Depois daquela noite no motel, decidi que não ia mais atrás da Zélia. Ela era casada agora e eu não queria arranjar problema com mulher de outro. Pelo teor da nossa última conversa, achei que num dia normal ela nem responderia minhas mensagens. O tempo passou. A vida de solteiro se mostrou mais cara do que eu imaginava pro meu padrão. As contas apertaram e eu precisei arrumar um trabalho extra como segurança noturno numa obra bem no centro da cidade. O lugar ainda estava no começo: só alicerces, alguns pilares de concreto e muita poeira. Eu trabalhava de tarde na agência e à noite ficava lá, das 19h até as 6h. Não sobrava tempo nem pra bater uma punheta direito. E o pior: aquele lugar escuro, cheio de cantos escondidos, me lembrava demais das nossas aventuras com a Zélia. Ironia do destino, foi justamente numa dessas noites — quando meus ovos já estavam doendo de tão cheios — que ela me ligou. — Eterno… tô com dificuldade financeira pra caralho. Meu marido tá desempregado, eu faço uns bicos de faxineira mas não tá dando conta. Já faz dois dias que tô sem gás e hoje recebi o aviso de corte da luz. Será que você pode me emprestar o dinheiro? Perguntei quando ela conseguiria me pagar. Ela não soube responder. — Eu te dou o dinheiro… mas com uma condição: você vem dar pra mim. Do outro lado da linha ela ficou em silêncio por uns segundos. Depois deu uma risadinha baixa: — Tá bom… manda o endereço. Tenho certeza que esse já era o plano dela desde o começo. Paguei o Uber e, em menos de uma hora, o carro parou na frente da obra. Zélia desceu com um vestidinho curto preto, daqueles que mal cobrem a bunda. Assim que entrou no meu posto de segurança improvisado, eu já estava com o pau latejando dentro da calça. — Vai ter que ser pelo menos duas fodas — avisei. — A primeira vai ser rápida porque eu tô prestes a explodir. Não perdi tempo. Tirei a calcinha minúscula dela, guardei no bolso da minha calça e a coloquei sentada na mesa cheia de ferramentas e plantas da obra. Abri o zíper, puxei meu pau duro pra fora e penetrei ela de uma vez só, fundo, sem aviso. — Aaaahh caralho! — ela gemeu alto. De onde estávamos, dava pra ver os carros passando na avenida a uns 50 metros. O lugar onde eu estava era escuro, mas qualquer pessoa que olhasse com atenção poderia ver sombras se mexendo. Eu não liguei. Meti forte, rápido, segurando aqueles quadris largos. O som molhado da buceta dela engolindo meu pau ecoava entre os pilares. Não demorou nem cinco minutos. Eu estava há dias sem gozar. Senti as bolas apertarem e jorrei tudo dentro dela — um gozo grosso, abundante, daqueles que acumulam. Quando tirei o pau, a buceta dela não aguentou: um jato de porra branca escorreu pra fora, pingando no chão de terra. Ela ficou em pé, pernas abertas, e um fio longo de mais de 20 cm ficou pendurado na entrada da buceta, balançando antes de cair. — Porra… olha o tanto que você guardou pra mim — ela riu, passando o dedo e lambendo. Dei um lenço umedecido pra ela se limpar um pouco e fomos dar uma volta pela obra, conversando, colocando o papo em dia. Falamos mal do marido dela: — Aquele corno nem homem é pra pagar as contas de casa… imagina pra comer uma gostosa dessas — eu disse. Enquanto andávamos, ela parava de vez em quando, abria um pouco as pernas e limpava a porra que continuava escorrendo pelas coxas branquinhas. Depois de uns 40 minutos, voltamos pro meu carro estacionado num canto mais escuro da obra. Sentamos no banco de trás pra “descansar”. Mas assim que fechei a porta, olhei pro banco e vi: tinha uma poça brilhante de porra onde ela tinha sentado. Aquela buceta não parava de vazar meu leite. O tesão voltou com tudo. — Vira de quatro — ordenei. Zélia obedeceu, apoiou os joelhos no banco e empinou a bunda pra mim. Levantei o vestido, cuspi na mão e enfiei dois dedos na buceta melada. Depois posicionei o pau e meti com força, de uma vez. Ela gemeu alto e cravou as unhas no meu braço, arranhando forte. — Aaaaiii porra… que rola grossa! Tá tão fundo… — gritou. Eu meti sem dó, socando fundo, fazendo o carro balançar. O som da carne batendo ecoava na obra vazia. Ela gemia cada vez mais alto, sem conseguir se controlar: — Isso… fode essa buceta! Mete forte! Aaaahhh caralho, tá rasgando tudo! Mais fundo… assim… aaaaiiii! Eu segurava a cintura dela com uma mão e com a outra dava tapas fortes na bunda branca, deixando marcas vermelhas. Ela rebolava pra trás, pedindo mais. Em certo momento ela gozou tão forte que squirtou um pouco, molhando meu pau e o banco inteiro. Eu continuei metendo, mais devagar agora, aproveitando cada centímetro quente e molhado. Brincamos, conversamos safadezas, rimos do marido dela que estava em casa achando que a esposa estava com as amigas. Ficamos assim até quase meia-noite. Ela gozou mais duas vezes, eu gozei de novo dentro dela, enchendo aquela buceta casada mais uma vez. Finalmente ela olhou o relógio e suspirou: — Tenho que ir… senão o corno vai desconfiar que eu não tava com as amigas. Eu só balancei a cabeça, sem dizer nada. Eu acho que ele já sabia que a esposinha dele tava se prostituindo pra pagar o gás e a luz… mas ela jurava que ele não podia descobrir. Zélia ajeitou o vestido, ainda com minha porra escorrendo pelas coxas, me deu um último beijo rápido e chamou outro Uber. Eu fiquei ali, sentado no banco molhado de porra, vendo as luzes traseiras do carro dela sumirem na noite. Era a última vez. A loira que quase destruiu meu casamento tinha acabado de me dar a foda mais safada e desesperada da minha vida… e agora, finalmente, tudo ia acabar ali. Fim.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.