Zélia: capítulo 3 - Perigo, Chuva e o Gosto da traição

A loira que no começo eu tratava com desprezo e frieza virou, sem que eu percebesse, meu braço direito. Zélia estava sempre comigo: no carro pra cima e pra baixo, fazendo papel de secretária, ajudando na distribuição dos materiais, organizando planilhas no celular, lembrando horários que eu esquecia. Passamos a ter muito mais tempo juntos… e a aprontar de tudo.
Não era raro ela abrir minha calça logo depois do turno e fazer um boquete lento e babado no carro, engolindo meu pau até a garganta enquanto eu dirigia pelas ruas escuras, o som molhado da boca dela enchendo o veículo. Outras vezes, na hora do almoço, íamos correndo pra um motel barato e eu fodia ela de quatro na cama rangente, segurando aqueles quadris largos e metendo fundo até minhas bolas baterem na buceta inchada, enchendo ela de porra quente.
Quando tinha evento à noite, ela era sempre a primeira da escala. Zélia adorava o risco de ser pega no flagra. Fazíamos sexo em zonas rurais na beira da estrada, com o carro meio escondido atrás de árvores, eu socando ela por trás enquanto os faróis dos carros passavam ao longe. Uma vez fizemos na praça deserta, ela sentada no banco, pernas abertas, gemendo baixinho enquanto eu lambia aquela buceta rosada e molhada.
Teve uma noite que ficou marcada. Parei o carro numa rua onde todas as luzes dos postes estavam queimadas. A escuridão era completa. Tirei Zélia do banco do carona, levantei a saia dela e sentei ela no capô ainda quente do motor. A pele branquinha dela quase brilhava no escuro. Eu mal conseguia enxergar, mas encontrei aquela buceta encharcada com os dedos. Ajoelhei ali mesmo no asfalto e chupei com vontade: língua girando no clitóris inchado, sugando os lábios carnudos, enfiando fundo enquanto ela segurava minha cabeça e gemia meu nome.
Quando senti que estava quase gozando, levantei, abri a calça e enfiei tudo de uma vez. Os peitos gigantes dela balançavam com cada estocada forte. Eu segurava a cintura dela e metia sem dó. De repente, o farol de uma moto virou a esquina e veio direto na nossa direção. Antes que eu pudesse recuar, Zélia grudou as pernas na minha cintura com força, puxando meu corpo pra dentro dela ainda mais fundo.
— Não é ninguém importante… continua metendo… eu tô quase gozando! — gemeu no meu ouvido, a voz rouca de tesão.
Obedeci como um louco. Meti mais rápido, mais bruto. O entregador do iFood passou bem ao nosso lado, buzinando alto e olhando a cena. Naquele exato momento nós dois gozamos freneticamente juntos: meu leite quente jorrando fundo dentro dela enquanto a buceta dela apertava meu pau em espasmos fortes, melando tudo.
A moto sumiu na escuridão e nós ficamos ali, rindo baixinho, ofegantes, com meu pau ainda pulsando dentro dela.
Assim se passaram vários meses de puro tesão escondido.
Mas em casa as coisas também começaram a melhorar devagar. Minha esposa passou a se esforçar mais na relação: chegou em casa mais cedo, cozinhava, se arrumava melhor… Eu, vendo o esforço dela, resolvi tentar fazer dar certo de verdade. Diminuí bastante os encontros com Zélia. Quase parei… quase.
Até que um dia eu passei todos os limites novamente.
Estávamos voltando de um evento em outra cidade pela BR quando começou uma chuva absurda. Parecia que o mundo ia acabar. Os limpadores de para-brisa não davam conta, a visibilidade era zero. Peguei uma marginal e estacionei o carro no acostamento. Eu estava preocupado que alguém batesse na traseira, mas Zélia sabia exatamente como me fazer relaxar.
Ela abriu meu zíper, tirou meu pau ainda mole pra fora e, com um risinho safado, colocou na boca quente.
— Quero sentir ele crescendo dentro da minha boca… — murmurou, olhando pra cima.
Acariciou com a língua devagar, chupou as bolas, lambeu a cabeça e, em menos de um minuto, meu caralho já estava duro como pedra, latejando. Zélia tirou a calça dela (estava sem calcinha, como sempre) e subiu em cima de mim no banco do motorista, sentando devagar até engolir tudo de uma vez. Assim que meu pau entrou inteiro, uma onda de calor percorreu o corpo dela. Ela gemeu alto e tirou a blusa, ficando completamente nua ali, do lado da BR, com a chuva castigando o teto do carro.
— Zélia, porra… você tá louca? Alguém pode ver! — repreendi.
Ela riu, começando a rebolar devagar no meu colo, os peitos gigantes pulando na minha cara:
— Nessa chuva ninguém vai olhar pra um carro parado… e se olhar, não vai conseguir ver nada mesmo. Eu não enxergo nem o final do capô.
Era verdade. A chuva era tão forte que o mundo lá fora virara um borrão cinza. Zélia cavalgou meu pau como nunca: subia até quase sair e descia batendo forte, gemendo alto, os mamilos duros roçando minha boca. Eu segurava aquela bunda branca e macia e metia de baixo pra cima, socando fundo. A chuva foi diminuindo aos poucos e nós gozamos juntos, como sempre acontecia. Ela sempre dizia que nossa ligação era muito forte porque chegávamos ao orgasmo no mesmo segundo.
Ficamos um tempo parados, ela em cima de mim, cabeça deitada no meu ombro, meu pau ainda enterrado fundo dentro dela. Eu sentia minha porra grossa misturada com o mel doce da buceta dela escorrendo devagar pela minha virilha e pelas bolas.
A chuva já estava parando e a visibilidade melhorando quando um caminhão passou bem do nosso lado, buzinando forte e fazendo o carro balançar. No susto, Zélia se levantou rápido. Eu puxei a calça pra cima às pressas. Nem deu tempo de nos limpar direito.
Chegando em casa, o plano era ir direto pro banho. Mesmo dentro da calça eu sentia o cheiro forte da buceta daquela loira deliciosa misturado com porra recente.
Mas assim que abri a porta ouvi minha esposa:
— Amor, é você?
Quase respondi seco, mas lembrei que estávamos tentando melhorar as coisas.
— Sim, meu bem. Prepara uma roupa pra mim? Tô cansado, vou direto pro banho.
Ela respondeu doce:
— Não, meu bem… tava te esperando. Preciso da sua ajuda. Vem aqui rapidinho.
Resmungando baixinho, fui até o quarto. Assim que abri a porta, ela passou por mim, trancou a porta e ajoelhou na minha frente com um olhar bem sem-vergonha. Amarrou o cabelo pra trás, abaixou minha calça e caiu de boca na minha rola ainda melada.
Eu levei um susto enorme. Nunca recusei um boquete dela, mas naquele momento ela ia sentir o gosto da buceta da Zélia misturado com minha porra recente. Ela chupou com vontade, lambendo da base até a cabeça, enfiando fundo na garganta. Não sei se não percebeu o gosto diferente, ou se simplesmente não conhecia o sabor de outra mulher. Ela não falou nada.
Eu tentei puxar ela pra cima e pedi:
— Vem, deixa eu te comer…
Mas ela recusou, olhando pra mim com cara de puta:
— Hoje não… quero teu leite na minha cara.
Fazia tempo que ela não pedia isso. Ela continuou chupando gostoso, batendo meu pau na própria cara, lambendo as bolas, olhando pra mim enquanto babava tudo. Quando sentiu que eu estava latejando, começou a bater uma punheta rápida, mirando o pau bem no rosto dela.
Não foi a gozada mais farta — eu tinha acabado de encher a Zélia na chuva —, mas ainda assim jorrou o suficiente. Esporrou forte na testa, nas bochechas, no nariz e um jato entrou na boca aberta dela. Minha esposa ficou toda melada de porra, mal conseguindo abrir os olhos, e foi se limpar rindo baixinho.
Eu fiquei ali, coração acelerado, sentindo o cheiro da buceta da minha amante ainda grudado no pau enquanto minha mulher limpava o meu gozo do rosto.
A culpa bateu forte… mas a loucura de ter gozado dentro da Zélia e, menos de uma hora depois, ter esporrado na cara da minha esposa era uma sensação proibida que eu nunca tinha sentido antes.

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Ficha do conto

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eterno69

Nome do conto:
Zélia: capítulo 3 - Perigo, Chuva e o Gosto da traição

Codigo do conto:
257702

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
24/03/2026

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