A Amiga da Minha Sogra Isso aconteceu entre 2008 e 2009. Eu estava estudando em Campinas e morando na casa da minha namorada. Havia quatro quartos na casa, o nosso era ao lado do da minha sogra, então não transávamos muito em casa porque, segundo minha namorada, ela não queria que a mãe dela ouvisse seus gemidos pois ela é muito escandalosa na cama. Acontece que, de repente, e para meu desespero, minha sogra mencionou no almoço que uma amiga dela ficaria por alguns dias, e eu pensei: "Estou realmente ferrado agora". Enfim, algumas semanas se passaram e a amiga da minha sogra chegou. Vamos chamá-la de Adriana. Quando a conheci, sinceramente, não dei muita importância. Ela era uma mulher igualzinha à minha sogra (nada atraente), magra, 1,60 m, cabelo cacheado, nada de especial. Os dias passaram e começou o período de provas, então durante o dia eu ficava na universidade e à noite estudava e não transava muito com a minha namorada. Eu via a "Tia" Adriana de vez em quando em casa, trocávamos algumas palavras, mas nada além disso. Até então, eu não tinha más intenções com ela. Na véspera de uma prova, passei a noite toda estudando. Por volta das 6h da manhã, ouvi um barulho e era ela descendo para pegar um copo d'água. Ela estava usando uma camisola preta semitransparente e, quando me viu, nem se mexeu. Disse com uma voz meio sedutora: "Pobre garotinho, ainda estudando", e foi para a cozinha. A camisola era transparente e eu pude ver que a mulher não era nada feia. Ela tinha seios pequenos, mas não eram caídos, e como ela era Magrinha, achei-a bastante atraente. Quando ela voltou para o andar de cima, vi um belo par de pernas, e isso me excitou muito. Depois de um tempo, entrei no chuveiro e me masturbei bastante em sua homenagem. Passaram-se alguns dias, e durante o fim de semana, minha namorada estava trabalhando e minha sogra foi para a casa de uma amiga. Mas antes de ir embora, ela me pediu para ajudar Adriana com algo no computador, porque ela não entendia muito bem. Ela nos deixou os dois no quarto onde Adriana usava o computador. Perguntei o que ela precisava, e ela disse que precisava trocar as senhas. Verifiquei o e-mail dela porque achei que o ex-marido dela estivesse bisbilhotando as mensagens. Foi aí que percebi que a mulher era divorciada. Ela me disse que estava separada há uns cinco anos e se sentia sozinha, blá blá blá, que conversava com amigos, mas que não tinha ninguém, que eu tinha sorte de estar com uma boa mulher, e blá blá blá. A questão é que, de repente, ela me perguntou como eu conseguia transar com Minha namorada, já que minha sogra estava quase sempre em casa. Contei a ela que fazia um tempo que não tínhamos intimidade como eu gostaria de ter. A princípio, ela riu e disse: "Coitadinho, se eu fosse a Andreita (minha namorada), não te deixaria respirar". Então, ela colocou a mão na minha perna, perto da coxa, e me abraçou, acariciando meu braço direito (ela estava sentada à minha esquerda). Ela me disse que eu era um bom homem e que estava feliz por eu estar com a filha da amiga dela. Eu disse que também era complicado morar com minha sogra, porque não podíamos fazer em casa do jeito que eu queria. Ela me perguntou a que horas minha namorada saía do trabalho e eu disse que por volta do meio-dia para almoçar. Ela me olhou com um olhar lascivo enquanto começava a apalpar meu pênis por cima da calça (que já estava ereto): "Temos então bastante tempo". Ela me deu um beijo, que retribuí, e comecei a apalpar seus seios por cima da roupa enquanto nos deitávamos na cama. Nos beijamos intensamente; eu passava as mãos por todo o seu corpo. Ela me agarrou pela cintura e me pressionou contra sua vagina. Tirei sua blusa e sutiã e beijei seus seios. Ela tinha mamilos pequenos, mas bem eretos. Enquanto eu beijava seus seios, ela gemia de prazer e, em certo momento, desabotoou a calça e tiramos nossas roupas. Já nus, fiz sexo oral nela, chupei gostoso aquela xoxota madura e babada, desejosa de homem após um grande período de seca, segundo deduzi após nossa conversa. Ela estava de calcinha de renda branca e, quando cheguei lá embaixo, estava toda molhada, babada, escorrendo mesmo de tão excitada. Tirei a calcinha e sua vagina peluda ficou à minha disposição. Fui direto para o clitóris dela. Ela se contorceu de prazer e pressionou minha cabeça contra sua vulva com as mãos. Com minhas mãos, agarrei seus seios e inseri meus dedos em sua vagina. Primeiro um, depois dois e depois três dedos. Em certo momento, passei a brincar com seu ânus, dedilhando, com meus dedos que estavam bem lubrificados por seus fluidos e minha saliva, entraram facilmente. Isso a deixou louca e, em um minuto, ela gozou no meu rosto, gemendo incontrolavelmente. Ela se recuperou da gozada e disse: "Agora é minha vez." Deitei-me na cama e ela me fez um boquete como eu nunca tinha experimentado antes. Ela o engoliu inteiro, passando a língua por toda a extensão do corpo e a glande, olhando para mim com uma expressão lasciva. Depois de um tempo chupando meu pau, ela se aproximou, me deu um beijo delicioso e, com a mão direita, guiou meu pênis até a entrada da sua vagina e o enfiou todo. Ela me cavalgou por um tempo como a mulher excitada e se sentindo possuída e completamente entregue. Beijei seus seios e apalpei sua bunda, e de repente comecei a enfiar um dedo em seu ânus, e ela ficou louca de prazer. Ela saiu de cima de mim, se colocou de quatro e disse: “mete por trás". Sem hesitar, fiquei atrás dela e penetrei fundo. Entrou com facilidade e comecei a estocar, devagar no início e depois mais rápido. Ela se masturbava enquanto eu estava dentro dela. Ficamos assim por um tempo e eu disse que ia gozar. Ela me disse para ejacular na bunda dela e, obedientemente, a enchi de esperma enquanto ela gozava novamente. Deitei ao lado dela e ela começou a me chupar até que estivesse completamente limpo. Levantei para tomar banho e, quando estava saindo, ela disse "obrigada" enquanto continuava brincando com a vagina com uma mão e beliscando os mamilos com a outra. Naquela mesma noite, ela foi ao cassino com a minha sogra e me deixou sozinho com a minha namorada, a quem eu tive que satisfazer, devido à necessidade que tínhamos um do outro. Ela ainda ficou mais algumas semanas, nesse tempo ela criou diversas oportunidades de ficarmos novamente juntos e em várias ocasiões abria espaço e tempo para eu poder possuir também minha namorada. Alguns dias depois, ela foi embora. Terminei com a minha namorada tempos depois disso. Entretanto, inesperadamente, tive notícias dela. Mas essa é uma outra estória.
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