Zélia: Capítulo 4 - O cu da MILF e o nascimento de um novo corno

Depois daquela noite louca, decidi que ia me afastar de vez da Zélia. Sentei com ela num canto tranquilo da empresa e falei sério:
— Vou dar mais uma chance pro meu casamento. Seu emprego tá garantido, mas acabou as caronas, os turnos da noite, as “vantagens”. A gente vai manter só o profissional.
Ela entendeu. Não fez drama, não forçou a barra. Alguns meses depois ela pediu conta na empresa e perdemos todo o contato.
Enquanto isso, meu casamento parecia que finalmente ia engatar. Minha esposa se esforçava, eu me esforçava, as brigas diminuíram… mas não durou. As discussões voltaram com força, o dia a dia nos afastou, o cansaço falou mais alto. Depois de muito tentar, chegamos no ponto em que não tinha mais como continuar. Separamos de vez. Eu saí de casa, aluguei um apartamento pequeno e comecei a reorganizar a vida.
Algum tempo depois, encontrei a Zélia por acaso numa loja de roupas. Ela estava indecisa entre duas calças. Assim que vi uma delas — preta, bem justa —, já imaginei como ficaria nas coxas grossas dela.
— Experimenta essa — falei, apontando a mais apertada.
Ela riu, entrou no provador e saiu minutos depois. Porra… a calça estava tão colada que parecia querer rasgar. A buceta dela marcava perfeitamente, formando um camelo lindo, carnudo, bem evidente. Meu pau deu sinal de vida na hora. Foi difícil esconder a ereção.
— Tá decidido, vai levar essa — declarei.
— Não sei… tá meio apertada demais.
— Apertada? Tá linda pra caralho. Essa calça foi feita pra você.
— Não, não… vou levar a outra.
— Faz o seguinte: essa eu pago.
Ela aceitou. Saímos da loja com as duas calças e atualizamos os contatos no celular. Nos despedimos e cada um foi pro seu lado.
Dias se passaram comigo olhando o número dela, pensando se ligava ou não. Foi ela quem quebrou o silêncio:
“Oi lindo, precisava da sua ajuda. Acabou o gás aqui em casa bem na hora que eu tava fazendo almoço. Será que você consegue me arrumar o dinheiro?”
Paguei o gás via Pix e marcamos de nos ver no dia seguinte.
Passei o dia inteiro relembrando nossas aventuras: o boquete na estrada, o 69 no sofá, a foda na chuva… Quando chegou a hora, estranhei ela pedir pra me encontrar na rua de trás da casa dela, mas não questionei.
Assim que ela entrou no carro, me deu um beijão molhado e já agarrou meu pau por cima da calça.
— Que saudade que eu tava dele… — gemeu.
— Dele? E de mim? — retruquei.
— De vocês dois! E você… sentiu minha falta?
Eu só dei um risinho, não ia dar esse gostinho pra ela.
— Tá com fome? — perguntei.
— Sim. Mas comemos no motel. Não quero perder nem um minuto com outras coisas.
Pedi uma pizza grande na portaria do motel e entramos na suíte. Os amassos começaram ainda na porta. Eu caprichei nas preliminares: chupei aqueles peitos gigantes, mordi os mamilos duros, desci beijando a barriga até chegar na buceta já molhada. Dedos e língua trabalharam até ela gozar forte, mel escorrendo pelos meus dedos e pela minha boca.
— Pronto… agora é a minha vez — falei, abrindo as pernas dela.
Mas Zélia, num movimento rápido, virou de quatro na cama, apoiou o rosto no colchão e com as duas mãos abriu aquela bunda branca e redonda.
— Hoje você vai comer meu cu — disse, olhando pra trás com cara de puta.
O cuzinho rosa piscava pra mim, já lubrificado do tesão dela. Eu cuspi na cabeça do pau e comecei a pressionar devagar. O anel apertado resistia. Parei na metade pra ela acostumar.
Na terceira parada, ela soltou as nádegas, passou a mão na minha cintura e puxou com tudo. Meu pau entrou inteiro de uma vez.
— Aaaaaiiiii caralhoooo! — gritou ela, meio dor, meio prazer, o corpo caindo na cama.
Eu caí por cima, pau enterrado até o talo no cuzinho dela.
Com voz fina e doce, ela pediu:
— Fode meu cuzinho sem dó… fode… me arregaça gostoso?
E eu obedeci. Comecei a meter forte, fundo, sem piedade. Zélia gritava como se estivesse sendo estuprada:
— Aaaaaiiiiiiii, caralhoooo! Aí meu cu, seu gostoso! Aaaaaiiiiiiii que delícia! Fode esse cu sem dó! Aaaaaaaaaa, isso, rasga meu cuzinho, rasga! Isso, mete na sua puta! Mete gostoso no cu da sua puta! Aaaahhhhhh que delícia!
A campainha do motel tocou. Era a pizza.
— Nem pense em parar! — ela alertou, ofegante.
Eu diminuí um pouco o ritmo, mas continuei metendo devagar. A campainha tocou de novo.
Zélia gritou alto, sem nenhum pudor:
— Caralhooo, deixa aí porra! Não tá escutando que ele tá fodendo meu cu?!
Só de ouvir aquilo meu tesão triplicou. Voltei a meter forte, socando fundo no cuzinho apertado dela. Os gritos voltaram ainda mais altos:
— Aí que delícia! Que saudade que eu tava dessa rola grossa! Isso, que delícia no meu cu! Aaaaaaa tá doendo, mas não para… Aaaahhhhhh que caralho gostoso! Fode mais forte o cu dessa puta! Fode sem dó o meu cuzinho apertado!
As pernas dela começaram a tremer. O mel da buceta escorria pelas coxas. Eu não aguentei mais: gozei forte dentro do cu dela, jatos grossos enchendo aquele rabinho quente enquanto ela gozava junto, apertando meu pau com o cuzinho.
Deixei meu corpo cair sobre o dela, pau ainda enterrado fundo, os dois ofegantes.
Tomamos banho juntos, comemos a pizza nua na cama e, enquanto mastigávamos, ela me olhou e disse:
— Olha… você nunca mentiu pra mim, então não vou te esconder. Depois que cortamos contato eu me casei. Mas não é a mesma coisa. Ele termina muito rápido… tipo duas ou três pedaladas e cai a corrente. E outra: ele não tem coragem pra fazer nossas aventuras. É sempre a mesma coisa: mamãe e papai na nossa cama, ele goza, deita pro lado e dorme. Faz tempo que eu não me sinto mulher, que não me sinto desejada como você me faz.
Ela deu um sorrisinho safado e continuou:
— Aliás, a coisa que mais excita ele é eu contar das minhas aventuras passadas… as nossas, né. Ele adora a do motoqueiro do iFood, ou aquela na praça perto dos mendigos. Você lembra daquela debaixo das torres? Nossa, nós fizemos cada coisa…
Eu fiquei chocado com o relato, mas respondi rindo:
— Vamos fazer outra aventura pra você contar pra ele então, kkkkk.
— Você tá louco? Ele não pode sonhar com isso aqui!
Rimos mais um pouco do corno e voltamos a foder pesadamente a noite toda. Eu comi ela de novo no cu, na buceta, na boca… até o dia clarear
Foto 1 do Conto erotico: Zélia: Capítulo 4 - O cu da MILF e o nascimento de um novo corno


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Zélia: Capítulo 4 - O cu da MILF e o nascimento de um novo corno

Codigo do conto:
257703

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
24/03/2026

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