Zélia: Capítulo 2 – A noite que quase fudi tudo


As semanas seguintes foram um inferno de tesão acumulado. As mensagens no WhatsApp continuavam safadas, cheias de provocações, mas nunca conseguíamos marcar nada. Ou eu tinha que voltar cedo pra casa, ou ela tinha compromisso com as filhas. O desejo só crescia.
Até que surgiu a oportunidade perfeita: um evento grande que exigia equipe até tarde da noite. Não teria hora pra acabar, então eu não precisaria dar satisfação em casa. Escolhi Zélia na hora. Ela sorriu quando viu o nome dela na escala, sabendo exatamente o que eu estava pensando.
O serviço era puxado. Montagem, distribuição, entrevistas… Quando terminamos, já passava das duas da manhã. O patrão, pra recompensar, liberou o chopp que sobrou e mandou assar mais carne. Virou uma pequena festa improvisada no galpão. Bebemos, rimos, comemos. Zélia ficou do meu lado o tempo todo, roçando a coxa na minha, me olhando com aqueles olhos de quem já estava molhada.
Por volta das três e meia, ela resolveu me provocar de verdade. Disse que estava desconfortável com a roupa de trabalho e foi trocar no banheiro improvisado. Quando voltou… caralho.
A calça jeans justa deu lugar a uma mini saia preta ridiculamente curta, mal cobrindo a metade da bunda. A camisa social que já marcava os peitos foi trocada por uma blusa branca fininha, quase transparente, de tecido molinho como pijama. Por baixo, uma lingerie vermelha toda rendada, mas o sutiã era tão fino que os bicos grossos e rosados apareciam durinhos, marcando o pano como se pedissem pra ser chupados. Ela sabia exatamente o efeito que causava. Toda vez que se abaixava pra pegar algo, a saia subia e eu via a calcinha vermelha enterrada entre aquelas coxas branquinhas e grossas.
Tentei várias vezes inventar desculpa pra ir embora e levá-la direto pro motel mais próximo, mas o patrão me segurava:
— Você é o gestor, Eterno. Vai ser o último a sair, caralho!
Aceitei meu destino. Fiquei ali bebendo, olhando pra Zélia rebolando de propósito, os peitos balançando livres debaixo daquela blusinha fina.
Só consegui liberação por volta das quatro da manhã. Eu já estava meio bêbado, o pau latejando dentro da calça o tempo todo. Quando finalmente saí do galpão e fui pro carro, o chefe veio correndo atrás de mim no portão. Bateu na janela do carona. Abri o vidro, sem entender. Ele nem falou nada: só abriu o porta-luvas, enfiou a mão e pegou a camisinha que eu tinha deixado ali dias antes.
— Sabia que podia contar contigo, cara. Você nunca me decepciona, meu garoto! — disse rindo, e saiu correndo de volta pro galpão.
Eu estava tão cansado e bêbado que nem me liguei na hora. Só fui dirigindo, pensando no quanto ia foder aquela loira gostosa.
Quando estacionei em frente ao portão da casa dela, a ficha caiu: o chefe tinha levado a única camisinha que eu tinha no carro. Merda.
Zélia me olhou com aquele sorriso safado:
— Não quer entrar?
Eu sabia que era território proibido. Ela morava com duas filhas adolescentes e um netinho pequeno da mais velha. Fiquei sem graça de admitir que estava sem camisinha, então dei a desculpa mais cavalheiresca que consegui na hora:
— Até entraria… mas não queria passar a mensagem errada pras meninas.
Zélia deu um sorrisinho malicioso, inclinou o corpo pra perto de mim e falou baixinho, quase gemendo:
— Que mensagem errada você não quer passar? Que você vai foder a mãe delas? Porque essa seria a mensagem exata, safado.
Meu pau deu um pulo dentro da calça. Eu ainda tentei manter a pose, mas ela estava me olhando direto nos olhos, esperando. Respirei fundo e falei a verdade:
— Na real… eu tô sem camisinha. O chefe acabou de pegar a que eu tinha no carro.
Zélia soltou uma risadinha baixa e safada, mordendo o lábio inferior:
— E quem disse que você ia usar camisinha? Eu fiz cirurgia pra não ter mais filho justamente pra poder sentir porra quente dentro de mim sem essa merda de látex. Quero você gozando tudo dentro dessa buceta.
Foi o suficiente. Qualquer hesitação que ainda existia evaporou. Abri a porta do carro e entrei com ela.
Mal a porta da sala fechou, Zélia me agarrou como uma louca. Eu tirei a blusinha dela num puxão. Num movimento que nem eu entendi direito, soltei o sutiã vermelho e aqueles peitos gigantes pularam livres, pesados, com os bicos inchados e duros. Caí de boca neles, chupando forte, mordendo, beliscando os mamilos com os dentes enquanto ela gemia como uma puta barata:
— Ai caralho… morde mais… chupa esses peitos, vai…
Ela desceu abrindo minha calça, tirou meu pau duro pra fora e enfiou na boca quente, babando tudo, engolindo fundo até engasgar. Mas eu não ia deixar ela ter a festa só pra ela. Puxei sua saia pra cima, arranquei a calcinha rendada pro lado e levantei ela no 69. Coloquei minha cara entre aquelas coxas grossas e caí de língua na buceta dela.
Estava ensopada. O cheiro de mulher excitada era forte. Lambi o clitóris inchado, enfiei a língua bem fundo, chupei os lábios carnudos enquanto ela engolia meu caralho até a garganta. Zélia rebolava na minha cara, gemendo alto, babando no meu pau. De repente ela tremeu inteira, apertou as coxas na minha cabeça e gozou na minha boca, jorrando um leitinho quente e doce que escorreu pelo meu queixo.
— Porra… que buceta gostosa — rosnei.
Não paramos. Fizemos de tudo naquela sala e depois no sofá. Mamãe e papai, com ela cavalgando meus quadris, os peitos gigantes balançando na minha cara enquanto eu metia fundo. Frango assado, com as pernas dela nos meus ombros, socando forte até o saco bater na bunda. Conchinha, de lado, apertando aqueles peitos por trás enquanto mordia o pescoço dela.
Mas quando ela ficou de quatro no sofá, empinando aquela bunda branca e redonda, eu quase perdi o controle. A buceta rosada piscava molhada, aberta, pedindo porra. Naquele momento passou pela minha cabeça o medo idiota: e se ela estivesse mentindo sobre a cirurgia? E se quisesse engravidar de propósito? Mas eu já estava louco demais pra ligar.
Segurei aqueles quadris largos e meti tudo de uma vez. Fundo, bruto, sem piedade. O som molhado da buceta dela engolindo meu pau ecoava na sala silenciosa. Zélia gemia alto, sem se importar:
— Isso… mete forte… me fode como uma vadia… quero teu leitinho todo dentro!
Eu aumentei o ritmo, batendo fundo, sentindo as paredes quentes e molhadas apertarem meu caralho. Quando não aguentei mais, segurei a cintura dela com força e gozei. Jatos grossos, quentes, enchendo aquela buceta madura até transbordar. Ela tremeu, gozou de novo junto comigo, apertando meu pau com a buceta enquanto gemia tão alto que acordou o bebê no quarto do fundo.
O choro da criança ecoou pela casa.
Zélia riu baixinho, ainda de quatro, minha porra escorrendo pela coxa dela:
— Relaxa… elas vão achar que foi pesadelo.
Eu saí de dentro dela devagar, o pau brilhando de gozo e lubrificação. Vesti a roupa correndo. Quando abri a porta pra ir embora, o dia já estava clareando.
Entrei no carro ainda sentindo o cheiro dela no meu corpo, o gosto da buceta na boca e o peso da culpa começando a bater.
Mas eu sabia: aquilo não ia parar ali.

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Ficha do conto

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eterno69

Nome do conto:
Zélia: Capítulo 2 – A noite que quase fudi tudo

Codigo do conto:
257701

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
24/03/2026

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