Lara tinha 46 anos, mas o corpo traía a idade. Era uma MILF que fazia meninas de 18 anos passarem vergonha. Peitos siliconados, redondos e firmes, cintura marcada, quadril largo e uma bunda empinada que balançava a cada passo. Pele branca e macia, cabelo loiro longo, perfume caro de madame que contrastava com o fedor do lugar. Vestia um vestido curto, justo como uma segunda pele, que mal cobria o início das coxas, e saltos altos pretos que clicavam no chão sujo. Ela entrou na viela escura atrás do galpão abandonado pouco depois das 23h. O ar era pesado, cheiro de lixo úmido, urina e maconha velha. Sombras se mexiam nos cantos. Sabia da fama do lugar. Sabia que nenhuma mulher sensata entrava ali. Era exatamente por isso que sua buceta já latejava antes mesmo do primeiro toque. Um homem muito magro, dentes quebrados e amarelados, pele com tom cinzento de quem vive entre drogas e noites sem fim, se aproximou cambaleando. Os olhos fundos brilhavam na penumbra. — Que porra uma vadia dessas tá fazendo aqui? — perguntou com voz rouca. Lara sentiu vários olhares de mendigos e viciados ao redor. Com o coração acelerado de tesão disfarçado, respondeu: — Estou com pressa. Peguei o caminho errado… outro ia me atrasar mais. Antes que terminasse a frase, outro drogado se aproximou por trás e apalpou sua bunda com força, apertando a carne por cima do vestido. Lara virou rápido e lhe deu um tapa forte no rosto. O homem magro de dentes quebrados ficou vermelho de raiva. — Sua puta desgraçada! Ele a empurrou com violência. Lara caiu de joelhos no chão sujo. Antes que conseguisse se levantar, ele agarrou seus ombros e a pressionou contra o concreto úmido. O outro, ainda com a marca da mão no rosto, levantou o vestido dela com brutalidade e arrancou a calcinha fina com um puxão seco. O tecido rasgou e voou para o lado. — Vou te ensinar a respeitar homem, sua vadia! Enquanto o magro a segurava pelos ombros no chão, o outro enfiou dois dedos grossos e sujos direto na buceta dela, sem qualquer cuidado. Lara gritou um “Não!” alto, o corpo se contorcendo. Por dentro, porém, sentiu um jorro de tesão escorrer pelos dedos dele. Sua buceta estava encharcada. Mais homens surgiram das sombras. Eram doze no total, formando uma rodinha apertada ao redor dela. O terceiro homem, um cara baixo e forte com braços tatuados e barba rala, tinha dificuldade para levantar o vestido justo. Impaciente, segurou a saia com as duas mãos e rasgou o tecido vermelho até a altura do umbigo com um som seco. O vestido agora era só um trapo aberto na frente. Ele se ajoelhou entre as pernas dela e enfiou o pau grosso e curvo direto na buceta, sem aviso. Socou com força, fazendo o corpo dela balançar no chão. — Olha como essa puta tá molhada… — grunhiu. Eles começaram a se revezar. O quarto era um homem careca, musculoso, com cicatriz no rosto. Segurou os pulsos dela acima da cabeça e deu tapas pesados nos seios siliconados enquanto outro fodia sua buceta. Cada tapa deixava marcas vermelhas na pele branca. O quinto, um viciado magro e nervoso com olhos esbugalhados, fodia com movimentos rápidos e curtos. Quando estava quase gozando, tirou o pau e jorrou porra quente e grossa sobre os peitos dela, sujando o silicone brilhante. Foi nesse momento que dois negões apareceram no fim da viela, caminhando devagar. Um era enorme, quase 1,95m, músculos definidos, cara séria — o chefe. O outro tinha cara de mal, olhar frio, corpo mais magro mas ombros largos. — Que porra tá acontecendo aqui? — perguntou o grandão, voz grave. O homem magro de dentes quebrados respondeu rindo: — Essa vadia me deu um tapa na cara. Estamos ensinando uma lição pra ela. O grandão olhou para Lara no chão, vestido rasgado, peitos sujos de porra, pernas abertas. — Isso é verdade, dona? — perguntou ele. Lara, com lágrimas nos olhos, respondeu com voz trêmula: — Sim… eu sinto muito. Não vai se repetir… O grandão sorriu frio. — Então não tem o que fazer. Você precisa aprender a lição de verdade. Ele abriu o zíper e tirou o pau para fora. Era monstruoso — longo, grosso, veias saltadas. O outro negão, de cara mal, também tirou o dele. Não era tão longo, mas a grossura era absurda, quase como um punho. O grandão mandou com voz firme: — Deita no chão. O negão com cara de mal obedeceu imediatamente e deitou de costas no concreto sujo da viela. — Agora bota ela por cima dele — ordenou o grandão. Lara começou a chorar, fingindo pavor. — Por favor… para… eu não aguento… Eles a levantaram como uma boneca e colocaram por cima do negão de cara mal. A cabeça do pau grosso roçou primeiro na entrada da buceta dela. As pernas de Lara tremeram violentamente de excitação. Ele esfregou um pouco, mas então segurou os quadris dela e guiou para trás. — Um cacete desse tamanho faz mais estrago atrás — disse o grandão, ainda em pé. Lara sentiu o pavor quando o pau grosso pressionou contra seu cu. — O que você está fazendo? Não vai caber aí! — gritou ela, voz falhando, ainda achando que um entraria na buceta e outro no cu. O negão de cara mal não esperou. Segurou a bunda branca e macia de Lara com força, abriu as nádegas e começou a empurrar. A cabeça absurdamente grossa forçou o anel apertado, abrindo centímetro por centímetro. Lara soltou um grito longo e agudo: “Aaaahhh! Para… dói demais!”. A ardência queimava como fogo enquanto o pau grosso deslizava para dentro do cu dela, esticando o músculo ao limite. Ele parou quando estava enterrado até a metade, pulsando dentro dela. Lara soluçava, o corpo tremendo, mas sua buceta vazia pingava tanto que um fio grosso escorria pela coxa e caía no chão sujo. Foi então que o grandão, o chefe, se posicionou atrás dela. Ele colocou a cabeça do pau monstruosamente longo bem ao lado do primeiro pau, na mesma entrada já ocupada. Lara arregalou os olhos em pânico real ao entender o que ia acontecer. — Não! Vocês vão colocar os dois no mesmo buraco?! Não vai caber! Vai me rasgar toda! — berrou ela, tentando se mexer desesperadamente. O grandão não respondeu com palavras. Apenas empurrou com força controlada. A cabeça larga forçou entrada ao lado do pau já dentro, abrindo o cu de Lara ainda mais. A dor foi insana no início. Ela gritou sem parar: “AHHHHHH! Não! Para! Tá rasgando meu cu!”. Lágrimas escorriam em profusão, o corpo se contorcendo violentamente. Os dois paus enormes lutavam pelo espaço apertado, esfregando um contra o outro dentro do reto. O esticamento era extremo, queimando, pulsando. Mas, aos poucos, o corpo dela traía. O cu se dilatava ao máximo, aceitando os dois monstros. A dor se transformava em um prazer profundo e devastador. Lara soluçava alto, fingindo agonia, mas um sorriso involuntário aparecia nos cantos da boca. Sua buceta contraía no ar, escorrendo sem controle, os músculos internos apertando os dois paus com força. Eles começaram a se mover devagar — primeiro só empurrando e recuando um pouco cada um, depois ganhando ritmo alternado. Cada estocada dupla fazia o corpo dela balançar. Lara sentia os dois paus se esfregando dentro dela, preenchendo-a completamente, roçando em lugares profundos. O prazer era tão intenso que o primeiro orgasmo veio forte: o corpo inteiro tremeu, o cu apertando os paus como um torno, mais tesão jorrando da buceta vazia. — Olha como essa puta chora… mas tá gozando pra caralho — rosnou o de cara mal, de baixo dela. Eles aumentaram o ritmo. Estocadas mais profundas, mais brutais. Lara gritava “não”, implorava para parar, mas o corpo traía completamente: as pernas tremiam, a buceta pingava sem parar, e gemidos de prazer escapavam entre os soluços. Os dois negões foderam o cu dela por longos minutos, suando, gemendo, xingando baixo. Finalmente, os dois não aguentaram mais. Tiraram os paus do cu destruído e latejante, se posicionaram na frente do rosto dela e gozaram juntos — jatos grossos e quentes cobrindo os olhos, boca, cabelo loiro e os peitos siliconados de Lara. Ela tossia, engasgava com o sêmen, o rosto completamente pintado. — Agora o resto pode se divertir — disse o grandão, fechando a calça. Os outros dez homens não perderam tempo. O magro de dentes quebrados voltou e enfiou o pau na buceta dela enquanto o careca tatuado forçava dedos no cu ainda aberto. O barbudo baixo deu tapas fortes na bunda. O quieto e musculoso a virou de lado e penetrou fundo. O mais velho xingava sem parar: “Sua puta velha safada, veio atrás de rola mesmo, né?” Eles se revezavam sem piedade — buceta, cu, tapas, beliscões. Um por um gozavam onde queriam: dentro, nos peitos, na barriga. O vestido vermelho estava destruído, coberto de porra, terra e suor. Quando o décimo segundo terminou, formaram um círculo. Lara, de joelhos no lixo, recebeu o bukkake final. Doze paus jorrando porra quente em seu rosto, cabelo, peitos e boca aberta. Ela engolia sem querer, tossia, lágrimas misturadas com sêmen. Os homens riram e foram embora, deixando-a rasgada e suja no meio do lixo. Lara ficou deitada alguns minutos, respirando pesado. Depois se levantou com dificuldade. O vestido rasgado mal cobria o corpo. Porra escorria da buceta e do cu destruídos pelas coxas. O rosto estava coberto de sêmen seco. Ela limpou um pouco com as costas da mão, olhou a viela escura e sorriu — um sorriso largo, satisfeito, sem fingimento. — Vou voltar logo logo… — murmurou, voz rouca. Com os saltos quebrados, caminhou devagar para fora da viela, corpo dolorido, alma plenamente satisfeita
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.