Estou Grávida do Meu Filho Caçula. Estou Grávida, vou contar uma tragédia que me aconteceu: Meu nome é Maria Carolina, tenho 45 anos e moro em Pratinha/MG, em uma maravilhosa propriedade que meu marido comprou. Sou casada com Fernando, meu marido, há 27 anos. Temos quatro filhos: dois casais: Maria Carolina com 21 anos, Isadora, de 19 anos; Fernando de 20 anos; e Enrique com 18 anos, recém cumpridos, uma escadinha a toda regra. Bem, eu deveria dizer que todos os meus filhos são lindos. Bem, eu não deveria dizer isso, eles se parecem muito comigo. Em novembro passado, Enrique sofreu um grave acidente a caminho de casa. Ele ficou hospitalizado por quase 90 dias devido a múltiplas fraturas, principalmente na coluna. Bem, vou contar a vocês sobre a minha tragédia e, como católica, o que eu deveria fazer. Em dezembro, eu estava com meu filho na piscina. Meus outros três filhos tinham ido visitar o pai deles na clínica. Enrique, meu filho, que tinha completado 18 anos alguns dias antes, estava se comportando de forma estranha. Eu disse para ele entrar e se vestir porque estava preocupada que ele pudesse pegar um resfriado. Alguns instantes se passaram e eu voltei para dentro. Fui ao meu banheiro, tirei o maiô, vesti o roupão e ao dirigir-me a meu quarto, passei defronte quarto de Enrique. Fiquei chocada ao vê-lo se masturbando. Me aproximei do meu filho e pedi que ele me mostrasse o que estava colocando no ânus. Ele ficou tão perturbado que eu tive que tirar meu próprio consolo de dentro dele. Ele começou a chorar como um bebê, não por causa do consolo, mas porque eu o tinha visto. Fui até o lixo e joguei o aparato fora. Ao retornar e passar pelo quarto dele, eu o ouvia chorando. Fui para o meu quarto. Eu realmente não sabia o que fazer, mas tirei meu roupão e fui para o quarto de meu filho. Mãe é mãe, e eu tinha que consolar meu filho. Quando entrei no quarto dele, ele ficou surpreso. Sentei ao lado dele, peguei seu pênis flácido e comecei a masturbá-lo. Então ele ficou duro como uma pedra. Aparentemente, Enrique não sabia que eu estava fazendo isso para tranquilizá-lo. Ele subiu em cima de mim, pegou seu pênis e o colocou na minha vagina e começou a me foder. Eu não sabia como rejeitá-lo, porém, eu também sou um ser humano e ele me deixou muito excitada. Foi assim que tive múltiplos orgasmos com meu filhinho. Bem, acho que sou muito culpada por não conseguir me controlar. Afinal de contas estava já há muito tempo sem homem, pois meu marido invalido e hospitalizado não tinha condição de me satisfazer e nem poderia. E assim, todas as noites meu filhinho vinha dormir comigo. Ele não fazia isso como um filho favorito, mas fazia para que pudéssemos aproveitar nossos corpos, e na realidade, eu nunca o rejeitei. E o pior é que com meu esposo hospitalizado , eu me esqueci de tomar minhas pílulas anticoncepcionais e a bem da verdade, eu jamais imaginaria que um rapaz de apenas 18 anos pudesse me engravidar, mas engravidei e terei o bebê, custe o que custar, mesmo que isso me custe o meu casamento, porque preciso contar a verdade ao meu marido. Maria Carolina, uma mãe gravida do próprio filho.
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Eu sinceramente gostaria de saber em que época estes fatos ocorreram, já deve ser há muitos anos, pois com todas as informações disponiveis atualmente, uma mulher e mãe de 45 anos, se mostraria tão inocente ao crer que a juventude do filho não a poderia engravidar, sabemos que o esperma jovem é ainda mais potente, juntou com a falta das pilulas, enfim, um conjunto explosivo.