Incesto: O Que Não Tem Nome (Capítulo 2)

Incesto: O Que Não Tem Nome (Capítulo 2) Depois daquela noite, a casa se encheu de um silêncio diferente. Não era o silêncio da perda. Era o silêncio daquilo que já não podia ser desfeito.

Marlene acordou primeiro. O sêmen do filho estava seco entre suas coxas, e ela não conseguia ignorar a umidade pegajosa dentro dela. Levantou-se silenciosamente, entrou no chuveiro e ligou a água mais quente que pôde. Enquanto o vapor embaçava o espelho, passou as mãos sobre a barriga e os seios, como se pudesse apagar os vestígios do que havia feito. "Sou a mãe dele", pensou. E, pela primeira vez, a frase soou obscena.

Alípio desceu as escadas mais tarde. Mal se olharam. Disse que precisava estudar fora de casa e saiu sem tomar café da manhã. Marlene ficou para trás, limpando a cozinha duas vezes, como se o pano também pudesse apagar o que haviam feito no sofá.

Os dias seguintes foram estranhos. Alípio começou a sair mais. Dizia que era para estudar, mas voltava tarde e com um cheiro diferente nas roupas. Marlene não fez perguntas. Mordeu a língua até doer.

Uma tarde, ela o viu da janela conversando com Bruna, a vizinha do outro lado do corredor. Vinte anos, curvas generosas, seios fartos que se destacavam mesmo sob moletons largos. Ela sempre gostara de Alípio; era óbvio pelo jeito como ria, como tocava nos cabelos, como corava quando ele a olhava. Marlene sentiu um desconforto no estômago, mas o ignorou.

Até a noite em que voltou tarde do supermercado.

Ao atravessar o pequeno parque, algo a fez parar atrás de um carro. Através das árvores, mal iluminadas por um poste distante, ela distinguiu duas figuras. Ficou imóvel, com o coração disparado.

Era Alípio. Encostado em uma árvore, a cabeça jogada para trás. À sua frente, de joelhos, estava Bruna. Seu moletom estava levantado até o pescoço, expondo seus seios grandes e pálidos. Alípio os segurava com as duas mãos, os dedos cravando na carne macia, enquanto ela chupava seu pênis com movimentos lentos e profundos. Ela podia ouvir o som úmido de sua boca. Podia ouvir sua respiração ofegante.

Marlene não se mexeu. Ela não piscou. Viu Bruna acelerar o passo, Alípio apertar seus seios com mais força e gozar com um gemido abafado. Viu a garota engolir, e depois, obedientemente, limpar o pênis dele com a língua. Viu-o ajudá-la a se levantar e lhe dar um beijo rápido na boca.

Algo se quebrou dentro do seu peito. Um calor escuro e violento desceu direto entre suas pernas. Ela se odiou por isso. Odiou a si mesma por continuar assistindo. Odiou a si mesma por perceber que estava molhada.

Ela chegou em casa antes dele. Serviu-se de um copo d'água, que não bebeu. Quando ouviu a maçaneta abrir a porta, ficou parada na cozinha, com as mãos no balcão.

Alípio entrou e congelou ao vê-la.

"Onde você estava?", perguntou ela suavemente.

"Estudando."

Marlene se aproximou. Cheirou o pescoço dele. Cheirava a grama úmida, à noite, à saliva de outra mulher.

"Não minta", sussurrou ela.

Ela o empurrou contra a geladeira e o beijou com ferocidade. Não era um beijo de desejo. Era um beijo de posse. Ele tentou se afastar por um segundo, mas Marlene agarrou seu rosto com as duas mãos e o beijou mais profundamente, mordendo seu lábio inferior até que tivesse gosto de sangue. Então ele correspondeu. Ele a agarrou pela cintura com força e a levantou, colocando-a sobre a bancada.

Eles arrancaram as roupas um do outro entre beijos violentos. A camiseta dela rasgou ao meio. A calça jeans dele caiu pela metade das pernas. Marlene o obrigou a sentar em uma cadeira da cozinha e subiu em cima dele. Desta vez, não houve preliminares delicadas. Ela se abaixou sobre o pênis dele, semi-ereto e o engoliu de uma só vez. Ela gemeu de dor e prazer ao mesmo tempo, pois estava seca. Começou a se mover com força, quase brutalmente, impulsionando-se para cima e para baixo com fúria. Ela se abaixou sobre ele em um movimento rápido, com um gemido abafado de dor e prazer.

Ela começou a se mover com força, quase com desprezo. Cavalgou-o com raiva, cravando as unhas em seus ombros.

"Você é meu", disse ela contra a boca dele, com a voz embargada. "Está me ouvindo? Meu. Não dela... não dela."

Alípio agarrou seus quadris e a penetrou, com força e profundidade, como se também precisasse puni-la por tê-lo visto. Ele a ergueu sem se retirar de dentro e a deitou sobre a mesa da cozinha. Abriu suas pernas e penetrou com todo o seu peso, em movimentos rápidos e brutais. A mesa rangia. Marlene gozou com um grito, contraindo-se ao redor dele em espasmos violentos, as unhas cravando em suas costas. Alípio gozou logo em seguida, grunhindo contra seu pescoço, preenchendo-a novamente, profundamente.

Eles permaneceram assim, ofegantes, suados, entrelaçados. O sêmen dele pingava sobre a mesa de madeira fria, após ter estado dentro dela.

Finalmente, foi Marlene quem falou, com a voz baixa e rouca:

"Não quero te ver com ela de novo."

Alípio não respondeu. Simplesmente encostou a testa entre os seios dela e respirou fundo contra sua pele. Nenhum dos dois sabia se era um apelo ou uma ameaça.

Foto 1 do Conto erotico: Incesto: O Que Não Tem Nome (Capítulo 2)

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Comentários


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anya Comentou em 28/05/2026

adorei também esse segundo capitulo, as fotos de inteligencia artificial, estão bem de acordo com o conto e assim, são um plus a mais nessa saga, adorando

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apeduardo Comentou em 28/05/2026

Adorando a saga, filho e mãe, um que de culpa, um que de desejo e uma terceira pessoa envolvida, mas cada um no seu quadrado, essa estória promete




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Ficha do conto

Foto Perfil silverprateadosurfer
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Nome do conto:
Incesto: O Que Não Tem Nome (Capítulo 2)

Codigo do conto:
263106

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/05/2026

Quant.de Votos:
3

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5