Meu nome é Cláudio. Tenho 40 anos, 1,87 m, 110 kg, trabalho como analista administrativo numa repartição pública aqui numa cidade pequena do interior de Minas Gerais. Sou casado há 12 anos com Ana, minha morena linda de 38 anos. Ana tem 1,66 m, cabelos negros longos e brilhantes que quase chegam à cintura, seios fartos que pesam e balançam quando ela anda, cintura bem marcada e uma bunda grande, redonda e empinada. Na rua ela é recatada, fala baixo, usa roupas discretas e todo mundo acha que somos o casal perfeito. Eu sempre gostei de pornografia. Assistia quase todo dia. Mas nos últimos tempos o tema cuckold começou a me dominar. Os vídeos de cornos assistindo (ou imaginando) a esposa sendo fodida por outro homem faziam meus olhos brilharem, especialmente quando o outro era negro. Aqueles paus enormes, pretos e grossos esticando a mulher branca me fascinavam. Sem perceber, comecei a fantasiar Ana nas mesmas situações. Me masturbava pensando nela gemendo enquanto um negão metia fundo. Depois, quando transava com ela, eu fechava os olhos e imaginava a mesma cena. Era meu segredo mais profundo. Ana nunca soube. Uma noite fomos a uma festa de aniversário na casa de um amigo. Tinha música alta, cerveja e dança no quintal. Ana estava com um vestidinho justo que marcava bem os seios e as coxas. Um homem moreno alto e forte a tirou para dançar várias vezes. Ele segurava a cintura dela com firmeza, colava o corpo, e Ana ria, rebolando de leve. Eu observava de longe. Um misto forte de ciúmes e tesão tomou conta de mim. Meu pau endureceu dentro da calça só de ver. No caminho de volta para casa, já no carro, eu comecei a introduzir o assunto: — Você dançou bastante hoje… os caras não tiravam os olhos de você. Ana sorriu sem jeito, olhando para a estrada: — É… a música estava boa. Eu continuei, voz casual: — Aquele moreno dançava bem coladinho. Você parecia estar gostando. Ela não respondeu diretamente, mas eu vi que ela entendeu que eu tinha gostado de ver. Chegamos em casa excitados. Eu levei Ana para a cama, tirei a roupa dela e comecei a meter devagar. Enquanto estocava, eu fechava os olhos e fantasiava forte: o moreno da festa virando ela de quatro e enfiando um pau grande nela. Não falei nada em voz alta. Só conseguia gozar quando imaginava Ana sendo comida por outro — e, quase sempre, era um negro. Gozei forte dentro dela, gemendo baixo. Quando terminamos, Ana virou para mim, ainda ofegante, e perguntou com curiosidade: — Amor… você sente tesão quando vê outros homens me desejando? Eu respondi com vergonha, mas sincero: — Sinto… me dá um tesão estranho. Mas também dá ciúmes. Depois daquela noite, a fantasia entrou na nossa vida aos poucos. Quase todas as vezes que transávamos, eu alimentava a ideia. Imaginávamos amigos, vizinhos, desconhecidos da cidade olhando para ela, desejando ela. Ana nunca falava nomes. Apenas gemia mais alto, apertava o corpo contra o meu e gozava forte, alimentando o desejo em silêncio. As provocações aumentavam. Uma noite, Ana saiu sozinha com as amigas e voltou altinha de drinks. Estava com um vestidinho curto e cheirava a perfume misturado com álcool. Eu a levei para a cama e, enquanto transávamos, perguntei rouco: — E aí… achou alguém interessante hoje? Sua boceta está tão molhada… será que tem porra de alguém aí dentro? Talvez do motorista do Uber… ou de algum negão que te levou pro banheiro? Ana gemeu alto, apertou as unhas nas minhas costas e gozou forte. Eu gozei junto, imaginando a cena. Nós dois gozávamos bastante nessas fantasias. Alguns meses depois, planejei uma viagem só nós dois. Comprei um consolo preto realista de 21 cm, bem grosso, com veias marcadas. Na viagem, dei para Ana um biquíni pequeno e sexy. Na praia, os homens não tiravam os olhos dela. Eu ficava de longe, espiando, sentindo aquele misto delicioso de ciúmes e excitação. À noite, no hotel, eu vendey os olhos dela com uma faixa preta. Deitei ela na cama, abri suas pernas e comecei a esfregar o consolo na entrada da buceta. Quando enfiei devagar, Ana arqueou o corpo e gozou quase na hora, tremendo inteira ao sentir o tamanho grosso entrando nela. Passamos o fim de semana inteiro nessa fantasia gostosa — eu metendo o consolo, descrevendo um negão a fodendo, e Ana gozando várias vezes, cada vez mais entregue. De volta para casa, começamos a provocar de verdade para apimentar a relação. Saíamos sem calcinha. Ana dançava com outros homens, deixava a saia subir um pouco, se exibia de forma discreta. Eu observava de longe, pau duro. Quando ela voltava para perto de mim, eu perguntava no ouvido: — Alguém te tocou? Alguém tentou alguma coisa? Ela entrava na brincadeira e provocava de volta. As fantasias ficaram cada vez mais quentes. No fim daquela mesma noite, já deitados na cama, meu celular tocou. Era um número desconhecido. Atendi e ouvi uma voz grave e rouca do outro lado da linha. Era Tobias, meu tio Tobias — o irmão mais novo do meu pai. Ele havia sido adotado pela família quando criança e era o único tio vivo que eu tinha. Quase nunca aparecia, e eu sabia que ele tinha ficado viúvo há algum tempo. A voz dele soava cansada: — Cláudio, sou eu, Tobias. Tô numa situação difícil, perdi tudo… tô na cidade agora, lembrei que você mora aqui e preciso de ajuda. Posso ficar uns dias aí com vocês? Eu fiquei em silêncio por um segundo, olhando para Ana ao meu lado na cama. Tio Tobias. Negro. — Claro, tio… pode vir. Tem um quartinho nos fundos. Desliguei o telefone. A fantasia que eu alimentava há tanto tempo agora tinha um rosto possível. Uma visita que mudaria toda a história
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