Zélia: capítulo 1 - A MILF que eu não consegui evitar
Meu nome é Eterno. Hoje eu tenho 34 anos, pele morena clara (ou parda, nunca sei direito como chamar), olhos castanhos mel, cabelo cacheado e barba sempre bem feita. Não sou musculoso daqueles de academia, mas também não sou fraco. Com o tempo, o tanquinho deu lugar a uma barriguinha de chope bem discreta. A história que vou contar começou há nove anos, quando eu tinha 25. Na época eu estava casado há cinco anos, tinha um filho de três e, embora o casamento já estivesse numa fase meio ruim, a gente ainda tentava melhorar as coisas. Eu era gestor de marketing e cuidava de várias equipes de rua: panfletagem, abordagens, bandeiras… Até que entrou nela. Zélia. Porra, Zélia era o tipo de MILF que aparece nos filmes pornô mais safados. Quarenta e poucos anos, pele branquinha e super cuidada, cabelo loiro, corpo cheio nos lugares certos. Peitos enormes, daqueles pesados que balançam quando ela anda. Sempre aparecia de vestido curto, decote fundo quase deixando os mamilos escaparem. A bunda redonda, coxas grossas e lisas… Eu nunca fui muito fã de MILF, mas bastou olhar pra ela uma vez pra saber que eu estava fodido. Se eu chegasse perto demais, ia perder a cabeça. Por isso evitava: deixava a equipe dela sempre por último, chegava atrasado com material, era seco e severo só com ela. Mas não adiantou. Uma tarde ela me viu indo na mesma direção e pediu carona. Não tive como negar na frente dos outros. Aceitei, mas avisei seco: — Só até a esquina da sua casa. Não sou obrigado a te deixar no portão. O caminho inteiro foi um inferno gostoso. Os peitos dela apertados naquele decote, o perfume doce e quente invadindo o carro… Meu pau latejava dentro da calça. Quase não trocamos uma palavra. Só no final ela quebrou o silêncio: — Amanhã você vai passar por aqui de novo, né? Pode me pegar? Respondi que sim, mas com as mesmas condições. Ela sorriu, desceu rebolando e foi embora. No dia seguinte, eu estava tomando banho quando minha mulher invadiu o banheiro, puta da vida: — Quem é essa vagabunda, seu filho da puta?! Ela enfiou o celular na minha cara. Era o WhatsApp aberto. Um contato não salvo tinha mandado mensagem: “Oi moço, será que tem como você vir me pegar aqui em casa hoje? Não vai dar pra eu ficar te esperando naquela esquina.” Eu abri a foto do perfil pra ver quem era. Era Zélia, num vestido vermelho escandaloso, decote indo quase até o umbigo, um corte lateral mostrando boa parte da coxa branca e lisinha, pose de quem sabe exatamente o quanto é gostosa. Expliquei tudo: era da equipe, tínhamos combinado só a esquina, mas agora ela pedia pra ir até o portão. Minha mulher acreditou, mas eu saí de casa com o coração na boca e o pau já meio duro, sabendo que estava pisando em terreno perigoso. Peguei Zélia no portão dela. O silêncio dentro do carro foi mortal de novo. Mas agora eu já sabia: aquela mulher queria me comer tanto quanto eu queria comer ela. À tarde, como era sexta, levei a equipe toda pra um barzinho. Cerveja, risada, descontração. Acabei contando o barraco da minha mulher com a mensagem. Todo mundo caiu na gargalhada, inclusive ela. A partir dali as conversas no WhatsApp começaram de verdade. Piadinhas inocentes no começo… depois ficaram bem mais safadas. Depois de alguns dias trocando mensagem, eu mandei de uma vez: “Depois do expediente, quer tomar alguma coisa gelada? Tipo uma coca, uma cerveja… ou um banho?” Ela respondeu rindo: “Aceito qualquer um dos três… mas vai ter que ficar pra outra hora.” Semanas se passaram assim. Tesão acumulado, mensagens cada vez mais quentes, fotos provocantes que ela mandava “sem querer”. Eu já batia punheta pensando nela quase todo dia, mesmo sabendo que em casa tinha mulher e filho me esperando. Até que chegou a confraternização da empresa. Zélia apareceu de biquíni branco. Na pele clara dela, aquele biquíni parecia invisível. Os mamilos grossos e rosados marcavam o tecido fino, duros como pedra. Toda vez que ela saía da piscina, o pano ficava quase transparente, colado na buceta inchada. Eu estava louco. Ela não desgrudava de mim. Onde eu ia, ela ia. Na piscina, passava roçando o corpo, apertava minha bunda, roçava a coxa na minha virilha. Meu pau estava duro o tempo todo. Não aguentei. Comecei a me despedir. Mal saí do portão da chácara e ela correu atrás de mim: — Ei… você não vai me levar nem um pedaço do caminho? Eu sabia exatamente o que ela queria. Assim que viramos a primeira rua escura, a mão dela já estava no meu pau por cima da bermuda, apertando forte. — Caralho… eu tava louca pra sentir isso — murmurou com a voz rouca. Viramos outra rua e ela não esperou. Abriu minha bermuda, puxou meu pau pra fora e enfiou na boca quente de uma vez. — Hmmmm… que pau gostoso… — gemeu enquanto lambia da base até a cabeça. — Eu imaginava ele bom… mas não tão grosso e gostoso assim. Eu dirigindo, ela chupando como uma vadia profissional. Babava pra caralho. O som molhado da boca dela engolindo meu caralho ecoava no carro. Ela forçava a garganta, engasgava, tirava pra respirar e voltava mais fundo ainda. Um fio grosso de saliva escorria da boca dela até minhas bolas. — Goza na minha boca… quero teu leite — pediu, olhando pra mim com aqueles olhos de puta safada. — Quero provar se tua porra é tão boa quanto eu imaginei. Não aguentei. Estacionei o carro na beira da estrada rural, bem no caminho que todo mundo da festa teria que passar. O risco de sermos pegos só deixou ela mais louca. — Porra, Zélia… alguém pode ver… Ela sorriu com meu pau na boca: — Então goza logo, vai… enche minha boca. Eu segurei a cabeça dela e meti fundo. Jorrei tudo. Esporro quente, grosso, jato atrás de jato. Ela não desperdiçou nada. Mostrou a boca cheia pra mim, a língua branca de porra, depois engoliu tudo e abriu a boca de novo pra provar que tinha sumido. — Que delícia esse leitinho… — lambeu os lábios. — Mas agora eu realmente preciso chegar em casa. Eu ainda estava ofegante: — Pera aí… agora é minha vez. Quero cair de boca nessa buceta rosada e depois te foder bem gostoso ali atrás. Ela riu, limpando o canto da boca: — Hoje não, safado. Eu só queria experimentar teu pau e teu leite… pra ver se era tão bom quanto eu imaginava. E passou… passou com louvor. Dei partida no carro ainda com o pau molhado da saliva dela e a levei até em casa. Quando ela desceu, rebolando aquele corpo de MILF, virou pra mim e disse baixinho: — Da próxima vez… você vai me foder até eu não conseguir andar. E bateu a porta. Eu fiquei ali, pau ainda semi-duro, cheirando a sexo, sabendo que aquilo era só o começo… e que eu estava prestes a foder tudo em casa.
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