INCESTO: O Que Não Tem Nome

INCESTO: O Que Não Tem Nome (Capítulo 1) A casa estava silenciosa, como sempre estivera desde que o pai de Alípio morrera dois anos e meio atrás. Marlene tinha quarenta anos e, em algumas manhãs, demorava-se mais do que o necessário em frente ao espelho do banheiro. Seus seios, antes firmes, agora pendiam com um peso suave e natural. Sua barriga ainda conservava uma leve curvatura que nem mesmo as caminhadas conseguiam apagar completamente, e em suas coxas, as estrias da gravidez eram levemente visíveis. Ela não se olhava com desgosto. Simplesmente observava, como alguém que reconhece uma casa depois de muitos anos.

Alípio, aos vinte anos, também não tinha o corpo de quem passa horas na academia. Era alto, com os ombros levemente curvados pelas noites em frente ao computador, o peito coberto de pelos escuros e uma barriga que aparecia quando se sentava. A pele pálida de quem estuda demais e as mãos grandes e um pouco desajeitadas de quem ainda não aprendeu a tocar o que deseja da forma como precisa ser tocado.

Tudo começou sem que nenhum dos dois o buscasse. Depois do funeral, ficaram sozinhos na casa nos arredores da cidade. Marlene havia deixado o emprego de meio período para cuidar do marido; Alípio adiara o último ano da universidade. Dividiam as contas, a cozinha, o sofá à noite. Uma taça de vinho para ela, uma cerveja para ele. Conversavam sobre tudo, menos sobre a solidão que se instalara entre as paredes.

Numa noite de inverno, Marlene chorou em silêncio. Alípio a abraçou como antes, mas desta vez o abraço se prolongou. Ela repousou a cabeça em seu peito e sentiu, pela primeira vez em muito tempo, o calor de outro corpo. Ele cheirava a sabonete e a juventude. Separaram-se sem se olhar.

Os abraços se tornaram um hábito. No início, curtos, como um bom dia. Depois, mais longos. Uma mão em sua cintura enquanto cozinhavam. Um beijo na testa que roçou a têmpora. Marlene começou a notar coisas que não tinha visto antes: os braços do filho, que tinham ficado mais fortes desde que ele começara a carregar caixas do depósito; a voz dele, que tinha engrossado. Alípio, por sua vez, ficou surpreso ao ver como o roupão da mãe se abria ligeiramente quando ela se inclinava sobre a máquina de lavar.

A primeira noite de verdade aconteceu numa sexta-feira chuvosa. Marlene voltou do supermercado encharcada. Tirou a camisa do uniforme na frente dele, sem pensar. Por baixo, usava apenas um sutiã de algodão bege. Os seios se moviam naturalmente enquanto ela o tirava. Alípio desviou o olhar tarde demais. Ela percebeu e corou, mas não se cobriu.

Naquela noite, depois do jantar, sentaram-se no sofá. O silêncio era diferente. Marlene apoiou a cabeça no ombro do filho e colocou a mão na coxa dele. Apenas contato. Nenhum dos dois se moveu.

Os dias seguintes foram uma sucessão de pequenos toques. Marlene começou a deixar a porta do banheiro entreaberta quando tomava banho. Ele não percebia essas sutis manobras da mãe. Alípio, sem perceber, começou a andar pela casa usando apenas shorts. Ela notou o volume discreto sob o tecido quando ele se sentou. Nenhum dos dois comentou sobre isso.

A culpa veio depois. Marlene se tocava à noite pensando no marido e, sem querer, a imagem das mãos grandes do filho lhe vinha à mente. Ela se levantava, lavava o rosto com água fria e prometia a si mesma que não aconteceria de novo.

Alípio fazia a mesma coisa no quarto: ejaculava pensando em alguma garota da universidade e, no fim, era o rosto da mãe que aparecia. Ele se sentia mal. Mas não conseguia parar.

Foi uma noite em claro. Três da manhã. Marlene desceu até a cozinha para pegar água e encontrou Alípio sentado à mesa, com a cabeça entre as mãos. Ele havia bebido um pouco. Ela se sentou à sua frente, com o roupão entreaberto, sem sutiã.

Seus seios se moviam suavemente a cada respiração.

"O que foi?", perguntou ela em voz baixa. “Não consigo dormir. Penso demais nisso.”

“Em quê?”

“Em você.” O silêncio era denso. Marlene sentiu o coração acelerar. Não fingiu surpresa.

“Isso está errado”, sussurrou, mas não se levantou.

“Eu sei. Mas não consigo parar de pensar nisso. Em como você me abraça. Em como você me olha. Em seu corpo. Você é perfeita, mãe. E isso me deixa louco.”

Ela mordeu o lábio. Lágrimas brotaram em seus olhos.

“Eu também penso em você. Nas suas mãos. Em como você me faz sentir segura. E desejada. Meu Deus, Alípio…” Ele contornou a mesa e parou em frente a ela. Seus rostos estavam muito próximos. Seu hálito cheirava a vinho e medo.

“Diga para eu parar”, implorou. “Diga e eu vou para o meu quarto e nunca mais falaremos sobre isso.”

Marlene não respondeu. Ela pegou a mão do filho e a colocou sobre o peito, no tecido do seu robe. A carne estava quente, o mamilo já duro. Alípio estremeceu.

Eles se beijaram. Foi estranho no começo. Os lábios se reconhecendo, hesitantes. Então, timidamente, a língua dele entrou na boca dela. Marlene gemeu baixinho, um som que ela não se lembrava de ter emitido. Ele tirou a blusa dela. As mãos dele percorreram o peito peludo, a barriga macia, as costelas. Não era um corpo de A academia. Era do filho dela.

Alípio desamarrou o roupão dela. Deixou-o cair. Viu-a nua pela primeira vez como mulher.

Seus seios eram caídos, mas bonitos; sua barriga lisa, seus pelos pubianos escuros e naturais. Suas coxas se tocavam no meio. Ele a desejava com uma intensidade que doía.

Conduziu-a até o sofá. Deitaram-se juntos. Ele beijou seus seios lentamente, lambendo seus mamilos até que ela arqueou as costas. Desceu por sua barriga, acariciando a pele que o havia carregado dentro. Quando seus dedos alcançaram entre suas pernas, Marlene estava molhada, quente, inchada. Ele a tocou com cuidado, lentamente, temeroso até.

"Devagar", ela pediu.

Alípio tirou as calças. Seu pênis estava duro, a glande brilhando. Ela o guiou com a mão. Ele penetrou nela centímetro por centímetro, lentamente, até que estivessem completamente unidos. Ficaram imóveis, olhando um para o outro. Lágrimas nos olhos de ambos.

"Eu te amo", disse Marlene.

— Eu te amo. — Eu te amo — respondeu ele.

Começaram a se mover lentamente, quase com medo de quebrar algo frágil. Alípio recuava apenas alguns centímetros e então, lenta e profundamente, penetrava novamente, sentindo as paredes dela se contraírem ao seu redor a cada estocada. As mãos de Marlene estavam em suas costas, as unhas cravando-se suavemente em sua pele a cada vez que ele chegava ao fundo. O suor começou a se formar entre suas barrigas, fazendo a pele deslizar com um som baixo e úmido. Os pelos pubianos escuros dele roçavam seu clitóris a cada movimento, uma fricção constante que a levava lentamente ao ápice.

Ela respirava com os lábios entreabertos, os olhos semicerrados, contemplando o rosto do filho tão perto do seu.

A cada penetração, um pequeno gemido escapava de sua garganta, um som suave e entrecortado. Alípio abaixava a cabeça de vez em quando para beijar seu pescoço, seu ombro, mordiscando suavemente sua pele.

O ritmo era lento, mas constante, profundo, como se quisessem prolongar aquele primeiro momento o máximo possível. Marlene sentiu o orgasmo se aproximando de uma forma diferente de como o sentira antes. Não foi uma onda repentina. Cresceu de dentro, uma onda quente subindo por sua barriga e tensionando suas coxas. Suas paredes internas começaram a se contrair ao redor dele, apertando-o com mais força.

O gemido que ela soltou foi longo, trêmulo, quase um soluço abafado contra o ombro de Alípio. Seu corpo se arqueou sob o dele, suas pernas se fechando em torno de sua cintura, e ela o segurou dentro de si enquanto o prazer a inundava em ondas. Ela continuou a se contrair, suave mas insistentemente, por vários segundos.

Alípio se segurou o máximo que pôde. Quando ela começou a relaxar, ele acelerou um pouco o ritmo, agora sem controle. Ele penetrou mais fundo, com mais urgência, sua respiração ofegante contra seu pescoço. Ele gozou com um gemido baixo e rouco, enterrado profundamente dentro dela. Marlene sentiu os jatos quentes e abundantes de sêmen dentro dela, a pulsação do pênis vibrando contra suas paredes, o sêmen escorrendo e começando a vazar por suas laterais. Ele continuou a penetrá-la por mais alguns segundos, lentamente, esvaziando-se completamente.
Eles permaneceram unidos, imóveis. O suor cobria suas peles, pegajoso entre suas barrigas, nas cavidades de seus seios, nas costas dele. Respiravam um contra o outro, dessincronizados a princípio, depois encontrando o mesmo ritmo. Nenhum dos dois disse uma palavra. Palavras pareciam desnecessárias e perigosas. Apenas o som de suas respirações podia ser ouvido e, ocasionalmente, o estalo suave quando um deles engolia em seco.

Alípio se abaixou um pouco mais sobre ela, ainda sem se retirar. Marlene sentiu o peso do filho sobre si, o calor de seu corpo, o sêmen que continuava a escapar lentamente de dentro dela, molhando suas coxas e o sofá. Ela passou a mão pelas costas suadas dele, acariciando preguiçosamente a nuca, seus cabelos ainda úmidos. Seu outro braço o envolveu pela cintura, mantendo-o apertado dentro dela.

Ao amanhecer, a luz cinzenta filtrava-se pelas cortinas entreabertas. Marlene abriu os olhos primeiro. A cabeça de Alípio repousava em seu seio esquerdo, logo acima do coração. Ele ainda dormia, respirando lenta e profundamente. Ela sentia o peso da cabeça dele, os pelos do peito roçando sua pele, o cheiro de sexo e suor que ainda pairava entre eles. Entre as pernas, sentia uma umidade pegajosa, o sêmen seco em suas coxas e um leve e agradável desconforto interno.
Ela passou os dedos pelos cabelos do filho com muita delicadeza, quase sem tocá-lo. Observou-o dormir e sentiu algo que não era apenas desejo, nem apenas culpa. Era uma certeza silenciosa e pesada: não havia volta. O que eles tinham feito não fora uma aventura de uma noite. Era o começo de algo que eles não sabiam mais como parar. E, pela primeira vez em muito tempo, ela não tinha certeza se queria impedi-lo.

Foto 1 do Conto erotico: INCESTO: O Que Não Tem Nome

Foto 2 do Conto erotico: INCESTO: O Que Não Tem Nome

Foto 3 do Conto erotico: INCESTO: O Que Não Tem Nome

Foto 4 do Conto erotico: INCESTO: O Que Não Tem Nome

Foto 5 do Conto erotico: INCESTO: O Que Não Tem Nome


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario anya

anya Comentou em 28/05/2026

a solidão é uma porta aberta para um incesto dessa natureza, adorando o conto, vamos ver o proximo capitulo

foto perfil usuario apeduardo

apeduardo Comentou em 28/05/2026

Delicia de conto, adoro incesto




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


263123 - Incesto: O Que Não Tem Nome (Capítulo 3) - Categoria: Incesto - Votos: 4
263108 - Incesto: O Que Não Tem Nome (Capítulo 5) - Categoria: Incesto - Votos: 4
263107 - Incesto: O Que Não Tem Nome (Capítulo 4 - Categoria: Incesto - Votos: 3
263106 - Incesto: O Que Não Tem Nome (Capítulo 2) - Categoria: Incesto - Votos: 3
261371 - Transando com minha tia Adélia até ela engravidar - Categoria: Incesto - Votos: 12
260696 - Mamãe não usa calcinha - Categoria: Incesto - Votos: 23
259957 - MEU FILHO ENGRAVIDA MINHA ESPOSA, sua MÃE - Categoria: Incesto - Votos: 15
259243 - Obsessão pela sogra e pela cunhada: será que dói muito dar o cu? - Categoria: Incesto - Votos: 12
257320 - ALICE A MÃE DE MEU MELHOR AMIGO - Categoria: Traição/Corno - Votos: 16
256778 - A AMIGA DE MINHA SOGRA - Categoria: Heterosexual - Votos: 13
248554 - Mãe Deseja o Grande Pau do Seu Filho 1 - Categoria: Incesto - Votos: 21
245757 - EU ME ESQUIVEI DA IRMÃ MAS SUCUMBI À MÃE. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 20
243527 - DEPRESSA, SEU PAI ESTÁ ACORDANDO! - Categoria: Incesto - Votos: 28
242412 - Gravida e negligenciada , uma combinação explosiva - Categoria: Traição/Corno - Votos: 12
241233 - Uma Amiga da Minha Avó. - Categoria: Heterosexual - Votos: 18
239842 - OBSESSÃO - Categoria: Incesto - Votos: 9
238790 - O Pequeno Problema do Meu Filho - Categoria: Incesto - Votos: 38
238383 - Ocasiões Inesperadas. - Categoria: Incesto - Votos: 13
237889 - Da Maternidade ao Incesto Mãe e Filho - Categoria: Incesto - Votos: 25
237453 - Minha Sogra - Categoria: Incesto - Votos: 27
236021 - A bunda da Dona Felícia: como furei a bunda da minha tia Dona Felicia - Categoria: Incesto - Votos: 10
234354 - Minha Mãe de Cabeça para Baixo e de Pernas pra cima - Categoria: Incesto - Votos: 17
233529 - Os peitos da minha mãe - O que você está olhando, pequeno? - Categoria: Incesto - Votos: 13
232503 - Oh! Doce Fim da adolescência e inicio da maturidade. - Categoria: Incesto - Votos: 10
231937 - DEPOIS DE 4 ANOS ESTOU GRÁVIDA DE MEU CUNHADO - Categoria: Traição/Corno - Votos: 19
231605 - Volte para dentro da sua mãe, meu bebê - Categoria: Incesto - Votos: 20
228102 - Minha mãe e Minha irmã me excitam. - Categoria: Incesto - Votos: 15
228011 - MAMAE CHUPA MEU SEMEN EM SUA CALCINHA - Categoria: Incesto - Votos: 23
227897 - METI EM MINHA MÃE SEM QUERER QUERENDO - Categoria: Incesto - Votos: 27
221367 - MINHA SOGRA ESCUTA COMO FAÇO SUA FILHA GEMER - Categoria: Incesto - Votos: 39

Ficha do conto

Foto Perfil silverprateadosurfer
silverprateadosurfer

Nome do conto:
INCESTO: O Que Não Tem Nome

Codigo do conto:
263105

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/05/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5