como você vem fazendo?
- Não estava olhando nada mãe?
- Deixa de contar mentira, há algum tempo tenho notado que você procura sempre estar perto de mim, olhando-me as pernas e sempre se esgueirando para ficar vendo minha bunda?
- Não tô fazendo isso não mãe?
- Você vai continuar mentindo até quando? Não tô brava não, apenas quero saber o porquê disso?
- Mãe! Posso te fazer uma pergunta?
- Qual pergunta menino?
- Porque a senhora não usa calcinha?
Nesse momento vi que minha mãe havia ficado vermelha como um pimentão.
- Isso é uma pergunta muito séria filho! E muito pessoal também!
- Se vamos conversar e a senhora não quer que eu minta, então preciso de sua sinceridade também.
- Tudo bem, mas primeiro responda a minha pergunta, apesar de que em razão de sua pergunta eu já sei as respostas que buscava!
- Mãe há uns dois anos atrás, eu cheguei a casa e a senhora estava no tanque lavando roupa. Soprou um vento forte e levantou seu vestido e eu vi a bunda da senhora e vi que estava sem calcinha. A partir desse dia, sempre que eu via um lance da senhora, notei que não tava de calcinha. Depois a senhora começou a usar as bermudas e também não usava as calcinhas, porque não aparecia as marcas dela. Eu não sei o porquê, mas isso foi me deixando maluco e eu queria sempre ficar vendo. Às vezes a senhora tava de vestido e eu ficava atrás vendo como o tecido marcada e desenhava sua bunda. Eu fico muito excitado com isso tudo e te peço desculpas. Sou um mau filho e também um canalha por fazer isso com a senhora. Pronto falei.
- E hoje, o que você fez?
- Bem eu cheguei e não vi movimento na casa e então deduzi que a senhora deveria estar deitada, então te vi deitada pela porta entreaberta, depois eu fui até a janela do seu quarto do lado de fora e olhei pelo vidro quebrado. A senhora estava deitada e seu vestido estava levantado e então eu si sua bunda e sua perereca e ai foi subindo um calor danado e eu acabei batendo uma lá no terreiro mesmo olhando a senhora pela janela.
- Por isso você gemeu daquele jeito, porque viu minha bunda e minha xoxota?
- Nossa mãe me desculpe, mas eu pirei, nunca tinha visto a senhora desse jeito e foi na hora que a senhora dobrou um pouco a perna e aí ficou tudo mais bonito ainda. Meu pai é um homem de sorte, ter uma mulher como a senhora deve ser tudo de bom.
Minha mãe sorria ante minhas explicações, senti que a mesma estava também um pouco incomodada e que me olhava de forma dissimulada muitas vezes, enquanto eu fugia de seu olhar direto, olho a olho, quando notava, via que ela estava olhando para meu corpo e depois voltava a fitar-me nos olhos.
- Bom filho, vou lhe explicar uma coisa e quero que isso fique entre nós, ninguém pode saber e você não pode comentar com ninguém, nem mesmo com seu pai ou seus irmãos, entendido.
- Entendido!
- Você me promete que guardará segredo do que vou te contar agora, jura?
- Sim mãe eu prometo e juro que nada dessa conversa jamais sairá de minha boca e se alguém ficar sabendo foi porque a senhora contou!
- Bem o que acontece é que a mamãe tem um problema, ou melhor, uma particularidade, que me obriga a ficar sem calcinha. Não consigo ficar de calcinha e assim parei de usar. Quando tenho que sair e tenho que por uma calcinha, é uma tortura e muitas vezes eu vou ao banheiro em shopping ou mesmo em uma loja de departamentos e tira ela fora, colocando na bolsa.
- Você conhece a anatomia feminina? Sabe como ela é?
- Eu já vi fotos e filmes, assim acho que conheço mais ou menos!
- Bem a mamãe tem o clitóris maior que a maioria das mulheres, as pessoas também chama de grelo e o meu por ser maior, fica roçando no tecido da calcinha e eu assim, fico excitada o tempo todo, quase vou a loucura quando isso acontece e assim, fico molhada e isso me incomoda, por isso deixei de usar calcinhas.
- Papai sabe disso?
- Sim sabe e foi ele que me falou para eu parar de usar as calcinhas, pelo menos quando estivesse em casa, pois assim, não pensaria besteiras e nem cometeria uma.
- Mãe se eu te pedir você me mostra? Perguntei já esperando a bronca, para eu ver como é que é!
Neste momento olhei minha mãe nos olhos e esperei a bronca, ela, porém deu um sorriso meio sem graça e encostou as costas no espaldar do sofá, entreabriu um pouco mais as pernas e subiu o vestido, expondo gradativamente as coxas e o ventre.
Quando olhei sua xoxota, vi seu grelo enorme, endurecido, saindo bem pra fora dos lábios maiores da xoxota. Essa visão fez meu cacete ficar ainda mais duro que já estava.
Mamãe então acariciou com a ponta dos dedos aquele falo e gemeu o tesão enorme que estava sentindo. Ela continuou se acariciando na minha frente, eu vi sua pele se arrepiar e seus mamilos se eriçarem e então, poucos minutos depois, ela começou a gozar, seu corpo parecia que era chicoteado, pois se contorcia de forma única e gemia e sua xoxota ficava cada vez mais babada, escorrendo por suas coxas e em direção ao seu anus e sua bunda. Por fim ela apertou as pernas num gemido e procurou recuperar a forma normal de respirar, pois estava ofegante como se tivesse corrido uma maratona.
Eu estava sem reação, não sabia o que fazer ou como me comportar, afinal de contas, era um jovem sem experiência apesar dos meus dezoito anos, ainda não havia tido experiência com nenhuma mulher e tudo que eu sabia de sexo era através das revistas e da leitura de algumas estórias que vinham como encarte de uma delas chamado: ”Fórum”, acho que a revista chama-se “Ele & Ela”.
Mamãe então me olhou meio sem graça e disse:
- Desculpa, mas eu sou assim. Excito-me por qualquer coisa e tenho que me aliviar, caso contrário fico nervosa e com dores de cabeça intensas. Por isso ás vezes quando vocês chegam a casa eu estou deitada, procurando diminuir as dores. Há pouco eu estava deitada porque estava muito excitada e tomei remédio para dor, mas quando estava quase cochilando escutei seus passos pelo corredor e fiquei quietinha esperando o que você faria. Quando escutei que você se masturbava me olhando pela fresta da janela, fiquei ainda mais excitada e quando você gemeu gozando, eu também gozei apenas de ficar imaginando você do lado de fora batendo punheta olhando minha bunda e minha xoxota. Eu escutava sua respiração e no momento exato em que você ia começar a gozar eu dobrei minha perna de modo a expor ainda mais minha bunda e buceta e então escutei seu gemido.
Agora, enquanto conversávamos um via que você ainda estava excitado, pois o volume em seu calção não deixava dúvida alguma e ainda está, olha como está essa barraca na frente do seu calção, disse apontando para minha ereção.
- Deixa em ver seu pinto, deixa, pediu-me quase implorando
Eu estava sem chão, envergonhado e excitado e como um autômato, comecei a baixar meu calção e meu cacete duro pulou como uma flecha, apontando para o alto. Sentado estava e sentado fiquei, quando vi que mamãe olhou minha ereção e começou a se levantar ficando de pé frente a mim. Ajoelhou-se aos meus pés, segurou meu cacete duro que se fosse uma joia, uma conquista ou um prêmio há muito desejado. De novo olhou-me nos olhos e disse-me:
- Nem uma palavra disso.
Eu fechei os olhos quando senti seus lábios envolverem minha glande então senti a primeira sucção, a primeira chupada, a primeira lambida, tudo ao mesmo tempo em que explodia dentro de sua boca, jorrando meu esperma, minha semente, minha gala, como um vulcão em erupção.

Mamãe não usa calcinha 2

“- Nem uma palavra disso”.
“Eu fechei os olhos quando senti seus lábios envolverem minha glande então senti a primeira sucção, a primeira chupada, a primeira lambida, tudo ao mesmo tempo em que explodia dentro de sua boca, jorrando meu esperma, minha semente, minha gala, como um vulcão em erupção”.
Fiquei parado, esgotado, completamente exausto após ter recebido essa chupada fenomenal. Nunca antes havia experimentado tais sensações, eu pensava que nunca poderia sentir tanto prazer, mas estava enganado, havia muito mais prazer a ser usufruído, essa chupada tinha sido apenas o inicio de uma experiência que marcaria muitas vidas para a eternidade.
Meu gozo inundou a boca e ela engoliu tudinho, sem deixar cair uma gota. Meu cacete continuava duro e apontando para o alto, conforme dizem, “bendita juventude”. Ela então ficou em pé na minha frente e ajoelhou no sofá, colocando cada perna de um lado do meu corpo.
Eu olhava para baixo e via seu ventre se aproximando de meu cacete duro, então, quando nossos corpos se encontraram e impediram que eu continuasse a ver, eu senti uma umidade quente pressionar o corpo de meu cacete, empurrando-o em direção à minha barriga.
Sabia que era a racha de sua xoxota babada e excitada que começou a roçar, sentindo a pujança daquela arma que há instantes estava dentro de sua boca. Seus braços seguravam o espaldar do sofá como apoio, enquanto seus quadris roçavam meu ventre, mantendo aquele atrito apertado e extremamente prazeroso.
Ela gemia de prazer, eu sentia sua pele se arrepiar, seu ritmo acelerar e então, num fio de voz, ela disse:
- Vou gozar... Vou gozar.
Então seus braços enlaçaram meu pescoço e senti que ela apertava seu ventre contra o meu e seu corpo foi percorrido por espasmos, suas pernas tremiam, sua respiração estava acelerada, em sua face um sorriso terno de satisfação e de prazer.
- Que gostoso. Gozei gostoso. Nossa como foi gostoso isso.
Ela repetia essas palavras como se fosse um mantra, recitado internamente como se somente ela pudesse escutar, ou melhor, como se ela estivesse conversando consigo mesma.
Eu estava sem saber o que fazer ou como me comportar, escolhi ficar passivo e aguardar a próxima atitude dela e assim, me surpreender mais uma vez.
Ela elevou o corpo sobre o joelho, de modo que sua xoxota estava roçando minha barriga, acima do umbigo. Meu cacete continuava rígido e então ela começou a rebolar o quadril, como se buscasse, tateasse alguma coisa. Eu senti quando a cabeça de meu cacete tocou sua xoxota que estava ainda mais babada que antes e muito mais quente.
Ela sem colocar a mão procurou a posição correta e então começou a sentar de novo em meu ventre, mas dessa vez, eu sentia que meu cacete deslizava para dentro de suas entranhas, abrindo suas carnes úmidas e quentes, penetrando um canal que pulsava como se tivesse vida própria, que mordia meu cacete apesar de não possuir dentes e que fazia minha cabeça rodar como se eu tivesse dentro de um redemoinho de prazer e sensações nunca antes sentidas ou vividas.
Quando cheguei ao fundo de seu canal, fui traído por minha inexperiência. E então senti que meu cacete parecia que estava ficando mais duro e mais grosso, uma sensação de poder, de força que começava em minha cabeça e terminava na ponta de minha glande, um frio que percorreu meu corpo, arrepiando-me, minha respiração descompassada, um gemido rouco e então eu comecei a gozar, enchendo sua xoxota com meu esperma, depositando-o em suas entranhas.
Ela ao sentir as golfadas de esperma em seu interior, pareceu ter recebido um choque elétrico e começou também a gozar de novo.
Nós dois, em uníssono, experimentando o prazer supremo do amor. Éramos dois animais, a fêmea recebendo seu macho e o macho inundando-a com sua semente.
Mamãe me abraçou o pescoço e mordeu meu ombro, estava descontrolada e cada pulsar de meu cacete dentro dela, cada jato de esperma, era como se perpetuasse aquele prazer, aquele orgasmo para a posteridade.
Ainda sem muita confiança, enlacei sua cintura e a apertei de modo que minha penetração fosse ainda mais profunda, como se isso fosse possível. Mas sentir aquele quadril em minhas mãos e corresponder ao abraço que recebia, teve o condão de ampliar ainda mais nosso prazer.
Não sei quanto tempo ficamos ali, acoplados. Ela montada em cima de mim com meu cacete duro dentro de seu corpo, irradiando ainda o prazer. Eu sentia que sua xoxota ainda pulsava, apertando-me como se fosse uma boca sem dentes, eu concluí que na realidade era mesmo.
Vários minutos após ela começou a desmontar de mim, levou a mão até a xoxota, tamponando-a, para evitar que caísse de seu interior tudo que eu havia depositado meu esperma e seus fluidos e sem olhar para trás dirigiu-se à sua suíte, fechando a porta a chaves.
Eu fiquei ainda sentado naquele sofá. Olhei meu cacete que começava a amolecer, vi meu ventre molhado e babado dos nossos fluidos, visão que fez meu cacete pulsar. Eu ainda estava excitado e sentia uma vontade enorme de me masturbar, pois não estava ainda satisfeito, mas preferi subir minhas vestes e então me dirigi ao banheiro social, onde me lavei e depois fui ao meu quarto, onde fiquei remoendo tudo que havia acontecido me excitando novamente e escutando atento a qualquer outro som que ecoasse dentro da casa.
O tempo foi passando e escutei o barulho de meus irmãos chegando e depois o som do carro de meu pai. Nesse momento, fiquei receoso. Escutei a porta do quarto de mamãe se abrir e os passos dela saindo para recepcionar o restante da família. Fiquei enclausurado na penumbra por mais algum tempo que posso precisar quanto e então, escutei passos que pararam na porta de meu quarto, bateram suavemente.
- Tá aberta, pode entrar, respondi.
- O jantar está pronto, venha comer, disse-me.
Ela apenas abriu a porta o suficiente para ver o que estava acontecendo dentro do quarto.
Esperei mais alguns minutos e sai, estava ainda sem entender tudo que havia ocorrido, mas busquei não cometer nenhuma gafe. O jantar correu normalmente, as conversas comuns, como foi seu dia, tudo bem, como estão todos, a maioria respondida por monossílabos.
A noite transcorreu normalmente, havia um clima meio pesado que era percebido apenas por mim e mamãe. Chegado o horário normal nos recolhemos e fomos todos dormir. Eu demorei certo tempo para conciliar o sono e percebi que o quarto de meus pais estava completamente silencioso.
Pela manhã, acordei e rapidamente troquei de roupa, saindo para o colégio, antes mesmo de mamãe se levantar e preparar o desjejum. A manhã transcorreu tranquila apesar de estar meio disperso durante as aulas.
Cheguei à casa a tempo de ver minha mãe saindo para ir levar meus irmãos à escola. Ela estava usando um vestido em tons florais, seu cabelo estava amarrado num rabo de cavalo e sua boca estava bem rósea devido ao batom que usara. Desejou-me boas tardes e disse-me que demoraria.
Entrei em casa, troquei de roupa e almocei. Deixei um bilhete na mesa dizendo que estava na biblioteca pública e realmente para lá me dirigi, precisava estar em um lugar calmo, onde pudesse colocar meus pensamentos em ordem.
Por volta das dezesseis horas, não aguentando mais, voltei para casa. O carro de mamãe já estava na garagem, entrei fazendo barulho. Não há vi na cozinha e fui para meu quarto, onde deitei na cama e retomei meu interrogatório pessoal e intimista.
- Posso entrar a escutei dizendo do lado de fora do quarto.
- Claro mamãe, entre!
- Tudo bem com você?
- Meio assustado com tudo, confessei.
- Eu também foi uma loucura o que fizemos.
- Também acho, mas na realidade não sei o que dizer.
- Eu preferia quando você entrava em silencio e não fazendo aquele barulhão todo para me avisar que tinha chegado.
- Fiz barulho, porque meu coração e meus pensamentos estavam me pedindo para procurar onde a senhora estava e tentar ver alguma coisa escondido, como das vezes anteriores.
- E o que te impede de fazer isso novamente, era tão mais excitante?
- Sei lá, acho que.... Sei lá
Mamãe saiu do meu quarto e então eu notei que estava de pau duro, pensei em bater uma punheta, mas desisti e sai do meu quarto pensando nas palavras que ela havia dito, tentei escutar algum som para definir onde ela poderia estar e não escutei, assim, sai procurando pela casa. Eu andava devagar, descalço para não fazer barulho.
Cheguei à cozinha e pela janela vi que ela estava na área de lavanderia, separando algumas roupas para lavar. Seu vestido estava colado ao seu corpo e eu via o desenho de sua bunda no tecido. Meu cacete foi ficando ainda mais duro. O tecido entrava no rego que separa uma nádega da outra.
Ela se virou devagar e me viu na janela olhando-a, virou-se novamente de costas e foi puxando o vestido para cima, expondo suas pernas, suas coxas e por fim o inicio de bunda, primeiro apareceu à parte de baixo das nádegas e depois suas nádegas foram surgindo em todo seu esplendor. Eu tirei o cacete para fora do calção e comecei a bater punheta. Ela percebendo, olhou-me fixamente nos olhos, fechou a cara e deixou cair à veste, cobrindo-se novamente. Envergonhado saí dali e retornei ao meu quarto.
Por volta das dezessete horas, ela me chamou para fazer o lanche da tarde. Estávamos sentados à mesa, um de cada lado, quando ela deixou cair uma faca de mesa. Imediatamente me abaixei para pegar e quando olhei para ela, estava com a perna semiaberta. Eu via suas coxas grossas e sua xoxota com aquele grelo grande, saindo pra fora dos lábios e deu para perceber ainda um brilho, mostrando-me que ela estava excitada.
Ajoelhado estava e assim fiquei, quando então decidi entrar debaixo da mesa e me aproximar dela. Ela abriu ainda mais as pernas e quando eu toquei seus joelhos, ela gemeu. Enfiei meu rosto entre suas coxas e ela ajeitou o corpo pra frente, sentando-se na beirada da cadeira e abrindo completamente as pernas, ofereceu-me sua xoxota aberta e excitada.
Minha língua começou a percorrer cada dobrinha de pele, cada canto daquela anatomia e eu senti quando ela foi elevando o máximo que podia as pernas de modo a fornecer livre acesso a sua intimidade. Eu acariciava sua xoxota com a língua e suas coxas com as mãos, arrancando gemidos de prazer daquela mulher intensa, levando-a rapidamente ao gozo, quando chupei seu grelo excitado.
Ela após o gozo arredou a cadeira para trás e me puxou de modo a erguer meu corpo, ainda ajoelhado, suas mãos abaixaram meu calção e libertaram meu cacete duro.
Eu sabia o que tinha que fazer e juntei nossos quadris penetrando-a ainda ajoelhado no chão. Ela gemia e eu também enquanto meu cacete entrava e saia de sua excitada e babada vagina. Ela movimentava os quadris roçando-se em meu ventre, enquanto eu fazia o movimento de entra e sai daquela cova de prazer. Desta vez eu aguentei mais antes de acelerar meus movimentos e jorrar de novo meu esperma dentro das entranhas daquela maravilhosa e quente mulher. Era muito prazer que eu estava experimentando, eu estava embriagado e estava sendo conduzido por caminhos que não sabia onde iriam chegar. Nesse idílio, enquanto ela me apertou em novo gozo, disse baixinho no ouvido.
- Homem só bate punheta quando não tem mulher, você agora já tem, assim, quando quiser, estarei aqui. Eu quero seu gozo dentro de mim e não mais nas paredes, nas minhas calcinhas, na pia ou banheira, estamos entendidos.
E o segredo continua. Nenhuma palavra sobre isso, estamos entendidos.
Mamãe não usa calcinha 3

“- Homem só bate punheta quando não tem mulher, você agora já tem, assim, quando quiser, estarei aqui. Eu quero seu gozo dentro de mim e não mais nas paredes, nas minhas calcinhas, na pia ou banheira, estamos entendidos”.
(...)
Nós ficamos juntos naquela cozinha até quase às seis horas da tarde. Mamãe havia gozado inúmeras vezes e eu gozei duas vezes. Nós nos beijávamos e nos acariciávamos intensamente, parecíamos dois animais no cio, somente paramos quando o alarme do relógio disparou alertando-a para o horário em que deveria tomar um remédio.
No dia seguinte, cheguei a casa depois do colégio sorrateiramente, queria surpreendê-la. Apesar de saber que poderia tê-la em meus braços e minha cama no momento que quisesse, ainda tinha tesão em vê-la distraída, como das vezes e anos anteriores em que me deleitava com seus lances e vendo partes de seu corpo delicioso.
Ela estava na sala olhando por um envidraçado. Eu a observei discretamente. Ela usava um vestido branco de alcinha, pude notar que não usava sutiã, mas dessa vez pude ver uma fina tira de sua calcinha. Ela deve ter percebido minha aproximação, porque levantou a parte traseira do vestido, mostrando-se suas nádegas apetitosas. Quando ela virou, eu me escondi e a observei pelo reflexo do vidro, ela parecia decepcionada por não ter me visto, ou melhor, deve ter ficado na expectativa de eu me aproximar dela e a tomar nos braços, ou ainda achar que eu estaria me masturbando olhando, só que ela errou em todos esses pensamentos, pois realmente eu queria apenas observá-la.
Ela abandonou seu ponto de observação e se dirigiu ao quarto. Ela entrou no banheiro e tomou um belo banho e em seguida deitou na sua cama de bruços, com os pés meio que dependurados para fora, e mostrando seus belos atributos. A porta estava semiaberta e me proporcionava uma visão maravilhosa daquele delicioso corpo de mulher.
Eu estava excitado, meu cacete quase furava minha calça. Eu abri a porta do quarto e entrei. Mamãe continuava deitada de bruços e eu acariciei suas pernas e a parte interna de suas coxas. Ela não demonstrou surpresa com minhas caricias, parecia estar esperando por elas. Meus dedos deslizaram naquela pele aveludada, recém-banhada, provocando-lhes arrepios e sua boca liberou um gemido sensual. Levantei o vestido e acariciei sua bunda, expondo seu rego, onde seu ânus e sua xoxota ficaram à minha disposição. Eu acariciei lentamente aquelas carnes e enfiei a cara entre aquelas duas montanhas de carne suculentas.
Mamãe começou a rebolar e a gemer o prazer que eu lhe proporcionava e entreabriu as pernas para facilitar meu acesso. Minha língua acariciava aquele ânus rugoso, eu lambia e deixava saliva sobre ele, estava decidido a perfurar sua bunda, a possuir aquela bunda que tanto me deliciava, a romper aquele último detalhe. Rapidamente me desnudei e montei sobre suas pernas, deitei sobre seu corpo, apoiando meu cacete duro entre suas pernas e levando-o até a abertura de sua xoxota.
Senti quando mamãe arrebitou um pouco mais o quadril, abrindo-se à minha investida. Minha glande ficou presa entre seus lábios vaginais por alguns instantes, aumentando ainda mais nosso prazer e então comecei a penetrar sua vagina que estava babada. Fiquei ali bombeando, entrando e saindo de dentro dela, que gemia cada vez mais intensamente. Rapidamente mamãe se entregou ao prazer e começou a gozar, tremendo e se arrepiando toda.
Eu não queria gozar ainda, estava determinado a cumprir minha fantasia e assim, sob protestos mudos, abandonei seu canal e voltei a acariciar seu corpo, com dedos e língua, fui lubrificando e acariciando seu ânus primeiro com um, depois dois e por fim três dedos, até entender que ela estava suficientemente preparada para receber meu cacete naquele orifício.
Puxei-a pelo quadril e ela docemente, como uma vitima a ser imolada, foi se colocando de quatro. Eu me ajeitei atrás dela e apontei meu cacete para seu ânus rosado, mas com uma sombra escura, demonstrando que eu não era o primeiro a estar ali, mas ao mesmo tempo mostrando-me que não era uma entrada muito usada.
- Devagar e com calma, escutei-a dizer, enquanto ela apoiava o peito sobre o colchão da cama, expondo ainda mais sua bunda maravilhosa.
Forcei a entrada, empurrei, ela gemeu e por fim seu esfíncter cedeu à cabeça de meu cacete entrou. Parei um pouco para ela se acostumar com o invasor e somente retomei a penetração, quando ela começou a rebolar e forçar a bunda para trás em direção ao meu corpo. Assim, devagar fui penetrando-a até estar totalmente incrustrado em suas entranhas, aquele lubrificante íntimo era perfeito e assim comecei a bombear, penetrando-a completamente. Eu segurava aquele quadril e via meu cacete entrando e saindo daquela bunda que era meu sonho de consumo há anos.
Soltei uma das mãos e enlacei seu corpo, buscando acariciar sua xoxota e seu grelo, aumentando ainda mais o prazer daquela posse até explodir num gozo sem precedentes que encheu seu reto de esperma, eram jatos e mais jatos de porra que injetei na bunda dela.
Estávamos com tanto tesão que cai sobre seu corpo, montado em suas costas e num frenesi culminei por morder seu pescoço, no que ela reclamou e me derrubou ao seu lado.
- Não me marque, disse chateada.
Eu fiquei ali sem reagir, fora um ato reflexo, desculpei-me, tentando abraça-la, no que fui rechaçado. Sua expressão era de raiva ou sei lá o que.
- Já imaginou se seu pai descobre marcas de dentes ou chupão em meu corpo, como eu iria me explicar, quando eu disse segredo é segredo mesmo. Sem chupões, sem arroxeados, sem mordidas e principalmente bico calado, estamos entendidos.
De novo escutamos o alarme do relógio tocar. Ela se levantou rapidamente.
- Mãe, que alarme é esse que toca todo disse esse horário.
- É para me lembrar de duas coisas, primeiro que está na hora de seus irmãos retornarem para casa e segundo, para não se esquecer de tomar meu anticoncepcional, ou você acha que deixarei você fazer um irmãozinho em mim, com essa quantidade de porra que você está injetando todos os dias dentro de mim, eu já estaria grávida há meses.
- Mãe e se a gente tivesse um filho você seria mãe e avo ao mesmo tempo e eu pai e irmão, não é uma loucura.
- Tira essa ideia da cabeça, isso nunca irá acontecer, respondeu-me deixando o quarto.
O que eu não vi foi a caricia que ela fez na própria barriga, enquanto um sorriso maroto brincou em seus lábios, enquanto descia as escadas em direção à cozinha.

Foto 1 do Conto erotico: Mamãe não usa calcinha

Foto 2 do Conto erotico: Mamãe não usa calcinha

Foto 3 do Conto erotico: Mamãe não usa calcinha

Foto 4 do Conto erotico: Mamãe não usa calcinha

Foto 5 do Conto erotico: Mamãe não usa calcinha


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario apeduardo

apeduardo Comentou em 29/04/2026

que conto gostoso de ler, surfista, mais uma aula de narrativa, foi possivel viver casa passo da sua estória como se estivessemos vivendo essa aventura terna e intensa

foto perfil usuario anya

anya Comentou em 29/04/2026

Que delicia de conto, intenso, cru, felino e principalmente verossimel, eu me vi vivendo essa realidade, tão bem narrada ela foi, me transportou para dentro do conto

foto perfil usuario saudades-69

saudades-69 Comentou em 29/04/2026

Tirou sua virgindade , foi um prêmio especial, para toda vida!




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


259957 - MEU FILHO ENGRAVIDA MINHA ESPOSA, sua MÃE - Categoria: Incesto - Votos: 14
259243 - Obsessão pela sogra e pela cunhada: será que dói muito dar o cu? - Categoria: Incesto - Votos: 11
257320 - ALICE A MÃE DE MEU MELHOR AMIGO - Categoria: Traição/Corno - Votos: 16
256778 - A AMIGA DE MINHA SOGRA - Categoria: Heterosexual - Votos: 11
248554 - Mãe Deseja o Grande Pau do Seu Filho 1 - Categoria: Incesto - Votos: 20
245757 - EU ME ESQUIVEI DA IRMÃ MAS SUCUMBI À MÃE. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 19
243527 - DEPRESSA, SEU PAI ESTÁ ACORDANDO! - Categoria: Incesto - Votos: 27
242412 - Gravida e negligenciada , uma combinação explosiva - Categoria: Traição/Corno - Votos: 12
241233 - Uma Amiga da Minha Avó. - Categoria: Heterosexual - Votos: 17
239842 - OBSESSÃO - Categoria: Incesto - Votos: 9
238790 - O Pequeno Problema do Meu Filho - Categoria: Incesto - Votos: 36
238383 - Ocasiões Inesperadas. - Categoria: Incesto - Votos: 12
237889 - Da Maternidade ao Incesto Mãe e Filho - Categoria: Incesto - Votos: 24
237453 - Minha Sogra - Categoria: Incesto - Votos: 26
236021 - A bunda da Dona Felícia: como furei a bunda da minha tia Dona Felicia - Categoria: Incesto - Votos: 10
234354 - Minha Mãe de Cabeça para Baixo e de Pernas pra cima - Categoria: Incesto - Votos: 16
233529 - Os peitos da minha mãe - O que você está olhando, pequeno? - Categoria: Incesto - Votos: 12
232503 - Oh! Doce Fim da adolescência e inicio da maturidade. - Categoria: Incesto - Votos: 10
231937 - DEPOIS DE 4 ANOS ESTOU GRÁVIDA DE MEU CUNHADO - Categoria: Traição/Corno - Votos: 19
231605 - Volte para dentro da sua mãe, meu bebê - Categoria: Incesto - Votos: 19
228102 - Minha mãe e Minha irmã me excitam. - Categoria: Incesto - Votos: 14
228011 - MAMAE CHUPA MEU SEMEN EM SUA CALCINHA - Categoria: Incesto - Votos: 22
227897 - METI EM MINHA MÃE SEM QUERER QUERENDO - Categoria: Incesto - Votos: 25
221367 - MINHA SOGRA ESCUTA COMO FAÇO SUA FILHA GEMER - Categoria: Incesto - Votos: 38
219213 - TUDO TEM UM PORQUE - Categoria: Incesto - Votos: 29
174444 - GRAVIDA PELO AMIGO DE MEU MARIDO - Categoria: Traição/Corno - Votos: 46
172013 - 45- O LEITE DE PILAR - Categoria: Incesto - Votos: 28
171026 - A SAGA DE LEO - A FEBRE 2 - Categoria: Incesto - Votos: 31
170309 - A FEBRE 1 - Categoria: Incesto - Votos: 42
167491 - 43- MÃES NECESSITADAS - SENTADA NO COLO DE MEU FILHO - Categoria: Incesto - Votos: 69

Ficha do conto

Foto Perfil silverprateadosurfer
silverprateadosurfer

Nome do conto:
Mamãe não usa calcinha

Codigo do conto:
260696

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/04/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
5